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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Ele transforma fotos em desenhos de mangá. Conheçam Robert DeJesus.



Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo. #apogeudoabismo

Robert DeJesus (aka Banzchan) é um desenhista estadunidense que transforma fotos em desenhos com padrão de mangá. Sua arte é interessante por dar uma outra visão dos momentos mais legais ou engraçados das pessoas. Em geral, Robert consegue dar um toque de humor às suas obras, algo que lhe trouxe um grande público e também muitos clientes. 
As informações necessárias para ter sua foto adaptada ao traço dele estão em suas redes sociais, abaixo listadas. Há ainda mais exemplos dos desenhos e do traço do artista neste post. Podem acreditar: cada desenho é uma diversão garantida, por mais séria que seja a foto.

Redes sociais:
Facebook;
Twitter;
Leilão de um retrato pelo e-bay;
Instagram; e 
Pinterest.





















quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Goodyear e MindsOn levam fãs à NASCAR®


Agência brasileira Minds On está à frente da maior promoção da marca norte-americana no país. São três viagens aos EUA com acompanhantes e mais de 100 prêmios instantâneos.
A Goodyear está com uma nova promoção, que permite que o consumidor tenha a chance de acompanhar de perto uma prova da temporada 2016 da NASCAR®, na cidade de Charlotte, nos Estados Unidos.

A ação foi desenvolvida pela agência Minds On, que desde sua fundação, em 2009, atende a Goodyear com trabalhos já realizados em grandes feiras do setor, arquitetura de lojas para toda a América Latina, material de pontos de venda, campanhas de incentivo, evento de lançamento de produto, entre outros.

Como forma de potencializar esta grande promoção da Goodyear no Brasil, em paralelo ocorre a campanha de incentivo Acelerando nas Vendas, que impactará mais de 5.000 vendedores em mais de 2.000 pontos de vendas, divididos entre lojas oficiais, multimarcas e supermercados, além do e-commerce da empresa.

"Essa dupla ativação é o resultado de um trabalho consistente realizado junto à marca nos últimos anos. Através do conhecimento do negócio do cliente identificamos esta oportunidade de ativação aproximando a marca tanto de seus consumidores quanto da sua grande força de vendas nacional. O tema ajudou ainda a criar um território próprio para a Goodyear no segmento", comenta Fabiane Giralt, sócia-fundadora da Minds On.

"A Goodyear sempre teve uma ligação forte com a NASCAR® nos Estados Unidos, e queríamos que o nosso consumidor brasileiro vivenciasse esse espírito de inovação e alta performance que marca a corrida", diz Eduardo Andrade, diretor da Unidade de Negócios de Pneus de Passeio da Goodyear Brasil. Em 2015, a Goodyear completou 61 anos de participação na corrida, sendo um dos patrocinadores mais antigos da tradicional categoria. Desde 1997, a marca é a fornecedora exclusiva de pneus para a competição.

Participar da promoção é muito simples: basta comprar pneus da marca e, em seguida, cadastrar o cupom fiscal no hotsite goodyear.com.br/promonascar. A cada R$ 200 em compras, o consumidor concorre a três viagens com acompanhante e mais de 100 prêmios instantâneos. Os nomes dos ganhadores da promoção, tal como dos prêmios instantâneos também podem ser visualizados no site da campanha.

*Confira o regulamento e tire suas dúvidas no hotsite da promoção. 

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Morre a americana Brittany Maynard através do suicídio assistido.


O caso de Brittany Maynard chocou e emocionou seu país e o mundo. Uma mulher jovem, casada e com um futuro promissor fora diagnosticada com um câncer agressivo, cujo poder de destruição e dor eram indescritíveis para aqueles que não portam tal doença.
Brittany escolheu o dia de sua morte, porém resolveu viver plenamente seus últimos dias. Conheceu o Grand Canyon e compartilhou estes momentos ao lado de quem amava. 
A decisão é polêmica. Contudo, não cabe a nós julgar. Resta-nos, agora, desejar que a jovem esteja em paz. 
Para que o suicídio assistido ocorresse, ela foi obrigada a se mudar para o Oregon, um dos estados que permite tal prática. 
Tendo planejado o fim para o dia primeiro de novembro, ela partiu em absoluta paz, segundo os familiares e a ONG Compassion & Choices. 

