{lang: 'en-US'}

Mostrando postagens com marcador Cigarro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cigarro. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Nota de despedida: morre Leonard Nimoy, o Spock, aos 83 anos.


Jim Parsons e Leonard Nimoy
Um dos mais conhecidos atores de toda uma geração se despede hoje. Leonard Nimoy, o Spock de Jornada nas Estrelas, faleceu aos 83 anos vitimado por uma doença pulmonar.
Atuou em diversas produções cinematográficas e também em séries. Contudo, sua mais reconhecida atuação está em Spock, um vulcano que é o ponto de equilíbrio na tripulação da U.S.S. Entreprise, nave comandada pelo Capitão Kirk. 
Spock é um marco na cultura Geek/Nerd. A saudação vulcana - acima representada - se tornou o cumprimento obrigatória entre os trekkers (admiradores de Star Trek) e é reconhecida mundialmente. Mas Spock não seria o mesmo sem a interpretação única de Leonard Nimoy.
Não fume. Eu fumei. Queria nunca tê-lo feito.

Até pouco tempo o ator atuava na área fotográfica e anunciara sua doença. Muitos foram os conselhos para os fãs, principalmente no tocante ao uso de cigarros.
Em seu último twitte, Nimoy disse a seguinte frase: 
"A vida é como um jardim. Momentos perfeitos podem ter acontecido, mas não preservados, exceto na memória"

Pouco resta a nós, fãs, exceto o pesar da despedida. Entretanto, nossa memória sempre guardará os bons momentos da personagem e do ator, além dos conselhos que Nimoy enviava a seus seguidores pelo twitter. 
Sua vida pode não ter sido tão longa quanto esperávamos, mas é certo que foi tão próspera quanto ele merecia.
Descanse em paz...

Franz Lima

terça-feira, 3 de junho de 2014

Cigarro eletrônico é mais eficaz do que adesivo para parar de fumar, diz estudo


Fonte: BBC
Fumantes que usam cigarros eletrônicos a fim de parar de fumar têm mais chances de se livrar do vício do que aqueles que usam apenas a força de vontade ou terapias de reposição de nicotina – como adesivos ou chicletes, de acordo com um novo estudo.

A pesquisa, realizada no Reino Unido, analisou dados de 6 mil fumantes e constatou que um quinto deles conseguiu parar com a ajuda de cigarros eletrônicos.
O índice foi 60% maior do que o atingido por aqueles que não usaram os aparelhos, revelou o estudo.
A equipe da universidade College London, responsável pelo levantamento, afirmou que os cigarros eletrônicos podem ter um papel "cautelosamente positivo".
O uso de cigarros eletrônicos cresceu nos últimos tempos. A organização Action on Smoking and Health (Ação sobre Fumo e Saúde) estima que mais de 2 milhões de pessoas usem o produto – o triplo do número de dois anos atrás.
Metade dos fumantes ativos também experimentou o produto, comparado com 8% em 2010.
O cigarro eletrônico é uma engenhoca que substitui a combustão do tabaco e de outras substâncias pela queima de nicotina líquida, transformando-a em vapor. O usuário pode escolher o nível de concentração da substância e os ingredientes que quer misturar ao produto.
Mas o uso dos cigarros eletrônicos permanece controverso. O governo do País de Gales quer restringir seu uso em locais públicos.
No Brasil, a Agência de Vigilância Sanitária, a Anvisa, proíbe, desde 2009, a venda e importação do cigarro eletrônico no país, por falta de comprovação científica da sua qualidade e de seus possíveis efeitos na saúde.

Apelo generalizado


Mas o especialista Robert West – uma das maiores autoridades britânicas nessa área - diz que "cigarros eletrônicos podem melhorar substancialmente a saúde pública devido a seu apelo generalizado e aos grandes ganhos de saúde associados a parar de fumar".

