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terça-feira, 29 de novembro de 2016

Josh Rossi transformou sua filhinha de 3 anos na Mulher-Maravilha. Incrível!!!


Josh Rossi é um fotógrafo que sabe muito bem lidar com o Photoshop e suas ferramentas. Josh tem uma filhinha de três anos chamada Nellee, uma fã extrema da Mulher-Maravilha. Então, valendo-se de seu conhecimento e de uma sessão de fotografias (além de US$ 1500,00 de fantasia), Josh transformou, literalmente, sua filha na poderosa Amazona que integra a Trindade da DC. 
As fotos são magníficas, deram muito trabalho, porém o resultado final surpreende pela igualdade com os pôsteres e cenas com a bela Gal Gadot.
Nellee ensaiou muito para fazer cada uma das poses. Ela realmente incorporou a personagem durante o ensaio, algo que facilitou para que o resultado final ficasse excelente.
Josh envolveu sua esposa, quatro assistentes e a própria Nellee em uma sessão fotográfica que durou um dia inteiro. 


Texto: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.


Confiram o vídeo e fotos de Nellee, a mais fofinha miniatura da Mulher-Maravilha.









segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Marina Amaral dá vida a fotos históricas em preto e branco através da colorização. Confira!!!!



Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.
As fotos em preto e branco trazem a sensação de deslocamento temporal a quem as contempla. O distanciamento é inevitável, mesmo que a fotografia seja recente, pois estamos acostumados a associar a ausência de cor ao antigo.
Mas Marina Amaral (brasileira de Minas Gerais) aproximou-nos de algumas fotos históricas através da colorização. Fotos antigas em preto e branco receberam cores através de um árduo e longo trabalho feito pela artista. É impossível não percebermos a sensação diferente ao vermos e compararmos a mesma foto em P&B e a cores. O resultado final é impressionante e transporta o espectador para a época do fato histórico de forma incomum. Marina recorreu ao uso de programas de edição de fotos para dar-lhes cores, mas também teve auxílio de especialistas em história que deram base para a imposição de cores, além de uma extensa pesquisa sobre cada uma das imagens.
Eu já recuperei e colori fotos antigas e posso garantir que é algo muito difícil, principalmente no que diz respeito à fidelidade. O trabalho de Marina merece ser divulgado e respeitado, principalmente por dar novo sentido a momentos históricos imortalizados pela fotografia.
Ao final do post há um vídeo com a transição de algumas fotos colorizadas pela artista. Também há outro vídeo onde ela demonstra, em modo acelerado, como foi feita a colorização de uma foto de Hiroshima após o bombardeio.
Fotos do General Wilhelm Hosenfeld, um nazista que salvou judeus e foi responsável por ajudar o pianista polonês Waldislaw Szpilman, interpretado no cinema por Adrien Brody no filme "O Pianista".
Um dos atos de protesto mais marcantes da História: o monge Thích Quảng Ðức ateia fogo ao próprio corpo em protesto à Guerra do Vietnam. A foto foi feita por Malcolm Browne no ano de 1963. 
A precariedade de um hospital vietnamita em pleno período de guerra destaca os esforços das equipes de socorro para evitar mortes aos combatentes de seu país. 15 de setembro de 1970.


Dom Pedro II, Imperador do Brasil de 1831 até 1889.


Grace Kelly, uma das mais belas atrizes de Hollywood, vencedora do Oscar e Princesa de Mônaco.

