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segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Crossovers entre Hanna-Barbera e DC são anunciados.


Space Ghost e Lanterna Verde
A ideia de colocar em uma mesma história personagens de universos diferentes faz sucesso há muitos anos. 
Com base nessa constatação, a DC e a Hanna-Barbera uniram alguns de seus heróis (e vilões) em crossovers que serão aguardados com curiosidade pelos fãs. 
A jogada é interessante por colocar em um mesmo lugar lendas como Jonny Quest, Space Ghost, os Flinststones e os Banana Split com personagens da DC como Gladiador Dourado, Lanterna Verde, Adam Strange e o Esquadrão Suicida.
A iniciativa faz parte da retomada dos principais personagens da Hanna-Barbera que agora dispõem de um título próprio na DC, chamada de Future Quest (Missão Futura, em uma tradução literal). As histórias de Future Quest são, inclusive, crossovers entre os principais heróis da Hanna-Barbera, além de aventuras repaginadas dos Herculóides, Galaxy Trio, Frankenstein Jr, Space Ghost e até da Corrida Maluca.

Fonte: Bleeding CoolTexto: Franz Lima
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As imagens divulgadas dos crossovers entre DC e Hanna-Barbera dão indícios de que serão aventuras com um tom mais leve (Flintstones e Gladiador Dourado) e outras com abordagem mais séria como o encontro entre Adam Strange/Jonny Quest e também Space Ghost/Lanterna Verde. A loucura ficará, provavelmente, por conta da reunião da equipe do Esquadrão Suicida com os Banana Split.
As imagens dessas aventuras estarão a seguir, além da apresentação das capas da primeira edição de Future Quest.
Também lançaram aventuras da turma do Scooby-Doo em versões mais radicais e sombrias, chamadas de Scooby Apocalypse.
Resta agora torcer para que essas edições cheguem logo por aqui...
Banana Split e Esquadrão Suicida 
Gladiador Dourado e os Flinststones


Jonny Quest e Adam Strange
Agora, as capas de Future Quest:



Space Ghost por Bill Sienkiewicz


domingo, 4 de dezembro de 2016

Conseguirá a Universal reunir com sucesso novamente todos os seus monstros clássicos?


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Esta é uma questão que está martelando minha mente desde que vi o teaser trailer (disponível no final do post) de A Múmia. A empreitada é corajosa e conta com um elenco muito bom, incluindo Tom Cruise, Russel Crowe, Sofia Boutella, Jake Johnson, Annabella Wallis e Courtney B. Vance. Mas, do que se trata mesmo esse filme?
Vamos aos fatos: esqueçam a franquia anterior, estrelada por Brandon Fraser. Não teremos, aparentemente, a mesma veia cômica da trilogia. Aliás, o teaser mostra em pouco tempo que essa múmia não veio para divertir, e sim assustar. A atriz escolhida para o papel é a sensual (e sombria, quando necessário) Sofia Boutella (Kingsman) e a caracterização ficou perfeita. A escolha de Tom Cruise é garantia de cenas de ação com alta qualidade, além de termos Russell Crowe como ninguém menos que o Dr. Jekill. 
O que isso significa? Bem, a resposta é simples. A Universal Studios pretende reunir seus monstros clássicos (Drácula, Múmia, Frankenstein, Dr. Jekill/Mr. Hyde, Homem Invisível, A Criatura do Lago e o Lobisomem), incluindo o Dr. Van Helsing, em um único filme. Para isso, a retomada começou com Dracula Untold (Drácula - a história nunca contada) e tem como segundo passo essa nova produção da Múmia que já coloca dois monstros em um mesmo ambiente - porém ainda não sabemos se Jekill se manisfestará.
Os demais filmes já têm estrelas de peso. Para que tenham uma ideia, Johnny Depp será o Homem Invisível. Tem alguém mais apto a interpretar um homem que enlouquece após descobrir a fórmula da invisibilidade? Só espero que o tom seja mais tenso e sombrio, descartando o humor que o marcou em filmes como Alice e Piratas do Caribe. Outra produção que já conta com a escalação de um nome famoso é A Noiva de Frankenstein, cuja pretensão do estúdio é ter Angelina Jolie no papel. 
Por fim, há sondagens que buscam trazer Javier Bardem para ser o Frankenstein.
E o que tudo isso pode se tornar? Uma das mais corajosas decisões do estúdio que tem potencial para reerguer do túmulo os mais amados monstros que o cinema já deu vida. 
Relembro que a chance de sucesso é grande por ter astros e estrelas de renome, mas também por já ter um público cativo composto por homens e mulheres que cresceram vendo essas criaturas oriundas da literatura e que ganharam vida no cinema. 
O sucesso de criaturas como Drácula, Lobisomem e outros é enorme e já rendeu filmes, livros, séries, HQ, peças teatrais e muito mais. Logo, eu acredito muito no potencial dessa corajosa investida da Universal Studios. 
Baseando-me no primeiro filme (Dracula Untold), creio que teremos um filme muito bom sobre a Múmia e, em breve, o sonho de ter uma nova reunião das mais clássicas e assustadoras criaturas do estúdio reunidas se tornará realidade. Uma realidade agradável e à altura do peso e importância desses seres mitológicos que marcaram e marcam a vida dos fãs do cinema e da literatura.
Só para frisar, A Festa do Monstro Maluco e Hotel Transilvânia são resultados diretos da força que os filmes da Universal têm.
Descubra um novo mundo de deuses e monstros...

