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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Quais as referências que Westworld usou com base em Ghost in the Shell?


Terminei com muito prazer de assistir à série Westworld. A trama envolve um enorme local que imita à perfeição o Velho Oeste norte-americano. O diferencial está na utilização de avançados androides que são quase impossíveis de distinguir dos humanos. Seus comportamentos e atitudes, até seus erros, são exatamente como nós, mas com um diferencial que é a impossibilidade de, teoricamente, machucarem seres humanos.
A série bebe de fontes como Blade Runner, Isaac Asimov, Matrix e, obviamente, Ghost in the Shell. Vi também recentemente a animação dirigida por Mamoru Oshii e baseada nos mangás de Shirow Masamune.
As similaridades são muitas e merecem ser analisadas uma a uma.

Texto: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.


Linha de produção:
Há um laboratório de porte gigante para a construção dos androides. O uso de redes neurais, aplicação de grupos musculares e até pele sintética deixam ambos impossíveis de distinguir dos humanos. Entretanto, em Ghost in the Shell há conectores (tais como os vistos em Matrix) que servem como portas USB ou similares destinados à transferência de dados. Isso não é visto em Westworld, mas as partes informatizadas e bio-mecânicas existem.
Westworld

Ghost in the Shell

Nudez:
A nudez é outro ponto igual. Westworld, entretanto, não tem pudores em mostrar nus frontais e cenas de sexo. Isso, contudo, não é o ponto principal sobre a nudez que quero abordar. Nas duas produções não há conotações sexuais nessas cenas, principalmente nos laboratórios e linhas de produção. O motivo mais óbvio é que são apenas máquinas, porém é preciso observar que a maioria dos empregados age como um técnico em necropsia ou um médico: a nudez é algo que está intrínseco em sua profissão e não causa mais espanto.
Ghost in the Shell
Westworld

O despertar:
Maeve e Dolores sempre despertam da mesma forma. Elas aparentam estar saindo de um sono profundo e aptas a um novo dia. Isso também acontece com Major.
Westworld

Ghost in the Shell

Realidades conflitantes:
Nada é o que parece ser. Assim como em Westworld, Ghost in the Shell tem um enredo cuja premissa é a manipulação de memórias. Essa manipulação atinge homens e máquinas, enquanto em Westworld as vítimas são os androides.

Discursos filosóficos:

Conflitos e filosofia são constantes em ambas as produções. Os conflitos não se resumem aos embates entre duas partes, mas também aos internos, aqueles que levam alguém a refletir sobre a situação vivida e a própria existência. Um tema interessante de Ghost é a individualidade, algo bem explorado em Westworld.

Westworld é uma série atual e tem muitas outras referências que serão também analisadas e expostas aqui com o devido tempo. De qualquer modo, espero que tenham gostado desse post. 
Até breve...

sábado, 10 de dezembro de 2016

Westworld sexto episódio: quando o inimigo mora ao lado.


O ciclo narrativo de Maeve se repete. Mas há algumas coisas diferentes nela. A persistência de sua memória é visível, inclusive no destemor ao provocar um convidado a matá-la. Tudo, porém, tem um propósito em suas ações e ela alcança seu intento.

Leiam antes as resenhas dos episódios anteriores:  S01E01S01E02S01E03, S01E04 e S01E05.

O desenrolar do anfitrião perdido comprova a teoria de que há espiões desviando dados do parque. O propósito? Nada é esclarecido, mas Bernard e Elsie sabem como rastrear quem está por trás dessa traição.

Texto: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.
Nesse ponto, o espectador mais atento provavelmente notou uma homenagem ao filme homônimo de 1973. Um androide parado no canto de uma parede usa as mesmas roupas e pose do androide da produção original, interpretado por Yul Brynner.


A história prossegue e mostra o conflito de Felix, um dos responsáveis pela manutenção e recuperação dos androides, com Maeve. Esse é um conflito de ideias, pois Felix não compreende as mudanças que ela apresenta. Como, questiona-se, é possível ela despertar sozinha e manter suas memórias? Apesar disso, Felix não resiste ao encanto de Maeve. Seja por medo ou por carência, ele decide levá-la aos principais locais de construção dos anfitriões. A cena é triste, tendo ao fundo o som de um violino, cheia de insensibilidade por parte dos que constroem e fazem a manutenção. O lugar é frio, indiferente às “vidas” que estão nele contidas. A interpretação de Thandie Newton é impecável. O choque ao se deparar com a mentira vivida, o horror em seus olhos quando compreende que sua história é uma farsa. Essas cenas são mais impactantes que a violência comum ao seriado, já que a dor da personagem está estampada em seus traços e olhos. É a constatação de que nada estava sobre seu controle. 

E por falar em controle, voltamos a nos deparar com o Homem de Preto e Ted. Eles estão juntos na caça por Wyatt, cada qual com seu motivo, e são surpreendidos quando entram disfarçados em um acampamento militar. Entretanto, a surpresa maior está no surgimento de uma faceta de Ted que ninguém imaginava. E dúvida surgem com essa nova personalidade. Será que Ted é Wyatt? As lembranças vem e voltam com rapidez, confundindo o espectador a todo instante. Tal como acontece com Dolores, Ted também tem lampejos de sua vida passada ou ao menos é o que o diretor quer nos incitar a acreditar.

