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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Compare o Westworld de 1973 com a série da HBO.



Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Caso você ainda não tenha lido a resenha do primeiro episódio de Westworld, clique no link e veja. Garanto que não se arrependerá! Westworld S01E01.
A trama mostra um mundo criado por humanos para ser um parque de diversões temático. O problema está nos "brinquedos". Compare a versão de 1973, no vídeo acima, com a nova série da HBO. Ambas idealizadas pela mente de Michael Crichton, autor de Jurassic Park. Impossível não se apaixonar pela série...


quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Westworld. Uma das mais promissoras séries da HBO. Análise do primeiro episódio.


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.



Uma localidade do Velho Oeste norte-americanto. Uma mulher cercada de aparatos tecnológicos avançados. O que têm em comum? Esse é o mistério inicial de Westworld.

A narrativa é feita em off por uma mulher que é questionada, interrogada por alguém. Essa mulher é um dos alicerces da trama. Atenção à participação dela.

Cuidado! Spoilers em profusão a partir de AGORA.

Westworld é um parque de diversões. Sim, um parque onde ciborgues (esse é o termo mais próximo daquilo que são, já que não há um organismo vivo anexado à máquina, mas uma máquina moldada pelo homem para imitar à perfeição um ser humano) dão aos visitantes a ilusão de estarem de volta ao Velho Oeste. Uma terra sem lei, governada por mãos de aço (como diria o Pica-Pau). A diversão consiste, basicamente, em desfrutar de uma era extinta. Ser um cowboy, um rancheiro, uma madame, uma prostituta, um ladrão... são muitas as possibilidades por trás desse universo recriado.
A reconstrução desse mundo passado é dispendiosa, cara e moralmente discutível. Homens e mulheres pagam para ter seu dia nesse mundo. Uma vez lá, são intocáveis para os habitantes costumeiros e podem, literalmente, fazer o que lhes aprouver. Desde um simples contato, uma conversa ou até mesmo estupro e assassinato. Não há limites morais para os “visitantes” de Westworld.
As máquinas interagem e se adaptam aos visitantes. Eles não têm consciência de sua real condição, fato que promove uma maior imersão aos visitantes. A diferenciação entre um humano e um “anfitrião” é  praticamente impossível.
O que é ético ou não fica em suspensão todo o tempo. Ver máquinas com aspecto 100% humano é algo impactante. Como tratar alguém que é, aos olhos, tão humano quanto nós? O grau de interação entre homens e seres com inteligência artificial é uma opção que pode ser controlada. O que não pode ser previsto é o grau de adaptabilidade das máquinas, os limites da inteligência artificial, sua capacidade de armazenar experiências e, principalmente, os freios morais (ou a inexistência deles) das pessoas.
Nesse primeiro episódio é preciso destacar a presença de Anthony Hopkins, interpretando o Dr. Ford (talvez uma homenagem ao gênio industrial Henry Ford), o responsável pela criação dos ciborgues. Ele vive em um mundo tão isolado quanto as criaturas com IA. Há, aparentemente, uma dependência dele para com as máquinas. Isso deverá ser mais explorado nos episódios seguintes.

Nota: assistir Westworld e não lembrar de Blade Runner e os replicantes é quase impossível. Desde o primeiro segundo da narrativa é possível sentir o cheiro adocicado da tragédia. Aliás, a abertura já anuncia que nada é tão perfeito. Vejam abaixo:



O que se segue não difere, como disse acima, da trama de Blade Runner. Os anfitriões – ciborgues com maior poder de interação – passam a apresentar pequenos problemas. Até onde esses erros podem ir é algo que não fica explícito. Mas o potencial destrutivo disso fica pairando na atmosfera. 


Um ponto desprezado pelos idealizadores do projeto está em um ser humano (?): Ed Harris. Ele interage diariamente como um vilão, um bandido. Seu prazer está em praticar o mal contra os ciborgues.  Ele quer se aprofundar no “jogo” e isso é uma variante com a qual os criadores de Westworld não contavam. O personagem de Harris é frequentador do “parque” Westworld há trinta anos.
O dilema moral de Westworld é sobre a velha mania do homem de brincar de ser Deus. Dolores é uma das personagens que mais sofre com as brincadeiras nesse universo criado. Ela sofre por amor, por medo, violência e pela constante perda de tudo que ama. Essas perdas vão, ao longo dos tempos, marcando o inconsciente dela. Mesmo sendo uma criatura feita pela inteligência do homem, hipoteticamente insensível aos males que passa, ela sofre.
Tal como vimos e lemos em Frankenstein, a criatura não está e nunca estará sob o total controle do criador. Essa é uma regra que os homens deveriam ter aprendido há muito tempo, porém fazem questão de esquecê-la.
Não há programação perfeita. Com tempo e esforço, as barreiras e códigos podem ser quebrados ou alterados. Essa é uma verdade com a qual nós, humanos dessa era, convivemos e aprendemos a lidar. Essa controvérsia também é bem explorada no primeiro Matrix e em alguns episódios de Animatrix. Máquinas com comportamento e sentimentos humanos são controláveis até que ponto?

