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sábado, 17 de setembro de 2016

American Horror Story - Season 6. Review do primeiro episódio.


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Preconceito e violência marcam os primeiros minutos do primeiro episódio de American Horror Story em sua sexta temporada. O clima é tenso, ainda que a busca pela felicidade de um casal seja o ponto principal.
Narrada como em uma entrevista, entrelaçado por cenas relativas aos depoimentos, o episódio já começa a impactar pelo tom cru e a indignação que o preconceito gera nos espectadores.
Atingidos pela ignorância e a intolerância, o casal opta por recomeçar em um novo lugar... Carolina do Norte. Mas nem lá eles são totalmente aceitos, o que não os impede de comprar uma nova casa. São persistentes e recomeçar é a meta.
Matt é um vendedor. Esperto, bem humorado e determinado.
Shelby é uma mulher forte, bela e marcada pelo medo e por algo que a acompanha.
Mas a nova casa é a melhor oportunidade para recomeçar. E eles não vão deixar essa oportunidade fluir pelos dedos. Mesmo diante de fatos estranhos e assustadores, eles se mantêm firmes em sua nova residência.

Nota: Matt e Shelby são mostrados como duas pessoas diferentes das que vivenciam os fatos, assim como acontecem em programas que usam atores para reconstituir uma história. A Shelby que relata é interpretada pela atriz Lily Rabe, enquanto a Shelby da "dramatização" é feita por Sarah Paulson. O Matt Miller que relata os acontecimentos é o ator André Holland, enquanto o que faz parte da reconstituição é Cuba Gooding Jr.




Bem, se você ainda continua lendo é por sua conta e risco. A partir de agora, vou comentar algumas nuances do episódio e, inevitavelmente, lançar spoilers sobre a trama.

Alucinações ou espíritos?

Em histórias de fantasmas, sempre fica a dúvida se a pessoa assombrada está alucinada ou vendo espíritos realmente. Como a mente humana é capaz de pregar peças em nossos sentidos, a dúvida é algo que só se dissipa diante de provas, fatos. E o que não faltam são as contundentes provas de que há alguém acompanhando Matt e Shelby.
As visitas dos espíritos apenas incomodam enquanto estão enquadradas na categoria 'aparição'. Mas quando a história passa a incluir ataques e sustos... então é hora de buscar ajuda.
Matt tem uma irmã, Lee, que foi policial. Ela tem a coragem necessária para acompanhar Shelby enquanto ele está fora, apesar de haver alguns problemas pessoais que a tornam meio complicada, incluindo uma pequena intriga entre ela e Shelby. 
A narrativa prossegue e muito pouco é revelado. Há indícios, porém é bom lembrar que estamos falando de American Horror Story. Indícios podem direcionar o espectador para outro lado, distraí-lo até que o medo dos personagens esteja incorporado em vocês. É bom ter cautela.
Espíritos ou alucinações? Não temos como saber, principalmente se levarmos em conta que Shelby bebe constantemente, talvez buscando afastar os temores.

My Roanoke Nightmare.

Esse é o título presente em todos os cortes de narrativa do episódio. E o que isso poderia significar? 
Segundo relatos históricos, colonizadores ingleses foram deixados em uma vila na ilha de Roanoke, atualmente Carolina do Norte. O responsável pela colônia era Sir Walter Raleigh.
Os colonos tiveram problemas com os índios e chegaram a atacá-los. Houve mortes nos dois lados. O clima de tensão era enorme e só piorava com a escassez de recursos para os colonos. Assim sendo, um grupo partiu para a Inglaterra em busca de alimentos e recursos. O que não contavam era com uma guerra contra a Espanha que levaria-os a um atraso de três anos para retornar à colônia. Lá chegando, encontraram apenas a paliçada do forte e em uma das árvores a inscrição Croatoan. Todos os colônos sumiram sem deixar vestígios e o mistério nunca foi solucionado.

Nessa sexta temporada de American Horror Story, passada na Carolina do Norte, Raleigh, o mistério ganha ares de maldição. Nada fica óbvio nesse primeiro episódio, porém a tensão está no ar. Problemas pessoais, medo, preconceito, fantasmas e algo relacionado ao mistério de Roanoke são apenas alguns dos elementos presentes no primeiro episódio. Apesar de ainda não haver o horror visto em outras temporadas, as interpretações consistentes e a ambientação estão impecáveis. Pequenos detalhes poderão ser vistos caso vocês mantenham a atenção, mas não estragarei a surpresa. 
Recomendo assistirem ao menos duas vezes para vislumbrar melhor os detalhes que passam alheios aos nossos olhos em uma primeira oportunidade. 
Destaque para as breves presenças de Kathy Bathes, Wes Bentley e Denis O´Hare.
Seja como for, American Horror Story: Roanoke é uma temporada que veio para dar novos ares à série. 
Vejam o trailer e o episódio e aguardem ansiosos pelos próximos capítulos.

