A ideia de colocar em uma mesma história personagens de universos diferentes faz sucesso há muitos anos.
Com base nessa constatação, a DC e a Hanna-Barbera uniram alguns de seus heróis (e vilões) em crossovers que serão aguardados com curiosidade pelos fãs.
A jogada é interessante por colocar em um mesmo lugar lendas como Jonny Quest, Space Ghost, os Flinststones e os Banana Split com personagens da DC como Gladiador Dourado, Lanterna Verde, Adam Strange e o Esquadrão Suicida.
A iniciativa faz parte da retomada dos principais personagens da Hanna-Barbera que agora dispõem de um título próprio na DC, chamada de Future Quest (Missão Futura, em uma tradução literal). As histórias de Future Quest são, inclusive, crossovers entre os principais heróis da Hanna-Barbera, além de aventuras repaginadas dos Herculóides, Galaxy Trio, Frankenstein Jr, Space Ghost e até da Corrida Maluca.
As imagens divulgadas dos crossovers entre DC e Hanna-Barbera dão indícios de que serão aventuras com um tom mais leve (Flintstones e Gladiador Dourado) e outras com abordagem mais séria como o encontro entre Adam Strange/Jonny Quest e também Space Ghost/Lanterna Verde. A loucura ficará, provavelmente, por conta da reunião da equipe do Esquadrão Suicida com os Banana Split.
As imagens dessas aventuras estarão a seguir, além da apresentação das capas da primeira edição de Future Quest.
Também lançaram aventuras da turma do Scooby-Doo em versões mais radicais e sombrias, chamadas de Scooby Apocalypse.
Resta agora torcer para que essas edições cheguem logo por aqui...
Esquadrão Suicida se passa pouco após a morte do Superman em
“Batman v Superman”. Amanda Waller recruta meta-humanos para compor um grupo
literalmente suicida de agentes. Seus dons são os mais variados, indo desde a
psicose (Arlequina) até o poder sobrenatural (Magia). Mas todos são
extremamente letais.
Waller é a mais fria de todos os vilões. Ela planejou cada
detalhe para tê-los sobre seu comando, ainda que seja uma empreitada perigosa,
imprevisível. Lidar com assassinos é algo potencialmente fatal, mesmo que você
seja um dos assassinos.
“Sabe qual é o problema dos meta-humanos? A parte humana.”
(Amanda Waller)
As cenas do passado de cada vilão ficaram bem interessantes
e evitaram uma abordagem mais longa deles. Uma dessas cenas mostra o romance
entre a Arlequina e o Coringa, com destaque em uma cena idealizada por Alex
Ross. Vejam abaixo e comparem:
Os integrantes do que seria uma Legião do Mal são
manipulados por Amanda que tem, teoricamente, tudo sobre controle. A capacidade de manipulação dela é
surpreendente, revelando uma parcela do mal que ela pode proporcionar. A
reunião de vilões meta-humanos, segundo a própria Amanda Waller, é uma corrida
do ouro. Seres superpoderosos estão sendo reunidos em outros lugares – uma referência
à Liga da Justiça?
Uma pequena reviravolta ocorre por conta do amor. Sim, o bom
e velho amor que já moveu nações e promoveu mortes atua novamente. Dessa vez, o
Coringa entra em cena. Além de alucinado e mortal, ele sabe o poder que o
dinheiro tem. E é com esse poder que ele irá arrumar os subsídios para buscar
sua amada.
O roteiro acelera para apresentar um vilão inesperado e a
agregação de uma vilã já prevista. As cenas passam de forma apressada e dão
pouco tempo ao espectador para compreender o que está ocorrendo. Apesar disso,
é possível perceber que um mal ancestral está entre os humanos.
A retomada da ação mostra a equipe sendo preparada para o
combate. Midway City (?) foi atacada por uma entidade com poderes
incalculáveis, um ser tão antigo quanto a História. O tempo do recrutamento
acabou. É hora de matar para sobreviver.
P.S.: enquanto isso, o Coringa continua articulando a
retomada da mulher que, de certa forma, ama.
