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sexta-feira, 6 de junho de 2014

Serviço Secreto americano quer monitorar o sarcasmo em publicações do Twitter.


Fonte: BBC
O Serviço Secreto americano está em busca de um programa de computador capaz de identificar quando alguém está sendo sarcástico em posts publicados no Twitter.

A ferramenta ajudará a saber quando alguém não está falando sério - casos chamados de "falsos positivos" pelo governo americano.
"Queremos automatizar nossa análise em tempo real do que é publicado nas redes sociais, especialmente do Twitter", disse o porta-voz do serviço secreto, Ed Donavan, ao jornal The Washington Post.
A notícia veio à tona depois que o governo americano divulgou anúncio online na última segunda-feira, em busca de novos softwares para melhorar esse serviço de monitoramento.
O interesse da agência abrange também ferramentas capazes de identificar pessoas influentes em redes sociais, acesso a dados antigos publicados nas contas do Twitter e tópicos de interesse para a agência do governo, entre outras funções.
Segundo o governo americano, o objetivo é "preservar a integridade da economia e proteger líderes nacionais e chefes de Estado e governos que visitarem os Estados Unidos".
O país tem sido muito criticado e pressionado desde que foi revelado que sua Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) monitorava ligações telefônicas e a atividade online de americanos e de cidadãos de outros países.

Piadas infelizes

Nesse tipo de monitoramento, identificar quando alguém está sendo irônico é um desafio porque a linguagem de mensagens envolve elementos complexos e de difícil compreensão por uma máquina.
Por isso, brincadeiras publicadas em redes sociais complicaram a vida de seus autores - ainda que fossem no final das contas apenas posts infelizes.
Um usuário do Twitter foi preso em abril depois de postar uma mensagem com uma ameaça de bomba para a empresa aérea América Airlines. Ele disse depois ter feito uma piada.
No ano passado, uma adolescente americana foi presa depois de publicar no Facebook um comentário sarcástico dizendo que "atiraria numa escola cheia de crianças".
E, em 2012, um irlandês e uma britânica que viajavam juntos foram levados em custódia nos Estados Unidos depois do homem postar que planejava "destruir a América" e "desenterrar Marilyn Monroe". O irlandês afirmou que "destruir" era uma gíria para "festejar muito".

Franz diz: este tipo de monitoramento beira muito a invasão de privacidade ou pode levar a interpretação errada de comentários. Não é possível que a preocupação com algo tão banal seja uma prioridade de uma rede de espionagem tão complexa quanto a americana. Infelizmente essa nova medida aponta para um nível de alerta contra conspiração quase à beira da paranóia. 
Alguém realmente acredita que terroristas ou pessoas mal intencionadas, detentoras de recursos para criptografar ou enviar suas mensagem por inúmeros meios, usariam o twitter para estabelecer comunicação? 

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Resenha do livro: O Ùltimo Patriota, de Brad Thor.


Resenha feita por: Isaac de Souza

Continuação da saga do agente do serviço secreto americano Scot Harvath retratada em seu livro anterior “O primeiro mandamento”, Brad Thor o coloca, junto com sua namorada Tracy Hasting, no centro da capital francesa quando, devido ao seu treinamento, percebe um furto de veículo fora do comum. Embora não queira se envolver, acaba se lançando numa caçada humana intercontinental permeada de atentados terroristas e assassinatos.
Tendo como palco os bastidores da guerra contra o terrorismo, o autor tece uma trama muito bem arquitetada envolvendo o serviço secreto, a CIA e algumas organizações que atuam nos Estados Unidos que oficialmente existem para acabar com o preconceito dos americanos contra os muçulmanos, mas extra oficialmente tentam impor sua religião extremista no âmago daquele país.
Embora Glenn Beck tenha afirmado na contra capa que “este livro é para o Islã o que o ‘Código Da Vinci’ foi para a Igreja Católica”, há uma diferença fundamental entre esta obra e a obra de Dan Brown. Este autor encerra o livro declarando que todos os fatos são fictícios enquanto o último afirma que são verdadeiros. Mas o midiático americano Sr. Beck acertou numa coisa: É “um Thriller arrebatador”. Poderia ter acrescentado: do começo ao fim.
Apesar de baseados em fatos irreais, o livro faz uma crítica perspicaz a respeito do limite da tolerância religiosa, sob o pálio do politicamente correto e do respeito à diversidade cultural, em detrimento à própria cultura, crença e segurança nacionais.
Alerta para o perigo embutido no Islã, que é uma religião dividida em si mesma, tendo uma vertente pacifista e outra radical, extremista, assassina e terrorista.
A história se desenrola em torno que uma última revelação do profeta Maomé, ou Muhammad, que haveria recebido não por intermédio do arcanjo Gabriel, mas do próprio Alá. Nessa revelação, Alá haveria ordenado aos muçulmanos para se absterem da violência e buscarem viver em paz com os judeus e cristãos. Essa revelação revogaria as determinações extremistas anteriores e daria aos muçulmanos pacifistas todos os argumentos para extirpar o terrorismo. Como teria desagradado os seguidores de Maomé, estes o teriam envenenado para silenciá-lo, mas a revelação sobreviveu graças ao escriba de confiança do profeta que a teria escondido.
Brad Thor
Tal fato fora descoberto por Thomas Jefferson e toda a verdade dessa nova revelação agora é perseguida pelo atual presidente dos Estados Unidos, bem como pelo protagonista Scot Harvath ajudado pelo professor e estudioso Dr. Nichols e o agente da CIA Ozbek.
A tarefa não é fácil, posto que são a todo o tempo perseguidos por um perigoso assassino profissional convertido ao Islã e a mando de organizações terroristas.
A cartada final do livro é dada pelo personagem mais improvável de todos e as últimas duas linhas são tão reveladoras e causam tamanha reviravolta na conclusão da trama que o leitor, assim como eu, lerá os agradecimentos do autor tentando descobrir algo mais sobre o que aconteceu depois.

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