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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Dave Itzkoff anuncia que fará biografia de Robin Wiliams.



Fonte: Veja. Comentários: Franz Lima
 
O ator Robin Williams, morto no dia 11 de agosto, aos 63 anos, vai ganhar uma biografia escrita por Dave Itzkoff, repórter de cultura do jornal americano The New York Times. O jornalista tem no currículo diversas matérias sobre Williams, entre elas um perfil, feito em 2009, pouco depois de o comediante passar por uma cirurgia cardíaca. Na ocasião, Williams disse a Itzkoff o que tinha mudado em sua rotina após a operação. "Você passa a apreciar as pequenas coisas da vida. Como caminhar na praia com um desfibrilador”, ironizou o ator.

Em um comunicado à imprensa, Itzkoff afirma que Williams foi um herói da cultura. "Em todas as vezes que nos encontramos, ele sempre foi gentil, generoso, humano, atencioso e hilário. Sou grato pela oportunidade de contar a sua história”, diz. A data da publicação da biografia ainda não foi divulgada. 

Histórico - Segundo as autoridades, o corpo do ator foi encontrado por sua assistente pessoal, pendurado com um cinto ao redor do pescoço preso ao batente da porta, em sua casa na cidade de Tiburon, na Califórnia.
O ator tinha um longo histórico de problemas com drogas, em particular álcool e cocaína, desde os anos 1970. Em 1998, em entrevista a VEJA, ele falou abertamente sobre a dependência química. "O efeito da droga é extremamente sedutor. O problema é que ela passa a dominar você, a controlar sua vida." Na mesma entrevista, ele contou que a paternidade o levou a largar as drogas, em 1983. "Queria acompanhar todo o processo de gravidez e parto, sem perder nada. Sabia que ser pai já seria uma transformação louca e problemática sem drogas - imagine com elas". 
Por 20 anos, Williams ficou sóbrio e viu sua carreira deslanchar, somando no total quatro indicações ao Oscar e uma vitória como ator coadjuvante pelo filme Gênio Indomável, de 1997. Mas em 2003 ele voltou a beber. Três anos depois, foi internado em uma clínica de reabilitação, por intervenção da família. Em 2010, em entrevista ao jornal britânico The Guardian, o ator contou que estava frequentando semanalmente as reuniões do Alcoólicos Anônimos (AA). Em julho de 2014, ele decidiu por conta própria se internar mais uma vez em uma clínica de reabilitação. Segundo Susan Schneider, viúva do ator, o marido estava em depressão e apresentava os primeiros estágios do Mal de Parkinson.

Franz diz: uma carreira magnífica, plena de sucesso, quebrada por um vício estúpido e ainda desprezado por muitos. O alcoolismo foi o pontapé inicial para a queda de Robin, seguido por problemas financeiros e o provável Parkinson. Mas o fato é que as bebidas e a cocaína minaram a alegria de um verdadeiro gênio, levando-o ao ato brutal que lhe custou a vida.
Fica a lição sobre nossa fragilidade como pessoas, mas também ficam as lembranças de um ator além do seu tempo. 

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

A legalidade que mata... fumo e bebidas.