Aos muitos trancos e barrancos, o Esquadrão chega a Midway
City. Mortos por toda parte, incêndios e criaturas dispostas a destruí-los. Nessa
ocasião que as habilidades reais de alguns deles são mostradas. Um dos pontos
fortes está no humor da Arlequina e do Capitão Bumerangue.
A função da equipe, inclusive o pessoal de apoio, é resgatar
uma pessoa importante em Midway. Não importa o número de baixas, desde que essa
pessoa seja resgatada. Óbvio que isso provoca no espectador a mesma sensação
ruim de O Soldado Ryan, guardadas as devidas proporções, óbvio.
Mais do que um simples filme de heróis (???), Esquadrão
Suicida serve para refletirmos sobre o lado humano de pessoas mergulhadas na
escuridão. Por mais “fodão” que alguém queira se mostrar, sempre haverá algo
que o emociona, algo que ele ama e o mantém, bem ou mal, incluído na categoria ‘ser
humano’. É justamente nesse ponto que o diretor e roteirista David Ayer encontrou um
ponto de apoio para dar consistência à trama.
O que decepcionou alguns fãs?
As expectativas foram enormes em parte pelo tom humorado, o uso de vilões como protagonistas, a presença de Will Smith, mas, sobretudo, por causa dos trailers memoráveis. Quer um exemplo?
Eu gostei demais do filme. Há humor, Will encaixou muito bem no papel de Deadshot, o Coringa teve uma presença rápida (não é um filme do Batman, lembram-se?), porém sempre alucinada, além das caracterizações ótimas dos personagens e, inclusive, a busca de um aprofundamento psicológico das motivações e nuances das personalidades deles.
Eu recomendo Esquadrão Suicida como um bom filme baseado nos quadrinhos. É um começo decente e louvável para algo que muitos de nós jamais veríamos se não fosse a coragem da DC de montar uma história assim. Tal como ocorreu com o primeiro Thor, da Marvel, Esquadrão teve suas lacunas, talvez motivadas pelo pouco tempo do filme. Uma versão estendida será muito bem recebida pelos fãs.
A trilha sonora é impecável e a simples presença de Zack Snyder como produtor executivo já era uma garantia de material, no mínimo, condizente.
Um outro detalhe que não pode passar: vocês vão odiar a Amanda Waller interpretada por Viola Davis.
Enfim, após mais de duas horas de filme, posso afirmar que há futuro na franquia. Todos os atores se esforçaram para incorporar os traumas e a maldade por trás de cada vilão. O mesmo ocorreu com o elenco que interpretou os chamados "normais".
E se você queria mais do Coringa, algo cobrado demais pelos fãs extremistas, pode ficar tranquilo. É certo que teremos outro Esquadrão Suicida, assim como em breve teremos o filme solo do Batman. E é claro que o senhor C. estará lá.
Críticas ao filme? Sim, sempre haverá. Eu, contudo, prefiro apontar o lado promissor e coerente de uma empreitada corajosa. Que as portas do Arkham sejam abertas!
Cena excluída na versão para o cinema
P.S.: muitas cenas dos trailers não foram incluídas no filme. Os motivos? Um deles é justamente o fator 'perda de impacto' com tanta coisa revelada neles. Um exemplo? Capitão América - Guerra Civil, cujos trailers quase entregaram todos os melhores momentos. Tenham paciência e aguardem a versão completa em Blu-ray, não irão se arrepender.
Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo. Fonte das imagens: Nerdist. DC universe: the exhibit é o nome de uma nova atração nos estúdios da Warner Bros. A atração é composta por uniformes completos do Batman, Superman e Mulher-Maravilha, além de cenários do filme Batman vs Superman: a origem da justiça e Esquadrão Suicida. Revistas originais raras como as Superman #1 e Batman #1 também estão dispostas para o público. Alguns personagens estão ausentes (principalmente os da Liga da Justiça), mas a exposição tem previsão de se expandir, abrangendo todo o universo cinematográfico da DC. Algumas das peças estavam presentes na última Comic Con Experience (CCXP) em São Paulo. Vejam as imagens e, caso possam, desfrutem desse passeio 100% nerd.