Acessem mais trabalhos de Marina em seu site. O link está no inicio do post e tenho certeza que irão se impressionar com suas outras colorizações.



sábado, 25 de junho de 2016

Os mais novos livros da Companhia das Letras


Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo. #apogeudoabismo

O dono do morro, Misha Glenny (Tradução de Denise Bottmann)
A vida de uma cidade é a história de sua gente – de seus intelectuais e comerciantes, de seus trabalhadores, policiais e bandidos. A menos que estes últimos estejam mortos, para o repórter será sempre mais conveniente tratar dos outros. No entanto, em certas sociedades o bandido tem grande força simbólica, e dar as costas a ele é abrir mão do bom trabalho jornalístico.
O Dono do Morro toma o caminho difícil ao contar a história de Nem da Rocinha, que está tão vivo quanto o leitor. Em novembro de 2011, ao ser preso, Nem era o criminoso mais procurado do Rio de Janeiro, se não do país. Misha Glenny vai encontrá-lo na prisão, e o que se segue é tanto a ascensão e queda de um traficante como a tragédia de uma cidade.
Numa tarde de 2000, Antônio Francisco Bonfim Lopes “subiu o morro como Antônio e desceu como Nem”. Em minutos, passou de trabalhador exemplar a bandido. O Rio é pródigo em episódios de conversão ao crime, mas raras vezes eles se apresentam com essa clareza trágica – com motivação, hora e local perfeitamente determinados.


O instante certo, Dorrit Harazim
A fotografia mudou o mundo. Há cliques que alteraram o rumo da história, os costumes da sociedade, os hábitos privados e coletivos. Neste O instante certo, a premiada jornalista Dorrit Harazim conta a história e as histórias de alguns dos mais célebres fotogramas já tirados. Com o olhar menos interessado em aspectos técnicos do que em aspectos humanos, Dorrit enxerga para além de jogos de luzes e sombras, mirando sempre nas narrativas que as fotografias por vezes revelam e por vezes ocultam.
Assim, registros da Guerra Civil Americana propiciam uma rica análise dos avanços tecnológicos da fotografia e de como eles mudaram a reportagem de guerra. Uma fotografia na cidade de Selma é um relato da trajetória do movimento pelos direitos civis, e uma série de retratos de um casamento inter-racial serve para alterar a visão de uma nação sobre seu próprio racismo. No Brasil, uma mudança na lei trabalhista tem como fruto um dos mais profícuos retratistas do país, e o acaso e a sorte levam outro talentoso fotógrafo ao sucesso internacional.
Num dos momentos mais emocionantes do livro, Dorrit conta a história do fotógrafo que registrou os pertences de dezenas de internos de uma instituição psiquiátrica desativada. São malas, bolsas e inúmeros cacarecos, um labirinto pessoal e afetivo de gente que foi esquecida e abandonada pelo tempo, e cujas memórias são resgatadas por essas imagens. Da mesma forma, Dorrit narra a vida da misteriosa Vivian Maier, uma babá de vida pessoal discreta que, após a morte, foi revelada como uma grande fotógrafa e retratou como poucos a sua cidade e a sua sociedade. Neste que é seu primeiro livro, Dorrit Harazim nos guia não apenas através das imagens, mas de um universo de histórias interligadas, acasos e aqueles breves instantes de genialidade que só a fotografia pode captar.


Pé do ouvido, Alice Sant’Anna
Pé do ouvido se inventa como um poema de formação, gênero que, como se sabe, não existe. Nos romances assim designados, uma personagem jovem parte em viagem e, a cada experiência vivida, forja, por acumulação, sua personalidade e visão de mundo. A narradora de Alice Sant’Anna certamente é jovem, mas já rodou muitas estradas. Entre uma Brook Street qualquer e o Morro Dois Irmãos, o que ela aprende é a perder – certezas, casas ou amores -, aluna aplicada na dura disciplina ensinada por Elizabeth Bishop.


O rei, o pai e a morte, Luis Nicolau Parés
Este livro examina as práticas religiosas na antiga Costa dos Escravos, na África Ocidental, correspondente à extensão onde hoje está a República do Benim. Nesse pequeno trecho de litoral, embarcou-se parte significativa dos africanos que chegaram escravizados ao Brasil, em particular à Bahia. A obra privilegia os dois séculos que vão de 1650 a 1850, quando o tráfico transatlântico de escravos foi mais intenso.
Os principais reinos que dominaram a região nessa época foram Aladá, depois Uidá, e a partir da década de 1720, Daomé. Em razão das várias línguas faladas nessas sociedades, os deuses eram chamados de diversas formas, mas o termo mais comum era, e ainda é, vodum. Assim, o livro analisa o dinamismo e a historicidade da prática associada aos voduns, destacando sua imbricação com a vida política e econômica desses reinos. Em função da ligação histórica do Brasil com o lugar, a última parte da obra aborda questões relativas às repercussões que esses costumes tiveram na Bahia e no Maranhão.

