Cosplays são a projeção de nossas fantasias, do desejo de viver aventuras que, normalmente, não somos capazes de viver. Outro fator que torna o cosplay uma arte tão agradável é a possibilidade de interpretarmos papéis sem que sejamos atores. É uma arte em seu estado mais bruto, algo que dá chances de entrarmos no universo dos seres que amamos, ainda que por um curto período.
Por isso, nada mais justo que selecionar e publicar aqui uma relação dos 30 cosplays mais legais que encontrei recentemente. Personagens consagrados, alguns novos e até desconhecidos. Não importa. O que conta, no final, é o prazer da diversão para quem faz o cosplay e para quem os vê.
O segundo trailer de Liga da Justiça estava entre os mais aguardados para este ano. As desconfianças e expectativas estavam em um mesmo nível. Alguns idolatram a produção, enquanto outros a odeiam. E o que gerou essa divergência de opiniões?
A nova fase da DC começou com O Homem de Aço, seguido por Batman v Superman, Esquadrão Suicida, Mulher-Maravilha (em junho) e em novembro, Liga da Justiça. Os fãs dos quadrinhos, ao menos a maioria, gostaram dos três primeiros filmes dessa nova fase da DC. Entretanto há um grupo - bastante numeroso - que olha com raiva para essas produções e faz, infelizmente, um pré-julgamento das futuras obras cinematográficas da DC. Texto: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.
Eu confio nessa rota traçada para o universo DC no cinema. Por que? Simples. A Warner e a DC não podem se dar ao luxo de afundar um seguimento tão rentável. Hoje, o cinema é tão poderoso que influencia os lançamentos em quadrinhos, ao contrário do que acontecia anos atrás.
Deixadas as devidas explicações e meus votos de sucesso, vamos à análise do segundo (e fantástico) trailer de Liga da Justiça. Assistam e leiam as observações. Digam se concordam com o que abordei. Suas opiniões são muito importantes! P.S.: se não assistiu os filmes citados, principalmente Batman v Superman, assista antes, pois os Spoilers são inevitáveis.
As cenas iniciais comprovam que Bruce seguiu à risca o pedido do Flash. A busca pelos heróis - aqueles que estavam nos arquivos da LexCorp - começou. Bruce narra que é preciso estar preparado para um ataque que virá de muito distante, provavelmente Apokolips, o mundo de Darkseid, o que comprovaria a ligação com o pesadelo (ou visão) que teve em BvS.
As imagens e a narração comprovam a parceria entre ele e a Mulher-Maravilha na busca pelos heróis que formarão a Liga da Justiça. A seguir temos cenas onde Aquaman, Cyborg e Flash são mostrados em ação, como uma apresentação. O que vem a seguir é o prenúncio de uma guerra entre a recém-formada Liga e as criaturas aladas de Apokolips e outros inimigos. Destaque para o Aquaman e a Mulher-Maravilha que estão incríveis.
As presenças de Mera e do Comissário Gordon são reveladas, ainda que de forma discreta e rápida. O humor, assim como nas animações e quadrinhos, ficou garantido com a presença do Flash, incluindo um diálogo rápido que lembrou bastante o que aconteceu entre Tony Stark e o Capitão América, aquele do playboy, filantropo e bilionário, lembram?
Mais ação surge a cada segundo passado. A inclusão no trailer da música Come Togheter, interpretada pelo Aerosmith foi sensacional, algo que já vimos em trailers do Esquadrão Suicida. A presença de Lois Lane é uma dica de que teremos realmente a presença do Superman, ainda que nada sobre seu 'ressurgimento' tenha sido revelado. Outro ponto crucial está na união de forças não esperadas no conflito contra as tropas de Darkseid, incluindo as Amazonas de Themyscira. E, ao que tudo indica, um pouco da tensão entre o Batman e o Aquaman se dilui com o decorrer do filme, como podemos ver em sua parceria ao fim do trailer.
E, respondendo a pergunta que todos estão fazendo, digo o seguinte: o Superman não está em nenhuma cena, mas é certo que ele virá. Sua ausência é um cuidado que os produtores têm para evitar a quebra de um dos mais marcantes momentos do longa. E por fim, uma observação: o Flash e o Cyborg têm muito a mostrar no filme, talvez por isso eles tenham sido menos evidentes em ação neste trailer.
Um desenho baseado nos Novos 52
que conta, resumidamente, os fatos expostos em algumas edições da DC.
A história mostra um Arthur Curry
(Aquaman) ainda perdido, desconhecedor de seu próprio passado e origens. Ele
tem poderes e não sabe nada sobre eles, fato que dificulta demais sua vida.
Apesar de tentar viver anonimamente entre os humanos, Arthur tem uma sina a
encarar.
Um velho conhecido do universo do
Aquaman está de volta: Manta Negra. Ele nutre um plano de domínio sobre o povo
da superfície usando sua astúcia para enganar o filho da rainha Athanna. Arthur
tem um vínculo com ela e isso a mantém esperançosa pela união entre o povo
Atlante e os homens da superfície. Tudo isso seria lindo se não fosse utópico.
Um outro filho da rainha, Orm, uniu-se ao Manta e eles querem a todo custo o
poder que o trono de Atlântida representa.
Narrativa.
A narrativa serve como
prequel, uma origem, para o Aquaman. Vemos personagens que, futuramente,
estarão na vida do herói: Mera, Manta Negra e até a própria Liga da Justiça. Um
outro ponto importantíssimo para essa animação é o fato de não haver
brincadeiras com o atlante. Arthur é um homem atormentado e sua “porção”
atlante não sabe como reagir a tantas novidades.
A história se desenrola com
suavidade, mostrando um Arthur cada vez mais adaptado aos novos poderes. Ao seu
lado, Mera aparece como uma espécie de “dobradora” de água, assim como visto no
anime Avatar.
O desfecho da trama envolve
muitas mortes. A maior parte oriunda das mentiras de Orm. Mas a união do
meio-atlante com a Liga da Justiça é algo com a qual Orm não contava. O único
ponto que, para mim, deveria ser mais trabalhado foi o confronto final.
Mas nem só de vitórias vive um
guerreiro. O que conta é que a animação foi muito boa, teve boas cenas de ação,
um roteiro coerente, nuances sobre a Liga da Justiça, um pouco da vida do
Cyborg e, sobretudo, contou com desenhos no padrão anime, algo que agradou
bastante.
Sobre a Liga da Justiça nessa
animação:
Apesar do tom suave e bem
humorado dado ao Flash, todos os demais integrantes da LJA são bastante sérios.
Há partes, inclusive, onde o próprio velocista está mais centrado. A
participação dos heróis dá cadência à narrativa, reforçando a história
principal (que é a transição de Arthur Curry para o Aquaman rei) e flui até termos
eles reunidos (com base em um propósito comum) para dar origem à Liga da
Justiça.
A formação não é a tradicional,
já que inclui o Shazam e também Ajax, o marciano.
Os desenhos não apresentam as características
de descaso com o espectador como as que encontramos em Batman – A Piada Mortal.
Dados Técnicos:
Lançado em 2015 e dirigido por Jay Oliva e Ethan Spaulding, o filme conta com o roteiro de Heath Corson. A música ficou sob a responsabilidade de Frederik
Wiedmann. As empresas responsáveis pela produção são a Warner Bros e a DC Comics.