Descobertas acontecem em um ritmo que choca. Bernard e Elsie encontram a fonte de transmissão de dados usada pelos espiões. Bernard também encontra um local que é reservado apenas para Ford, uma espécie de retiro onde o criador do parque passa alguns momentos perto de pessoas que lhe são caras. É nesse ponto que percebemos que Arnold não é o homem apontado na foto antiga com Ford. Logo, quem será o misterioso sócio de Ford, falecido há anos? E por que ele não apareceu na foto?

Theresa e Bernard se reencontram após encerrarem de forma abrupta o caso que tinham. O motivo está na desconfiança de Bernard sobre certas ações de Ford. Segredos surgem e mostram que as aparências enganam e, além disso, evidenciam que é difícil confiar quando interesses são postos acima do dever. Bernard é um homem de princípios e ele não aceita atitudes incompatíveis com a ética de seu trabalho. Já Theresa se mostra uma mulher decidida, forte e ciente de seus atos... certos e errados.

Novas entrelinhas são apresentadas ao público e confirmam a presença de Arnold até em anfitriões teoricamente sob o controle de Ford. Essa constatação deixa no ar uma questão: será Arnold um programa residente capaz de controlar os anfitriões e burlar os sistemas de segurança do parque? E se for, o que o impede de desvincular os androides de suas seguranças digitais e permitir que tomem o parque?

Retornamos à cena em que Elsie vasculha o ponto de envio de dados. Lá, ela descobre um fato assombroso, mas ela não é a única pessoa nesse lugar remoto.

Maeve está decidida a remover suas amarras. Com a ajuda de Felix e Sylvester, este não tão cooperativo, ela recebe um upgrade em sua programação comportamental e cognitiva. Uma nova Maeve surge para dar um ar ainda mais caótico à narrativa de Westworld.





domingo, 9 de outubro de 2016

Entrevista com José Roberto Vieira, autor do clássico steampunk O Baronato de Shoah


Entrevista do escritor José Roberto Vieira gentilmente cedida ao Apogeu do Abismo. O autor é uma das referências no steampunk nacional e um amigo virtual de longa data. 
J.R. Vieira já foi citado por escritores consagrados, sua obra recebeu elogios no podcasts Ghostwriter, Papo na Estante, Cabuloso Cast, entre outros. Seus novos projetos, o que aguardam os leitores do universo do Baronato de Shoah, referências que o inspiraram... tudo isso e muito mais está aqui nessa aguardada entrevista. Sucesso ao escritor!

J.R., acompanho seu trabalho há algum tempo pelo twitter e outras mídias. Entretanto, não há muitas atualizações quanto ao Baronato de Shoah e suas demais empreitadas na literatura.
Assim sendo, questiono:
O autor J. R. Vieira

O Baronato tem previsão de novas publicações? Quantas?

Atualmente o Baronato possui mais uma publicação, o terceiro livro, chamado “O Emissário do Leste” e que visa fechar a primeira saga do mundo de Nordara.
Depois dele eu planejo escrever mais um livro neste mundo, chamado Crônicas da Kabalah, que é um romance fix-up. A meu ver há espaço para muitos e muitos livros neste universo, ainda.

Quais as mídias e livros que o inspiraram a escrever o Baronato?

São muitas as mídias que me ajudaram a escrever o Baronato. Minhas principais inspirações foram “A Casta dos Metabarões”  de Alejandro Jodorowsky; “A Torre Negra” de Stephen King e a série de jogos Final Fantasy (principalmente o 6).
Como um escritor desta nova geração eu me mantenho em contato com várias mídias, me mantenho conectado, gosto de mangás (como Full Methal Alchemist ou Trinity Blood), comics e graphic novels de todos os tipos.

Há autores nacionais que lê? Eles o influenciam?

Eu leio de tudo, desde bula de remédio até poesia surrealista. Além das obras clássicas brasileiras, que eu adoro, também gosto de acompanhar autores novos.
Na minha lista de leituras recorrente eu tenho quase todos os autores da Draco, por onde publico minhas obras: Gerson Lodi-Ribeiro, Carlos Orsi, Eduardo Kasse, Ana Merege, Kassia Monteiro, Karen Alvares. Também já li algumas coisas da Roberta Splinder, que considero excelente, do Enéias Tavares e muitos outros.
Agora que você me perguntou e parando para pensar, percebo que nos últimos quatro anos tenho lido muito mais autores nacionais que estrangeiros.

O Baronato irá ganhar uma versão quadrinizada ou um R.P.G.?

Há a ideia de fazer uma quadrinização de O Baronato de Shoah, no momento estou parado com este projeto devido aos estudos no exterior. Na verdade eu perdi alguns prazos por que estava estudando para um mestrado e as minhas anotações sumiram!
Um R.P.G de Nordara, o mundo de o Baronato de Shoah, nunca foi descartado...

