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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Pinturas, sketch e desenhos memoráveis fazem parte da arte de Paolo Rivera.



Algumas peregrinações pelo facebook, instagram e outras redes sociais podem ser proveitosas. Foi justamente em uma dessas que conheci alguns dos trabalhos do desenhista Paolo Rivera. Seus traços me lembraram alguns desenhistas da década de 1980, mas há outros trabalhos que mesclam com perfeição os estilos desses desenhistas e outros mais modernos, como Alex Ross, por exemplo.
Seja como for, o talento de Paolo é inegável. Sua arte é caprichada e há um detalhe que não vemos comumente em outros desenhistas: ele não faz questão alguma de esconder seu processo criativo, algo muito positivo para aqueles que querem aprender o ofício. Muitas dúvidas sobre sua arte são esclarecidas com apenas algumas imagens. Paolo usa recursos modernos como modelagem 3D e outros mais comuns - a fotografia - para compor imagens belas e dignas de cada um dos personagens representados. 
Incorporado ao post há um vídeo com o 'time lapse' de um belíssimo pôster de Capitão América 2: o Soldado Invernal. 


Texto: Franz Lima
Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

As redes sociais dele são:
Instagram: @paolomrivera


































sábado, 22 de outubro de 2016

terça-feira, 5 de julho de 2016

Noite Escura: uma verdadeira história do Batman. Por Paul Dini e Eduardo Risso


Fonte: DC Comics. Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo. #apogeudoabismo

Dark Night: a true Batman story (Noite Escura: uma verdadeira história do Batman - em tradução literal) é a autobiografia de Paul Dini, famoso por seu trabalho com Alex Ross nas edições gigantes do Batman, Superman, Shazam, Mulher-Maravilha e a Liga da Justiça, além de ser o co-criador da Arlequina.


O Batman é real? Não, claro que não. Mas isso não significa que ele não tem o poder de salvar, como o escritor Paul Dini descobriu durante um dos períodos mais difíceis de sua vida. Em Noite Escura: uma verdadeira história do Batman, ele relata o assalto violento que quase lhe custou a vida ... e como Batman desempenhou um papel importante em sua recuperação.

"Os diferentes caminhos que definem nossas vidas. Vinte e três anos atrás, uma simples caminhada mudou a minha vida de maneiras que eu não poderia imaginar. Em poucos segundos a minha vida foi destruída, um ataque brutal me deixou quebrado no corpo e no espírito. O mundo confortável que eu tinha criado para mim se foi, assim como foi dolorosamente claro para mim que o longo caminho para a recuperação, se eu escolhesse caminhar por ele, teria que ser trilhado sozinho.


Bem, talvez não inteiramente. Em algum lugar entre a imaginação e a alucinação é um reino crepuscular onde as criações de um escritor habitam. Nesse mundo que eu frequentemente vou procurar o conselho dos personagens, em seguida, na vanguarda da minha consciência: Batman e seu quadro de inimigos e aliados. Como um escritor de histórias em que o herói sempre chega a tempo e a vilania cai, invariavelmente, à justiça, encontrei-me não mais capaz de manter qualquer crença naquilo que eu estava escrevendo. Não tinha havido nenhum herói para me pegar naquela noite, tendem minhas feridas, e mais tarde me ajudar através de um processo de recuperação longo.

E ainda, através dos discursos que funcionam com meus fantasmas cerebrais, fui me convencendo que, mesmo sem a ajuda de um herói de quatro cores, eu poderia levantar e sobreviver. Agora, mais de duas décadas depois, eu sinto que eu ganhei uma perspectiva mais profunda do incidente, e que eu posso contar a minha história para as pessoas que poderiam encontrar-se em uma encruzilhada semelhante.

Noite Escura: uma verdadeira história do Batman é o romance gráfico desse momento crucial em minha vida. Poderosamente desenhada por Eduardo Risso (100 Balas), que forja um caminho entre o desespero e a libertação em uma rota entre a realidade e a fantasia. Convido você a tomar essa caminhada conosco."

Noite Escura: uma verdadeira história do Batman por Paul Dini e Eduardo Risso está disponível pelo selo Vertigo em versões impressa e digital. Mas não espere uma narrativa comum. Essa graphic novel irá chocar e, através disso, ensinar sobre limites, família, valores e vida. Impactante... e indispensável para qualquer leitor de quadrinhos.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Arte original da primeira aparição do Wolverine é leiloada.


