{lang: 'en-US'}

Mostrando postagens com marcador Cyborg. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cyborg. Mostrar todas as postagens

domingo, 26 de março de 2017

Liga da Justiça: novo trailer aumenta as expectativas. Análise completa!


O segundo trailer de Liga da Justiça estava entre os mais aguardados para este ano. As desconfianças e expectativas estavam em um mesmo nível. Alguns idolatram a produção, enquanto outros a odeiam. E o que gerou essa divergência de opiniões?
A nova fase da DC começou com O Homem de Aço, seguido por Batman v Superman, Esquadrão Suicida, Mulher-Maravilha (em junho) e em novembro, Liga da Justiça. Os fãs dos quadrinhos, ao menos a maioria, gostaram dos três primeiros filmes dessa nova fase da DC. Entretanto há um grupo - bastante numeroso - que olha com raiva para essas produções e faz, infelizmente, um pré-julgamento das futuras obras cinematográficas da DC. 

Texto: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Eu confio nessa rota traçada para o universo DC no cinema. Por que? Simples. A Warner e a DC não podem se dar ao luxo de afundar um seguimento tão rentável. Hoje, o cinema é tão poderoso que influencia os lançamentos em quadrinhos, ao contrário do que acontecia anos atrás. 
Deixadas as devidas explicações e meus votos de sucesso, vamos à análise do segundo (e fantástico) trailer de Liga da Justiça. Assistam e leiam as observações. Digam se concordam com o que abordei. Suas opiniões são muito importantes!
P.S.: se não assistiu os filmes citados, principalmente Batman v Superman, assista antes, pois os Spoilers são inevitáveis.
As cenas iniciais comprovam que Bruce seguiu à risca o pedido do Flash. A busca pelos heróis - aqueles que estavam nos arquivos da LexCorp - começou. Bruce narra que é preciso estar preparado para um ataque que virá de muito distante, provavelmente Apokolips, o mundo de Darkseid, o que comprovaria a ligação com o pesadelo (ou visão) que teve em BvS. 
As imagens e a narração comprovam a parceria entre ele e a Mulher-Maravilha na busca pelos heróis que formarão a Liga da Justiça. A seguir temos cenas onde Aquaman, Cyborg e Flash são mostrados em ação, como uma apresentação. 
O que vem a seguir é o prenúncio de uma guerra entre a recém-formada Liga e as criaturas aladas de Apokolips e outros inimigos. Destaque para o Aquaman e a Mulher-Maravilha que estão incríveis. 
As presenças de Mera e do Comissário Gordon são reveladas, ainda que de forma discreta e rápida. O humor, assim como nas animações e quadrinhos, ficou garantido com a presença do Flash, incluindo um diálogo rápido que lembrou bastante o que aconteceu entre Tony Stark e o Capitão América, aquele do playboy, filantropo e bilionário, lembram?
Mais ação surge a cada segundo passado. A inclusão no trailer da música Come Togheter, interpretada pelo Aerosmith foi sensacional, algo que já vimos em trailers do Esquadrão Suicida. 
A presença de Lois Lane é uma dica de que teremos realmente a presença do Superman, ainda que nada sobre seu 'ressurgimento' tenha sido revelado.
Outro ponto crucial está na união de forças não esperadas no conflito contra as tropas de Darkseid, incluindo as Amazonas de Themyscira. 
E, ao que tudo indica, um pouco da tensão entre o Batman e o Aquaman se dilui com o decorrer do filme, como podemos ver em sua parceria ao fim do trailer.
E, respondendo a pergunta que todos estão fazendo, digo o seguinte: o Superman não está em nenhuma cena, mas é certo que ele virá. Sua ausência é um cuidado que os produtores têm para evitar a quebra de um dos mais marcantes momentos do longa. 
E por fim, uma observação: o Flash e o Cyborg têm muito a mostrar no filme, talvez por isso eles tenham sido menos evidentes em ação neste trailer.







sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Fan Art transforma foto de Gal Gadot, Ezra Miller, Ray Fisher e Henry Cavill em desenho


Direto do Instagram da atriz Gal Gadot veio essa fan art fantástica. A imagem original mostra Gadot, Miller e Fisher (com Cavill ao fundo) em uma descontraída brincadeira. Então, um fã resolve transformá-los em desenho. O resultado final está abaixo e basta clicar no botão para se divertir junto com alguns dos integrantes da Liga da Justiça. 
Texto: Franz Lima
Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Westworld. Uma das mais promissoras séries da HBO. Análise do primeiro episódio.