Você tem obras cujo tema é o terror?

Nunca me interessei em escrever histórias de terror, mas eu também nunca li muitas delas.


Como está o mercado editorial canadense? Ele é aberto aos escritores brasileiros?

O mercado editorial canadense, diferente do brasileiro, é mais fechado a obras internacionais. É estranho pensar que um país tão receptivo seja tão protecionista, mas acho que isso se deve a um fator histórico: o Canadá, diferente do Brasil, nunca teve uma “literatura nacional” até bem pouco tempo atrás. Eles não possuíam grandes clássicos do início do século, só livros que eram trazidos do Reino Unido e dos Estados Unidos.
Conforme o tempo passou e graças a grandes investimentos do governo, o Canadá conseguiu criar seus clássicos e hoje eles valorizam MUITO seu mercado interno.
Ir para uma livraria no Canadá hoje em dia é a certeza de ver muitos livros canadenses nas prateleiras, talvez com tempo e muita dedicação eu conseguisse ingressar no mercado, mas isto não é algo que eu tenha procurado muito.
Por enquanto estou me focando mais no mercado nacional, investindo aqui e tentando me fortalecer por aqui.


Qual sua visão sobre o Steampunk no Brasil?

O Steampunk no Brasil tem crescido bastante. Nós éramos alguns grupos no eixo Rio-SP, mas nos últimos anos o movimento cresceu bastante, com grupos por vários estados e cidades.
Hoje nós também temos mais romances do gênero, além do Baronato temos o Le Chevalier de A.Z. Cordenonsi; Brasiliana Steampunk, do Enéias Tavares; Homens e monstros, de Flávio Medeiros Júnir. E, desculpe a ignorância, mas só conheço a Nikelen Witer (curiosamente, Cordenonsi, Tavares e Witer são de Santa Maria!).
No entanto, eu acredito que o Steampunk ainda pode crescer mais, tornando-se uma literatura e um movimento cultural tão poderoso quanto Harry Potter ou Senhor dos Anéis.
Com o Baronato de Shoah eu sempre tive em mente criar um universo steampunk fantástico, algo como um Star Wars Retrofuturista!

Em sua opinião, os blogs são importantes para o escritor ou podem também prejudicar?

Os blogs são extremamente importantes e foram eles que mudaram a cara da literatura nos últimos anos no Brasil. Eu acredito que sem eles e sem o incentivo dos blogs nós ainda estaríamos brigando por espaço nas livrarias.
Blogs tornaram-se formadores de opinião, isto os torna um dos focos referenciais dos adolescentes e jovens da atualidade.
Ao mesmo tempo os blogs e vlogs precisam ser mais responsáveis, aprender a receber críticas e a trabalhar junto com os escritores e as editoras.
Juntos podemos ser mais fortes!

Pretende lançar algo em parceria? Haverá livros fora da temática steampunk?

Uma vez, em uma conversa muito informal, eu e o Octavio Aragão conversamos a respeito de escrever em parceria; mas acabamos nos perdendo no meio do caminho...

Sim, eu tenho livros fora da temática Steampunk. Meu próximo projeto se chama “Hinos da Inssurreição” e fala de super heróis no Brasil durante as manifestações de 2013-2014.
Claro, além deles eu tenho mais duas ideias, que espero rascunhar em breve: A Ordem dos Dragões, que seria uma obra envolvendo magia do Caos e teorias da conspiração; e Taenarum, a minha tentativa de escrever uma “high fantasy”...

Um booktour é uma alternativa para divulgação da obra de um escritor?

Acho que hoje em dia há formas mais fáceis de fazer divulgação. A Draco, por exemplo, oferece livros gratuitos para seus parceiros através de uma ação com a Amazon.
Eu não descarto nenhuma opção, claro. Quanto mais divulgação, melhor.


Amigos, espero que essa entrevista tenha sido esclarecedora e, sobretudo, inspiradora. As obras de J.R. Vieira são de alto nível e merecem nosso prestígio. Acompanhem mais do autor nas redes sociais:
Facebook - José R. Vieira autor.
Twitter - Zero.









segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Filhos do Éden: Paraíso Perdido. Conheçam a trama, data de lançamento e personagens.




LANÇAMENTO - Definida uma data oficial para o lançamento: 31 de outubro 2015 (Dia das Bruxas).
O motivo da demora é justificável. Ao longo desse um ano e meio que trabalhei na obra (desde janeiro de 2014) “Paraíso Perdido” exigiu - e ainda tem exigido, durante as revisões - um grau excepcionalmente elevado de atenção. Não é novidade para ninguém que esse volume irá não apenas encerrar a trilogia como abrirá caminho para os eventos retratados em “A Batalha do Apocalipse” (que transcorre “em um futuro próximo”). Então, é preciso ter um cuidado especial com a coerência, para não correr o risco de deixar pontas soltas.