“O trato é o seguinte. Vocês vão a um lugar muito ruim. Para
fazer algo que vai matar vocês.”
Sete Bravo Detainee... esta é a idetificação nos uniformes dos presidiários que formarão o Esquadrão Suicida.
Aparentemente todos os detentos estão no mesmo bloco de
contenção. A ficha do pistoleiro revela que ele e os outros estão na prisão para meta-humanos chamada Belle Reve (Belos sonhos, em francês).
O trailer revela uma Arlequina que lê romances do tipo Nicholas Sparks,
um Pistoleiro solitário e reflexivo, o alucinado Capitão Bumerangue e El Diablo.
O recrutamento é feito de forma abrupta, algo do gênero “vocês
não têm opção...”. Afinal, Amanda Waller quer resultados imediatos...
Há a passagem onde, além de descreverem alguns dos
personagens, também mostram a reunião deles em um pátio lotado de soldados
fortemente armados. A loucura da Arlequina é latente, mas muito engraçada.
As cenas seguintes mostram um lugar devastado por algo bem
poderoso, principalmente se levarmos em conta os estragos. Não há
indícios de destruição por armas (ao menos criadas pelo homem), mas sim a
presença de uma criatura que possa combater os mercenários e a equipe do
Esquadrão sozinha.
Detalhe para Bohemian Rhapsody, música do Queen que foi encaixada à perfeição em
cada uma das cenas de todo o trailer.
A interação entre os personagens mostra que há afinidades e
intrigas. Amarra e o Bumerangue aparentam ter uma boa relação, assim como Rick
Flagg e o Pistoleiro. Claro que estamos falando de criaturas com sérias dificuldades de convívio com outras pessoas...
Há cenas de combate bem rápidas, cujas revelações são
ínfimas.
Novamente é possível perceber que a Arlequina será um
destaque, tal é o carisma quando surge na tela.
O Coringa surge em novas cenas, mas com pouco a revelar,
exceto que a presença das tatuagens é uma realidade e uma gangue ao seu serviço. Uma breve passagem mostra
que veremos a origem da Arlequina (diretamente ligada ao Coringa) e o passado
de alguns integrantes do Esquadrão.
Contudo, uma coisa é muito óbvia nos dois trailers já
divulgados: o Esquadrão Suicida não será uma equipe de vilões que pode ser
derrotada pelo Batman sozinho. Eles são violentos, motivados pela loucura,
ambição e outros fatores, guerreiros e assassinos que provocariam pesadelos nos
Jovens Titãs. A violência do Capitão Bumerangue, por exemplo, destoa demais do
personagem dos quadrinhos, cuja imbecilidade o transformava em piada. O Coringa
é um matador nato e sem remorsos. A Arlequina é tão louca quanto o Coringa.
Outra revelação interessante é o nome da cidade devastada
por aquilo que o Esquadrão caça: Midway City. Já a presença de um ser que é capaz
de partir o metrô em alta velocidade ao meio é bem legal, principalmente por
aparentar ser uma espécie de simbionte similar ao Venom da Marvel (pelo menos é
o que as cenas levam o espectador a concluir).
Enfim, que este filme seja, junto com Batman vs Superman, a confirmação de que a DC está mesmo disposta a competir em igualdade com a Marvel nos cinemas...
A DC está muito atrás da Marvel em termos de filmes. Mesmo com a trilogia do Batman de Nolan e Man of Steel, ainda há muito para ser feito até chegar ao mesmo patamar das produções Marvel e Sony (detentoras dos direitos das franquias Marvel).
Mas o tempo é um mestre que ensina. Com algumas quedas no currículo (Superman, o retorno - Lanterna Verde) e os sucessos já citados acima, restou a retomada do caminho correto. E isso está ocorrendo neste exato momento.
As produções de Batman v Superman: dawn of justice e Esquadrão Suicida mostram que o rumo foi traçado e com seriedade.