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.



Uma localidade do Velho Oeste norte-americanto. Uma mulher cercada de aparatos tecnológicos avançados. O que têm em comum? Esse é o mistério inicial de Westworld.

A narrativa é feita em off por uma mulher que é questionada, interrogada por alguém. Essa mulher é um dos alicerces da trama. Atenção à participação dela.

Cuidado! Spoilers em profusão a partir de AGORA.

Westworld é um parque de diversões. Sim, um parque onde ciborgues (esse é o termo mais próximo daquilo que são, já que não há um organismo vivo anexado à máquina, mas uma máquina moldada pelo homem para imitar à perfeição um ser humano) dão aos visitantes a ilusão de estarem de volta ao Velho Oeste. Uma terra sem lei, governada por mãos de aço (como diria o Pica-Pau). A diversão consiste, basicamente, em desfrutar de uma era extinta. Ser um cowboy, um rancheiro, uma madame, uma prostituta, um ladrão... são muitas as possibilidades por trás desse universo recriado.
A reconstrução desse mundo passado é dispendiosa, cara e moralmente discutível. Homens e mulheres pagam para ter seu dia nesse mundo. Uma vez lá, são intocáveis para os habitantes costumeiros e podem, literalmente, fazer o que lhes aprouver. Desde um simples contato, uma conversa ou até mesmo estupro e assassinato. Não há limites morais para os “visitantes” de Westworld.
As máquinas interagem e se adaptam aos visitantes. Eles não têm consciência de sua real condição, fato que promove uma maior imersão aos visitantes. A diferenciação entre um humano e um “anfitrião” é  praticamente impossível.
O que é ético ou não fica em suspensão todo o tempo. Ver máquinas com aspecto 100% humano é algo impactante. Como tratar alguém que é, aos olhos, tão humano quanto nós? O grau de interação entre homens e seres com inteligência artificial é uma opção que pode ser controlada. O que não pode ser previsto é o grau de adaptabilidade das máquinas, os limites da inteligência artificial, sua capacidade de armazenar experiências e, principalmente, os freios morais (ou a inexistência deles) das pessoas.
Nesse primeiro episódio é preciso destacar a presença de Anthony Hopkins, interpretando o Dr. Ford (talvez uma homenagem ao gênio industrial Henry Ford), o responsável pela criação dos ciborgues. Ele vive em um mundo tão isolado quanto as criaturas com IA. Há, aparentemente, uma dependência dele para com as máquinas. Isso deverá ser mais explorado nos episódios seguintes.

Nota: assistir Westworld e não lembrar de Blade Runner e os replicantes é quase impossível. Desde o primeiro segundo da narrativa é possível sentir o cheiro adocicado da tragédia. Aliás, a abertura já anuncia que nada é tão perfeito. Vejam abaixo:



O que se segue não difere, como disse acima, da trama de Blade Runner. Os anfitriões – ciborgues com maior poder de interação – passam a apresentar pequenos problemas. Até onde esses erros podem ir é algo que não fica explícito. Mas o potencial destrutivo disso fica pairando na atmosfera. 