Mas ele também apontou que, apesar das descobertas, de longe o jeito mais efetivo de parar é usar os serviços do NHS (órgão equivalente britânico ao SUS brasileiro) para parar de fumar. Eles triplicariam as chances de parar de fumar se comparadas a serviços de reposição de nicotina sem ajuda de especialistas.

"Alguns especialistas em saúde pública expressaram a preocupação de que o uso generalizado dos cigarros eletrônicos poderia tornar o hábito de fumar novamente normal. Mas nós estamos seguindo o assunto de perto e não encontramos evidências disso."

"As taxas de uso do cigarro na Inglaterra estão caindo, as taxas de pessoas que param de fumar estão subindo e o uso regular de cigarros eletrônicos entre pessoas que nunca fumaram é desprezível".

Os cigarros eletrônicos não são fornecidos pelo serviço de saúde britânico, mas a agência de saúde estuda regularizá-los como remédios a partir de 2016.

West afirmou que é muito cedo para dizer se e quais cigarros eletrônicos poderiam ser disponibilizados, uma vez que é necessário fazer mais pesquisas sobre a segurança de seu uso em longo prazo.

Porém ele diz que pelo que se descobriu até hoje, os vapores do cigarro eletrônico são menos nocivos que os do cigarro normal.

Franz diz: a verdade é que qualquer ferramenta que combata o vício do cigarro é válida. O uso do cigarro eletrônico tem mostrado ótimos resultados e, ainda que não dimunua o vício, certamente diminui o consumo das substâncias tóxicas presentes nos cigarros comuns. Claro que a indústria tabagista brasileira, assim como as de outros países, irá se opor à venda do novo produto. Espero que dessa vez os lucros soem menos que o apelo dos que podem vir a contrair um câncer ou estão reduzindo sua vida pelo consumo deste veneno que é o cigarro.

terça-feira, 11 de março de 2014

Quando o governo autoriza a morte de pessoas em troca de impostos



Por: Franz Lima
Somos críticos naturais do uso da maconha, crack ou outras drogas ilícitas. É errado consumir tais substâncias devido aos males por elas provocados. Esse é o senso comum sobre o assunto. E há algo de errado nisso? Não, não há nada de errado em criticar e se opor aos entorpecentes, pois eles são potencializadores do lado negro do ser humano. 
Caso tenha estômago e coragem, analise algumas das estatísticas de mortes de jovens no país e verá que a maioria - e não estou exagerando - ocorre após o uso de produtos que tiram o ser humano de seu estado normal. Drogas são um câncer e matam mais do que guerras.
Mas o que diferencia essas drogas ilícitas das que são comercializadas normalmente? Por que é correto comprar o cigarro, a cerveja, o whisky ou a cachaça? O fato de pagarem impostos e serem comercializadas em estabelecimentos como bancas de jornais, bares ou restaurantes dimunuem os estragos produzidos por elas?
Os acidentes provocados em estradas e nas cidades por causa do uso do álcool são cada vez mais frequentes. Vidas são destruídas em fração de segundos. Acrescentemos a isso os incontáveis prejuízos dos que passarão por anos de fisioterapia ou tratamento para recuperarem-se dos estragos sofridos. 
Junte a esses problemas os inúmeros traumas psicológicos gerados pelo descontrole causado pelas bebidas alcoólicas: famílias desestruturadas, brigas, violência, dependência química, péssimos exemplos aos filhos e até a morte. Mesmo pagando seus impostos e não recebendo o título de 'droga', as bebidas alcóolicas, tão comuns nas baladas e comemorações, são responsáveis diretas pela morte de milhares de pessoas todos os anos. Acrescente outros milhares de homens e mulheres com sequelas provocadas pelos atos descontrolados dos usuários.
E o que falar dos cigarros? Hospitais recebem, tratam e, eventualmente, perdem milhares de pacientes que fizeram uso do cigarro. Eles são tão viciados quanto os usuários de crack, cocaína e maconha. Entretanto, seus fornecedores não sofrem quaisquer represálias da polícia ou de qualquer órgão repressor. São vendidos livremente e até para crianças, mesmo diante de uma lei que proíba tal ato. O fato é que existe uma fiscalização forte, porém nem sempre eficiente, contra o tráfico de drogas e, em contrapartida, não há quaisquer impecilhos para comprar, vender e usar o cigarro. 
E quais conclusões pode-se tirar disto? O Governo não reprime quem lhe dá lucro. As rídiculas propagandas no fundo dos maços de cigarro de nada servem. As Operações da Lei Seca tornaram-se grandes fontes de renda para os governantes, ainda que essa ação seja louvável e tenha obtido ótimos resultados. Nossos jovens continuam tendo acesso em baladas a todo tipo de bebida, drogas e cigarro. Esse acesso tem seu preço: morte, brigas, vício, acidentes, estupros e uma infinidade de problemas de igual porte ou piores. Esse é o preço que a sociedade paga quando os governos recebem para não proibir. 
Não pensem que sou um repressor. Não apóio as proibições, contudo é inegável que o câncer, o alcoolismo e a morte rondam as famílias dos usuários desses produtos que cumprem com seus deveres e pagam aquilo que a lei cobra. São legais perante as leis, porém são tão criminosas quanto um indivíduo que pega uma arma e atira contra um inocente.
São palavras duras e que poderiam ser evitadas, já que irão ofender muitos. Mas a verdade é uma: a omissão também é um crime.




segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Estudo compara gêmeos e mostra envelhecimento precoce provocado pelo tabagismo.



Fonte: MSN Estadão. Comentários: Franz Lima.
Uma pesquisa realizada pela Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos (American Society of Plastic Surgeons, ASPS na sigla em inglês) mostrou a o envelhecimento precoce da face em tabagistas. A constatação foi realizada através da comparação entre fotos de gêmeos idênticos: um fumante e outro não. Os pesquisadores buscaram pessoas com o perfil apropriado no Twin Days Festival, festa que reúne irmãos gêmeos em Twinsburg, Ohio. Foto do 23º Festival de Gêmeos de Ohio, em agosto deste ano.
Um fotógrafo tirou fotos padronizadas de cada dupla, em close-up frontal. Em seguida, cada foto foi analisada por cirurgiões especializados em envelhecimento facial e eles buscaram reconhecer características como flacidez nas pálpebras superiores, bolsas sob os olhos, sulcos ao redor da boca e flacidez nas bochechas. Os cirurgiões não conheciam o histórico tabagista dos participantes. Na foto, dois gêmeos fumantes, porém o da direita fumou 14 anos a mais.


Franz says: não é só a questão do envelhecimento precoce que incomoda. Há o câncer, a perda da potência sexual, doenças respiratórias, o odor característico do cigarro e, claro, as despesas cada vez mais altas. Não há benefício no vício do cigarro, apenas perdas para os usuários e as pessoas que os cercam. Espero que esse estudo ajude a incentivar o afastamento definitivo desse mal que é vendido livremente em todo o mundo.



sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Fumar é tão bom... para quem vende o cigarro.



Fonte das fotos: Daily Mail

Sabemos que fumar pode causar câncer de pulmão, mas você sabia que também pode desencadear o processo de surgimento dos cabelos brancos nas mulheres, crescimento dos pelos faciais e, nos homens, a densidade do esperma é menor, ocorrendo ainda uma diminuição da mobilidade dos espermatozóides?
Numa tentativa de desestimular o uso do tabaco, médicos finlandeses criaram um site - Tobacco Body - onde os malefícios deste hábito são evidenciados. O site foi criado em conjunto com a Sociedade do Câncer da Finlândia.
Acessem o site e vejam quantos prejuízos o cigarro pode trazer.

