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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Star Wars - O Despertar da Força. Mais do mesmo ou apenas crítica exagerada dos fanboys?



Um filme com um potencial incrível, mas que preferiu seguir pela trilha daquilo que já havia dado certo.
A trama engloba personagens com grande potencial como Kylo Ren, Rey, Finn e Poe Dameron que são enquadrados como protagonistas. Mas houve um deslize durante a narrativa que truncou demais a história e nos deu, ao contrário das expectativas, um reflexo de cenas e situações antes vistas. A sensação é que estamos revendo os três primeiros episódios (IV, V e VI) em formato compacto, melhores momentos. Isso não dá certo.


Texto: Franz Lima
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Há boas coisas em O Despertar da Força? Óbvio que sim. O simples fato de termos uma retomada da série nos cinemas é uma vitória. O que incomoda é a persistente sensação de que tudo isso foi feito apenas pelo dinheiro da arrecadação e das vendas de produtos relacionados.
E o que me leva a afirmar que a receita é, basicamente, “mais do mesmo”?
Vejam...
Kylo Ren é uma versão branda de Darth Vader. Há uma luta nele para permanecer no lado negro da Força e isso está bem claro no filme. Rey é uma versão nova e menos frágil da princesa Leia. Finn assume a posição de Han Solo, ainda que com outras habilidades. Poe, por sua vez, faz o papel de Luke Skywalker, incluindo sua capacidade de pilotar naves.
Não dá para esquecer-se de citar o BB-8 que é uma versão redonda e ágil do R2-D2 e tão carismática quanto  este último.
E isso é péssimo? Não. Na verdade o filme flui bem. O que incomoda, repito, é a falta de novidades em um filme que tem como base a mitologia Star Wars, um universo inteiro para criar, ampliar e trazer inovações.

Nota: boa parte da decepção do público veio da expectativa gerada pelos trailers. A edição e o clima de algo à altura dos episódios IV, V e VI em um único filme não foram apresentados com eficiência nesse novo episódio.

Os novos vilões não convencem. O mestre de Kylo Ren não teve tempo de exposição suficiente para se mostrar, ao contrário do que ocorreu com o Dath Sidious. Novamente outra “coincidência” entre as tramas que provoca a sensação de Déjà Vu.
Entretanto, a retomada de uma força capaz de destruir a República pareceu ser mais coerente que as anteriores. A Primeira Ordem, denominação dessa força, se mostrou menos permissiva e assumiu as rédeas do próprio destino ao destruir impiedosamente bilhões de vidas. O discurso de um dos líderes está bem próximo daqueles que a história registrou nos quais Hitler (sob o auspício da bandeira nazista) inflamava seu povo a destruir a escória (todos que fossem contra seu regime). Primeira Ordem ou Terceiro Heich são nomes parecidos de regimes déspotas desprovidos de sentimentos para com os inimigos. A frieza está presente nas palavras e ações.
O decorrer da história mostra a ascensão de Rey e a fragilidade sentimental de Kylo Ren. Ambos são poderosos, mas Rey tem muito da Força em si. Kylo é forte e consegue manipular o Lado Negro como poucos, porém sua vontade em ser tão importante e forte como Darth Vader é um ponto negativo em sua índole.
Destaque para as participações de Han Solo, Leia e Chewbacca que voltam à ação mais velhos, sábios e capazes de despertar em nós, espectadores, uma carga emocional grande. O destino mudou bastante suas situações desde o final de episódio VI (O Retorno de Jedi). Esse mesmo destino reserva surpresas impactantes às personagens.
A busca de Solo pelo filho deu um toque emocional à trama muito bom. Esse lado emocional serviu para comprovar que nossas decisões podem ser determinantes para o futuro. Ren fez sua escolha. Solo também. Ambos assumiram suas parcelas de culpa no desfecho do encontro de pai e filho.
Quanto ao combate de Finn e Rey contra Kylo Ren, o final poderia ser bem melhor se não houvesse um detalhe dramático dispensável e forçado que impediu o prosseguimento da luta. Mas, esse é o padrão George Lucas de desfecho.
A procura por Luke é outro ponto que irritou muito os fãs por motivos óbvios. Sua participação foi rápida e acrescentou pouco à história, o que deixa a entender que o próximo episódio terá mais dele, talvez como mestre da Rey. O que ficou estranho na descoberta do paradeiro dele foi a forma como R2-D2 se reativou. Muito conveniente para o roteirista, mas forçado para o espectador.
Seja como for, resta aguardar por um episódio VIII com menos lacunas e mais evoluído em matéria de roteiro. A direção de J.J. Abrams ficou muito abaixo do que ele fez com a franquia Jornada nas Estrelas, provavelmente por causa de pressões do estúdio e dos produtores executivos, mas há cartas escondidas como a Capitã Phasma (interpretada por Gwendoline Christie, a Brieene de Game of Thrones) e o Líder Supremo (interpretado por Andy Serkis).  Que o saudosismo seja posto de lado em nome de uma continuidade à altura do universo criado por George Lucas.
P.S.: Star Wars – Rogue One foi muito, muito melhor que esse episódio da saga. Logo, dá para corrigir os pontos fracos e transformar o que resta da saga em algo à altura das expectativas dos fãs antigos e novos.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Pôsteres de filmes clássicos ganham versões com personagens dos quadrinhos.



Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Alguns filmes clássicos receberam releituras em homenagem aos personagens do universo DC. Batman, Aquaman, Superman, Zatanna, Mulher-Maravilha, Flash e outros heróis tomaram os lugares de atores e atrizes consagrados do cinema. As novas versões vão desde 300 até Os Fantasmas se Divertem. E o resultado final você vai conferir agora no Apogeu.
























terça-feira, 3 de setembro de 2013

Anel recria a clássica cena de Han Solo preso em carbonite.



Paul Michael é um designer de joias radicado em Pittsburgh que elaborou um anel que reproduz fielmente a clássica cena do filme Star Wars na qual Han Solo é congelado em carbonite. A peça dará a oportunidade aos fãs da saga de ostentarem uma verdadeira obra de arte com o toque que só um admirador do clássico poderia querer.
O anel será fabricado em diversos materiais que irão desde a prata até o ouro, fato que fará com que a peça tenha valores oscilando entre 250 e 1275 dólares. 


quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Resenha do filme: Cowboys e Aliens.


Pôster por Tom Whalen



Fui assistir a este filme com certo receio, confesso. Após ouvir algumas opiniões desfavoráveis sobre ele, tornou-se inevitável desconfiar de "Cowboys e Aliens". Mas é preciso ver para crer... Cowboys e Aliens é o tipo de filme para divertir. Não houve pretensão por parte do roteirista e do diretor em fazer um filme "cabeça" com as grandes questões que abalam a humanidade. 
A obra engloba dois gêneros bem distintos: ficção científica e cowboys. Como seria feita essa fusão, inicialmente, era uma dúvida para todos os fãs de ambos os gêneros. Mas o diretor Jon Favreau (o motorista de Pepper Pots em Iron Man 2) soube dosar essa mistura sem privilegiar um ou o outro. Há boas partes de ficção científica (com a tradicional abordagem sobre invasão alienígena) e também existe o conteúdo western, onde a cidadezinha é dominada por um rico dono de gado. Claro, isso é apenas uma visão superficial da história. Ao contrário de fiascos como "Battleship", esta produção teve a coerência de não transformar os aliens em criaturas idiotas. Eles, como todo ser vivo, possuem pontos fracos, o que não os torna menos mortíferos. É diversão, indubitavelmente, porém com um pouco mais de "coerência", com mais apreço pela inteligência do espectador.
Harrison Ford e Daniel Craig
Outro ponto que melhorou muito o filme está na escolha do elenco. Harrison Ford é o Coronel Dolarhyde Woodrow, um rancheiro rico e poderoso. Sua criação de gado é a única fonte de renda para todos na cidade e isso alimenta o temor diante de seu poder. O filho dele é um dos que usam este temor para impor respeito. No meio desse cenário, surge o cowboy Jake Lonergan (Daniel Craig), desmemoriado e dono de uma agilidade incomum com revólveres (e com um bracelete alienígena preso ao seu antebraço). O encontro deles é envolto em muita ação e culmina com um ataque dos alienígenas. 
Há ainda a presença de Ella, interpretada por Olivia Wilde, uma mulher que quer ajudar os cowboys contra os invasores, aparentemente motivada pelo sequestro de uma pessoa que ela ama. Outros bons atores presentes no elenco são Sam Rockwell, o Doutor, Paul Dano (o filho do coronel, Percy Dolarhyde) e Adam Beach como o indígena Nat Colorado.
O roteiro não traz muitas surpresas, mas não decepciona, principalmente com algumas viradas proporcionadas no decorrer da trama. A parte emocional ganha algumas nuances interessantes, principalmente no final do filme. 
Destaque para as cenas de ação e os efeitos especiais, elementos que ampliam o interesse do público na trama. As explicações para a motivação dos aliens e os fatores que acabam reunindo os humanos (de várias etnias e com motivações diferentes) para combater os invasores não são mirabolantes a ponto de criar a antipatia do espectador pela trama. Relembro que mesmo ambientado no ano de 1873, o filme ainda tem como tema principal a ficção científica. As influências de Alien, o 8º passageiro e os westerns onde John Wayne atuou (guardadas as devidas proporções) são bem claras, porém não tem o mesmo impacto que os filmes citados. Pelo que percebi, John Wayne é a inspiração de Craig para compor seu fora-da-lei desmemoriado e bruto.
Como disse no início desta resenha, Cowboys e Aliens não é cinema cult. O que temos é entretenimento bem feito (que poderia ser muito melhor) e despretensioso. A única coisa que me traz temor é a velha decisão dos estúdios em produzir uma sequência, fato que dificilmente ocorrerá em prol da arrecadação fraca nas bilheterias.
Vejam os pôsteres do filme, o trailer e algumas fotos:




Coronel Dolarhyde

Ella

Dolarhyde e Jake



Doc







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