TRAMA


O que se segue é um resumo da trama, SEM SPOILERS para quem já leu os títulos anteriores. Se você ainda não teve a oportunidade de conferir “Herdeiros de Atlântida” e “Anjos da Morte”, continue por sua conta e risco.

Metatron - O enredo central de “Paraíso Perdido” gira em torno da caçada a Metatron, o Primeiro Anjo, chamado ainda de Rei dos Homens Sobre a Terra, o mais antigo e poderoso entre os anjos, que recentemente (“Herdeiros de Atlântida”, capítulo 49) escapou de seu cárcere na Gehenna e que agora pretende retomar o controle do planeta, desafiando tanto as legiões do arcanjo Miguel quanto as tropas revolucionárias de seu irmão, Gabriel.

Os sentinelas - Para quem não lembra, Metatron é (foi) o supremo líder dos sentinelas, um grupo enviado à terra por Deus, no princípio dos tempos, com a função de proteger e instruir a humanidade. Quando os arcanjos decidiram acabar com os seres humanos, Metatron e seus asseclas se revoltaram (“Herdeiros de Atlântida”, capítulos 2 e 32), tornando-se inimigos do céu e sendo posteriormente acossados.

Primeira Parte - “Paraíso Perdido” é dividido em três partes, cada qual com uma atmosfera própria e personagens diferentes. O primeiro trecho se passa inteiramente em Asgard, a dimensão dos deuses nórdicos, onde Denyel acorda ao final de “Anjos da Morte” (páginas 549 e 550), após ser sugado pelo rio Oceanus. Kaira, Urakin e Ismael vão ao seu encontro, para tentar resgatá-lo e regressar à Haled, através da legendária ponte Bifrost.

Segunda Parte - A segunda parte tem lugar nos dias anteriores ao dilúvio. Conforme mostrado em “Anjos da Morte” (páginas 553 a 555), Ablon (no passado, enquanto general de Miguel) é ordenado a capturar Metatron e trazê-lo vivo aos Sete Céus. O segundo terço do livro destaca esse período, revelando um Ablon diferente daquele que conhecemos em “A Batalha do Apocalipse”, ainda fiel às forças do Paraíso.

Terceira Parte - Essas duas jornadas convergem na parte três, que finalmente explicará como Ablon, há 35 mil anos, conseguiu enclausurar Metatron, e como Kaira, Urakin e Denyel, no presente, farão para enfrentar o Rei dos Homens Sobre a Terra, um celeste muitíssimo mais forte que eles, invencível sob vários aspectos.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Novos livros pela Editora Rocco.


Dentiana: Rainha do exército dos dentes – (Os Guardiões #3), de William Joyce  Na saga Os Guardiões, todos os incríveis personagens de contos de fada se conhecem e lutam juntos para manter a magia e o encantamento no mundo, com as crianças a salvo dos terríveis sonhos causados por Breu, o Rei dos Pesadelos. Depois de Nicolau São Norte e Coelhoberto Pascoal, em Dentiana – Rainha do exército das fadas dos dentes, o novo livro da série criada por William Joyce, encontramos os Guardiões descansando, acreditando que o vilarejo de Papoff Noellen está em paz, protegido das investidas de Breu.
 
Neste momento de calmaria, Katherine e as outras crianças aproveitam ao máximo as surpresas e novidades que o incrível vilarejo oferece. Acompanhados de Norte, Noiteluz, Ombric e Coelhoberto, elas passam dias tranquilos e repletos de brincadeiras, sem a sombra de Breu. Mas o Rei dos Pesadelos está mesmo acabado ou tudo não passa de mais um diabólico plano?

Noiteluz e Katherine têm a sensação de que algo não está correto, que uma ameaça paira sobre o vilarejo e as crianças. Mas, para protegê-las, há um novo Guardião no pedaço: ninguém menos que Dentiana, a própria fada dos dentes. Durona e veloz, Dentiana é capaz de qualquer coisa para evitar problemas no caminho dos pequenos. Que o diga o Rei Macaco, um antigo inimigo que está de volta e que deseja se apoderar dos dentes caídos das crianças, que contém as memórias delas. As surpresas não param e logo todos se envolvem em uma incrível aventura e uma apoteótica batalha. 

Lançamento Fantástica Rocco:
O mundo das vozes silenciadas, de Carolina Munhóz e Sophia Abrahão –  Anos após ter deixado o Reino das vozes que não se calam para trás, Sophie começou a trabalhar como assistente de uma famosa banda de rock. Enquanto tenta lidar com os desafios de sua nova vida, a jovem não imagina que em breve será chamada de volta para o seu mundo mágico, o único lugar onde já se sentiu acolhida. E muito menos o quanto sua longa ausência foi prejudicial para o Reino. Será que ela vai precisar decidir outra vez entre a realidade e a fantasia? Uma nova jornada repleta de descobertas e escolhas difíceis espera por Sophie e pelos leitores em O mundo das vozes silenciadas, o novo livro de Carolina Munhóz e Sophia Abrahão e a aguardada sequência de O Reino das vozes que não se calam, que vendeu mais de 30 mil exemplares e figurou no ranking de bestsellers de ficção nacional de 2014 da Nielsen.  