Texto: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.


quarta-feira, 9 de julho de 2014

Marvel Zombies vs. Army of Darkness. Look the video.



Um crossover muito interessante onde personagens da Marvel se encontram com Ash, o anti-herói de Evil Dead e Army of Darkness. A diversão é garantida pelo exagero das cenas. Aos fãs mais radicais, recomendo paciência, já que Ash enfrenta os Marvel Zombies em pé de igualdade com sua famosa serra a motor. De qualquer forma, vale a pena rir com essa produção criativa e bem elaborada, cujas caracterizações surpreendem...


quarta-feira, 17 de abril de 2013

Vingadores vs X-Men (Avengers vs X-Men #0). Resenha da edição número 0.




Por: Filipe Gomes Sena.           

             Quem acompanha, mesmo que de longe, o Universo Marvel sabe que os X-Men sempre estiveram um pouco a margem das últimas grandes sagas da Casa das Ideias. Não por serem tratados como um grupo de 2º escalão, mas sim por que os alunos de Xavier sempre estiveram ocupados demais com seus próprios com problemas pra se preocuparem com as confusões dos outros. A maior prova disso foi a participação quase inexistente dos X-Men em eventos como a Guerra Civil. Enquanto a Marvel vivia metendo seus heróis em grandes sagas, os X-Men viviam eventos tão importantes quanto dentro de seu próprio universo. Mas no ano passado tudo isso mudou.


            A grande saga da Marvel em 2012 foi justamente um crossover entre os seus dois maiores grupos de superseres. Um evento que marcou não só a cronologia dos dois grupos, mas também colocou uma vez mais os holofotes nos X-Men. Ano passado a Marvel publicou Avengers vs. X-Men. Quando eu soube o que ia acontecer eu fiquei tão animado que pude ouvir os gritos das criancinhas comemorando. Principalmente por que a equipe criativa que estaria a frente do projeto não poderia ser melhor, mas isso é assunto pra outro post, pois minha tarefa agora é falar da edição #0 lançada no Brasil em março de 2013.
          Os eventos de Vingadores vs. X-Men estão fundamentados principalmente em duas sagas dos X-Men: Dinastia M e Complexo de Messias. Apesar de não ter lido nenhuma das duas eu sei que em Dinastia M a Feiticeira Escarlate pirou absurdamente e quase levou o Homo Superior à extinção. Depois disso não nasceram outros mutantes, pelo menos nenhum antes de Esperança Summers que, contrariando as probabilidades, veio ao mundo com poderes mutantes absurdos e a partir daí foi considerada a Messias Mutante, essa parte da história foi contada na saga Complexo de Messias.

            A edição #0 serve justamente pra ambientar o leitor com tudo isso, com pouquíssima profundidade, mas o suficiente pra não deixar o leitor totalmente perdido. A edição de 132 páginas traz o arco X-Sanction, que mostra Cable lutando sozinho contra os Vingadores pra impedir que o mundo vá pro espaço por causa da morte de Esperança. Coisa que ele viu quando viajou no tempo pra um futuro distante. Essa história trabalha bem a importância que Esperança tem pra raça mutante de maneira geral e o que ela significa. Ao fim do arco é feita a grande revelação que todo mundo que já leu a sinopse dessa saga já sabia: Esperança é a nova hospedeira da Fênix. A entidade cósmica absurdamente poderosa que possuiu e enlouqueceu Jean Grey e quase manda todo mundo pra um lugar melhor.
            Além desse arco nessa edição, foi publicada Avengers vs. X-Men #0, história dividida em duas partes, que foca as personagens que eu imagino que serão os pilares dessa saga: a Feiticeira Escarlate e Esperança. Na edição zero o leitor é apresentado à realidade atual das duas. A Feiticeira tentando voltar às atividades normais depois do ocorrido em Dinastia M e Esperança, que não anda encarando tão bem a responsabilidade de salvar os mutantes que depositaram nela.

