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domingo, 19 de janeiro de 2014

Malévola ganha trailer onde cenas do desenho e do filme são comparadas



O clássico da Disney é a fonte de inspiração para o longa-metragem Maleficent (Malévola). O filme conta com o talento de Angelina Jolie que será a fada-madrinha vingativa, responsável pelo feitiço lançado sobre a bela Aurora (Elle Fanning), tão conhecida do público como A Bela Adormecida.
Pelo que pude apurar, a trama está ligeiramente diferente do longa de animação da Disney, mas isso também parece ser um ponto positivo, o que não desmerece em nada a produção de 1959.
Vejam o trailer abaixo onde cenas da animação e do novo filme são apresentadas uma após a outra para compararmos o grau de 'fidelidade' de Maleficent.



quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Paranorman: resenha de uma animação fantástica em Stop-Motion





Por: Franz Lima.

Esta seria uma simples história de possessão e fantasmas... não fosse a abordagem muito inteligente dos diretores da animação. Paranorman é, basicamente, a história de um garoto que vê - literalmente - os mortos. Ele convive com sua avó (falecida) e seus parentes. Norman é um menino normal em essência, mas isolado por conta de seu dom e do jeito 'estranho'. Como todo ser diferente, ele recebe um tratamento diferenciado, principalmente dos amigos da escola e da irmã. O pai de Norman é um estereótipo do pai descuidado que, apesar de amar o filho, quer evitar a todo custo que as esquisitices do garoto reflitam em sua própria vida. No meio de todos esses preconceitos, medos e isolamento, não resta ao pequeno Norman nada que não seja seu próprio mundo.
O mundo do menino é muito parecido com o de outro garoto: Cole Sear, interpretado por Haley Joel Osment no filme 'O Sexto Sentido'. Ambos são estranhos diante da recusa e da incredulidade das outras pessoas. Ambos são abençoados por um dom que muitos considerariam uma maldição.

Eu vejo pessoas mortas...

O que seria uma condenação irreversível é uma rotina para o jovem Norman. Ele aprendeu a conviver com os mortos e as sequelas originadas por esse dom. Antes de mais nada, o filme comprova/reforça que são o preconceito e a raiva os responsáveis pela perda de qualidade de vida de muitas pessoas. Norman sofre diariamente com os olhares reprovadores e as perseguições, geradas somente por ser diferente. Diante do distanciamento e da incompreensão de seus pares, resta-lhe o isolamento quase absoluto, inclusive em sua própria família. 
O que choca um pouco na animação é que Norman não se assusta ao ver os mortos, mas quando se encontra com os vivos e tudo de ruim que eles podem representar, é aí que o terror se instala.

Um filme com propósito ou apenas diversão?

Essa é uma questão fácil de responder: o longa de animação abrange o entretenimento e o alerta. Ele entretém com muita facilidade e é bem divertido. Mas sua principal função é o de alertar sobre os malefícios do descaso familiar e do bullying. Mais do que uma obra sobre o sobrenatural, Paranorman mostra que nossos maiores temores vem do preconceito, do racismo, do descaso familiar e do desconhecimento. São os medos que levam muitos a machucar, fato que não justifica um ato tão sem sentido, principalmente contra os mais fracos.

Personagens secundários.

Torna-se evidente, inclusive por causa do título, que o astro da produção é Norman, concordam? Claro, dificilmente uma animação iria se sustentar com um único elemento. Assim, surgem os 'coadjuvantes' que irão embasar a trama e dar traços dramáticos, cômicos ou mesmo aterrorizantes. 
A família de Norman não o vê em sua plenitude. O pai o tem por um menino problemático, diferente e recluso. Sua mãe enxerga uma fragilidade excessiva nele, mas há apatia em algumas partes da narrativa que  a mostram relapsa. A irmã, por sua vez, é a típica (e estereotipada) Patricinha: frívola, independente e absolutamente despreocupada com o irmão estranho. Resumindo, eles parecem "obrigados" a conviver com o menino, o que demonstra uma severa crítica às famílias que agem de modo igual.
Há um garoto amigo de Norman, quase tão nerd quanto ele e também muito perseguido, principalmente por ser obeso. Sua função é a de ser um contraponto cômico para o protagonista. 
Os demais personagens, excetuando-se a responsável pela invasão de zumbis e o rapaz forte e burro, passam de forma sóbria pelo longa, servindo apenas de complemento. Na verdade, os zumbis são um outro destaque.

História já contada?

Sim, Paranorman não é uma trama inédita. Há traços de A Noite dos Mortos Vivos, Poltergeist, Sexto Sentido, Exorcista, A Festa do Monstro Maluco e até de Os Espíritos. Tais 'citações', entretanto, não tiram o brilho da obra que, no cômputo geral, é um longa de animação muito bem elaborado e que tem em seus minutos finais uma das mais emocionantes, tensas e dramáticas passagens dos longa-metragens de animação. Previsível até certo ponto, porém emocionante.


Stop-motion

A animação usa a técnica de stop-motion para dar vidas aos personagens e cenários, tal como foi feito no clássico A Festa do Monstro Maluco, já resenhado no Apogeu. Obviamente, os anos que separam uma produção da outra são fundamentais para que o resultado visual de Paranorman seja bem superior ao de seu antecessor.

Enfim...

Mesmo com alguns pontos contrários, Paranorman é um filme que recomendo. Aviso que, mesmo com toda a modernidade e independência das crianças, a obra não é recomendada para as muito pequenas, principalmente por ter algumas passagens pesadas para tal público e pela suscetibilidade delas a tais sugestões.




Vejam abaixo alguns pôsteres feitos por fãs. Até breve...










quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Uma fábula contada por Paulo Coelho: A bruxa... Leia e aprenda!


Fonte: G1
Três fadas foram convidadas para o batizado de um príncipe. A primeira lhe concedeu o dom de encontrar seu amor. A segunda lhe deu dinheiro para fazer o que gostava. A terceira lhe deu a beleza.
Mas – como toda história infantil – apareceu a bruxa. Furiosa por não ter sido convidada, lançou a maldição: “porque você já tem tudo, eu vou lhe dar ainda mais. Você será talentoso em tudo aquilo que fizer”.
O príncipe cresceu belo, rico e apaixonado. Mas jamais conseguiu realizar sua lenda pessoal, cumprir sua missão na Terra.
Era excelente pintor, escultor, escritor, músico, matemático – e não conseguia completar nenhuma tarefa, porque logo se distraía, e queria fazer uma coisa diferente.
Diz o Mestre:
"Todos os caminhos vão ao mesmo lugar. Mas escolha o seu, e vá até o final. Não tente percorrer todos os caminhos".

Tenho esta fábula escrita em um caderno há anos, porém não sei dizer de onde colhi, qual a fonte. Sendo assim, encontrei essa versão publicada por Paulo Coelho e lancei. Que a lição seja de alguma valia...

Franz.

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