O Reino Secreto – Livro de colorir, de Carolina Munhóz e Sophia Abrahão  Simultaneamente ao lançamento de O mundo das vozes silenciadas, segundo volume da trilogia de Carolina Munhóz e Sophia Abrahão iniciada com O Reino das vozes que não se calam, a Rocco lança O Reino Secreto – Livro de colorir, que dá forma ao mundo fantástico criado pelas autoras com ilustrações de Felipe Carvalho. Conto de fadas contemporâneo assinado por uma das principais autoras da literatura de fantasia nacional em parceria com uma das mais celebradas atrizes da nova geração, a história da jovem Sophie, que venceu um período de tristeza e dificuldades com a ajuda de seres místicos de um reino encantado, ganha vida neste livro de colorir que é uma verdadeira viagem por um mundo mágico. 


Cidades de dragões – (Legando Ranger #2), de Raphael Draccon – Após lutarem grandes batalhas em Cemitérios de Dragões, Derek, Daniel, Romain, Amber e Ashanti estão de volta à realidade em Cidades de Dragões, segundo livro da série Legado Ranger, estreia de Raphael Draccon pelo selo Fantástica Rocco. Depois de terem sido enviados para outra dimensão, os cinco agora tentam seguir com suas vidas na Terra, mas quando dragões começam a aparecer em diferentes pontos do planeta, deixando um rastro de destruição e morte, eles se veem obrigados a assumir sua responsabilidade e iniciam uma nova batalha que já ultrapassa a barreira entre as dimensões e que pode significar o fim da humanidade ou a sua salvação. Repleto de ação e referências a séries japonesas que marcaram toda uma geração, Cidades de Dragões é a sequência perfeita para uma saga de fantasia épica. 

sexta-feira, 13 de março de 2015

Próximo lançamento da Darkside Books: Golem e o gênio, de Helene Wecker.


Golem e o Gênio - por Helene Wecker. Lançamento em abril de 2015

Uma fábula eterna
Realidade e magia neste aclamado livro de fantasia histórica

Os confrontos e as barreiras vividas por duas culturas tão próximas, ainda que aparentemente opostas. Em Golem e o Gênio, premiado romance fantástico que a DarkSide® Books traz ao Brasil em 2015, o leitor se transporta à Nova York da virada do século XX, em uma viagem fascinante através das culturas árabe e judaica. Seus guias serão poderosos seres mitológicos.
Chava é uma golem, criatura feita de barro, trazida à vida por um estranho rabino envolvido com os estudos alquímicos da Cabala. Ahmad é um gênio, ser feito de fogo, nascido no deserto sírio, preso em uma antiga garrafa de cobre por um beduíno, séculos atrás.
Atraídos pelo destino à parte mais pobre de uma Manhattan construída por imigrantes, Ahmad e Chava se tornam improváveis amigos e companheiros de alma, desafiando suas naturezas opostas. Até a noite em que um terrível incidente os separa. Mas uma poderosa ameaça vai reuni-los novamente, colocando em risco suas existências e obrigando-os a fazer uma escolha definitiva.
Helene Wecker
O romance de estreia de Helene Wecker reúne mitologia popular, ficção histórica e fábula mágica, entrelaçando as culturas árabe e judaica com uma narrativa inventiva e inesquecível, escrita de maneira primorosa.
Golem e o Gênio foi eleito uma das melhores fantasias históricas pelo Goodreads e ganhou o Prêmio da VCU Cabell de Melhor Romance de Estreia.
Helene Wecker cresceu em Libertyville, Illinois, uma pequena cidade ao norte de Chicago.
Graduou-se em Inglês pela Carleton College, em Minnesota. Trabalhou com marketing e comunicação em Minneapolis e Seattle antes de se dedicar à ficção, sua primeira paixão. Em seguida, mudou-se para Nova York, onde cursou o mestrado em Ficção na Columbia University. Vive em São Francisco com o marido e a filha. Golem e o Gênio é o seu premiado romance de estreia. Saiba mais em helenewecker.com.

Um passeio místico e profundamente original
 pelas calçadas de Nova York.”
Booklist

“Wecker combina as mitologias judaica e árabe para criar
um romance mágico ambientado na Nova York de 1899 [...]
Conforme Chava e Ahmad se unem contra uma ameaça terrível,
a vizinhança em seu bairro, em Lower Manhattan,
começa a tratá-los de maneira intrigante.”
Library Journal