Nota: prestem atenção à reação dos anfitriões quando moscas pousam neles. Essa é uma dica bem legal para entender um pouco da amplitude da inteligência artificial e sua adaptação aos fatos novos...


P.S.: A presença de Rodrigo Santoro ficou muito boa. Ele é um dos vilões da trama (Hector Escaton), porém, se raciocinarmos um pouco, todos os seres criados só são bons ou maus conforme assim lhe determinam. Então, o que dizer da maldade humana cujo alcance está limitado pela moral existente na pessoa?
P.S.2: Westworld é baseado na obra homônima de Michael Crichton – com o subtítulo “onde ninguém tem alma”, escrita e dirigida por ele em 1973. O filme é estrelado por Yul Brynner, ator consagrado no gênero de Faroeste. A trama, apesar de ser mais resumida, mostra pessoas interagindo com máquinas que simulam ambientes e situações históricos. Além do Velho Oeste, há também Roma e a Idade Média. A trama original dá indícios do caos que nos aguarda na série.
P.S.3: A equipe que gerencia, cria e programa tudo para as encenações de Westworld também é afetada pela presença dos humanos por eles construídos. É impossível se manter apático diante de seres tão perfeitos. O Dr. Ford e Bernard, um dos principais responsáveis pela manutenção do projeto, são discretamente ‘modificados’ pela interação direta e indireta com os ciborgues. Isso, certamente, ainda dará muito pano para a manga. Um fato interessante está no jogo disputado entre os integrantes da equipe; um jogo por poder.

Nota final: a HBO mostra coragem e adequação ao apresentar o processo de construção e descarte dos humanos cibernéticos. As cenas de nudez são adequadas ao contexto e evidenciam, sobretudo, a escolha correta do elenco. Não é fácil encenar ser uma máquina sem sentimentos... ou uma que está começando a tê-los.

Elenco da produção da HBO:
Anthony Hopkins, Ed Harris, Evan Rachel Wood, James Marsden, Thandie Newton, Jeffrey Wright, Jimmi Simpson, Rodrigo Santoro, Shanno Woodward, Ingrid Bolsø Berdal, Ben Barnes, Angela Sarafyan, Clifton Collins Jr.


Direção: Jonathan Nolan.



domingo, 10 de janeiro de 2016

Logo da HBO recebe um banho de ouro!


Que a HBO é um dos canais (ou rede de canais) de maior prestígio ultimamente, não há o que discutir. Suas séries e filmes são sucesso, incluindo a consagrada trama de Game of Thrones.
Sendo assim, o artista digital Ars Thanea resolveu homenagear a HBO ao criar um logotipo que recebe um banho de ouro. O realismo da arte surpreende e deixa uma pergunta no ar: o banho de ouro é realmente uma forma de afirmar que o sucesso é devido ao padrão ouro da emissora ou será que há uma ligação entre esse banho e aquele recebido pelo "rei pedinte" Viserys Targaryien em Game of Thrones?






quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

George R. R. Martin não acabou o sexto livro, mas dará sequência à trama na série da HBO


A matéria a seguir foi publicada inicialmente no El País, mas a vi através do Livros e Pessoas...

