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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Pôsteres exclusivos de "The Hobbit" para os filmes em IMAX.


"O Hobbit, uma jornada inesperada", a primeira parte da trilogia inspirada na obra de J.R.R. Tolkien, terá nas salas de exibição do filme em IMAX uma boa surpresa para os fãs: 4 pôsteres exclusivos para os que assistirão ao filme. Nos EUA a seção da meia-noite será abrilhantada pela distribuição desses pôsteres aos fãs que prestigiarão o lançamento. O longa metragem estreia nessa sexta-feira, 14 de dezembro, em circuito nacional, porém são poucas as salas com a tecnologia IMAX no Brasil.




 

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Oz, imagens da nova produção da Disney, dirigida por Sam Raimi.



Da reunião dos produtores de Alice no país das maravilhas com o diretor Sam Raimi (Homem-Aranha, a trilogia), surge um novo empreendimento da Disney. "Oz, o grande e poderoso" (título traduzido ao pé da letra) traz atores como James Franco, Mila Kunis, Rachel Weisz e outros. 
Esteticamente, as imagens lembram muito as de "Alice", extremamente coloridas, mas pouco ainda há para se dizer. A sinopse oficial do filme relata o seguinte:
"Oz O Grande e Poderoso", dirigido por Sam Raimi, é uma produção dos estúdios Disney e busca imaginar as origens do amado autor L. Frank Baum, responsável pelo clássico da literatura "O Mágico de Oz". Quando Diggs Oscar (James Franco), um mágico de circo com ética duvidososa, é arremessado longe do Kansas empoeirado à Terra vibrante de Oz, ele acha que tirou a sorte grande, que terá fama e fortuna para si com a descoberta, até que ele encontra três bruxas, Theodora (Mila Kunis), Evanora (Rachel Weisz) e Glinda (Michelle Williams), que não estão convencidas de que ele é o grande mago esperado por todos. Relutantemente arrastado para os problemas épicos que enfrentam a Terra de Oz e seus habitantes, Oscar deve descobrir quem é bom e quem é mau, antes que seja tarde demais. Colocando suas artes mágicas para usar através da ilusão, ingenuidade e até um pouco de magia, Oscar se transforma não só para o Assistente do grande e poderoso mágico de Oz, mas em um homem melhor também.

     "Oz O Grande e Poderoso" é produzido por Joe Roth e escrito por Mitchell Kapner e David Lindsay-Abaire. A previsão de estreia nos cinemas dos EUA está para o dia 08 de março de 2013.


Abaixo, o trailer oficial em HD e o Pôster...

 



segunda-feira, 7 de maio de 2012

"Os Vingadores" já arrecadou mais de 1 Bilhão de reais em todo o mundo



A força dos super-heróis da Marvel está em alta. Depois de um final de semana espetacular em 39 países, entre 27, 28 e 29 de abril, o filme “Os vingadores” se tornou a maior estreia da história dos EUA, onde chegou às telonas no dia 4 de maio. O filme faturou US$ 200,3 milhões, o equivalente a R$ 385 milhões, em três dias e superou o último filme da série Harry Potter, de 2011, que havia somado US$ 169,2 milhões, cerca de R$ 324 milhões em valores atuais. Em todo o mundo, o faturamento já supera R$ 1 bilhão. As informações são do site Comingsoon.com.
No primeiro dia de exibição, foram nada menos que US$ 80,5 milhões (R$ 154 milhões) arrecadados, segundo estimativas da Walt Disney Pictures, proprietária da Marvel. O sábado seguinte à estreia foi o melhor já obtido por um filme, com faturamento de US$ 69,7 milhões (R$ 133 milhões).

Em todo o mundo, a história do Hulk, Thor, Capitão América, Homem de Ferro, Gavião Arqueiro e Viúva Negra já soma US$ 641,8 milhões, valor superior a R$ 1,2 bilhão. Como filme custou “apenas” US$ 220 milhões, descontados os gastos com publicidade, o lucro dos estúdios Disney já está garantido.
No Brasil, o filme também é recordista e foi visto por R$ 1,5 milhão no fim de semana de estreia, no final de abril. A arrecadação foi de mais de US$ 11,3 milhões.

Confira abaixo a lista das cinco maiores estreias do cinema americano:
1 - Os Vingadores (2012) – US$ 200,3 milhões
2 - Harry Potter e as Relíquias da Morte (2011) – Parte 2 – US$ 169,1 milhões
3 - Batman – O Cavaleiro das Trevas (2008) – US$ 158,4 milhões
4 - Jogos Vorazes (2012) – US$ 152,5 milhões
5 - Homem-Aranha 3 (2007) – US$ 151,1 milhões

Fonte: Extra

quarta-feira, 21 de março de 2012

Análise de "Jogos Vorazes" indica divergências entre livro e filme


Por: Cauê Muraro

Passado no futuro, 'novo Harry Potter' mistura mitologia e reality show.
Adaptação do livro infanto-juvenil de Suzanne Collins estreia no dia 23.