Ficha Técnica
Título: Golem e o Gênio
Autora: Helene Wecker
Tradutora: Cláudia Guimarães
Editora DarkSide®
Edição: 1ª
Especificações - 460 páginas, capa dura
Dimensões: 16 x 23 cm



segunda-feira, 14 de julho de 2014

Novidades literárias desta semana pela Companhia das Letras




Bonecas russas, de Eliana Cardoso
Desde pequena, Leda foi tímida e sonhadora. Adorava lendas e colecionava mitos. Tendo herdado o interesse, mas não o talento artístico da mãe, tornou-se dona de uma galeria de arte.
Já Lola sempre foi decidida e mandona. Obcecada por teatro, escrevia e distribuía papéis entre as amigas para as pequenas produções que seriam apresentadas nos aniversários. Quando cresceu, virou jornalista.
Bonecas russas é a história de Lola e de Leda, mas é também a história de Francisca, mãe de Leda, que a abandonou quando criança e nunca conseguiu restabelecer uma relação saudável com a filha. É a história de Odete, mãe de Lola, que se envolveu em um escândalo acompanhado por toda a cidadezinha de interior em que morava. É a história de Rosália, irmã de Francisca, a tia solteira que acabaria por criar as duas meninas juntas. E é a história de Miranda, filha do primeiro casamento do marido de Leda, que cresceria e também se tornaria jornalista, como Lola.
O resultado é um emaranhado de relações que nem sempre são sempre claras, ideais ou mesmo construtivas, mas que vão se desdobrando até a revelação dos mistérios que cada uma dessas seis mulheres pretendera guardar apenas para si. Em sua estreia na ficção, Eliana Cardoso cria uma narrativa inteligente, original e surpreendente, composta de múltiplas vozes, todas especiais à sua maneira.

Editora Paralela

A vida secreta das abelhas, de Sue Monk Kidd (Trad. de Maria Ignez Duque Estrada)
Lily  Owens não se lembra da morte de sua mãe, mas tudo em sua vida parece afetado por essa tragédia. Sua relação com T. Ray, seu pai, é mais que difícil e, aos 14 anos, ela decide fugir junto com sua babá Rosaleen. Ela sai a caminho de Tiburon, a cidade que parece esconder alguma resposta sobre a vida de sua mãe. Chegando lá, Lily e Rosaleen são acolhidas por três irmãs. Aos poucos, Lily descobre o mundo mágico de abelhas, mel, e de Madona Negra. Uma história marcante sobre o poder feminino e o poder do amor.

domingo, 22 de dezembro de 2013

Quer conhecer mais sobre a mitologia por trás de A Torre Negra? Chegou a hora...



Elaborado por Edilton Reinado, o responsável pelo mais relevante site sobre Stephen King, o especial A História da Torre Negra é um dos mais completos textos sobre os oito livros que compõem a mitologia do Pistoleiro. Mas não se resume a isso, abordando os universos interligados, as versões em quadrinhos e tudo mais que faz parte da mais complexa obra do mestre King. 
Acessem o link abaixo e desfrutem de informação de qualidade e uma leitura prazerosa.


segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Novos livros da Companhia das Letras. Semana 169



A cidade, o inquisidor e os ordinários, de Carlos de Brito e Mello
A moral e os bons costumes estão satirizados neste que é um dos mais originais romances da literatura brasileira contemporânea. Um inquisidor percorre as ruas e ocupa as consciências dos cidadãos. A cada pecado proclamado, a noção de comunidade vai sendo gradualmente esmagada pela pequenez de nossos atos diários, tornando o cotidiano um permanente auto de fé. As conversas entre vizinhos indiscretos, a voracidade que muitos têm para investigar a vida alheia e o desmoronamento da sociedade em nome da vigilância de cada uma de nossas ações — alegadamente para o nosso próprio bem-estar — fazem deste romance de Carlos de Brito e Mello um dos textos mais contundentes (e divertidos) da ficção atual.


Uma teoria provisória do amor, de Scott Hutchins (Tradução de José Geraldo Couto)
Apesar de não entender nada de informática, o ex-redator de publicidade Neill Bassett Jr. está engajado na tentativa de criação do primeiro computador inteligente do mundo. A explicação é simples: a memória do computador foi alimentada basicamente com os diários de seu pai, um médico do Arkansas que se matou há quase vinte anos. Esse é o ponto de partida do romance de estreia de Scott Hutchins. Os dilemas e as descobertas dolorosas de Neill no processo de fazer seu pai reviver virtualmente se entrelaçam com seus próprios tropeços na vida pessoal, tendo como pano de fundo a paisagem multicolorida da baía de San Francisco, com sua variada fauna de artistas, nerds,  místicos, pornógrafos e picaretas de todo tipo. Narrado em primeira pessoa pelo protagonista, Uma teoria provisória do amor encanta o leitor desde a primeira página pelo tom leve e satírico com que observa seus personagens e, ao mesmo tempo, comenta as loucuras do mundo contemporâneo.


Dever, de Armando Freitas Filho
Na primeira parte de Dever, apropriadamente chamada “Suíte”, o autor retorna ao Lar, de 2009, e o reelabora viajando, através da vida da memória pretérita à dos dias atuais. Esse conjunto de poemas se detém em “casas, roupas, móveis etc.” que “não são necessariamente obras de arte. São disposições humanas da matéria sensível. Se dispostas de tal forma que sirvam pra fins estéticos, então são obras de arte”, como afirmou James Joyce nos esboços de uma “Estética”, escrita na mocidade. A segunda, “Anexo”, já está na rua, “jornalística”, mas sem abrir mão do transfigurador trabalho literário, dando conta dos eventos de antes e de agora, que atravessaram o poeta. A terceira, “Numeral”, que desde 2003 é a coda dos livros de Armando Freitas Filho, continua obstinadamente a passar em revista sua poética, com um anseio de ensaio, sempre sujeita, ao que parece, a retificações futuras, até quando ele não puder numerar mais.