Franz diz: Vamos aos fatos: a série em livros de Game of Thrones (As crônicas de gelo e fogo) é algo que incomoda os fãs há bastante tempo. Não se trata da qualidade do que está escrito, muito pelo contrário. Trata-se de prioridades, comprometimento e ordenação de compromissos.
Caso você seja um leitor dos romances dele, assim como eu sou, sabe que quando a série de TV foi lançada em 2011, já havia os cinco livros publicados. Então, como o texto abaixo cita, os leitores estavam anos-luz à frente dos fãs que assistiriam à série.
O tempo passa...
O tempo passa e tudo está como antes, pelo menos no universo dos livros, já que o autor não consegue completar a trama do sexto livro. Em contrapartida, a HBO iniciará em abril a transmissão da sexta temporada - que corresponderia ao sexto livro - o que, em tese, seria algo próximo a uma ultrapassagem histórica. A sensação que tenho é a mesma de alguém que está assistindo a uma corrida e vê um piloto largar na última posição e chegar ao fim em primeiro lugar. 
Óbvio que George R.R. Martin irá lançar notas de desculpas, já que isso é o mínimo de respeito que nós, leitores, merecemos e esperamos. Contudo, isso não dissipa a sensação de que ele mudou suas prioridades. Para mim, a impressão é a de que ele está dando atenção ao que dá lucro de verdade. Alguém duvida que a série de TV é muito mais lucrativa que os livros? A fortuna que ele embolsou só com merchandising é incalculável.
Enfim, façam suas apostas e tirem suas conclusões a partir deste meu texto e da matéria que segue abaixo...



Os leitores dos romances do mundo de Game of Thrones sempre puderam olhar para os fãs da série com um sorriso presunçoso e de compaixão. Era algo como: “Se você soubesse o que vai acontecer…”. Mas a partir de agora o processo será exatamente o contrário: George R. R. Martin, autor da série de livros As Crônicas de Gelo e Fogo, na qual se baseia a superprodução televisiva da HBO, anunciou que não terminará o próximo volume, Os Ventos de Inverno, antes da estreia da sexta temporada da série. Ou seja, a trama na tela vai se adiantar em relação aos livros, e serão os leitores que agora terão medo de sofrer algum spoiler.
“Vocês queriam uma atualização, e aqui vai. E não vão gostar. Os Ventos de Inverno não está terminado. Acreditem em mim, não me dá prazer algum escrever essas palavras. Ficarão decepcionados, e não estarão sozinhos. Meus editores estão decepcionados, a HBO está decepcionada, meus agentes, editores e tradutores estrangeiros estão decepcionados… mas ninguém poderia estar mais desapontado do que eu. Durante meses eu queria mais do que qualquer outra coisa poder dizer: ‘Terminei e entreguei Os Ventos de Inverno”, diz o escritor no Livejournal, onde publica regularmente detalhes sobre os progressos realizados no processo de escrita.
Assim, a estreia da sexta temporada de Game of Thrones, em abril, será a única maneira de saber como continuam as tramas e intrigas daqueles quem lutam pelo Trono de Ferro, pelo menos até a publicação do livro, cuja data é desconhecida. A série ganha assim mais um elemento de interesse, mesmo não sendo necessário: a produção já é considerada uma das mais bem-sucedidas da história, apoiada por seus milhões de seguidores e numerosas nomeações para o Emmy e o Globo de Ouro ao longo dos anos.
Os Ventos de Inverno é o penúltimo romance da coleção As Crônicas de Gelo e Fogo. Na verdade, Martin previa inicialmente que fosse o encerramento da saga, mas decidiu acrescentar mais um volume, Um Sonho de Primavera. Enquanto isso, o escritor também contou aos roteiristas da série o desfecho da história.
Ao longo de sua publicação, o escritor se desculpa várias vezes com os fãs, reconhece ter “falhado” com eles, explica o quão ruim são os prazos de entrega estabelecidos pelos editores e responde –mais ou menos– à pergunta que todos os seus leitores estão se fazendo: “A série terá spoilers sobre os livros?”. “Sim e não”, diz Martin, que lembra que, afinal, os enredos literário e da televisão tomaram caminhos diferentes em vários aspectos, portanto, não necessariamente o que for visto na sexta temporada será refletido em Os Ventos de Inverno. Apesar das desculpas do autor, centenas de fãs críticos encheram as redes sociais de comentários indignados e ressentidos com Martin.
Na realidade, os anos que Martin normalmente leva para terminar seus livros têm sido uma tortura há algum tempo para seus fãs. O livro anterior, A Dança dos Dragões, foi publicado em 2011 após seis anos de trabalho. Martin esperava acelerar o processo para os dois últimos livros, mas no fim não conseguiu. O autor está escrevendo Os Ventos de Inverno desde 2010.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Novos pôsteres com os mais importantes personagens da quarta temporada de Game of Thrones


Brienne

Cersei

Geoffrey

Cão

Jamie

Mindinho

Maragery

Oberyn Martell

Tormund

Tyrion

Tywin

Ygritte

Arya

Bran

Daenerys

Jon Snow

Sir Jorah

Sansa


quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Game of Thrones em versões dos anos 80 e 90.


