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sábado, 25 de janeiro de 2014

Programa 'Inglês sem Fronteiras' disponibiliza mais de 9 mil vagas.


Fonte: EBC

O Ministério da Educação vai ofertar 9.225 vagas em cursos presenciais de língua inglesa por meio do Programa Inglês sem Fronteiras. Os cursos serão ministrados em universidades federais e terão prioridade os estudantes que podem participar do Programa Ciências sem Fronteiras. As inscrições serão abertas às 12h do dia 31 de janeiro e encerram às 23h59 do dia 13 de fevereiro.
O candidato poderá se inscrever exclusivamente pela internet. A inscrição será confirmada por  E-mail até o dia 17 de fevereiro. As aulas começam no dia 20 de fevereiro e os cursos terão a duração mínima de 30 dias e máxima de 120 dias. A carga horária presencial é de quatro aulas de uma hora, distribuídos em pelo menos dois encontros semanais, em locais e horários definidos pela universidade credenciada.
Podem se inscrever no processo seletivo alunos que atendam as seguintes condições: ser aluno de graduação, mestrado ou doutorado com matrículas ativas nas universidades federais credenciadas como Núcleo de Línguas (NucLi); alunos participantes e ativos no curso My English Online, cujas inscrições tenham sido validadas com até 48 horas de antecedência à inscrição junto ao NucLi; e alunos que tenham concluído até 90% do total de créditos da carga horária de seu curso.

Para efeito de classificação, terão prioridade os candidatos que sejam alunos de graduação de cursos pertencentes às áreas do Programa Ciência sem Fronteiras, que tenha feito a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010 com média superior a 600 pontos, incluindo a redação, e que tenham concluído até 80% da carga horária total do curso. Outros critérios de prioridade na classificação são o maior índice de rendimento acadêmico eser  bolsistas ou ex-bolsistas do Programa Jovens Talentos para a Ciência.
A oferta de vagas está definida em edital da Secretaria de Educação Superior, do Ministério da Educação, publicada na edição de 24 de janeiro do Diário Oficial da União.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Lei que proíbe abuso na lista de materiais escolares já está em vigor. Veja o vídeo.




Fonte: EBC  e Portal Brasil


A partir de agora, as instituições de ensino estão proibidas de pedir aos pais, nas listas de matérias escolares, produtos de uso coletivo como itens de escritório, de limpeza e materiais usados pela área administrativa. O Projeto de Lei 126/2011 foi sancionado na quarta-feira (27/11) pela presidente Dilma Rousseff com o objetivo de evitar abusos nas listas de material escolares e já entrou em vigor. 
Pela  Lei nº 12.886 os pais não precisam mais fornecer às escolas, produtos como papel ofício em grandes quantidades, papel higiênico, algodão, álcool, flanela, fita adesiva, CDs, giz para quadro negro,  cartolina, estêncil, grampeador e grampos, papel para impressora, esponja para louça, talheres e copos descartáveis, dentre outros produtos que não sejam utilizados exclusivamente pelo aluno.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

A evolução da matemática em 70 anos.


Postado via Google + por Alzir Fraga

Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia...

Havia aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a Bandeira Nacional antes de iniciar as aulas...

Leiam o relato de uma Professora de Matemática...

Semana passada, comprei um produto que custou, R$ 15,80.

Dei à balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa 80 centavos, para evitar receber
ainda mais moedas.

A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.

Tentei explicar que ela tinha que me dar, R$ 5,00 Reais de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la.

Ficou com lágrimas nos olhos, enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender.

Por que estou contando isso?

Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:

 

1. Ensino de matemática em 1950:
Um lenhador vende um carro de lenha por, R$ 100,00.
O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda.
Qual é o lucro?




2. Ensino de matemática em 1970:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou, R$ 80,00. Qual é o lucro?

3. Ensino de matemática em 1980:
Um lenhador vende um carro de lenha por, R$ 100,00.
O custo de produção é, R$ 80,00.
Qual é o lucro?


4. Ensino de matemática em 1990:
Um lenhador vende um carro de lenha por, R$ 100,00.
O custo de produção é, R$ 80,00.
Escolha a resposta certa, que indica o lucro:
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00

5. Ensino de matemática em 2000:
Um lenhador vende um carro de lenha por, R$ 100,00.
O custo de produção é, R$ 80,00.
O lucro é de, R$ 20,00.
Está certo?
( ) SIM ( ) NÃO

6. Ensino de matemática em 2009:
Um lenhador vende um carro de lenha por, R$ 100,00.
O custo de produção é, R$ 80,00.
Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00

7. Em 2012 ...:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.
(Se você é afro descendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não precisa responder, pois é proibido reprová-los).
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00


E, se um aluno resolver pixar a sala de aula e a professora fizer com que ele pinte a sala novamente, os pais ficam enfurecidos, pois a professora provocou traumas na criança.

Também jamais levante a voz com um aluno, pois isso representa voltar ao passado repressor.
 

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