Eis as últimas palavras de Brittany:

O mundo é um lugar maravilhoso, viajar foi uma grande lição, meus amigos íntimos e todos os outros são os mais generosos. Inclusive tenho um grupo me apoiando enquanto escrevo. Adeus, mundo. Divulguem boa energia.

Descanse em paz...

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Serviço Secreto americano quer monitorar o sarcasmo em publicações do Twitter.


Fonte: BBC
O Serviço Secreto americano está em busca de um programa de computador capaz de identificar quando alguém está sendo sarcástico em posts publicados no Twitter.

A ferramenta ajudará a saber quando alguém não está falando sério - casos chamados de "falsos positivos" pelo governo americano.
"Queremos automatizar nossa análise em tempo real do que é publicado nas redes sociais, especialmente do Twitter", disse o porta-voz do serviço secreto, Ed Donavan, ao jornal The Washington Post.
A notícia veio à tona depois que o governo americano divulgou anúncio online na última segunda-feira, em busca de novos softwares para melhorar esse serviço de monitoramento.
O interesse da agência abrange também ferramentas capazes de identificar pessoas influentes em redes sociais, acesso a dados antigos publicados nas contas do Twitter e tópicos de interesse para a agência do governo, entre outras funções.
Segundo o governo americano, o objetivo é "preservar a integridade da economia e proteger líderes nacionais e chefes de Estado e governos que visitarem os Estados Unidos".
O país tem sido muito criticado e pressionado desde que foi revelado que sua Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) monitorava ligações telefônicas e a atividade online de americanos e de cidadãos de outros países.

Piadas infelizes

Nesse tipo de monitoramento, identificar quando alguém está sendo irônico é um desafio porque a linguagem de mensagens envolve elementos complexos e de difícil compreensão por uma máquina.
Por isso, brincadeiras publicadas em redes sociais complicaram a vida de seus autores - ainda que fossem no final das contas apenas posts infelizes.
Um usuário do Twitter foi preso em abril depois de postar uma mensagem com uma ameaça de bomba para a empresa aérea América Airlines. Ele disse depois ter feito uma piada.
No ano passado, uma adolescente americana foi presa depois de publicar no Facebook um comentário sarcástico dizendo que "atiraria numa escola cheia de crianças".
E, em 2012, um irlandês e uma britânica que viajavam juntos foram levados em custódia nos Estados Unidos depois do homem postar que planejava "destruir a América" e "desenterrar Marilyn Monroe". O irlandês afirmou que "destruir" era uma gíria para "festejar muito".

Franz diz: este tipo de monitoramento beira muito a invasão de privacidade ou pode levar a interpretação errada de comentários. Não é possível que a preocupação com algo tão banal seja uma prioridade de uma rede de espionagem tão complexa quanto a americana. Infelizmente essa nova medida aponta para um nível de alerta contra conspiração quase à beira da paranóia. 
Alguém realmente acredita que terroristas ou pessoas mal intencionadas, detentoras de recursos para criptografar ou enviar suas mensagem por inúmeros meios, usariam o twitter para estabelecer comunicação? 

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Agência Nacional de Segurança (NSA) está protegedo quem? A crise dos espiões.