Sir Jorah Mormont
Fonte das imagens: Mike Wrobel

Não resta dúvidas sobre o alcance e a popularidade do seriado Game of  Thrones. A série é baseada na obra ainda inacabada de George R. R. Martin e ganhou popularidade por sua trama repleta de política, traições, sexo, violência e, logicamente, personagens extremamente cativantes. 
Alguns desses personagens se tornaram verdadeiros ícones da cultura pop, idolatrados por milhões de fãs. Na série televisiva a evolução de cada um desses personagens provoca a empatia do público e, como resultado final, muitos dos atores da trama acabaram por ganhar papéis em filmes e convites para interpretar outros personagens que são alvo da cobiça de muitos atores.
Mas deixemos as explicações e vamos ao que interessa. Mike Wrobel é um artista que recriou o visual dos personagens de Guerra dos Tronos usando roupas das décadas de 80/90. Como verão, a arte é bem elaborada e ficou interessante demais. Desde Sonsa até  Sir Jorah Mormont foram retratados por Mike. As referências culturais estão explícitas nas indumentárias dos atores que Mike desenhou.
Acessem o tumblr do artista e aproveitem outras artes de igual porte.
Curtam e ajudem a divulgar o Apogeu. Feliz 2014!
Bran Stark

Sandor Clegane, o Cão

Talisa Maegyr

Robb Stark
Arya Stark

Daenerys Targaryen com Drogon, Rhaegal e Viserion

Jon Snow
 
Cersei

Khal Drogo

Theon Greyjoy

Tyrion Lannister

Bronn


segunda-feira, 20 de maio de 2013

Entrevista de George R. R. Martin ao jornal Folha de São Paulo.




Seria apenas meia hora de conversa por telefone e o assunto não poderia fugir muito de “Wild Cards”, série  coletiva sobre super-heróis que George R.R. Martin edita e na qual escreve desde os anos 1980. Duas das condições com as quais chegou até mim, no mês passado, a possibilidade de entrevistar o autor de “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que nunca tinha falado a jornais do Brasil, país que está entre aqueles onde ele tem hoje mais leitores.
Confesso que bateu certo desconforto à medida que lia entrevistas com ele. GRRM é um bom entrevistado, mas a paixão que sua obra desperta e a atenção implacável de fãs fez com que já fosse questionado sobre todo assunto que se possa imaginar, e as respostas tendem a se repetir. No fim, até ajudou falar de um tema menos abordado, “Wild Cards”, cujo volume 1 a editora LeYa acaba de pôr nas lojas (o segundo e o terceiro saem em novembro). E, é claro, fui encaixando na conversa as “Crônicas” e “Game of Thrones”, a série da HBO baseada nos livros.
Em “Wild Cards”, como nas “Crônicas”, GRRM dá um tratamento mais adulto, por assim dizer, a temas que tendem a ser associados ao juvenil (super-heróis, fantasia), com violência, política e sexo como pano de fundo. A boa notícia para os fãs das “Crônicas” é que GRRM hoje quase não ocupa seu tempo escrevendo para “Wild Cards”, embora editar a obra seja, como ele diz, “o trabalho mais desafiador” nesse sentido.


sábado, 6 de abril de 2013

Redes sociais e sites ganham brasões e lemas similares aos de Game of Thrones.


O nosso é o peludo


Uma das marcas da série Game of Thrones consiste nos brasões de família. Para cada brasão há um lema vinculado que identificam seus integrantes e até um pouco da índole das Casas. O mais célebre é o brasão da família Stark com o já tradicional Lobo Gigante e seu lema "O inverno está chegando".
Mas esses brasões são apenas versões bem-humoradas onde cada rede social recebeu seu símbolo e um lema. A tradução destes lemas ficou por minha conta. Caso encontrem alguma imperfeição, peço que indiquem através dos comentários.
Franz.

Lembre-se dos anos 90.

Longa vida. Longas listas.

Estamos com sorte.

Todos que você odeia.

Jurado à casa Reddit. Lealdade, serviço, cachorro. Gifs.

Sempre observando

Não temos fonte.

O jantar está vindo.

Verifique seu privilégio.

Asas escuras, palavras idiotas.

Tempo perdido, sabedoria obtida.


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