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segunda-feira, 20 de março de 2017

Breaking Bad - O filme. Mad Max Black & Chrome. Logan Noir. Para quê?


Algumas pessoas gostam de ser enganadas. Ganhar dinheiro com boas obras é mérito de quem as faz, mas há produtos que enganam os consumidores. No nosso caso, cinéfilos, um remake mal feito ou as versões alternativas geralmente são apenas mais uma forma de tirar dinheiro do amante da Sétima Arte. O amante tolo...
Os casos mais recentes e absurdos foram - internacionalmente - o "longa-metragem" de Breaking Bad e a versão Black & Chrome de Mad Max - Fury Road. 

Texto: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

As duas versões são apenas embuste e em nada acrescentam ao filme (Mad Max) e à série (Breaking Bad). 
A versão Black & Chrome de Estrada da Fúria é um desperdício. Nada, absolutamente nada é alterado ou melhorado na trama. A única diferença está nas cores do filme que ganha traços de obra antiga com a substituição do branco por uma tonalidade cromada. A questão é: se o diretor quisesse uma versão assim, ele não a teria filmado inicialmente dessa forma? As tonalidades e a beleza das cores dos cenários são suprimidos nessa versão. Todo o esforço de George Miller é descartado com essa película alternativa, voltada exclusivamente para o lucro dos fãs que querem a "edição especial". 


Já Breaking Bad é uma afronta à inteligência dos fãs da série. Por que? Lembram do fiasco que foi o filme Os Dez Mandamentos? Sim, aquele filme que é um corta e recorta de uma novela para transformar em um longa-metragem. Deu certo? Não, ficou ridículo e confuso, cheio de cortes desconexos e forçados. Essa fórmula não dará certo nunca. Isso também ocorreu com o Auto da Compadecida, porém com resultados menos desastrosos. Mas o fato é que não há como compilar cinco temporadas de uma série - lotada de cenas marcantes que duraram episódios - em apenas 2 horas. Muita coisa ficará de fora. Já imaginaram Lost, Dexter, Game of Thrones, The Walking Dead e tantas outras ótimas séries minimizadas a um "filme" de 2 horas? O resultado é insatisfatório, voltado ao lucro e que indica desprezo à inteligência do público.
Até quando vão tentar tirar nosso dinheiro com produtos fracos e minimalistas, onde a qualidade é suprimida para obter lucro com pessoas que não compreendem que estão sendo ludibriadas ou apenas querem mais um 'item de colecionador'?
Aos fãs, fica a dica de que há muitos outros produtos das franquias para investir e guardar. Esses filmes "alternativos" são pura enganação.


domingo, 22 de janeiro de 2017

Comercial da AT&T mostra referências incríveis da cultura pop.



Um curioso comercial da AT&T, chamado Everywhere, tem feito muito sucesso por mostrar vários personagens de séries e filmes famosos. Entre eles estão: Game of Thrones, Ghostbusters (Caça Fantasmas), Cheers, Rocky, Breaking Bad, Sex and the City, Sesamo Street (Vila Sésamo), Seinfeld, Psycho (Psicose), Knight Rider (Supermáquina), Back to the Future (De volta para o futuro).
Confiram o comercial logo abaixo e vejam o quanto ficou bom.
Texto: Franz Lima
Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.


sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

A arte de Tom Velez.




Tom Velez chamou minha atenção por sua arte que lembra às vezes os traços dos quadrinhos antigos de western, mas também tem ilustrações primorosas em detalhes. Alguns de seus trabalhos impressionam por mostrar cenas e personagens clássicos de um jeito novo. O artista já esteve na Awesome Con e mostrou alguns de seus trabalhos que também estão aqui expostos. Entre seus desenhos podemos ver que ele sabe usar a ilustração para destacar momentos interessantes de séries, quadrinhos e até da vida real.
Vale muito conferir o trabalho de Tom Velez.  

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The burning monk

The burning monk - original image


A morte de Jason Todd

Afro Samurai 

Breaking Bad


Yolandi. Die Antwoord



quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Breaking Bad. Review da segunda temporada.



Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Sejam bem-vindos a mais uma resenha de Breaking Bad. Segunda temporada, novas emoções... e muito mais tensão e violência.