Não sei se essa declaração parecerá arrogante, mas alguém acreditou - por um único segundo sequer - que os EUA iriam abandonar a prática histórica de espionar o mundo? Quantos de vocês se surpreenderam com a manutenção da política de protecionismo e com tons imperialistas que lá existe? 
Espionagem entre países é uma prática comum que ganhou ares de filmes com o advento da guerra fria. De lá para cá, as investigações, roubos de informações e as invasões de privacidade de pessoas comuns ou de políticos e outros de maior influência são gestos comuns e corriqueiros. 
Será que os governos da Alemanha e do Brasil irão comprovar que não praticam espionagem em vários níveis, inclusive nos EUA? O trabalho de nossa espionagem - aqui carinhosamente apelidada de 'arapongas' - é o mesmo, mas em menor escala devido às muitas deficiências de treinamento e material, o que não lhes tira a alcunha de espiões ou ladrões de informações.
Nosso governo demonstrou indignação diante da infiltração na conta de e-mail da 'presidenta' Dilma, porém sou capaz de afirmar que eles já sabiam que isso ocorria com cidadãos comuns. Claro, o sapato apertado só dói em quem o usa...
Tenho certeza absoluta de que tais atos por parte da NSA são errados, o que não implica em dizer que irão parar por conta de protestos. Esse jogo de gato e rato sempre ocorreu e não sei quais os motivos para esse alarde. Eles querem investigar e invadir? Certo, que tentem fazer isso contra os melhores em criptografia do mundo. Pois se eu estivesse na liderança de um país do porte da Alemanha, certamente iria colocar o máximo de chaves possível em um simples e-mail dizendo "oi", só para atormentar a vida dos espiões ou seja lá que nomes usem. 
A Agência de Segurança Nacional (dos Estados Unidos) deveria ter o nome alterado para Agência de Segurança Internacional (ISA - International Security Agency), já que ela se preocupa tanto com o mundo. E essa história de que estão buscando evitar os prováveis prejuízos de terroristas e uso de armas nucleares é pura balela, simples desculpa para agirem acima do bem e do mal. 
Foram tais informantes que deram "base" para invasões, assassinatos de civis, apropriação indébita de bens móveis e imóveis, além do estabelecimento de bases militares avançadas, o que implica em dizer que o poderio de reação foi ampliado.
Alemanha e Brasil, além da recente invasão à Espanha, são vítimas de preconceito e temor. Os dois países tem grande potencial. Os alemães são temidos por seu passado bélico e isso está no ar até hoje. Os brasileiros estão descobrindo verdadeiras minas de ouro negro, o petróleo, e isso desperta o interesse das grandes potências. Contudo, o que importa é a quebra de uma amizade estabelecida oficialmente. Essa atitude de espionar um país aliado demonstra claramente que não há confiança, seja em tempos de guerra ou paz. Reflitam: se eles fazem isso com os amigos, o que farão com os inimigos?
Lamentável episódio... mas que está muito longe de um fim (se houver).



domingo, 2 de junho de 2013

Lista de Compras: Os leões de Bagdá. Graphic novel equiparada a Watchmen.
























Fonte: Panini.

Franz says: uma obra elogiada ao extremo que merece estar na estante de qualquer admirador de quadrinhos e arte que se preze. A minha já está encomendada. 
O valor da obra não está apenas na arte e no roteiro primorosos, destacando-se também como uma fonte de pesquisa para que aprofundemos nosso conhecimento no fato histórico hoje chamado de Guerra do Iraque, um dos mais conturbados e vergonhosos atos de desrespeito ao poder da ONU.