P.S.: o final desse primeiro episódio foi muito bom, mesmo deixando o espectador na tensão e expectativa.


quinta-feira, 21 de abril de 2016

Cosplay feminino do Coringa de Jared Leto. E outros cosplays por Hong-Chan.



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A cosplayer Hong-Chan recriou de forma bem competente o controverso e sinistro Coringa interpretado por Jared Leto. 
Mas o trabalho dela não para por aí. Desde maquiagens elaboradíssimas até outros cosplays, ela se destaca pelo bom trabalho e beleza.
Confiram...













terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Lista de Compras: adquira o sorriso do palhaço de American Horror Story: Freak Show.



Sem spoilers... mas não é preciso muito para ver que esse não é um palhaço que irá alegrar nossas crianças.
De qualquer modo, caso ainda não tenha assistido à quarta temporada de American Horror Story, saiba que está perdendo um excelente material. A série é sombria, perturbadora e, ainda, irá fazê-lo refletir sobre nossos preconceitos e julgamentos pela aparência.
Um dos destaques é o palhaço. Silencioso, assustador e muito perigoso. 
Que tal adquirir o belo sorriso dele? Acesse o link a seguir e garanta momentos de alegria para as crianças que estão próximas a você: Trick or Treat Studios.
No mesmo site você também poderá comprar a face completa do palhaço, com o sorriso por módicos 80 dólares. Imagem no final do post...




Artes conceituais revelam as máscaras da gangue do Coringa em Cavaleiro das Trevas




Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo

A figura de um palhaço está intrinsecamente relacionada à alegria. As faces pintadas, as cores, o jeito brincalhão... tudo colabora para despertar a alegria em cada um de nós.
Entretanto, no filme Batman, o Cavaleiro das Trevas, que é a segunda parte da trilogia do Morcego dirigida por Chirstopher Nolan, os palhaços não são tão engraçados. Um deles serviu para chocar o mundo: o Coringa. Mas poucas pessoas irão esquecer a cena inicial onde o Palhaço do Crime invade um banco com a ajuda de uma gangue com máscaras de palhaços. As cenas são rápidas, impactantes e violentas. Não viu o filme? Corra, pois está perdendo uma obra incrível.
Então, vasculhando a web, eis que encontro no site io9 algumas das artes conceituais das máscaras dos ladrões. Feitas para causar desconforto a quem as vê, as máscaras também removem de forma brilhante a associação da imagem do palhaço com a alegria. A gangue do Coringa remonta ao desgaste na face, tristeza, loucura e ao mal. Seus sorrisos causam desconforto e esse foi um dos acertos de Nolan na obra.
Contemplem algumas das artes conceituais e reparem que as faces estampadas são sombrias, desgastadas, sujas e incapazes de passar a sensação que, tipicamente, um palhaço passaria.
Aliás, outro palhaço sombrio é o que apareceu em American Horror Story: Freak Show. Não lembra dele? Veja como é doentia a aparência e comparem com as imagens das artes conceituais do filme do Batman: eles conseguiram destruir o encanto e a magia que só os palhaços têm... hahahahahahahahahahahahaha.

















segunda-feira, 2 de novembro de 2015

American Horror Story - Hotel. Review do primeiro episódio.




A quinta temporada da série American Horror Story chegou... de forma impactante.
Além de trazer a estrela da música pop, Lady Gaga, também fomos presenteados com um elenco competente e de renome, incluindo Kathy Bates, Angela Basset, Wes Bentley. 

O primeiro episódio...

A trama funciona em ritmo linear, mas apenas em algumas partes. A narrativa funciona, principalmente quando os flashbacks são inseridos de forma competente.
Logo de início somos apresentados a duas beldades russas (creio), cujo único interesse é diversão. São turistas que escolhem seu hotel pela internet. Como não poderia deixar de ser, descobrem que certas escolhas acabam custando caro.
No decorrer da história somos apresentados a outras personagens. Algumas podem parecer vazias à primeira vista, mas não se deixe enganar. Cada uma tem seu papel nessa intrincada teia. Em pouco tempo vocês irão adquirir empatia com as personagens. E é isso que irá provocar uma desagradável sensação de proximidade com o mal.

O Hotel...

A localidade, o hotel em si, é uma das peças mais sombrias da trama. Sua arquitetura é antiga, plena de linhas retas e corredores longos. O saguão é adornado por candelabros gigantes, imponentes. Ele é uma espécie de Triângulo das Bermudas, já que muitos de seus visitantes nunca mais são vistos novamente.
Apesar disso, o luxo do Hotel Cortez é bem visível, assim como o mal presente é palpável.

O policial...

Interpretado por Wes Bentley, o policial John Lowe é um homem obcecado por reparar um erro. Em função disso, boa parte de seu tempo é dedicado ao trabalho, como uma penitência. Suas aparições na trama sempre são cerceadas por fatos terríveis, ainda que isso não impeça as cenas onde seu lado "família" é exposto. Mesmo com dilemas e traumas, Lowe ganha espaço no episódio e será, acredito, fundamental no restante da temporada. 
Sua busca por reparação é permeada ainda por um maníaco com alto conhecimento tecnológico. Esse maníaco não se mostra no episódio, o que não impede que sua participação seja importante.