Um ponto desprezado pelos idealizadores do projeto está em um ser humano (?): Ed Harris. Ele interage diariamente como um vilão, um bandido. Seu prazer está em praticar o mal contra os ciborgues.  Ele quer se aprofundar no “jogo” e isso é uma variante com a qual os criadores de Westworld não contavam. O personagem de Harris é frequentador do “parque” Westworld há trinta anos.
O dilema moral de Westworld é sobre a velha mania do homem de brincar de ser Deus. Dolores é uma das personagens que mais sofre com as brincadeiras nesse universo criado. Ela sofre por amor, por medo, violência e pela constante perda de tudo que ama. Essas perdas vão, ao longo dos tempos, marcando o inconsciente dela. Mesmo sendo uma criatura feita pela inteligência do homem, hipoteticamente insensível aos males que passa, ela sofre.
Tal como vimos e lemos em Frankenstein, a criatura não está e nunca estará sob o total controle do criador. Essa é uma regra que os homens deveriam ter aprendido há muito tempo, porém fazem questão de esquecê-la.
Não há programação perfeita. Com tempo e esforço, as barreiras e códigos podem ser quebrados ou alterados. Essa é uma verdade com a qual nós, humanos dessa era, convivemos e aprendemos a lidar. Essa controvérsia também é bem explorada no primeiro Matrix e em alguns episódios de Animatrix. Máquinas com comportamento e sentimentos humanos são controláveis até que ponto?

Nota: prestem atenção à reação dos anfitriões quando moscas pousam neles. Essa é uma dica bem legal para entender um pouco da amplitude da inteligência artificial e sua adaptação aos fatos novos...


P.S.: A presença de Rodrigo Santoro ficou muito boa. Ele é um dos vilões da trama (Hector Escaton), porém, se raciocinarmos um pouco, todos os seres criados só são bons ou maus conforme assim lhe determinam. Então, o que dizer da maldade humana cujo alcance está limitado pela moral existente na pessoa?
P.S.2: Westworld é baseado na obra homônima de Michael Crichton – com o subtítulo “onde ninguém tem alma”, escrita e dirigida por ele em 1973. O filme é estrelado por Yul Brynner, ator consagrado no gênero de Faroeste. A trama, apesar de ser mais resumida, mostra pessoas interagindo com máquinas que simulam ambientes e situações históricos. Além do Velho Oeste, há também Roma e a Idade Média. A trama original dá indícios do caos que nos aguarda na série.
P.S.3: A equipe que gerencia, cria e programa tudo para as encenações de Westworld também é afetada pela presença dos humanos por eles construídos. É impossível se manter apático diante de seres tão perfeitos. O Dr. Ford e Bernard, um dos principais responsáveis pela manutenção do projeto, são discretamente ‘modificados’ pela interação direta e indireta com os ciborgues. Isso, certamente, ainda dará muito pano para a manga. Um fato interessante está no jogo disputado entre os integrantes da equipe; um jogo por poder.

Nota final: a HBO mostra coragem e adequação ao apresentar o processo de construção e descarte dos humanos cibernéticos. As cenas de nudez são adequadas ao contexto e evidenciam, sobretudo, a escolha correta do elenco. Não é fácil encenar ser uma máquina sem sentimentos... ou uma que está começando a tê-los.

Elenco da produção da HBO:
Anthony Hopkins, Ed Harris, Evan Rachel Wood, James Marsden, Thandie Newton, Jeffrey Wright, Jimmi Simpson, Rodrigo Santoro, Shanno Woodward, Ingrid Bolsø Berdal, Ben Barnes, Angela Sarafyan, Clifton Collins Jr.


Direção: Jonathan Nolan.



