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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Gary Oldman: um camaleão que ainda não foi premiado com o Oscar.



Com uma filmografia e atuações tão extensas e marcantes, já era hora de ele ter um Oscar entre seus prêmios:

Filmografia - via IMDb

  • 2017 - Darkest Hour - Winston Churchill
  • 2017 - O Espaço entre nós - Nathaniel Shepherd
  • 2016 - Mente Criminosa - Quaker Wells
  • 2015 - Man Down - Counselor Peyton
  • 2015 - Child 44 - General Mikhail Nesterov
  • 2014 - Planeta dos Macacos: O Confronto - Dreyfus
  • 2014 - Robocop - Norton
  • 2013 - Monster Butler - Wiggy
  • 2012 - Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge - Comissário Gordon
  • 2012 - Os Infratores
  • 2011 - O Espião Que Sabia Demais - George Smiley
  • 2011 - Kung Fu Panda 2 - Shen (voz)
  • 2011 - A Garota da Capa Vermelha (Red Riding Hood) - Padre Solomon
  • 2011 - Harry Potter e as Relíquias da Morte, Parte II (Harry Potter and the Deathly Hallows)
  • 2010 - Call of Duty: Black Ops (Jogo) (Voz: Viktor Reznov)
  • 2010 - O Livro de Eli (The Book of Eli)
  • 2009 - Floresta das Sombras
  • 2009 - Os Fantasmas de Scrooge (A Christmas Carol)
  • 2009 - Alma Perdida (The Unborn)
  • 2008 - Batman - O Cavaleiro das Trevas - Comissário Gordon
  • 2008 - Call of Duty: World at War
  • 2007 - Harry Potter e a Ordem da Fênix (Harry Potter and the Order of the Phoenix)-Sirius Black
  • 2005 - Batman Begins - Comissário Gordon
  • 2005 - Harry Potter e o Cálice de Fogo (Harry Potter and the Goblet of Fire) - Sirius Black
  • 2004 - Dead Fish
  • 2004 - Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (Harry Potter and the Prisoner of Azkaban) "Sirius Black"
  • 2003 - Pecados do Passado (Sin)
  • 2003 - True Crime: Streets of LA (Jogo) (Voz: Rocky/Agent Masterson)
  • 2003 - Na Ponta dos Pés (Tiptoes)
  • 2003 - Medal of Honor: Allied Assault - Spearhead (Jogo) (Voz: Sgt. Jack Barnes)
  • 2002 - Viagem Sem Destino (Interstate 60)
  • 2002 - Beat the Devil (Curta-metragem) (Diabo)
  • 2001 - Dois Picaretas e um Bebê (Nobody's Baby)
  • 2001 - Hannibal
  • 2000 - A Conspiração (The Contender)
  • 1999 - Jesus (Jesus) (TV) - Pôncio Pilatos
  • 1998 - A Espada Mágica - A Lenda de Camelot (The Magic Sword: Quest for Camelot) (voz)
  • 1998 - Perdidos no Espaço (Lost in Space)… dr. Zachary Smith
  • 1997 - Força Aérea Um (Air Force One)
  • 1997 - O Quinto Elemento (The Fifth Element)
  • 1996 - Basquiat - Traços de uma Vida (Basquiat)
  • 1995 - A Letra Escarlate (The Scarlet Letter)
  • 1995 - Assassinato em Primeiro Grau (Murder in the First)
  • 1994 - O Profissional (Stansfield)
  • 1994 - Minha Amada Imortal (Immortal Beloved)
  • 1993 - O Sangue de Romeu (Romeo Is Bleeding)
  • 1993 - Amor à Queima-roupa (True Romance)
  • 1992 - Drácula de Bram Stoker (Bram Stoker's Dracula)… Drácula
  • 1991 - JFK - A pergunta que não quer calar (JFK)
  • 1991 - Heading Home (TV)
  • 1990 - Henry & June - Delírios Eróticos (Henry & June)
  • 1990 - Sobrevivente da Prisão (Chattahoochee)
  • 1990 - Rosencrantz e Guilderstern estão mortos (Rosencrantz and Guilderstern Are Dead)
  • 1990 - Um Tiro de Misericórdia (State of Grace)
  • 1988 - Inocente ou Culpado (Criminal Law)
  • 1988 - The Firm (TV)
  • 1988 - Track 29 - Passatempo Mortal (Track 29)
  • 1988 - We think the world of you
  • 1987 - O amor não tem sexo (Prick up Your Ears)
  • 1986 - Sid e Nancy - O amor mata (Sid and Nancy)
  • 1985 - Honest, Decent & True (TV)
  • 1982 - Rememberance
  • 1981 - Meantime (TV)


quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Pôsteres de filmes clássicos ganham versões com personagens dos quadrinhos.



Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Alguns filmes clássicos receberam releituras em homenagem aos personagens do universo DC. Batman, Aquaman, Superman, Zatanna, Mulher-Maravilha, Flash e outros heróis tomaram os lugares de atores e atrizes consagrados do cinema. As novas versões vão desde 300 até Os Fantasmas se Divertem. E o resultado final você vai conferir agora no Apogeu.
























terça-feira, 18 de outubro de 2016

Lançamentos literários de outubro da editora Rocco.


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HARRY POTTER E A CRIANÇA AMALDIÇOADA, de J.K. Rowling, Jack Thorne & John Tiffany

Após nove anos, uma nova história de Harry Potter chega a todos os fãs da série criada por J.K. Rowling. Os brasileiros já podem reservar seu exemplar da edição nacional Harry Potter e a Criança Amaldiçoada, agora, na pré-venda! E, o grande lançamento não poderia ser numa data mais especial que o dia 31/10 – Halloween e, claro, Potterday!!!

“Tantos anos após a publicação de Harry Potter e as Relíquias da Morte, último livro da série que transformou o mercado editorial mundial e a vida de tantos leitores, é com grande alegria que trazemos para o Brasil a 8ª história de Harry Potter”, anuncia Paulo Rocco.

Harry Potter e a criança amaldiçoada estará disponível para os fãs brasileiros nas edições brochura e capa dura, ambas em papel off-white, seguindo o padrão das edições britânicas a partir das 00h do dia 31/10.

Sinopse:
Sempre foi difícil ser Harry Potter e não é mais fácil agora que ele é um sobrecarregado funcionário do Ministério da Magia, marido e pai de três crianças em idade escolar. Enquanto Harry lida com um passado que se recusa a ficar para trás, seu filho mais novo, Alvo, deve lutar com o peso de um legado de família que ele nunca quis. À medida que passado e presente se fundem de forma ameaçadora, ambos, pai e filho, aprendem uma incômoda verdade: às vezes as trevas vêm de lugares inesperados.

MELHOR E MAIS RÁPIDO – O caminho inovador para ideias imbatíveis. 
Autor: Jeremy Gutsche
Tradução: Bruno Casotti
Preço: R$ 34,50
240 pp. | 16x23 cm
ISBN: 978-85-325-3036-3
Assuntos: administração & negócios/economia, criatividade, empreendedorismo, liderança/desenvolvimento pessoal
Selo: Rocco

A velocidade das transformações no mundo dos negócios parece crescer de forma exponencial. Gigantes como Kodak e Lehman Brothers foram atropelados pela inovação, ou pela falta dela. Novas corporações como Netflix e Uber alteram o consumo de mercados tradicionais a partir de suas plataformas online. No meio de um redemoinho de incertezas, Jeremy Gutsche encontrou sua bússola caçando tendências e as utilizando como um caminho para as oportunidades de bons negócios. Criador do site TrendHunter, a maior comunidade do mundo sobre inovação, Gutshe agora compartilha sua experiência no livro Melhor e mais rápido – O caminho inovador para ideias imbatíveis, registro que é fruto do seu trabalho com mais de 300 marcas e das discussões no site que contabiliza 60 milhões de visitas por mês.

Abordando tanto casos de sucesso, como os da Zara e da autora de Harry Potter, J.K. Rowlling, quanto os de estagnação, como os das empresas Blockbuster e Blackberry, Gutsche indica ao leitor a análise dos padrões que estão na estrutura das ideias que conquistam mercados e renovam marcas. Histórias deliciosas como a Microsoft engolindo as enciclopédias da Britannica com seus CD-ROMs para depois ser devorada pela Wikipedia são parábolas de orientação sobre a inovação como forma de sobrevivência de carreiras e produtos. Os casos são apresentados com rigor nos detalhes que diferenciam trajetórias bem-sucedidas, tornando o livro um guia instigante, não só para quem busca inovação, mas também para os que procuram aperfeiçoamento constante em suas carreiras ou empreendimentos.