            Por fim, eu gostaria de finalizar dizendo que as minhas expectativa estão relativamente altas e que espero ansiosamente pela publicação da série. Ao longo de cinco ou seis meses vamos poder acompanhar um embate sem precedentes, orquestrado por uma equipe criativa de peso que foi muito elogiado por ocasião da publicação nos Estados Unidos. Mas mesmo assim eu ainda fico com um pé atrás quando falam de eventos que vão mudar para sempre o universo X ou Y. Mas ao contrario do que se viu recentemente na DC, essa não vai ser uma saga que nasceu pequena e ganhou uma importância para qual não estava preparadas. Vingadores vs. X-Men foi pensada desde o inicio pra ser algo grande, importante e, de certa forma, definitivo. Mas se tudo que eu espero que aconteça vai acontecer ou não veremos nos próximos meses. E quando tudo terminar eu volto a falar disso, mas da próxima vez fazendo uma análise completa da saga que vai sacudir o Universo Marvel esse ano.




quarta-feira, 13 de junho de 2012

Marvel e Disney unidas na visão de um brasileiro.


Michey + Wolverine
O site dedicado às fanarts sobre a Disney, o Disney Cast, publicou uma matéria muito interessante sobre o artista brasileiro Helber Soares, desenhista, animador, pintor... um artista completo. Seus trabalhos são bem detalhados e criativos, mostrando o que seria da fusão entre os dois universos. 
Bafo + Magneto


Jasmine + X-23

Jessica Rabbit + Vampira


Confiram a matéria na íntegra, clicando no link no início do post. 
O site do autor é www.helbersoares.blogspot.com.br

Franz Says: Mais um excelente exemplo da criatividade e do talento de desenhistas, escultores ou pintores brasileiros. Helber prova que ainda há muito a ser descoberto em nosso país, principalmente quando o assunto é arte. Parabéns.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Daniel HDR e os heróis Hanna-Barbera na versão Liga da Justiça


Semanas atrás, conversando com meus amigos do site Multiverso DC, lembrei os clássicos super-heróis da Hanna-Barbera: Space Ghost, Homem-Pássaro, Mightor, os Herculóides, Galaxy Trio, entre tantos outros.
Colocá-los interagindo nunca ocorreu nos desenhos dos anos 1960/1970 (que no começo dos 1980 eu assistia). Porém, um universo conjunto foi explorado pelos produtores quando alguns dos personagens tiveram séries de humor no Adult Swim, como Space Ghost – Costa à Costa e Harvey (Homem-Pássaro) Advogado.
Liga da Justiça + humor = a inesquecível fase escrita por J.M. DeMatteis, Keith Giffen e ilustrada de forma única por Kevin Maguire (que eu tive o prazer de conhecer pessoalmente em minha ida à New York Comic Con de 2011). Na clássica capa da #1, Maguire mostrou os personagens da equipe sendo vistos por cima, e todos personagens olhando para o leitor, de forma irônica. Foi então que resolvi fazer uma dupla homenagem: à esta capa e aos clássicos super-heróis da Hanna-Barbera.
E aqui está a minha Liga da Justiça das manhãs de sábado :)
 Topo: O Jovem Sansão e seu leão Golias; Homem-Vapor, Flutuadora e Homem-Meteoro (o Galaxy Trio); Tara, Igoo e Zandor, dos Herculóides;
Centro: Homem Pássaro e sua águia Vingador; Space Ghost;
Embaixo: O Falcão Azul e Dinamite, o bionicão; Mightor.





Abaixo a capa original, responsável pela inspiração de Daniel para a produção da nova versão da Liga da Justiça.
Não há como negar que o desenho feito pelo ilustrador brasileiro está infinitamente superior. Basta ver... 

