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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Mokoh Music planeja operação no Brasil, a primeira fora da Alemanha


Vencedora do GP de Radio no Festival de Cannes de 2015 com “The Berlin Wall of Sound”, a produtora tem um plano estratégico para atuar no país

 Fonte: Assessoria de imprensa. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.
A produtora de som alemã Mokoh Music está explorando um projeto de longo prazo para o Brasil e fazendo seus primeiros contatos com o intuito de abrir um escritório local nos próximos meses. Essa será a primeira operação fora do país de origem. O CEO Stephan Moritz possui uma agenda de prospecção em fevereiro com algumas das mais importantes agências e produtoras de São Paulo e do Rio de Janeiro.
“Sabemos que o Brasil vive um período de crise econômica, mas acreditamos que o país tem um grande potencial de crescimento para negócios como o nosso, em que a criatividade é a matéria prima dos projetos. Não é por acaso que escolhemos este mercado para prospectar nossa primeira operação fora da Alemanha”, analisa Moritz, que tem em sua carteira clientes como Sony e Mercedes.
Fundada em 2010, a Mokoh Music é uma empresa que busca soluções criativas para o uso da música na publicidade e trabalha como uma interface entre o mercado publicitário, cinema e música, buscando a melhor solução de áudio branding para cada cliente. “Consideramos que a música é a forma mais emocional, simples e direta de comunicar uma marca. Nenhuma outra mídia é tão efetiva em estratégias multicanais”, afirma Moritz.
A produtora de som, sediada em Berlin, ampliou seu reconhecimento internacional em 2015, quando conquistou o Grand Prix de Radio Lions no Festival Internacional de Criatividade, em Cannes, com o case “The Berlin Wall of Sound”, criado pela Grey para o SoundCloud. A campanha consiste em uma intervenção sonora de 7 minutos e 32 segundos criada pela Mokoh Music, que reflete o tempo que seria necessário para atravessar os 155 km de extensão do muro de Berlin na velocidade do som. A cada segundo são reproduzidas memórias de momentos históricos relacionados ao muro, como discursos, propagandas e vozes dos guardas da fronteira. A ação feita em 2014 marcou o 25º aniversário da Queda do Muro.
Outra campanha com participação da Mokoh Music de destaque em Cannes foi “Nazis Against Nazis”, criação da GGH Lowe/Grabarz & Partner para o cliente ZDK Gesellschaft Demokratische Kultur. Em meio a uma manifestação de neo-nazistas, a ação conseguiu transformar a marcha em um evento de caridade. Para cada metro caminhado pelos manifestantes, 10 Euros eram doados para o programa Exit-Germany, programa de caridade que combate o nazismo. A situação deixava duas opções às pessoas: ou patrocinavam uma ação contrária ao neonazismo ou abandonavam a marcha. “Participar desses cases é motivo de orgulho para a equipe e coroa nossos esforços para tornar cada marca única e memorável por meio do áudio branding. Trazer isso para o mercado publicitário brasileiro seria uma honra”, finaliza Moritz.

Sobre a Mokoh Music
Criada em 2010 pelo produtor executive e compositor Stephan Moritz, em parceria com Jan-Eric Kohrs, Mokoh Music é uma empresa que oferece soluções criativas para o uso da música, atuando como uma interface entre o Mercado de publicidade, o cinema e a música. Created in 2010 by the executive producer and composer Stephan Moritz, in partnership with Jan-Eric Kohrs, Mokoh Music is a company that offers creative solutions for the use of music, acting as an interface between the advertising markets, cinema and music. Entre suas ações, está à procura de artistas, criação de marca e trilhas-sonoras. Sua principal missão é dar às marcas uma identidade musical inesquecível.

Sobre Stephan Moritz
CEO e produtor executive da Mokoh Music, Stephan Moritz é um compositor e produtor musical. Nascido em Berlin, trabalhou por 14 anos na produtora de audio Studio Funk, onde ele produziu centenas de spots e trilhas para comerciais. Aos 27 anos, se tornou membro do Clube de Diretores de Arte da Alemanha. Moritz já conquistou mais de 100 prêmios em sua carreira, incluindo dois Clios de Ouro e o Grand Prix no Festival Internacional de Criatividade em Cannes 2015 com “The Berlin Wall of Sound” e mais 25 Leões.

Moritz também participou como júri do Cannes Film Festival e presidiu o júri do ADC Festival -na categoria som e música em 2015.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Jana Schirmer : pintora alemã mostra grande talento com retratos incríveis.



A artista alemã Jana Schirmer é uma pintora de grande talento e tem mostrado isso com suas obras. Alguns desses trabalhos estarão à mostra aqui, mas também existem outros trabalhos - diferentes em estilo - na sua página do Deviantart. Clique no nome da artista e bom proveito.





 

terça-feira, 17 de julho de 2012

Hitler protegeu jurista judeu pessoalmente, diz historiadora. Via Exame.