Só para relembrar, eis o link para a análise da primeira temporada: Breaking Bad Season 1.

Ok, hora de retomar o carro da montanha russa, pois as vidas de Walter White e Jesse Pinkman estão fincadas em um desses carrinhos, talvez com a trava ruim. E o que é pior: eles levam muitas pessoas nesse brinquedo fatal.
O que vocês verão é a exata sequência dos fatos da primeira temporada. A palavra correta seria “consequências”. Para cada ato, seja da dupla de desajeitados traficantes ou de Hank, Marie ou Skyler, não importa, haverá uma consequência. Acredito que a segunda temporada aborde, talvez propositalmente ou não, a consequência como uma lição, algo a ser aprendido, já que uma das leis da física é levada ao extremo em cada episódio: para cada ação, uma reação de igual intensidade.
Antes, contudo, uma observação que mostra o quanto a produção de Breaking Bad é apurada. Os episódios são iniciados com cenas que informam aos espectadores o que os aguarda no futuro. Como quase sempre não sabemos do que se trata, a tensão só aumenta. Nesta segunda temporada, o fantasma que nos acompanha – como se fosse o Natal Futuro – é um maldito urso de pelúcia com metade de seu corpo carbonizado. Então, preparem-se para agonizar até descobrir do que se trata. Mas, honestamente, essa espera é válida.

As continuidades são pontos altos da trama.

Esse é um ponto crucial da temporada: os vínculos entre personagens e os atos por eles tomados. O que é aparentemente aleatório acaba ganhando importância mais à frente, fato que deixa mais sólida a narrativa e evidencia o apuro do produtor e dos roteiristas.  Esse zelo pelo espectador é algo a se acrescentar ao rol de elogios que a premiada série merece.
Até aqui, cada ponta que surge recebe sua contraparte para que o nó seja feito. Os lapsos de memória comuns em alguns roteiros mais fracos são, felizmente, inexistentes.
E como andam nossos amigos e suas aventuras pela série?

Walter e Jesse.

Esse dois são moldados episódio por episódio. A vida de Walter ganha ares de desgraça por ter dinheiro para seu tratamento, ainda que seja dinheiro oriundo do tráfico. Para piorar, Walter Jr, agora Flynn, encontra um meio de arrecadar grana para seu pai e isso, acreditem, castiga a consciência de Walter a cada segundo.
E isso é apenas o começo das desgraças na vida de Walter.
Ele obtém muito dinheiro através de uma parceria com um sombrio e potencialmente perigoso distribuidor de drogas: Gus. Sua aparência calma e confiável esconde um perigosíssimo traficante, capaz de tudo para manter sua rede. Pouco do poder real de Gus é mostrado, o que não impede o espectador de temê-lo a cada nova aparição. Sua influência é descomunal, seja como traficante ou como cidadão de bem. Ele é um indivíduo com várias faces. Todas elas escondem seu verdadeiro lado ruim, a verdadeira face do mal.
Walter ainda tem que lidar Walter Jr, agora chamado de Flynn, interpretado pelo ator R J Mitte. Os esforços de Flynn para ajudar o pai são verdadeiros socos no estomago do pai que não sabe lidar com a situação e tem vergonha de seus atos quando comparados com os de Flynn. Ele é um ponto de apoio para o químico, mas também serve como uma constante acusação de seus atos errados, um lembrete.
Skyler é outra confusão de sentimentos. Fruto direto dos erros da primeira temporada, sua confiança em Walter só tem diminuído. Mas ela é uma boa mulher e isso pode pender a favor de White. A pergunta é: até quando ele conseguirá manter as mentiras longe de sua família?

Já Jesse, nesse intervalo, conhece uma linda mulher. O passado dela é revelado aos poucos, apenas o suficiente para percebermos, como espectadores, que ele e ela têm muito em comum. São esses pontos coincidentes que os aproximam. Essa mulher, Jane Margolis,  se torna a obsessão de Jesse e ela o influencia cada vez mais. Logo essa influência coloca Jesse e Walter em rota de colisão. É nesse ponto que Walter mostra o quanto está disposto a manter seu dinheiro e a vida de traficante, assim como fica bem claro seu apreço pelo jovem Jesse.
Definitivamente, é hora de sacrifícios.