Objetiva

Turno da noite, Aguinaldo Silva
A íntima relação de Aguinaldo Silva com a escrita começou cedo. Publicou seu primeiro romance pouco antes de completar dezoito anos e logo estreou como repórter. Sua vida como jornalista daria uma novela com lances dramáticos e episódios extraordinários, todos narrados na primeira parte deste livro, que traz as memórias de sua juventude no Recife dos anos 1960 e na efervescente cena cultural carioca da década de 1970. A partir de 1969, Aguinaldo passou a se interessar pela reportagem policial. Junto à apuração dos fatos, imprimiu um tom pessoal às matérias, produzindo textos inesquecíveis sobre o mundo do crime e da violência policial, muitos deles reproduzidos na segunda parte deste livro.

Alfaguara

A história dos meus dentes, Valéria Luiselli (Tradução de Paulina Wacht e Ari Roitman)
Gustavo Sánchez Sánchez, mais conhecido como “Estrada”, tem uma missão: quer trocar todos os seus dentes. Ele possui algumas habilidades que podem ajudar nessa empreitada, como, por exemplo, imitar Janis Joplin e decifrar biscoitos da sorte chineses. Além disso, ele é o melhor leiloeiro do mundo — mesmo que ninguém saiba disso, já que ele é muito discreto. Enquanto estuda o ofício com o grande mestre Oklahoma, Estrada viaja o mundo aperfeiçoando seu talento e nos mostra como o valor da arte e a nossa própria identidade podem ser construídos.

Companhia das Letrinhas

Bem lá do alto, Susanne Straber (Tradução de Julia Bussius)
Neste livro, um urso avista um bolo. Ele parece muito apetitoso. Mas, puxa, está bem lá no alto… Como o urso vai conseguir pegá-lo?
Um livro para crianças bem pequenas em que se mostra o quanto é bom poder contar com a ajuda dos amigos e de acontecimentos inesperados.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

A inocência da nudez e da fantasia nas fotos de Wang Chien-Yang.


Fonte: Wang Chien-Yang
Texto: Franz Lima.  


A nudez é ainda vista com receio por muitas pessoas. Acredito que a banalização da nudez seja a responsável por tal receio. A facilidade em ver corpos nus (não estou abordando o sexo em si) é inacreditável. Com uma simples busca é possível visualizar incontáveis corpos despidos, alguns com conotação sexual, outros voltados à divulgação de produtos. O fato é que a beleza e a inocência de um corpo despido estão esquecidos quase que totalmente. 
A série de fotografias "House", feita por Wang Chien-Yang, tenta retomar essas virtudes. Com a mistura de fantasia, locações que lembram quartos de crianças e mulheres nuas, porém não explicitamente, o fotógrafo criou um ensaio que recuperou o encanto do nu. Não há malícia embutida nas fotos, mas é possível lembrar da docilidade de uma criança em cada uma das imagens.
As locações são todas em lugares fechados, quartos, e têm decorações que lembram os ambientes de bebês. Vocês identificarão clássicos do cinema e literatura nas cenas representadas, incluindo Toy Story, Alice no país das maravilhas, A fantástica fábrica de chocolates entre outros. É um ensaio de nu artístico que irá agradar crianças, jovens e adultos sem que para isso precise apelar para o chocante ou o puramente sexual.















sexta-feira, 1 de maio de 2015

Concurso de fotografia do Planetário da Gávea: Olhe para o céu.


Bem vindo ao concurso Olhe Para o Céu 2015!