Por: Franz Lima
Cheguei a um ponto da vida onde não dá mais para ser democrático ou tolerante, principalmente diante das calamidades provocadas pela imprudência, desrespeito e irresponsabilidade das pessoas. Honestamente, não há como sentir pena de um cidadão honesto e trabalhador que, motivado pelo álcool, mata. Por melhor que o indivíduo seja, sua irresponsabilidade gerou a perda de uma vida e isso não pode passar em branco. Quem perde um parente ou amigo sabe a dor provocada. Não há retorno para a morte, mas a justiça para quem foi o agente causador de tal fato já é um peso a menos nos ombros dos entes queridos. 
Nem todos presos pelo álcool são alcoólatras.
A Lei Seca é uma ótima ideia e tem gerado bons resultados. Entretanto, na minha opinião, isso não basta. Multas e prisão não são suficientes para amenizar as dores que a covardia de um bêbado ao volante pode causar. Sou categórico ao afirmar que apenas a TOTAL proibição de bebidas alcóolicas pode reduzir drasticamente as estatísticas tristes que temos diariamente. Rigor extremo para um problema extremo. Fim das drogas legalizadas é o minimo que os políticos preocupados com seu recesso, férias e aumentos poderiam lutar para que a sociedade melhore. 
Agora, antes que alguém diga "e meus direitos, onde ficam?", vou relembrar que o direito de um cidadão termina onde começa o de outro. Ponto. Que direito você quer? O de ingerir bebidas e perder o controle de suas ações? O direito a pegar um carro e sair sem qualquer controle? O direito de beber até não ter ciência do certo e errado e, por tal motivo, espancar alguém mais fraco? Sim, essas são as situações mais comuns em famílias onde há alcoólatras: violência familiar, abuso, doenças provacadas pelo consumo do álcool, descontrole, brigas e muito mais. Não há o tal do "bebo socialmente". Quem não bebe socialmente está isolado em um deserto, na floresta ou outro lugar ermo. Todos bebem socialmente e todos pagam por isso. 
Estou sendo exagerado?
Admiro o trabalho dos Alcoólicos Anônimos, porém ainda penso em uma sociedade onde não haverá necessidade de tal grupo. Utopia? Talvez... o que não implica em dizer que tal sonho seja menos importante.
Somem os estragos gerais (tratamento, hospitalização, transporte, acidentes, mortes, psicólogos, propagandas...) e verão o tamanho da despesa geral provocada pelo uso de bebidas alcóolicas. 
Opa! Alguém aí falou que esse mercado gera emprego? Sim, sem dúvida. Também gera muitos empregos o mercado das funerárias, floriculturas, bombeiros, polícia e tudo o mais relacionado ao problema e, tenho certeza que todos os profissionais citados iriam ficar satisfeitos com um corpo a menos, uma morte a menos nos gráficos. Ou estou errado?
Chega de campanhas milionárias com mensagens leves. Precisamos de atitude, força e determinação para extirpar esse mal. E não me venha dizer que na Holanda e em outros países as coisas fluem diferente, mesmo com total liberdade para usar bebidas e drogas. Lá também morrem pessoas por conta disso e, honestamente, é preciso tomar conta primeiro do seu próprio terreno para - somente - depois cuidar do terreno vizinho. São realidades diferentes. Aliás, quantos holandeses você conhece?
O mesmo que eu disse se aplica também aos cigarros. Outra droga "legal" que mata a longo prazo. Pessoas tem suas expectativas de vida reduzidas, gastam o que não tem e ainda diminuem a qualidade de vida para sustentar um vício. Cigarro e bebida matam, cada um com seu método, mas com eficiência comprovada. 
Então, após tanto falar, ficaremos rindo quando um amigo ficar bêbado ou fumar um Gudang? Qual a graça em ver uma pessoa morrendo lentamente? O que há de hilário em saber que alguém irá matar por ter bebido? Por que é engraçado dizer que vai 'fumar um cigarrinho' ou 'pegar uma bebidinha'? Usar as palavras no diminutivo irá minimizar as desgraças provocadas pelo vício?
Não há legislação do mundo que me convença que o direito ao uso de tais drogas é lícito, principalmente quando ele tira alimento de mesas, diminui a qualidade de vida, estraçalha famílias, mata pessoas e, em contrapartida, enriquece empresários despreocupados com todas essas desgraças.
A democracia pode ser contrária ao que digo, isso é fato. Contudo, a preservação da vida é favorável às minhas palavras. 

Concorde ou não, peço que deixe seu comentário sobre esse artigo.  Sua opinião é muito importante.

O vídeo abaixo é uma campanha antitabagista  inglesa. Ela procura chocar, mas imagens e sons são esquecidos. É preciso extirpar esse 'câncer' do nosso convívio.


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