terça-feira, 26 de julho de 2016

Liga da Justiça (Justice League). Análise (Review) do trailer


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

O que parecia remoto, finalmente ganhou vida. Anos de espera dos fãs foram compensados por um trailer que espantou os temores da maioria. Liga da Justiça ganhou seu aguardado trailer na San Diego Comic Con e trouxe boas novidades.
O trailer mostra, ao contrário dos quadrinhos, um Batman em busca daqueles que irão se unir a ele contra um poder maior. Inicialmente encontramos Bruce em uma espécie de vilarejo onde questiona o paradeiro do benfeitor deles. Um homem que traz peixes no inverno, um homem que vem do mar. 
A cena acima mostra de quem se trata. Uma versão quase viking do Aquaman, um ser bruto e fortíssimo, capaz de levantar Bruce como se fosse um brinquedo. O encontro entre eles não é dos mais amistosos, porém serve como primeiro contato.
A cena seguinte mostra um artefato sendo enterrado, escondido por homens que vestem roupas medievais. O artefato é uma Caixa Materna e está relacionado a essa busca do Batman por meta-humanos. A preocupação dele quanto a presença de criaturas superpoderosas é perceptível desde Batman v Superman e permanece em Liga da Justiça.
Outro fruto interessante de Batman v Superman é a parceria entre a Mulher-Maravilha e o Batman. Aliás, a química entre a dupla é sensacional e reforça a pertinência das escolhas de Ben Affleck e Gal Gadot para os papéis. Eles são a força motriz que reúne os heróis que formarão a Liga.
O recrutamento prossegue. Bruce encontra (na verdade, invade) o lar de Barry Allen. A conversa flui tranquilamente até que um teste é feito para ver os "reflexos" de Barry. Batman não se surpreende com a agilidade do meta-humano e o convida para se unir a "iniciativa" Liga da Justiça. O convite é aceito. 
O que se destaca nessas cenas é o humor atribuído a Barry. Tal como já vimos na versão animada da Liga da Justiça, o Flash é extremamente divertido e lembra demais o Peter Parker visto em Capitão América: Guerra Civil. 
Coincidência ou não, essa característica irá garantir um tom menos sombrio ao filme, suponho.

Surgem imagens do Cyborg e Flash já caracterizados, além da Mulher-Maravilha e do Batman. O Aquaman aparece para reforçar que ele não será o alvo de piadas que algumas histórias mostraram nos quadrinhos. Será, certamente, o fim do Aquaman da era da Hanna-Barbera.
Segue a imagem do logo da Liga da Justiça e, por fim, um diálogo para brincar com os poderes do Aquaman. Bruce chama-o pelo nome, Arthur Curry, e afirma que ouviu sobre ele falar com peixes. 
A óbvia ausência ficou por conta do Superman. Mas eles jamais fariam um filme da Liga sem ele. Logo, basta ter paciência e aguardar o surgimento do herói. 
Não entendeu o motivo da ausência dele? Então você não assistiu Batman v Superman: a Origem da Justiça. Corre e veja, preferencialmente, a versão estendida para compreender mais, inclusive a importância das Caixas Maternas e o vilão que irá confrontar os integrantes da Liga. Afinal, desde Homem de Aço que os filmes da DC estão interligados.
Agora, assista ao trailer abaixo e curta muito o surgimento da equipe que irá alavancar o universo DC nos cinemas.


quinta-feira, 28 de abril de 2016

Fotos de Jason Momoa mostram o visual loiro do Aquaman.



Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo. #apogeudoabismo

Ao contrário do que muitos fãs temiam, parece que Jason Momoa não irá mudar tão radicalmente o visual tradicional do Aquaman. Apesar de ter uma armadura com aspecto de gladiador (ao invés da conhecida camisa amarela com escamas e calça verde) e tatuagens - que aproveitam inclusive as que ele já tem -, tudo indica que a versão final do visual de Momoa será bem próxima da fase sombria do herói onde, inclusive, perdeu uma das mãos.
Sendo assim, todos os fãs da DC e da Liga da Justiça podem ficar mais calmos pois não haverá uma reformulação absurda do personagem. Vejam algumas imagens do ator já com os cabelos loiros:


Com o ator Ray Fisher, o Cyborg


terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Primeira imagem do que será a Liga da Justiça é divulgada.