P.S.: se não conhecem Krysten Ritter, basta dizer que ela é a Jessica Jones do seriado homônimo.

A temática das drogas.

Apesar de serem temas comuns, a venda e o uso de drogas ainda dão fôlego à narrativa. Aliás, vale evidenciar, são as nuances desse mercado negro que dão fôlego a alguns episódios. Afinal, ser traficante não é apenas vender drogas. É preciso estabelecer e ampliar territórios, criar uma rede de distribuição, prever possíveis baixas e novas “contratações” e, sobretudo, ter um bom advogado para cuidar das peculiaridades da lei.
Bem, esse é outro ponto alto da segunda temporada. Apresento-lhes Saul Goodman.
A participação desse advogado sem escrúpulos foi tão boa em Breaking Bad que acabou lhe rendendo uma série só sua. Preparem-se para uma falta de escrúpulos absurda e, ainda, corrupção, manipulação da lei, lavagem de dinheiro e tudo mais que um “bom” advogado sabe lidar. Saul é um personagem inesquecível, assim como seu slogan: “Better call Saul”.

Descida da montanha-russa.

Eis um ponto inevitável. Ao subir uma montanha, cedo ou tarde terá que encarar a descida. E descer pode ser mais rápido, porém isso não é sinônimo de facilidade.
Walter e Jesse se deparam com os frutos de seus atos. Suas vidas são sacudidas de forma brutal e impiedosa e eles descobrirão, do jeito mais doloroso, que lidar com drogas e mentiras é muito mais difícil do que parece. E o que é pior, o preço sempre será cobrado.

Volto a afirmar que Breaking Bad é uma série que merece ser vista por suas inúmeras qualidades e, sobretudo, pela coragem em abordar o lado humano (e nem por isso inocente) do tráfico de drogas.
Há outros fatos nessa temporada. Não vou expô-los para não estragar os muitos pontos interessantes e importantes da trama.

Músicas.

A trilha sonora da série é um universo à parte. Agora, nessa segunda temporada, o destaque ficou pela música de entrada (um videoclip) do episódio 7. Confiram o clip e estejam preparados para nunca mais esquecer a canção.



Lista de episódios:

S02E01 - Seven Thirty-Seven;
S02E02 - Grilled;
S02E03 - Bit by a Dead Bee;
S02E04 - Down;
S02E05 - Breakage;
S02E06 - Peekaboo;
S02E07 - Negro y Azul;
S02E08 - Better Call Saul;
S02E09 - 4 Days Out;
S02E10 - Over;
S02E11 - Mandala;
S02E12 - Phoenix; e
S02E13 - ABQ.
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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Breaking Bad. Review da primeira temporada.