    Aponte as lentes de sua câmera fotográfica para o céu, usando ou não um telescópio, e nos mostre um pouco de sua maneira de ver o cosmos.
O Olhando Para o Céu e o concurso de astrofotografia do Planetário. Nosso objetivo é incentivar a encantadora atividade de fotografar o céu, registrar e compartilhar imagens que nos fazem sorrir e pensar na beleza da natureza.

O concurso possui três categorias:

1 - Céu e Paisagem
Fotografias que mostrem objetos celestes (Sol, Lua, planetas, e/ou estrelas) mais detalhes da paisagem terrestre, naturais ou não, como montanhas, árvores ou edificações;

Exemplos de foto da categoria 1:


(Foto por Terrance Dickinson - THE CANADIAN PRESS/HO, http://news.nationalpost.com/news/light-pollution-quick-facts-734271 )


2 - Objetos do Sistema Solar com Telescópio
Imagens obtidas a partir de câmera adaptada ao sistema focal de um telescópio com, no máximo, 12 polegadas ou 35 centímetros de abertura, mostrando qualquer objeto pertencente ao Sistema Solar;

Exemplo de foto da categoria 2:



3 - Objetos de Céu Profundo
Imagens obtidas a partir de câmera adaptada ao sistema focal de um telescópio com, no máximo, 12 polegadas ou 35 centímetros de abertura, mostrando objetos considerados “objetos de céu profundo”, como nebulosas, aglomerados estelares e galáxias.
Exemplo de foto da categoria 3:


As fotografias devem ser enviadas para o email olheparaoceu2015_planetario@rio.rj.gov.br, em formato JPG até o dia 20 de junho de 2015, contendo as seguintes informações:

Nome completo do autor;



Data e local onde a foto foi tirada;


Identificação do objeto fotografado (nome ou sua identificação em catálogo. Exemplo: Plêiades ou M45).


Título da foto (opcional);



Fabricante e modelo da câmera fotográfica;



Descrição da lente e tempo de exposição;



Fabricante e Modelo do telescópio (se utilizado)



Abertura do telescópio (se utilizado).


Fique atento para o nome do arquivo! Ele deverá ser composto pelo primeiro e último nome do fotógrafo, seguido do número da categoria em que a foto está sendo escrita, de acordo com o item 3.1. Exemplo: se o nome do fotógrafo é Silvio Carvalho Ferreira, e ele está inscrevendo uma foto na categoria “Objetos do Sistema Solar Com Telescópio”, o nome do arquivo da foto será: silvioferreira2.jpg.

Antes de participar, leia o edital: 

Boa Sorte, e divirta-se!

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Para os que reclamam dos celulares com mais de 5 polegadas. Ouça música nisto!



Muitos não tiveram o (des)prazer de ouvir música nestes "pequenos" aparelhos e, hoje, reclamam dos smartphones - afinal, mp3 player já era - e suas gigantescas proporções acima de 5 polegadas. Ok. Que tal levar esse mp3 e curtir um som. 
Já ia esquecendo. Caso queira ouvir a discografia do Iron Maiden, só para citar, seria preciso uma bolsa cheia de fitas cassete. 
Então, não reclame da tecnologia ou tenha saudade dos bons tempos.


segunda-feira, 14 de julho de 2014

Ironia histórica: bebê ariano ideal era, na verdade, judeu.



Fonte: BBC. Comentários: Franz Lima.

O bebê "ariano ideal" que aparece na capa de uma revista da propaganda nazista, em 1935, era, na verdade, judeu.
A revelação foi feita pela própria pessoa na foto, Hessy Taft, hoje com 80 anos.
A mulher doou uma cópia da revista ao Museu do Holocausto, em Jerusalém, como parte da campanha Recolhendo Fragmentos, lançada em 2011 para estimular pessoas a doarem materiais ligados ao holocausto para que sejam protegidos pela posteridade.
Hessy Taft, cujo sobrenome de solteira é Levinson, nasceu em Berlim em 1934, filha de pais judeus originários da Letônia.
Ambos músicos, eles haviam chegado à Alemanha em 1928 para trabalhar como cantores de ópera.
Em depoimento a funcionários do museu, Taft contou que o contrato de seu pai foi cancelado imediatamente assim que suas origens judias foram descobertas.