Mas o destaque agora é para a equipe de supervilões. O Esquadrão Suicida teve seu trailer oficial lançado na Comic Con com uma recepção estrondosa pelos presentes ao evento. O que faltava era divulgar este trailer ao público geral e isso, finalmente, ocorreu.
Agora, curtam uma análise do que esse trailer mostrou e o que poderá vir desse novo sucesso (duvidam?).
O início do trailer mostra militares reunidos com uma mulher poderosa, Amanda Waller. A conversa entre eles detalha o local onde um grupo de vilões altamente perigosos está encarcerado. O diálogo sugere que eles são uma ferramenta a ser usada e, caso algo dê errado, descartada sem que o governo seja ligado às ações do grupo.
Amanda insinua que a aparição do Superman esteja ligada ao "despertar" desses vilões, o que demonstra a preocupação da DC em interligar suas produções. Ela também reforça que suas "habilidades" estão além daquelas que um ser humano normal tem.
As cenas seguintes reforçam a periculosidade e o isolamento dos vilões ao som I Started a Joke, além de mostrá-los em ação. Cada passagem reforça o mal escondido nos vilões.
Will Smith surge como o responsável pelo nome do grupo e também ironiza a importância deles: "Vamos salvar o mundo".
Laços familiares de alguns dos anti-heróis aparecem em curtas cenas, fato que pode significar um aprofundamento das motivações e emoções dos personagens e uma maior seriedade no filme, o que contraria a tendência dos filmes "engraçadinhos" onde a profusão de piadas pode até atrapalhar a ação e a tensão que a produção pede.
Esquadrão Suicida não pode ser um filme lotado de piadas como ocorre em Vingadores, por exemplo. O filme abordará uma equipe de assassinos incontroláveis e insanos. Mesmo ao lado do governo, suas índoles ainda são as piores, o que torna impraticável a presença de humor em altas doses.
Dando sequência, o caos na cidade é mostrado através de ataques de gangues, incluindo um atirador fantasiado com uma máscara do Batman. O avanço da equipe de vilões é orquestrado por Deadshot que, aparentemente, será o líder do Esquadrão.
Seguem-se flashs onde a tensão impera, mas é óbvio o destaque para Arlequina e sua insanidade.
O que é visto a seguir surpreende, pois um carro esportivo rosa em alta velocidade tem em seu teto o... Batman.
Mais ação e loucura são mostradas em cenas impactantes.
E eis que surge o Coringa. Magro, tatuado, insano e torturador. O mal encarnado e ensandecido.
Que venha 2016! O Esquadrão Suicida é uma das maiores promessas para os fãs de quadrinhos e cinema no próximo ano.
O diretor David Ayer divulgou através do twitter as imagens do cast de Esquadrão Suicida (Suicide Squad). A foto mostra todos os integrantes do grupo, exceto o Coringa que será interpretado por Jared Leto. A imagem do Coringa está no final do post.
Aposta tão grande quanto o próprio Batman v Superman: dawn of justice, Esquadrão Suicida contará com um elenco fantástico.
A foto abaixo mostra os integrantes em seus uniformes.
Da esquerda para a direita: Amarra (Adam Beach), Capitão Bumerangue (Jai Courtney), Magia (Cara Delevingne), Katana (Karen Fukuhara), Rick Flagg (Joel Kinnaman), Harley Quinn, a Arlequina (Margot Robbie), Pistoleiro (Will Smith), Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje) e El Diablo (Jay Hernandez). Como citado, apenas o Coringa (Jared Leto) está fora desta primeira imagem oficial dos vilões em seus uniformes.
O que pude observar foi a fidelidade aos personagens, principalmente na caracterização. Outro ponto importante é a revitalização dos filmes da DC que, de longa data, perdem em impacto e em quantidade para os filmes da Marvel.
Com a chegada de Batman v Superman e também de Esquadrão Suicida, os fãs da DC (e do cinema) esperam que a competição fique mais honesta. Afinal, quem não quer ver os heróis e vilões da DC finalmente representados de forma condizente, principalmente nas telas?
As expectativas aumentaram muito com essas imagens...