Mas muito ainda pode ser dito contra esse mal que é considerado status. O uso contínuo do cigarro acarreta câncer, perda do apetite sexual, coágulos sanguíneos, ganho de peso, envelhecimento precoce, mudança da cor natural das unhas, um mal hálito demoníaco, maior acúmulo de tártaro, além de prejudicar as grávidas e o feto que cresce sob os efeitos de milhares de substâncias químicas presentes no fumo. Para que você tenha uma breve ideia do poder destrutivo do cigarro, basta pegar o filtro usado de um deles, remover o papel que o envolve e colocá-lo na palma de sua mão. Em seguida, pingue duas ou três gotas de acetona e misture. O resultado? Uma fina película plástica que adere - e muito - à pele. Essa película é fruto da decomposição do filtro pela acetona, mas que também ocorre quando submetido ao calor. Lembra-se que o filtro recebe todo o calor do cigarro aceso quando este é tragado? Lembra-se, ainda, que há acetona na composição do cigarro? Juntando a acetona e o calor ao filtro, acrescidos da "suave" tragada, teremos uma película plástica enviada diretamente ao pulmão. 

Não se acanhe em ofender um fumante ao falar sobre o mal do cigarrinho dele. Tenha certeza que será infinitamente melhor que visitá-lo no leito de um hospital, à beira da morte por câncer. E, antes que eu me esqueça, obrigado pelo aumento do preço deste produto tão maléfico, mas acho que ainda pode subir mais, já que muita gente deixou de fumar após perder seu poder de compra...




domingo, 19 de maio de 2013

O cigarro e seus malefícios evidenciados em propagandas.


Quando as imagens realmente valem por mil palavras...

Com cigarro, tudo vira cinza



quarta-feira, 27 de março de 2013

Quadrinhos: Nova HQ de Constantine tem capa onde o cigarro foi censurado.


Capa de Constantine #1

Fonte: Omelete. Texto: Franz Lima.
O novo título do universo dos Novos 52 terá como protagonista ninguém menos que John Constantine. Polêmico, violento e um guerreiro contra as hordas do mal, Constantine tem como principal característica visual o seu tradicional cigarro.  Tal marca foi inclusive  mostrada no filme homônimo estrelado por Keanu Reeves. É o cigarro o responsável pelo câncer que acometeu o anti-herói.
Entretanto, essa marca resgistrada não mais estará presente nas imagens do personagem. Pelo menos é o que indicam as novas imagens do herói no título novo da DC. 
A capa da edição #1 já mostra essa mudança. Mas, questiono, o que leva a censura da DC a incentivar esse tipo de mudança em um personagem que vive envolvido com demônios, sobrenatural e é reconhecidamente um fumante convicto. Não estou apoiando o uso de cigarros, mas sou contra qualquer tipo de censura motivada por uma tentativa de cativar um novo público. 
John Constantine não é um personagem comum. Suas histórias são violentas, cheias de cinismo e ironia, além de uma temática mais adulta. Esse é o tipo de HQ comum ao selo Vertigo. Trazê-lo para histórias com abordagens mais leves e modificar suas características são, para mim, uma jogada muito mal feita. Eles irão atrair o público mais novo e, em contrapartida, irão afastar os fãs mais antigos.

Ivan Reis chegou a desenhar o polêmico cigarro, mas a editora exigiu a retirada na imagem final. 
Mas há notícias sobre a continuidade do estilo (e do cigarro) nas artes internas da HQ, o que não diminui minha preocupação, pois o público da Vertigo e das edições normais da DC são bem diferentes. Ter Constantine em sua própria edição, longe da Liga da Justiça Dark ou de suas aventuras no padrão Vertigo, pode desvirtuar a essência do mago. 
Já leu a edição nº 1 de Constantine? Houve mudanças radicais no personagem? Comente e diga-nos o que pensa sobre essa nova edição do universo Novos 52 da DC.


segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

A legalidade que mata... fumo e bebidas.