Concurso

Em 1935, a mãe de Hessy e sua tia a levaram para ser fotografada por Hans Ballin, um renomado fotógrafo em Berlim.
Sete meses mais tarde, para surpresa da família, a empregada dos Levinson disse ter visto a foto da pequena Hessy na capa da revista nazista Sonnie ins Hous (Raio de Sol na casa, em tradução livre).
A fotografia havia sido escolhida em um concurso promovido pelo Departamento de Propaganda Nazista, chefiado por Joseph Goebbels.
A melhor entre cem imagens clicadas pelos melhores fotógrafos alemães representaria o "bebê alemão ariano ideal" e seria capa da revista.
Sem que a família Levinson soubesse, Ballin submeteu a foto de Hessy e de outros dez bebês. A ironia de a fotografia trazer uma bebê judia foi motivo de piada durante muito tempo na família.
A foto da menina também foi redistribuída em cartões postais em todo o país e até na Lituânia.
Quando perguntada o que diria para o fotógrafo hoje, Hessy respondeu: "Eu diria: 'Que bom que você teve coragem'".

Fuga

Após fugir da Alemanha para Paris em 1938, a família escapou da ocupação nazista no norte da França em 1941, emigrando para Espanha e Portugal até conseguir embarcar em um navio para Cuba.
Em 1949, os Levinson se estabeleceram nos Estados Unidos, onde Hessy se formou em química na Universidade de Columbia e se casou, em 1959, com Earl Taft.
O casal tem dois filhos e quatro netos. Ela ainda leciona química na Universidade de St. John's.
Apesar de sua família mais próxima ter sobrevivido ao holocausto, a maioria de seus parentes foram mortos pelos nazistas e seus colaboradores.

Franz diz: esse é mais um dos fatores que afundam com as teorias raciais absurdas ditadas pelos nazistas. A busca por uma compleição física perfeita, baseada em raça, é algo dispensável e fútil. O ser humano é perfeito pelo simples funcionamento da complexa máquina que ele é. Cor, credo, raça, situação social ou quaisquer outros fatores que possam vir a ser base para a segregação devem ser postos de lado, uma vez que o homem é muito mais que rótulos.
A mentira é uma das bases do nazi-fascismo e de quaisquer outras doutrinas que se valem da imposição do poder para dominar. Ironicamente, uma das últimas máscaras do III Reich caiu e revelou não só uma farsa, mas uma absoluta falta de controle por parte de Goebells e seus colaboradores. 
Como a maioria das propagandas, o uso de manipulação e mentira se fez presente...
 

quinta-feira, 15 de maio de 2014

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Victoria Will e as fotografias de atores envelhecidas. Enganando o tempo.


Michael C. Hall
Fotografias recentes de atores e atrizes foram modificadas através de processos antigos de revelação fotográfica pela artista Victoria Will. Vários atores e atrizes foram literalmente transportados no tempo através das fotos que Victoria produziu. Algumas das obras parecem ter saído direto de lápides em cemitérios.
Interessante trabalho que merece estar no Apogeu. Espero que gostem.

Willem Dafoe

Elijah Wood

Elle Fanning

Jason Momoa

Kristen Stewart

Philip Seymour Hoffman
 
Anne Hathaway
 

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Post-it, imaginação e humor transformam passageiros de trem em cartoons


Fonte: Journal du Design


O desenhista conhecido como October Jones é um britânico extremamente bem humorado. Suas viagens de trem era um tédio total, mas para contornar as solitárias viagens, October usou sua criatividade, o talento para o desenho e um conhecimento grande de cultura pop para eternizar alguns passageiros em fotografias.
Até aí nada de mais, certo?
Entretanto um detalhe precisa ser citado: as fotografias mostravam os passageiros com desenhos perfeitamente encaixados em seus corpos, criando heróis, vilões e outros ícones pop. 
Vejam o resultado dessa divertida brincadeira.












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