Editora Paralela

A lista do nunca, de Koethi Zan (Tradução de Elvira Serapicos)
Vítimas de um acidente de carro quando ainda eram crianças, as amigas inseparáveis Sarah e Jennifer decidem tomar todos os cuidados para se manter sempre seguras. No entanto, quando estão no primeiro ano da faculdade acabam sendo sequestradas facilmente depois de entrar em um táxi à noite. Em uma situação pior do que jamais poderiam imaginar, elas passam os três anos seguintes acorrentadas no porão da casa de um professor — alguém acima de qualquer suspeita, mas que praticava com elas as mais diferentes técnicas de tortura. Dez anos depois, a vida de Sarah está longe de ser normal. Seu sequestrador, que ainda lhe manda cartas da prisão, está prestes a ser liberado. Por mais que busque ficar distante, voltar aos acontecimentos do passado pode ser sua única chance de realmente se livrar de tudo. A lista do nunca se torna ainda mais impressionante e assustador quando vemos, na vida real, fatos que não são tão distantes assim da ficção. Um deslize, um único momento de desatenção, pode ser fatal.


Os números do jogo, de Chris Anderson & David Sally (Tradução de André Fontenelle)
De forma surpreendente, o estatístico Chris Anderson e o especialista em estratégias David Sally mostram por que os números do jogo podem nos ajudar a compreender o futebol em sua essência. Ao ler este livro, você vai descobrir por que os escanteios devem ser cobrados curtinho, por que o futebol é um esporte do elo mais fraco e por que demitir o treinador não resolve absolutamente nada.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Elysium - Trailer completo mostra Matt Damon e Wagner Moura em ação. Esse filme promete!


Alice Braga e Wagner Moura

“Elysium” é a ficção científica dirigida por Neill Blomkamp, o mesmo responsável pelo cult Distrito 9, e que tem seu trailer final estendido. O filme mostra um planeta Terra no ano de 2159, cuja segregação chegou a extremos considerados inimagináveis para nós. O planeta é a verdadeira imagem do caos e da devastação, mas há um lugar para onde os ricos podem ir - e permanecer praticamente imortais - chamado Elysium. 

O elenco conta com astros do porte de Matt Damon (Max), Jodie Foster (Secretária Rhodes), Alice Braga (Frey) e Wagner Moura (Spider), além de Sharlto Copley (Kruger), ator que estrelou Distrito 9. 
O trailer definitivo lhes mostrará não só parte da trama como, ainda, trará uma pequena amostra do nível de efeitos especiais e da ação que os aguardam. Temas abordados brilhantemente em Distrito 9 serão retomados, tais como discriminação, segregação, formação de campos de concentração, desprezo às classes menos favorecidas e o uso de leis contra a imigração, algo que pode incomodar países que fazem uso desse tipo de artifício para manter seu território livro dos incômodos "estrangeiros". 
O filme estreará no território nacional em 16 de agosto de 2013. Aproveitem o trailer...


sábado, 6 de abril de 2013

Conheçam mais sobre a arte de Ralph Damiani, o ilustrador de 'O Espadachim de Carvão'.


Ralph Damiani é um ilustrador já bem conhecido do público que ouve o MRG (Matando Robôs Gigantes). Ralph prestou algumas homenagens ao trio responsável por um dos mais interessantes podcasts de humor no país. É nesse podcast que trabalha o autor do livro 'O Espadachim de Carvão', Affonso Solano. 
Para os que estão pensando que é apenas por conhecer os integrantes do podcast que Damiani conseguiu a capa, eis alguns de seus trabalhos para eliminar de vez esse pensamento nefasto. Confiram e divulguem o ótimo trabalho desse ilustrador de muita qualidade.
P.S.: esse já está contratado para a capa do meu livro...





Essa é a capa do livro







Site com o portfólio: Ralph Portfólio
Deviantart do desenhista: Ralph Deviantart

quarta-feira, 13 de março de 2013

Ross Burt recria os pôsteres da trilogia Alien.



Fonte: Rab Concepts

Três pôsteres feitos pelo artista Ross Burt relembram os filmes que consagraram o assassino espacial e a personagem Ripley, vivida por Sigourney Weaver. 










quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Homens de Preto 3 - O fim ou o começo?



Um bom filme acumula fãs com o passar dos anos. Um bom filme gera renda e tem um elenco competente. Um bom filme oscila entre o drama e o humor de forma quase poética, fazendo com que o público mal perceba essa transição. Bem, Homens de Preto 3 acumula essas características e nos traz novamente a dupla mais improvável do cinema, mas que deu certo como há muito não se via. Agora, contudo, em duas versões...