A atendente e Elizabeth Taylor...


Esses são duas personagens mostradas bem cedo no episódio. Entretanto, muito resta a ser revelado, incluindo os fatos que os levaram até o Hotel.
Kathy Bates interpreta a calma recepcionista Iris, uma mulher que oculta um passado de dor e morte. Elizabeth é o papel atribuído a Denis O´Hare. Sua aparência lembra uma drag queen e sua participação é bem velada, fato que não o impede de estar quase sempre envolto em mortes e mistério.

Lágrimas...

Uma personagem surge com um único propósito: torturar para arrancar lágrimas de suas vítimas. Pode parecer estranho, porém essas lágrimas, de alguma forma, trazem conforto a ela. Sua ligação com a atendente (Kathy Bates) é cheia de rancor.

O ritmo narrativo...

Em alguns momentos a história ganha ares de videoclip. As cenas são aceleradas ou passadas em câmera lenta. Muitos podem estranhar isso, mas eu achei importante para destacar personagens e situações. Tal como em uma peça teatral, cada item ou pessoa focado é uma "dica" do diretor.

As crianças...

Elas ainda são um mistério. Surgem de forma a lembrar o clássico filme O Iluminado, de Stanley Kubrick. Mesmo com visual de estudantes e sem dizer uma só palavra, é fácil compreender que não há a bondade típica da infância nelas. Uma delas tem ligação com a filha de John Lowe, Scarlett.
E algo me leva a crer que esses pequeninos são vistos pela Condessa (Lady Gaga) como seus filhos de sangue... literalmente.

Lady Gaga...

É uma mulher envolta em mistério. Sedutora e fatal, sempre acompanhada por um parceiro, sua presença traz medo até aos mais sombrios moradores do Hotel Cortez. Ela é uma assassina que se deleita com sexo e sangue em doses altas, algo mostrado com um pudor desnecessário, como se para proteger a imagem da cantora.

A camareira...

Ela surge em ocasiões variadas. Entretanto, sua presença é a total garantia de que haverá mortes. Sua especialidade? Remover manchas de sangue das roupas de cama. Os episódios seguintes irão esclarecer sua origem e os motivos por trás de sua mórbida função.


Uma inesperada reviravolta para os moradores...

O surgimento de Will Drake e seu filho levam alguns moradores a temer a saída do Hotel. Entretanto, mais do que um incômodo, Drake e seu filho ganharão importância nos episódios seguintes. 

Uma mãe perdida...

A esposa de Lowe sofreu uma grande perda. Essa parte de sua vida é mostrada em flashback, mas fica uma lacuna sobre o que ocorreu. Goste ou não, tal fato abalou seu relacionamento de forma brutal, rompendo alguns laços que dificilmente irão se reatar. Ela terá papel muito importante em um episódio futuro.
O amor de uma mãe é capaz de tudo.


Finalizando...

American Horror Story é uma série que caiu no gosto popular não à toa. Essa quinta temporada teve um começo bom, com cenas marcantes e atuações dignas do elenco que tem. Gostei da ambientação e da forma como as personagens vão se entrelaçando, fato que destaca um roteiro bem pensado e sombrio, conforme esperávamos. 
Um outro fator importante está na evidenciação de uma verdade que poucos gostam de ouvir: todos, sem exceção, guardam segredos e pecados. Os níveis podem variar, mas todos escondem e pecam. Com essa premissa e os demais fatores citados neste post, temos uma promessa de que essa série brilhará tanto quanto as temporadas anteriores.
Em breve, novas avaliações dos capítulos que se seguem...
P.S.: parabéns para a inclusão brilhante de uma música clássica nas cenas finais. Ela se encaixou perfeitamente ao título da série.

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domingo, 25 de outubro de 2015

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

American Horror Story: Coven. Primeiro pôster é divulgado.



Fonte: Omelete.

A terceira temporada de American Horror Story já tem seu primeiro pôster. A série conta com nomes de peso como Kathy Bates, Angela Basset e Jessica Lange, entre outros. Leia a sinopse desta nova temporada: 

"Mais de 300 anos se passaram desde os turbulentos dias dos julgamentos das bruxas em Salem. Aquelas que conseguiram escapar, agora enfrentam a possibilidade de extinção. Com o aumento de misteriosos ataques contra a espécie, jovens garotas são enviadas para uma escola especial em Nova Orleans para aprender a se proteger. Envolvida no tumulto está a novata Zoe (Taissa Farmiga), que esconde um terrível segredo. Alarmada por essa recente agressão, Fiona (Jessica Lange), a há muito ausente Suprema, retorna à cidade, determinada a proteger o Clã e obcecada em dizimar qualquer um que cruze o seu caminho".

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