Fonte: O Globo
 
NOVA YORK — A arte da original da página da revista em quadrinhos que apresentou o Wolverine ao mundo foi leiloada na última sexta-feira por US$ 657.250 (R$ 1,45 milhão), na Heritage Auctions.
O super-herói aparece nos quadrinhos finais do número 180 de "O incrível Hulk", de 1974. Na história, Hulk está causando destruição no Canadá e Wolverine é chamado para detê-lo.
"Se você realmente quer enfrentar alguém, por que não tenta a sorte contra... o Wolverine!", diz o herói na página final.
O mutante seria um personagem importante na edição seguinte da revista do Hulk. Em 1975, apareceria pela primeira vez entre os X-Men, se tornando com o passar dos anos um dos mais populares personagens da Marvel.
A página original foi desenhada por Herb Trimpe, que deu a revista de presente para um fã em 1983. O dono, que deseja permanecer anônimo.se encontrou com o artista e conseguiu várias revistas autografadas. Ao fim da visita, ganhou o presente especial.
Parte do lucro com a venda vai para a Hero Initiative, um projeto de caridade que ajuda desenhistas de quadrinhos em necessidade.
Outras revistas em quadrinhos venderam bem em leilões. Uma capa do Homem-Aranha desenhada por Todd McFarlane foi vendida por US$ 657.250 em 2012, enquanto a capa do número 2 de "O Cavaleiro das Trevas retorna" alcançou US$ 478 mil em 2013. 

Franz diz: li esta clássica história do Hulk onde Wolverine faz sua primeira aparição. É muito bom relembrar da trama que colocou Logan no universo Marvel. A arte original teve um valor alto, mas admito que pagaria se tivesse grana sobrando para isso. 
Há muitos anos que as artes originais dos quadrinhos estão tendo seu valor reconhecido. Alex Ross, Jae Lee, Jim Lee, Frank Miller e outros desenhistas recebem consideráveis somas por seus trabalhos ainda em estado bruto.
Tal como os esboços de um livro, os quadrinhos estão ganhando destaque como arte. 
A ilustração do Wolverine também trouxe à memória as nuances dos desenhos antigos. Garras ejetadas do pulso, traços simples e arte-final básica, mas que marcaram uma geração.   


quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

O que é arte em tempos de narrativa visual? A importância do descaso ao belo.


Habibi: uma obra-prima de Craig Thompson
Por: Franz Lima.
Quadrinhos são uma forma de arte incomum aos padrões mais conservadores. Valendo-se de múltiplas formas de expressão cultural (música, pintura, cinema, literatura, entre outros), a Nona Arte ganha espaço e adeptos com e decorrer dos anos. Anteriormente vitimada pelo preconceito, a quadrinização é hoje um dos meios mais eficientes para se levar as outras artes a um público antes inacessível. 
Jae Lee e Isanove dando vida ao universo da Torre Negra


A verdade por trás dessa massificação dos quadrinhos está embasada em dois fatores intimamente correlatos: a liberdade que os autores têm e a necessidade cada vez mais crescente pelo visual como forma de comunicação. A tradicional frase 'uma imagem vale mais do que mil palavras' nunca esteve tão em uso.
Moebius: complexidade e surrealismo


Valendo-se de todos os fatores acima citados, os quadrinhos evoluem a olhos vistos. Não vou me estender sobre as novas tecnologias, incluindo as histórias que mais parecem um filme, pois tem roteiros fortes e bem construídos, como também imagens em movimento e com som. Mas a estrutura básica que caracteriza uma História em Quadrinhos permanece incólume ao passar dos anos. A simplicidade mágica de uma trama contada em quadrinhos é superior ao desgaste de outros tipos de entretenimento. Ler HQ é uma das mais comuns formas de adentrar universos que nem mesmo o cinema pode proporcionar. 
A Turma da Mônica tem traços simples e é plena de lições muito bonitas


Mas é chegada a hora de irmos ao cerne da questão: as histórias em quadrinhos precisam de imagens marcantes, cheias de beleza e apuro técnico ou, pelo contrário, podem impressionar e marcar gerações com arte simples, por vezes até incomum?
Non Sequitur


A resposta a tal questionamento pode parecer simples, porém é necessário ter cautela nesse assunto.