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

O que esperar de uma série sobre tráfico de drogas? Já vimos muitas com esse tema. Algumas mais pesadas, outras mais leves, mas, via de regra, todas seguiram um padrão.
Breaking Bad é inovadora em um ponto: ela mostra a ascensão de um anti-herói como ainda não havíamos visto. Walter White é o típico cidadão de meia-idade. Seus complexos e problemas são comuns à maioria dos homens de sua idade. Ele é um homem que acaba de completar 50 anos, será pai em breve e vive a dura rotina de ter dois empregos para sustentar a família. Até aí, tudo ok. Mas nem só de alegrias vive o professor de química Walter White. 
Walter tem a desgastante rotina de ministrar aulas para alunos que não se importam com os ensinamentos que ele passa. Também há o desprezo de seu patrão do segundo emprego, onde a função de caixa é sempre posta de lado para que ele assuma outra mais braçal. Não bastassem esses problemas, o químico ainda tem que lidar com as dificuldades de seu filho, um jovem que aparenta ter sofrido paralisia, limitando não só seus movimentos físicos como também a fala.
Enfim, o que dizer de uma rotina tão estressante? Porém, pela família, vale a pena.
Claro, nem só pedras são dadas a ele para carregar. A família traz pequenas alegrias ao professor. Sua esposa o ama, seu filho tem um raciocínio rápido, os cunhados estão presentes e servem de base para ele. Entre tantos entraves, ainda resta um pouco de alegria e esperança.
Ou não.
O professor descobre que é portador de um câncer no pulmão. Os custos para efetuar uma quimioterapia são altíssimos e não há dinheiro suficiente ou um plano de saúde para ampará-lo. Mesmo com o apoio dos familiares, a escassez de dinheiro e as preocupações com o que ocorrerá após sua morte deixam Walter em depressão. 
Durante seu aniversário, ele assiste a uma reportagem sobre a apreensão de drogas e a prisão dos traficantes. Curioso, Walter questiona seu cunhado, o investigador da Divisão Antidrogas Hank Scharader, sobre quanto dinheiro havia no local. As informações de Hank incitam ainda mais a curiosidade do professor que pede a ele a oportunidade de participar de uma dessas apreensões. E é aí que os caminhos de Walter se cruzam definitivamente com Jesse Pinkman, um ex-aluno dele.
Jesse é um pretenso traficante, mas com pouco talento. Entretanto, Walter vê nele a chance de ganhar o dinheiro para seu tratamento. Juntos, eles podem produzir metanfetamina suficiente para custear os remédios e, em breve, não será necessário pedir dinheiro emprestado.
Nesse ínterim, Walter e Skyler, sua esposa, vão até uma festa de aniversário de um amigo antigo. Skyler desabafa com esse amigo, muito rico, e ele se propõe a custear o tratamento. Há, porém, um fato que impede-o de aceitar, um fato ligado ao passado de Walter e a esposa desse amigo do passado.
 No meio dessa bagunça generalizada, vamos percebendo uma gradual mudança de comportamento no professor de química. De um pacato e reprimido homem ele vai, aos poucos, se tornando alguém mais destemido. Seja motivado pela morte próxima devido ao câncer, seja por querer se distanciar de sua personalidade submissa, Walter White cede lugar, lentamente, ao seu alter ego, o produtor de metanfetamina Heisenberg. 
O que será dele e de Jesse, principalmente quando Hank entra na história para investigar esse novo traficante? Só o tempo dirá. Garanto, porém, que esses sete primeiros episódios da temporada inicial são tensos, depressivos e até divertidos, dando-nos uma clara impressão de que o futuro de Walter/Heisenberg não será fácil. 

O elenco.

A escolha do elenco está excelente. Desde personagens menos presentes (como o dono do lava a jato Bogdan) até o próprio White, interpretado pelo brilhante Bryan Cranston, todos estão muito bem encaixados em seus papéis.
As representações são convincentes e marcantes, oscilando entre o humor e o drama de modo bem convincente.
Breaking Bad conta com os seguintes atores em sua primeira temporada: Bryan Cranston (Walter White), Aaron Paul (Jesse Pinkman), Anna Gunn (Skyler White), R. J. Mitte (Walter Jr.), Dean Norris (Hank Scharader), Betsy Brandt (Marie Scharader), Raymond Cruz (Tuco Salamanca), Marius Stan (Bogdan Wolynetz) e outros.


Lista de episódios:
Ep. 1 : Pilot
Ep. 2 : Cat's in the Bag
Ep. 3 : ...And The Bag's In The River
Ep. 4 : Cancer Man
Ep. 5 : Gray Matter
Ep. 6 : Crazy Handful of Nothin'
Ep. 7 : A No-Rough-Style-Type Deal

Aguardem as resenhas das próximas temporadas. Breaking Bad se tornou uma referência não à toa. E é por isso que ela será o foco nas próximas análises do Apogeu.

Atualizado: Review da Segunda Temporada.

Curtam o trailer da primeira temporada e até o próximo review.


sexta-feira, 12 de abril de 2013

Californication, The Walking Dead, Dexter e outras séries em ilustrações incríveis.




Fonte: Tec-Cia

Inspirado em seriados de TV, Adam Spizak criou belas ilustrações nas quais é possível ver nítidas indicações de peculiaridades e detalhes. As ilustrações mostram os principais personagens de Dexter, Breaking Bad, Mad Men, The Walking Dead e Californication. Um trabalho realmente interessante e que poderia ser usado pelos idealizadores das séries...






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