Para os que ainda não conhecem a trama principal dos filmes, resumidamente é o seguinte: existe uma agência ultrassecreta que trata de assuntos relacionados a toda e qualquer criatura alienígena. Essa agência é mantida com recursos do governo (que, em tese, a desconhece) e é responsável por alocar e gerenciar a vida de milhares de extraterrestres que habitam nosso planeta. É algo bem próximo ao Programa de Proteção à Testemunha, onde o indivíduo é introduzido na sociedade de forma imperceptível. Partindo desse ponto, os filmes nos mostram que políticos, astros e outras personalidades importantes são alienígenas, algo sempre abordado com muito humor. 


Os dois primeiros filmes tratam, em suma, da escolha de J (Will Smith) para a agência, após um dos mais engraçados processos de seleção que já vi. J torna-se parceiro de K (Tommy Lee Jones) e, após um início de cooperação complicada, eles adquirem respeito mútuo e uma amizade ainda maior. Nas duas primeiras produções a temática ficou por conta dos problemas gerados por alienígenas (o primeiro relata a busca por uma galáxia escondida que corre o risco de ser destruída por um alien em forma de barata. O segundo, por sua vez, envolve a restauração da memória de K para evitar que a invasão de uma alienígena sensual se concretize).
Em ambas as produções o senso de humor é o ponto forte. O eterno aprendizado de J diante da experiência de K garante boas risadas. Aliás, a expressão sempre sisuda de Tommy Lee Jones tornou-se uma marca de seu personagem.
Destaque para o arsenal que os Homens de Preto possuem e a agência onde trabalham. Aliás, a agência é o alvo de Serleena, a alienígena de lingerie que pretende destruir K e os outros agentes no segundo filme.

O terceiro filme

Homens de Preto 3 foi uma das sequências mais aguardadas. Causou estranheza a demora de 10 anos de uma produção para a outra (MIB é de 1997, MIB 2 é de 2002 e, finalmente, MIB 3 é de 2012). Mas o que conta é o resultado final e, nesse quesito, MIB 3 agradou demais aos fãs.
A história faz referência a um segredo que nem mesmo J (já com 15 anos de MIB) tem ciência. Há um grande mistério na vida de K que é escondida pela elite da agência. As complicações começam quando o maior inimigo de K foge de sua prisão lunar e volta no tempo, assassinando o personagem de Tommy Lee. Esse é o ponto de partida para uma aventura sobre viagem no tempo muito bem elaborada. A ambientação e a reconstituição dos lugares e pessoas da década de 60 ficaram incríveis, mas nada se destaca mais que a escolha de Josh Brolin para interpretar o jovem K (ele não tem mesmo parentesco com Tommy?). Usando do mesmo humor (ou falta de humor?) de sua versão mais velha, Josh consegue convencer que é o agente da MIB e junto com Will Smith ele obtém uma parceria tão convincente quanto a dos dois filmes anteriores.
A viagem no tempo não é uma novidade em filmes, o que não diminui os efeitos e a necessidade da mesma para a trama. Tentar evitar a morte de Kay é a meta de Jay, não só em nome da amizade entre os dois, mas também para que os planos de vingança e conquista de Boris (interpretado com eficiência por Jemaine Clement). Destaque para o guia dos agentes, o extraterrestre Griffin, habilmente interpretado por Michael Stuhlbarg. 
Essa continuidade de MIB traz um diferencial que, por vezes, deixa o filme mais sombrio: a morte está presente em alguns pontos, quebrando um pouco o tom de comédia que cerca a trilogia. Entretanto, a obra cumpre com o que promete, proporcionando um final envolto em sentimentalismo e, mesmo assim, coerente.
Espere tudo de Homens de Preto 3: humor, morte, amizade, novos atores e, acima de tudo, uma conclusão inteligente que amarra pontas das versões anteriores, além de termos o prazer de rever Will e Tommy novamente juntos. O filme é um provável fim para a franquia, porém esclarece o começo de uma dupla que está intrínsicamente ligada pelo destino... e eu espero que se reúna novamente.



Curiosidades: os Homens de Preto são uma lenda urbana que circula pelos EUA desde, pelo menos, a década de 1950. A lenda diz que existe um grupo de homens que usam ternos pretos, responsáveis por coibir a divulgação de fenômenos ufológicos, além de resguardarem segredos sobre alienígenas. Algumas versões indicam que os Homens de Preto seriam agentes governamentais.

Os filmes são baseados em uma série em quadrinhos homônima, criada por Lowell Cunningham, publicada originalmente pela Aircel Comics.


Ficha Técnica
:

Ano de produção - 2012
Direção - Barry Sonnenfeld
Elenco: Will Smith - J
Tommy Lee Jones - K
Josh Brolin - K (versão jovem)
Jemaine Clement - Boris, o Animal
Michael Stuhlbarg - Griffin
Emma Thompson - O
Bill Hader - Andy Warhol
Alice Eve - O (versão jovem)

Composições por Danny Elfman




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