Há obras de grande impacto visual como as produzidas por Moebius, Alex Ross ou Jae Lee. Há outras de visual mais simples que, mesmo assim, mantêm a atenção do leitor. Outras, entretanto, são absolutamente repulsivas, dotadas de arte duvidosa e cruas, quase primitivas. Baseando-se no que citei, parece bem fácil escolher as obras mais agradáveis ao visual, já que os quadrinhos são basicamente imagens, correto?


Errado!
Piratas: Laerte no auge do sarcasmo


Já fui surpreendido inúmeras vezes por obras quase toscas que eram absolutamente magníficas pelo conjunto em si. Em contrapartida, um também grande números de outras tramas, ricamente ilustradas, decepcionaram por seu conteúdo raso e fraco. 

Diferentemente de um quadro, uma pintura, as HQ precisam da perfeita fusão de narrativa visual (o que não implica em dizer beleza) com a narrativa literária. Unidas, letras e imagens ganham vida e cativam, mas não há necessidade de realismo ou perfeição nas ilustrações, bastando que nossos olhos sejam banhados por imagens capazes de aguçar a criatividade ao ponto de darmos vida àquilo que está diante de nós. Quadrinhos são uma ferramenta por muito tempo marginalizada, talvez até desprezada, mas que tem um potencial educacional ímpar. Do leitor de um livro é possível surgir um escritor. Do espectador de um filme pode nascer um cineasta. Porém é do leitor de HQ que tudo isso e muito mais pode aparecer, principalmente se levarmos em conta que a imagem só está estática para quem não mergulha na Nona Arte. Ao apreciador de quadrinhos é facultada uma gama de possibilidades, já que ele vê, cria sua própria trilha sonora, movimenta personagens, inspira cada aroma que a ficção permite. Entre um quadrinho e outro há tanto infinito quanto entre um ponto e outro.

Percebi isso há muito tempo e, como escritor, bebo dessa fonte sem temor. Mas é importante frisar que não seleciono gibis (como foram chamados por muito tempo) pela capa, brilho ou beleza. Leio pela descoberta, em nome do prazer de adentrar em universos que, do contrário, nunca iria imaginar. Por à frente dos meus olhos aqueles personagens parados é o ponto de partida para o início do exercício imaginativo. De um simples gibi eu começo uma jornada que não se encerra com o fechar da obra. Há a perpetuação daquele mundo em minha mente.  
Demolidor de David Mazzucchelli

Não recue diante de uma obra aparentemente crua, rústica. Mesmo as imagens mais simples podem conter, unidas à narrativa, lições que irão se perpetuar por vidas. Afinal, quando amamos algo temos o impulso de querer passar isso para os que amamos.

E foi assim que meus filhos ingressaram em outros mundos comigo. E chegará o dia no qual continuarão a viajar sozinhos com as memórias de histórias vividas ao lado de deuses, heróis, vilões e uma infinidade de criaturas que ganharam vida e importância através da persistência de um velho leitor de quadrinhos.

Missão cumprida!


segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Boletim Panini tem Sandman Definitivo nº 4 e O Reino do Amanhã, entre outros.


Destaque da semana:Sandman: Ed. Definitiva vol. 4

Vertigo
A saga de Morfeus, o Mestre do Sonhar, chega ao seu final! Todos os atores já estão em seus lugares e agora cabe a Sonho dos Perpétuos desempenhar seu derradeiro papel com maestria. Dividindo o palco com Devaneio estão As Bondosas… e, quando elas estão em cena, o menor preço a pagar é medido em sangue! Essa edição apresenta os arcos As Bondosas e O Despertar; e as histórias O Castelo, Os Exilados e A Tempestade.
Com cores reconstruídas e dezenas de páginas de extras, como esboços, galeria de produtos baseados no universo de Sandman, o roteiro completo das edições 57 e 75 de Sandman – a fatídica última edição –, textos e posfácio de Neil Gaiman. Tudo isso em 608 páginas oníricas, com arte de Marc Hempel, Michael Zulli, D’Israeli, Richard Case, Charles Vess, Teddy Kristiansen, Jon J Muth, Kevin Nowlan, Dean Ormston, Glyn Dillon e capas de Dave McKean.
Originalmente publicado em:

The Sandman 57-75
Vertigo Jam 1 


Detalhes da edição

» 18.5 x 27.5 cm
» 612 páginas
» Capa Dura
» Lombada Quadrada
» Papel Couché
» Publicação Especial
» Preço: R$ 145
» Distribuição Livrarias e Comic Shops
Divulgado no boletim 76