O escritor Brian K. Vaughan, durante um painel de divulgação da graphic novel em uma convenção nos EUA, tentou definir OS LEÕES DE BAGDÁ em apenas uma única frase: “É a Guerra do Iraque sob o ponto de vista dos animais”. Os bichos falantes que protagonizam este especial, no entanto, servem somente para dar forma às muitas perguntas que o próprio Vaughan tinha sobre a ocupação norte-americana no Iraque. Tentando evitar respostas prontas que pudessem ser enfiadas goela abaixo do leitor, ele encontrou a narrativa ideal em 2003, ao ler a notícia a respeito de quatro leões que fugiram do zoológico de Bagdá após um dos primeiros bombardeios dos aviões ianques. Aqueles enormes felinos, perdidos e confusos, famintos mas finalmente livres, seriam seus protagonistas. 
OS LEÕES DE BAGDÁ é uma parábola, uma bela fábula na melhor tradição de Esopo – mas que, apesar do visual do jovem filhote Ali, não pode em nada ser confundida com O Rei Leão ou demais produções da Disney. Nesta obra, a inspiração mais clara do roteirista é mesmo o clássico A Revolução dos Bichos, de George Orwell. Quando um pássaro anuncia que o céu está caindo, Ali e seus companheiros Zill, Safa e Noor descobrem os caças F-18 singrando os céus da cidade. Os tratadores do zoológico parecem estar misteriosamente abandonando o local, e deixam na cova dos leões uma última e farta refeição. Logo depois, uma bomba explode violentamente, abrindo passagem para o mundo exterior.  
Para onde eles devem ir? Do que vão se alimentar a partir de agora? Que preço terão que pagar pela oportunidade de rugir livremente sem estar por trás das grades? Questionando a verdadeira natureza da liberdade, eles cruzam o caminho de diversos outros animais e trocam experiências sobre a guerra – como no caso de uma tartaruga que sobreviveu às primeiras batalhas no Golfo e que revela um estranho óleo vindo das profundezas da Terra, se espalhando pelo ar e pelo mar enquanto os humanos combatem entre si. Em breve, este bando de reis da selva descobrirá que a cidade deserta é, na verdade, uma realidade muito mais turbulenta e caótica do que as savanas das quais eles se recordam em seus gloriosos tempos de caçada. 
Em 2003, depois de um bombardeio norte-americano na cidade de Bagdá, no Iraque, quatro leões escapam do zoológico local – e, em meio à devastação causada pela guerra, descobrem que existe um alto preço a se pagar pela liberdade.

Inspirado em uma história real, com roteiro de Brian K.Vaughan (Y: O Último Homem, Ex-Machina)
e a deslumbrante arte de Niko Henrichon.

Vencedor do HARVEY AWARDS® 2007 como melhor graphic novel.

O que diz a imprensa sobre a obra:

"Uma história delicada e, ao mesmo tempo, incisiva, em que uma guerra sem sentido serve de cenário para uma fábula sobre a condição humana". - Universo HQ

"Ótima história, inteligente e com ilustrações fantásticas" - Omelete

"Uma das histórias mais carregadas de emoção da carreira de Vaughan, repleta de tramas de ficção científica, sobrenatural e de super-heróis" - The New York Times

"Watchmen. Maus. O Cavaleiro das Trevas. Estas são algumas das graphic novels mais reverenciadas do mundo dos quadrinhos modernos. Agora surge uma nova adição a esta honrosa lista: OS LEÕES DE BAGDÁ" - IGN

"OS LEÕES DE BAGDÁ retorna ao conceito original do selo Vertigo, que vem sendo plenamente abraçado recentemente: é uma história que faz você sentir vertigem (em inglês, vertigo)" - Newsarama

"Inteligente, provocativo e de mexer com o seu coração" - Pop Matters

"Facilmente, um dos melhores exemplares de literatura em quadrinhos que já li e também o melhor gibi que eu li, e provavelmente ainda vou ler, este ano. Talvez até mesmo nesta década" - Aint It Cool News

"Enquanto a história de Brian K.Vaughan é comovente e pungente, é a impressionante arte de Henrichon que leva a trama a um nível muito superior. (…) Se OS LEÕES DE BAGDÁ se tornar uma clássico da arte seqüencial, eu não ficaria surpreso" - Comic Readers

"Um conto tocante sobre como é viver em uma zona de guerra. (...) Com personagens irresistíveis e fáceis de acreditar, mostra que, sem determinação, não pode existir liberdade" - School Library Journal

"Impressionante e emocionante, OS LEÕES DE BAGDÁ permanece em você como um sonho duradouro. Deixe que eles cravem suas presas em você" - Brad Meltzer

terça-feira, 2 de abril de 2013

Satisfeito com seu país e os tributos que ele cobra? Parte I.



Não é preciso ser nenhum economista para concluir que o preço de tudo (TUDO) no Brasil é extremamente abusivo. Alimentação cara, aluguéis pela hora da morte, transporte público caríssimo e ineficiente, educação de ótima qualidade a preço de universidade de primeiro mundo (inclua-se os livros e verá que é mesmo uma despesa alta) e até nossos quadrinhos tem preços elevados. Mas, para ilustrar o quanto somos roubados com esses impostos absurdos e as 1.312.416,79 taxas que minam nosso poder aquisitivo, peço que vejam com atenção a diferença entre os preços dos automóveis usados nos EUA e os que temos aqui. Relembro que um carro popular, hoje, custa em média a módica quantia de R$ 28.000,00 apenas (!?!?).
Mas se mesmo após esse vídeo de terror, você ainda não estiver convencido e revoltado, veja o próximo post e tenha um bom infarto. 
Não deixe de ver a segunda parte deste post...
Franz.
P.S.: há dados mais embasados nesta reportagem do Terra


terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Declare Yourself. A consciência política em prol de uma eleição democrática.