Por: Franz Lima
Cheguei a um ponto da vida onde não dá mais para ser democrático ou tolerante, principalmente diante das calamidades provocadas pela imprudência, desrespeito e irresponsabilidade das pessoas. Honestamente, não há como sentir pena de um cidadão honesto e trabalhador que, motivado pelo álcool, mata. Por melhor que o indivíduo seja, sua irresponsabilidade gerou a perda de uma vida e isso não pode passar em branco. Quem perde um parente ou amigo sabe a dor provocada. Não há retorno para a morte, mas a justiça para quem foi o agente causador de tal fato já é um peso a menos nos ombros dos entes queridos. 
Nem todos presos pelo álcool são alcoólatras.
A Lei Seca é uma ótima ideia e tem gerado bons resultados. Entretanto, na minha opinião, isso não basta. Multas e prisão não são suficientes para amenizar as dores que a covardia de um bêbado ao volante pode causar. Sou categórico ao afirmar que apenas a TOTAL proibição de bebidas alcóolicas pode reduzir drasticamente as estatísticas tristes que temos diariamente. Rigor extremo para um problema extremo. Fim das drogas legalizadas é o minimo que os políticos preocupados com seu recesso, férias e aumentos poderiam lutar para que a sociedade melhore. 
Agora, antes que alguém diga "e meus direitos, onde ficam?", vou relembrar que o direito de um cidadão termina onde começa o de outro. Ponto. Que direito você quer? O de ingerir bebidas e perder o controle de suas ações? O direito a pegar um carro e sair sem qualquer controle? O direito de beber até não ter ciência do certo e errado e, por tal motivo, espancar alguém mais fraco? Sim, essas são as situações mais comuns em famílias onde há alcoólatras: violência familiar, abuso, doenças provacadas pelo consumo do álcool, descontrole, brigas e muito mais. Não há o tal do "bebo socialmente". Quem não bebe socialmente está isolado em um deserto, na floresta ou outro lugar ermo. Todos bebem socialmente e todos pagam por isso. 
Estou sendo exagerado?
Admiro o trabalho dos Alcoólicos Anônimos, porém ainda penso em uma sociedade onde não haverá necessidade de tal grupo. Utopia? Talvez... o que não implica em dizer que tal sonho seja menos importante.
Somem os estragos gerais (tratamento, hospitalização, transporte, acidentes, mortes, psicólogos, propagandas...) e verão o tamanho da despesa geral provocada pelo uso de bebidas alcóolicas. 
Opa! Alguém aí falou que esse mercado gera emprego? Sim, sem dúvida. Também gera muitos empregos o mercado das funerárias, floriculturas, bombeiros, polícia e tudo o mais relacionado ao problema e, tenho certeza que todos os profissionais citados iriam ficar satisfeitos com um corpo a menos, uma morte a menos nos gráficos. Ou estou errado?
Chega de campanhas milionárias com mensagens leves. Precisamos de atitude, força e determinação para extirpar esse mal. E não me venha dizer que na Holanda e em outros países as coisas fluem diferente, mesmo com total liberdade para usar bebidas e drogas. Lá também morrem pessoas por conta disso e, honestamente, é preciso tomar conta primeiro do seu próprio terreno para - somente - depois cuidar do terreno vizinho. São realidades diferentes. Aliás, quantos holandeses você conhece?
O mesmo que eu disse se aplica também aos cigarros. Outra droga "legal" que mata a longo prazo. Pessoas tem suas expectativas de vida reduzidas, gastam o que não tem e ainda diminuem a qualidade de vida para sustentar um vício. Cigarro e bebida matam, cada um com seu método, mas com eficiência comprovada. 
Então, após tanto falar, ficaremos rindo quando um amigo ficar bêbado ou fumar um Gudang? Qual a graça em ver uma pessoa morrendo lentamente? O que há de hilário em saber que alguém irá matar por ter bebido? Por que é engraçado dizer que vai 'fumar um cigarrinho' ou 'pegar uma bebidinha'? Usar as palavras no diminutivo irá minimizar as desgraças provocadas pelo vício?
Não há legislação do mundo que me convença que o direito ao uso de tais drogas é lícito, principalmente quando ele tira alimento de mesas, diminui a qualidade de vida, estraçalha famílias, mata pessoas e, em contrapartida, enriquece empresários despreocupados com todas essas desgraças.
A democracia pode ser contrária ao que digo, isso é fato. Contudo, a preservação da vida é favorável às minhas palavras. 