A capa da versão importada


A capa da versão nacional
Enfim, espero que tenham curtido este post. Ao Daniel, meus sinceros agradecimentos pela autorização em postar este trabalho fantástico. 
Quer conhecer mais do trabalho dele? Acessem Daniel HDR

segunda-feira, 5 de março de 2012

Turma da Mônica Jovem #43: Princesa Safiri e Mônica entram num duelo de espada contra coelho em crossover!


Fonte: Judão

Já faz tempo, muito tempo, quando Mauricio de Sousa conheceu o gênio dos mangás japoneses Osamu Tezuka. Ele até nos contou como foi, em recente entrevista ao Judão. Demorou, mas finalmente o tão planejado encontro entre os personagens criados por Mauricio e por Tezuka saiu do papel. Ele acontece em Turma da Mônica Jovem #43 (Panini Comics, 126 páginas, R$ 7,50), que começou a circular ontem nas bancas de todo o País.
Demorou, claro, por inúmeros motivos – o principal, talvez, tenha sido o fato da Turma da Mônica clássica não se encaixar em uma aventura interessante para o crossover. Tezuka, inclusive, não está mais entre nós. Ele faleceu há quase que exatos 23 anos, em fevereiro de 1989. Porém, tudo foi feito como se ele estivesse aqui, como se aprovasse toda a história.
E como Tezuka queria, a aventura se passa na Floresta Amazônica. Para um estrangeiro, assunto pra lá de óbvio. Para um brasileiro, poderia soar como mais uma visão de gringo sobre o nosso Brasil. Poderia, mas não é o que acontece. De maneira exemplar, a Mauricio de Sousa Produções fez uma pesquisa extensa, de campo, procurando produzir um conteúdo que não repercutisse apenas opiniões pré-estabelecidas, mas sim com informações interessantes e pertinentes pra quem for ler a edição.
Sendo assim, temos uma história na qual Franjinha leva Cebola, Mônica, Magali e Cascão para um projeto sustentável na Amazônia, que ao mesmo tempo em que extrai arvores de replantio, dá aos moradores trabalho e assistência social. Só que, ao chegar lá, a turma descobre que não irá fazer o passeio sozinha: estão lá Safire, príncipe de um pequeno e desconhecido país (e que, na realidade, é princesa, como todo mundo que leu A Princesa e O Cavaleiro sabe); o Dr. Tenma, que quer fornecer tecnologia para a estação de preservação, e seu robô Astro (de Astro Boy); Dr. Ochanomizu (que, em Astro Boy, se torna o “pai adotivo” do robô); e o Professor Licurcio, o outrora Louco das HQs clássicas da Turma. Ah, sim, há também a presença de Kimba, o Leão Branco, mas a aparição do personagem é uma surpresa. ;)
A história, claro, não é nenhum suprassumo da complexidade. Afinal, é uma publicação para todo mundo, para que crianças, adolescentes e adultos leiam. Mesmo assim, transmite a mensagem ecológica sem ser chata ou pedante, além de explorar os conflitos internos e entre os personagens de uma mistura tão explosiva. Como a HQ se passa cronologicamente no começo de Kimba, O Leão Branco, Astro Boy e a A Princesa e O Cavaleiro, todos os conflitos dos personagens de Tezuka ainda são muito recentes, mas também muito fortes, mal resolvidos. A história, por exemplo, explora bastante o conflito interno dentro da própria mente de Safiri, além do fato de Astro querer ser realmente um garoto, mas é visto apenas como um robô por seu criador.

A edição ainda agrega um mistério. Dentro do grupo que visita a floresta há um vilão infiltrado, alguém que quer acabar com todo o projeto desenvolvido ali. Trata-se de Rock Holmes, outra criação de Tezuka, um espião que aparece em vários trabalhos do quadrinista japonês. Não é um grande mistério, mas ajuda a manter a diversão da HQ.
E não é só isso. Há alguns momentos impagáveis, como a luta entre Safiri e Mônica. A princesa com uma espada. A brasileira com um coelho. Pra saber quem vence, só lendo.
Mais uma vez, a equipe da Turma da Mônica Jovem demonstra que acertou a mão com os personagens e que pode fazer crossovers bem divertidos. Podem não ser exatamente “memoráveis”, mas com certeza apresentam “novos” personagens para todo um novo público.
E a história não acaba nesta edição. Continua mês que vem em Turma da Mônica Jovem #44. E eu, sinceramente, não estou ansioso apenas para ler esta revista, mas também o próximo crossover, como Mauricio de Sousa já está sonhando em fazer

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