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Uma arte conceitual foi divulgada pela Warner e causou furor aos fãs da DC e, em especial, aos que curtem a Liga da Justiça. 
A imagem mostra - ainda de forma bem velada - a equipe com um visual bem sombrio, como que saindo de uma fumaça negra, e define algumas coisas que já sabíamos: a presença da Trindade (Batman, Superman e Mulher-Maravilha) com o visual dos atores de Batman vs Superman, a presença do Aquaman (Jason Momoa) e as inéditas versões do Cyborg e do Flash (que não será o mesmo ator da série). 
O filme tem previsão de lançamento para novembro de 2017.



sábado, 25 de abril de 2015

Darkside apresenta: O exterminador do futuro. O livro em duas versões.


O Exterminador do Futuro
por James Cameron, Randall Frakes e Bill Wisher
A gênese de um clássico da Ficção Científica

Prepare-se para viajar no tempo e reviver uma das maiores aventuras dos últimos 30 anos
Em 1984, um ciborgue chega em Los Angeles com uma missão: assassinar mulheres. Suas vítimas têm em comum apenas o nome: Sarah Connor. A última Sarah é resgatada por um soldado que alega vir do século XXI. Tem início uma perseguição que põe em risco o destino da humanidade.
O ciborgue é um T-800, perfeita máquina de matar, incapaz de sentir pena, medo ou dor. Nada o fará desistir enquanto não eliminar o líder da resistência humana antes mesmo do seu nascimento. Sem a existência de John Connor, estaremos completamente à mercê da tirania de máquinas inteligentes num futuro sombrio, e cada vez mais próximo.

2029, o Ano da Escuridão.

Bem que ele disse que voltaria. O Exterminador do Futuro está chegando aos leitores brasileiros, trinta anos após o lançamento do filme que projetou as carreiras de James Cameron e de Arnold Schwarzenegger. O livro, versão em romance do roteiro original, é assinado pelo próprio Cameron, em parceria com o roteirista Bill Wisher e o escritor Randall Frakes.
Aclamado pela crítica quando estreou em 1984, O Exterminador do Futuro tornou--se um clássico instantâneo, frequentou as listas dos melhores filmes do ano. Em 2008, foi considerado pela Biblioteca do Congresso norte-americano uma obra de significância “cultural, história e estética” e selecionado para ser preservado no National Film Registry dos EUA.
É possível que você já tenha perdido a conta de quantas vezes assistiu ao filme. Chegou a hora de se aprofundar na história. Deixe-se surpreender com O Exterminador do Futuro.
Hasta la vista, baby!
James Cameron (1954) é um premiado cineasta, produtor, roteirista e editor canadense. Bacharel em Física pela Universidade da Califórnia e também explorador dos fundos oceânicos, é considerado um dos maiores cineastas a trabalhar com efeitos especiais e dirigiu clássicos da ficção científica como Aliens (1986), O Segredo do Abismo (1989) e O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final (1991), primeiro filme a ultrapassar o orçamento de US$ 100 milhões. É dele a direção das duas maiores bilheteiras da história do cinema: Avatar (2009) e Titanic  1997).
Randall Frakes é autor de livros e filmes de ficção científica. Escreveu O Exterminador do Futuro e O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final. Seu primeiro trabalho no cinema foi como cameraman de efeitos especiais para Roger Corman. Bill Wisher é o roteirista que trabalhou com Cameron nos dois primeiros filmes da franquia, O Exterminador do Futuro e O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final. Fez pequenas participações em ambos: um policial que tem a cabeça esmagada pelo T-800 no filme de 1984, e um fotógrafo arremessado pela janela, na sequência de 1991. Bill escreveu ainda os roteiros de Judge Dredd e das duas versões do prequel de O Exorcista.

Ficha Técnica
Título | O Exterminador do Futuro
Autor | James Cameron; Randall Frakes; Bill Washer
Tradutor | Dalton Caldas
Editora | DarkSide®
Especificações | 336 páginas, Capa Dura e Brochura
Dimensões | 14 x 21 cm
ISBN | 978-85-66636-41-3 | Capa Dura
978-85-66636-42-0 | Brochura
Lançamento | Abril de 2015
Mais informações


Proxima  → Página inicial