Concorde ou não, peço que deixe seu comentário sobre esse artigo.  Sua opinião é muito importante.

O vídeo abaixo é uma campanha antitabagista  inglesa. Ela procura chocar, mas imagens e sons são esquecidos. É preciso extirpar esse 'câncer' do nosso convívio.


quarta-feira, 28 de março de 2012

Homem cessa o vício do cigarro e acumula 30 mil reais


Fonte: G1

Um comerciante de Fortaleza decidiu economizar o dinheiro que gastava comprando cigarros para financiar uma rotina  de  esportes  e  vida  saudável.  Nos  últimos  seis  anos,   Nilo  Veloso  disse ter juntado  quase R$ 30.000,00 depositando em um cofre a quantia equivalente a cada carteira de cigarro que deixou de comprar. Antes de largar o cigarro, ele afirma que gastava cerca de R$ 15,00 ao consumir três carteiras por dia.
O dinheiro usado para financiar o vício passou a ser guardado em um cofre, de onde saiu a verba para ajudar na compra de um carro, três notebooks, três câmeras digitais e viagens para Aracaju e Buenos Aires. O comerciante usou o dinheiro também para adquirir duas bicicletas e ter uma vida saudável.”Eu rejuvenesci. Tudo melhorou: a pele, o gosto da água, a qualidade de vida, a convivência”, afirma Veloso.
O personal trainer Rodrigo Veloso, filho do comerciante acompanhou a mudança na rotina pai e sente orgulho da evolução. “Agora, ele tem uma qualidade de vida bem melhor. Ele está fazendo uma atividade física e procurando se alimentar melhor. Isso só traz o melhor para ele e também para os amigos”, diz.
Veloso começou a fumar com 18 anos. Segundo o Ministério da Saúde, 78% da população fumante começa antes dos 20 e, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, 10% das mortes são causadas pelo cigarro. “Fiquei muito orgulhosa quando ele começou a juntar as moedinhas. Ele deu um cofrinho para cada filho e também nos incentivou a ajudar”, explica Nilane Veloso, filha do comerciante.
Sete anos após mudar a rotina, Nilo emagreceu 22kg e diz que consegue percorrer mais de 40 quilômetros nas pedaladas que faz todo domingo com outros ciclistas. Ele continua juntando o dinheiro equivalente às carteiras de cigarro que comprava e pretende usá-lo para fazer outra viagem.

Com base no valor de uma único maço de cigarros a 4 reais - e esse é o consumo diário do fumante - eis suas despesas a longo prazo:
Despesa diária: R$ 4,00
Despesa semanal: R$ 28,00
Despesa mensal: R$ 120,00
Despesa anual: R$ 1.460,00
Agora considere que o fumante fume dois maços ao dia (40 cigarros) e teremos os seguintes resultados:
Despesa diária: R$ 8,00
Despesa semanal: R$ 56,00
Despesa mensal: R$ 240,00
Despesa anual: R$ 2.920,00
Então, que tal parar agora e economizar muito dinheiro, recuperar sua saúde, ficar mais disposto e feliz? Quantas pessoas não gostariam de dispor de 240 reais por mês para investir em livros, ir ao cinema, jogar um game novo ou, simplesmente, investir em algo mais produtivo e interessante que inserir mais de 4000 substâncias tóxicas no próprio organismo? Valorize seu dinheiro e sua vida.
 

 

Proxima  → Página inicial