O divórcio entre o filme “Jogos vorazes” e o best-seller homônimo que lhe serve de inspiração acontece logo na cena inicial do primeiro. Num estúdio de tevê futurista, avistamos dois homens, de traje e aparência extravagantes, conversando sobre a competição que virá. O que acompanhamos na tela, assim, se passa distante dos olhos da protagonista, e este é um dado fundamental: a versão literária era narrada todo o tempo pela personagem central, e ao leitor só era dado ver aquilo que ela enxergava e contava.
Mas isso não significa que a tônica desta adaptação cinematográfica será a do atrevimento. As ousadias serão raras ao longo da projeção, e a reconciliação entre uma obra e outra não tarda, a ponto de a “fidelidade” do longa ao material de origem ser talvez seu traço mais marcante. Com estreia agendada para o dia 23, o filme conforta-se em ilustrar com imagens em movimento o conteúdo das páginas, com direito a liberdades escassas. A opção, por si só, não implica um equívoco. Mas ilustrar difere de simplificar. A literatura de Suzanne Collins é trivial – ainda que seja atraente e tenha estofo –, só que resulta mais contundente que as sequências oferecidas pelo diretor Gary Ross.
Foi no final de 2008 que Suzanne Collins lançou seu “Jogos vorazes”, episódio inaugural de uma trilogia de inegável apelo, sobretudo entre o público infanto-juvenil. O que se propõe é um enredo que agrega mitologia, reality show, guerras, história e comentário político (regimes totalitários, em suma). A ação tem lugar numa América do Norte de um futuro pós-apocalíptico. Nessa nação, batizada Panem, acontece um torneio anual de que participam 24 adolescentes, com idade entre 12 e 18 anos – ganha quem restar vivo, e tudo é transmitido pela tevê. A seleção dos gladiadores se dá por sorteio, e a absoluta maioria dos elegíveis, por razões óbvias, vê com temor a ideia da convocação.
Por vias tortas, Katniss Everdeen (no filme, vivida por Jennifer Lawrence), a protagonista, acaba sendo chamada à 74ª edição dos Jogos Vorazes. É esta a narradora: uma menina pobre de 16 anos que, uma vez órfã de pai, assume o papel de arrimo da família. Ela se garante graças às habilidades com o arco e flecha.
A narrativa de Suzanne Collins poderia ser descrita como direta, franca. Ou carente de recursos. Fato é que ela usa a seu favor a ausência de artifícios. Para garantir o interesse e a atenção, privilegia o conteúdo oferecido, em vez da forma. O tempo verbal é o presente, praticamente sem recuos ao passado nem subtramas, e o objetivo é provocar suspense e fazer o leitor partilhar dos dramas que Katniss vai conhecendo. Há a desconfiança com relação aos companheiros de batalha, a necessidade involuntária de exterminá-los, as questões amorosas. E a probabilidade de encontrar a morte, ocorrência frequente na história.
Como também é no filme, e o potencial de repulsa agora é, em teoria, maior: existe um risco mínimo na proposta de mostrar adolescentes assassinando uns aos outros, seja por falta de opção ou por crueldade. Gary Ross, o diretor, acerta ao não tornar o sangue um fetiche. Ou ao menos não apela, na medida em que os embates, embora violentos, não se apresentam em detalhes escatológicos. Na arena, morre-se, e morre-se com brutalidade. Nada de levar plateia às náuseas, entretanto: o alvo é o sentimento de quem assiste, e não propriamente o estômago.
Mas Ross acerta mais – e aparentemente com aval de Suzanne Collins, coautora do roteiro – quando atribui novidades à obra. Quando insere na trama elementos que não estavam no livro, o que acontece não mais que meia dúzia de vezes. O desfecho do controlador da competição, papel de Wes Bentley, é um exemplo. O furor despertado pela morte de uma das pessoas mais próximas a Katniss, outro. Nenhum dos dois supera, porém, o discurso final do mais perigoso dos jovens gladiadores. Aquilo talvez faça o filme gerar uma comoção da qual o livro apenas chega perto.

O “Jogos vorazes” do cinema não é desprovido de valores básicos de produção. Ross não filma com descuido, sua câmera trepidante é, ou parece ser, proposital. Os efeitos visuais funcionam, na maioria das vezes. O elenco secundário é digno de nota, com nomes como Donald Sutherland (o tirano da república), Stanley Tucci (o apresentador do programa), Woody Harrelson (o tutor de Katniss e de Peeta, parceiro dela) e Elizabeth Banks(mestre de cerimônia do sorteio). E os novatos, a começar por Jennifer Lawrence (indicada ao Oscar em 2011, por “Inverno da alma”), cumprem com o dever – Peeta foi entregue ao ator Josh Hutcherson, e a outra ponta do triângulo fica com Liam Hemsworth. Mas o uso que se faz desses elementos desemboca num produto aquém da possibilidade aparente.
Os afetados cenários futuristas da capital de Panem são clichês. E os coadjuvantes citados, com exceção de Sutherland, cedem à facilidade de compor nada além de caricaturas, que servem mais à diversão própria e rasa do que aos respiros de humor. Salva-se, inesperadamente, a discrição de Lenny Kravitz (o estilista de Katniss), de quem pouco se poderia cobrar.
A determinação de “Jogos vorazes”, tudo indica, era respeitar sua fonte, e não se pode culpar o filme por ele não ser o que sequer pretendeu ser. Mas, no cômputo final, restarão poucas sequências na memória do espectador – neste particular, o livro é mais bem-sucedido. O detalhe essencial é que o cinema depende fundamentalmente de imagens, e não de diálogos comoventes reproduzidos com fidelidade e empenho.

Fonte: G1


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