Reino do Amanhã: Ed. Definitiva

DC Comics
Em um futuro não muito distante, a Terra se tornou o reino dos super-heróis. Infelizmente para os habitantes não tão poderosos do planeta, estes “heróis” vêm se tornando cada vez mais irresponsáveis e destrutivos, colocando em risco a sobrevivência do mundo inteiro. E para piorar a situação, o único ser que pode devolver o bom-senso a essa raça de novas e irascíveis divindades, o envelhecido Superman, se aposentou e se recolheu há anos.
Sobre essa premissa básica, o roteirista Mark Waid e o premiado ilustrador Alex Ross construíram Reino do Amanhã, uma das HQs mais marcantes e relevantes da década de 1990, que explora o moderno mito do super-herói de forma nunca antes vista. Agora, essa obra-prima da nona arte volta ao Brasil em uma edição repleta de extras inéditos no país e com acabamento de luxo!
Originalmente publicado em:

Kingdom Come 1-4 

Detalhes da edição

» 19.5 x 30 cm
» 340 páginas
» Capa Dura
» Lombada Quadrada
» Papel Couché
» Publicação Especial
» Preço: R$ 89
» Distribuição Livrarias e Comic Shops
Divulgado no boletim 76


Vingadores Sombrios 1

Marvel Comics
Com os Thundebolts perdidos no tempo, Luke Cage precisa preencher o vazio deixado pela sua ausência e reúne mais uma vez a equipe de susperseres mais letal do planeta: os Vingadores Sombrios! E, para liderá-los, Luke escolhe ninguém menos do que Skaar, o responsável por mandar o grupo para a prisão, após agir como agente duplo para Steve Rogers. Enquanto os Thunderbolts tentam encontrar um caminho de volta para casa, os Vingadores Sombrios enfrentam um poderoso inimigo que ergueu um avançado império no coração do Oriente Médio!
Originalmente publicado em:

Thunderbolts 175-183 

Detalhes da edição

» 17 x 26 cm
» 196 páginas
» Capa Couché
» Lombada Quadrada
» Papel Pisa Brite
» Publicação Especial
» Preço: R$ 21.90
» Distribuição Setorizada
Divulgado no boletim 76


Esquadrão Suicida 1

DC Comics
Depois de alguma espera ansiosa… o Esquadrão Suicida está de volta! E tudo acontece nessa edição! O confronto final com o poderoso Regulus, a interligação com a espetacular saga-morcego Morte da Família, o acerto de contas de Arlequina e Pistoleiro e a volta do Soldado Desconhecido ao Universo DC! Uma edição especial e imperdível.
Originalmente publicado em:

Suicide Squad 13-19 

Detalhes da edição

» 17 x 26 cm
» 148 páginas
» Capa Couché
» Lombada Quadrada
» Papel Pisa Brite
» Publicação Especial
» Preço: R$ 15.90
» Distribuição Nacional
Divulgado no boletim 76


Universo DC 17

DC Comics
Melhores do Mundo: Poderosa e Caçadora são atacadas por uma misteriosa organização.Flash: a assombrosa conclusão de Guerra dos Gorilas. Mulher-Maravilha, Ares e Órion se aliam! Nuclear versus Novos Titãs! E também: Terra 2 e Gavião Negro.
Originalmente publicado em:

Earth2 9
Flash 17
Fury of Firestorm 16-17
Savage Hawkman 17
Wonder Woman 17
Worlds’ Finest 9 


Detalhes da edição

» 17 x 26 cm
» 148 páginas
» Capa Couché
» Lombada Quadrada
» Papel Pisa Brite
» Publicação Mensal
» Preço: R$ 15.90
» Distribuição Nacional
Divulgado no boletim 76


Liga da Justiça 17

DC Comics
Testemunhe em novembro a estreia de três séries espetaculares: Liga da Justiça América  e Vibro, ambas escritas por Geoff Johns; e, diretamente das páginas das Aves de Rapina, acompanhe as aventuras da samurai Katana, de Ann Nocenti. E ainda, mais uma história da Liga da Justiça.
Originalmente publicado em:

Justice League 18
Justice League America 1
Katana 1
Vibe 1 


Detalhes da edição

» 17 x 26 cm
» 100 páginas
» Capa Couché
» Lombada Grampo
» Papel Pisa Brite
» Publicação Mensal
» Preço: R$ 8.80
» Distribuição Nacional
Divulgado no boletim 76

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