Ernst Hess
Fonte: revista Exame
Berlim - Uma historiadora alemã sustenta que Adolf Hitler defendeu pessoalmente um jurista judeu, seu antigo superior militar na I Guerra Mundial, e o protegeu, pelo menos temporariamente, da perseguição nazista, segundo um relatório publicado nesta quarta-feira pelo jornal ''Jewish Voice from Germany''.
Segundo a especialista Susanne Mauss, Ernst Hess trabalhava como juiz em Düsseldorf e tinha sido comandante da companhia na qual Hitler combateu na I Guerra Mundial. Ele esteve a salvo até 1941 graças à intervenção pessoal em seu favor do ditador nazista.
O caso está documentado em uma carta datada de agosto de 1940 do comandante das SS, Heinrich Himmler, na qual ordenava todas as autoridades nazistas a ''deixar Hess tranquilo, em todos os sentidos, segundo o desejo do ''Führer''.
Durante a desapropriação de bens pertencentes a judeus em favor de cidadãos de origem ''ariana'', Hess (1890-1983) foi suspenso como juiz, depois se mudou com sua família em 1936 para Bolzano, no Tirol italiano, afirma a historiadora.
Segundo a carta de Himmler, Hess entrou em contato com Hitler através de um companheiro de guerra em comum, o capitão Fritz Wiedemann, que entre 1934 e 1939 foi ajudante do ditador.
Também por carta, Hess, convertido ao protestantismo, pedia para ser considerado, segundo as leis raciais de Nuremberg, como cidadão ''semi-judeu'' e não inteiramente judeu.
Embora Hitler tenha rejeitado a solicitação, ordenou às autoridades através de Himmler para transferir a pensão de Hess para a Itália.
Além disso, juiz foi aliviado da obrigação de levar o nome de ''Israel'', que o identificava como judeu, e recebeu um novo passaporte em março de 1939 sem a letra ''J'' (de judeu) impressa em vermelho.
Hitler (sentado à esquerda) na Primeira Guerra Mundial
O chefe da Chancelaria do Reich, Hans Heinrich Lammers, e o cônsul geral alemão na Itália, Otto Bene, também intercederam por Hess.
Depois do pacto entre Hitler e Benito Mussolini e a italianização fascista do sul do Tirol, a família Hess se viu obrigada a retornar à Alemanha em 1939 e se transferiu para o povoado bávaro de Unterwössen.
Em 1941, Hess recebeu a notícia de que já não estava sob a proteção de Hitler e foi internado no campo de concentração de Milbertshofen, próximo de Munique, onde teve que realizar trabalhos forçados.
Segundo a historiadora, seu casamento com Margarethe, uma mulher não judia, o salvou da deportação, enquanto sua filha foi obrigada a realizar trabalhos forçados para uma companhia elétrica.
No entanto, a mãe de Hess, Elisabeth, e sua irmã Berta foram deportadas por ordem de Adolf Eichmann, artífice do plano de extermínio judeu.
Berta morreu no campo de extermínio de Auschwitz, enquanto a mãe conseguiu fugir nas últimas semanas da guerra do campo de concentração de Theresienstadt para a Suíça.
Depois da guerra, Hess se tornou presidente de uma companhia ferroviária na cidade de Frankfurt.
Para Rafael Seligmann, editor do ''Jewish Voice from Germany'' - publicação trimestral com uma tiragem média de 30 mil exemplares -, está claro que os ajudantes de Hitler cumpriam incondicionalmente as ordens do ''Führer'', seja como salvador ou como assassino em massa.
Seligmann acrescentou que é obrigação de um jornal judeu descrever também desta forma o sistema criminal dos nazistas.
A historiadora descobriu no arquivo regional da Renânia do Norte-Wesfalia o revelador documento durante os preparativos de uma exposição no ano passado.
Até o momento só se conhecia outro caso em que Hitler intercedeu por um judeu: o médico de sua mãe, Eduard Bloch, da cidade austríaca de Linz, que até sua emigração, em 1940, teria estado sob a proteção do ditador.

Franz says: a verdade por trás desta notícia é uma só: Hitler agia por conta de seus interesses. Quando alguém o agradava, judeu ou não, esta pessoa merecia o benefício da bondade e da proteção do Führer. Esta notícia não é um caso isolado, como a própria matéria deixa evidente, mas é uma das poucas divulgadas e conhecidas. É bem provável que muitos judeus - nunca o suficiente, infelizmente - receberam proteção de nazistas, seja por interesse ou por simpatia. É algo a ser estudado com maior aprofundamente, ainda que milhares de ações de caridade jamais apaguem as milhões de mortes provocadas pelo ódio e intolerância.
Ordens de Hitler, mesmo as que contradiziam sua política, eram incontestáveis e prontamente acatadas... a História prova isso.

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