Declare Yourself foi uma campanha nacional, sem fins lucrativos, apartidária, que visava capacitar e incentivar cada cidadão elegível a partir de 18 anos de idade nos Estados Unidos para se registrar e votar nas primárias presidenciais e na eleição presidencial de 2008. O uso de pessoas públicas que fazem parte do cotidiano das pessoas a quem a publicidade era destinada, muitos acabaram por fazer valer seu direito de voto, sua própria voz. 
As imagens dos artistas com a boca selada e uma massiva campanha trouxe ótimos resultados que, futuramente, refletiram na própria campanha de reeleição de Barack Obama. 
Confira as demais fotos...








 SÓ VOCÊ PODE SILENCIAR A SI PRÓPRIO.


quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Twitter e Facebook comprovam: reeleição de Obama é o evento político mais comentado da História.



O advento das redes sociais sempre trouxe impacto e velocidade para tudo que acontece no mundo. Celebridades e até momentos dignos de esquecimento transitam dentro de uma democracia digital indiscutível. 
Atualmente, o twitter e o facebook são grandes destaques entre os usuários dessas redes, mas os "usuários" não se limitam apenas aos mortais. Agora, até personalidades de influência mundial fazem uso dos recursos disponíveis nas redes.

A primeira eleição de Barack Obama foi alicerçada nas campanhas virtuais e nos usuários fiéis a elas. Agora, reeleito, Obama ganhou destaque nos grandes jornais do mundo justamente por ter a notícia e a foto de sua reeleição quebrando recordes de twittes e curtidas no facebook. 
Algumas mídias noticiam que a notícia chegou a quase 328 mil twittes por minuto, logo após a reeleição. Já a foto ganhou mais de 2 milhões e meio de "curtir", além de ser compartilhada mais de 300 mil vezes. Esta participação transformou a reeleição de Barack em um dos eventos políticos mais comentados da História, além de mostrar que o presidente é uma das celebridades de maior destaque, influência e exposição.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Michael Moore lança novo livro.




A Editora Lua de Papel lança neste mês de novembro no Brasil, o novo livro “Adoro problemas – Meio século de história e política americanas passado a limpo” de Michael Moore. Ao longo das 24 histórias, o autor compartilha sua infância e adolescência e deixa claro ao leitor o que passou na sua vida e na cabeça na juventude e os passos que o levaram a se tornar o profissional engajado como é conhecido hoje.
Com prefácio de Walnice Nogueira Galvão, professora Emérita da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, “Adoro problemas” é considerado por críticos americanos como seu melhor livro. 
As histórias mantêm o mesmo tom de humor e cunho político vistos em seus documentários. Não foi sem motivo que o autor é comparado a um tipo de Forrest Gump, que passa pelos principais fatos da história recente, com uma participação curiosa e atuante.
“O fã de Michael Moore que se prepare para a surpresa: uma deliciosa autobiografia, composta por 24 crônicas ou esquetes. Pode tranquilizar-se, todavia. Ele nada perdeu da potência de fogo, e continua indignado. Mestre em desobediência civil, os atuais Indignados mundo afora sabem que contam com ele em suas fileiras”, diz Walnice Nogueira Galvão.
Michael Moore abre sua vida ao longo das páginas e mostra como se forjou a visão de mundo que o tornou o premiado documentarista com “Tiros em Columbine” e “Farenheit 9/11”.

Título: Adoro problemas – Meio século de história e política americanas passado a limpo
Autor: Michael Moore
Formato: 16×23
Páginas: 352
Preço: 34,90

Fonte: Panorama Brasil

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