O próprio percurso profissional de Jeremy é emblemático em relação aos casos apresentados no livro quando o assunto é perseguir uma boa ideia. Depois de ter experimentado o sucesso como empreendedor na faculdade e o fracasso como investidor de seu próprio dinheiro, o autor abandonou uma ascendente carreira em um grande banco para tocar seu projeto de website. A aposta deu certo. Dois bilhões de visualizações e centenas de clientes depois, ele conta no livro como criou uma enorme e valiosa rede de influenciadores digitais e desenvolveu um método comprovado para identificar ideias melhores com mais rapidez.

Os seis padrões de oportunidade burilados por Jeremy Gutsche e a comunidade do TrendHunter mostram como avaliar as chances de uma iniciativa florescer, apontam segredos para buscar oportunidades na esteira de outros projetos de sucesso (um caso simbólico nesse sentido são grandes ideias como Twitter, Instagram e Snapchat, que nasceram a partir do êxito do Facebook) e indicam de forma didática como aperfeiçoar o faro para bons negócios, tomando sempre como referência a inovação constante. Conhecer um pouco mais sobre o trabalho e a visão de Gutsche é uma boa chance de entender melhor o atual momento dos negócios em rede e de refletir sobre o padrão que existe nas oportunidades que surgem diariamente.  


O LIVRO DAS COISAS ESTRANHAS
Autor: Michel Faber
Tradução: Simone Campos
Preço: R$ 69,50
528 pp. | 16x23 cm
ISBN: 978-85-325-3039-4
Assuntos: ficção – romance/novela
Selo: Rocco

Michel Faber é um raro autor capaz de combinar uma aura idiossincrática a um estilo clássico. Celebrado pela crítica por Pétala escarlate, flor branca, sobre a vida de uma prostituta na época vitoriana, e cultuado pelo chocante Sob a pele, que chegou ao cinema com Scarlett Johansson no papel de uma alienígena caçadora de homens, Faber retorna grandioso em O livro das coisas estranhas – que ele declarou ser seu último romance. Amalgamando referências que vão do Novo Testamento aos quadrinhos da Marvel, a obra se apropria do formato de um tipo de ficção científica em extinção (aquele em que as ideias surgem mais imponentes que naves e batalhas) para traçar uma obra delicada e de alto teor literário sobre amor e perda.

A existência de Peter Leigh gira em torno de duas devoções: Jesus Cristo e a esposa Beatrice. E é por elas que decide partir em uma arriscada missão para difundir a palavra de Deus. Em um futuro aparentemente próximo, ele se despede de Bea e do ronronante gato Joshua para, aos cuidados da gigantesca e obscura corporação USIC, decolar rumo ao planeta Oásis. Vivendo em um ambiente árido, os habitantes locais (que, com exceção da incapacidade física de pronunciar os sons do “S” e do “T”, aprenderam a falar inglês com facilidade) são humanoides frágeis e discretos que exteriorizam pouquíssimos anseios: analgésicos, antibióticos e os ensinamentos da Bíblia, por eles conhecida como O livro das coisas estranhas.

Enquanto a conexão com Jesus pode ser feita pela força intrínseca do verbo, o contato com Bea só se realiza por meio da tecnologia popularmente conhecida como “tubo” – sistema de intercâmbio de textos entre a Terra e Oásis que não alcança o assentamento oasiano, distante da base, onde Peter fez questão de se instalar. E as mensagens esporádicas que consegue receber da mulher, a trilhões de quilômetros dali, registram crescentes desavenças políticas, catástrofes naturais e um iminente colapso de sua própria fé.

“Minha intenção era escrever o livro mais triste de todos”, afirmou o autor, que concluiu o romance após a esposa perder uma longa batalha contra o câncer. A exemplo de obras-primas do porte de 2001: Uma odisseia no espaço e Solaris, Michel Faber aborda emoções assombrosamente terrenas e cotidianas ao engendrar uma jornada interplanetária – conquistando fãs de primeira linha (David Mitchell, Yann Martel, Phillip Pullman, Rick Riordan) e a imprensa especializada (The New York Times, The New Yorker, Washington Post, The Guardian, The Times, PopMatters). Como em todas as realizações de um artista cuja marca registrada é a incapacidade de se repetir, a narrativa se revela precisa, hipnótica e fascinante. O livro das coisas estranhas é uma aventura introspectiva e, contra qualquer clichê, extremamente humana.

DARTANA

Autor: André Vianco
Preço: R$ 59,50
784 pp. | 16x23 cm
ISBN: 978-85-68432-84-6
Assuntos: ficção – romance/novela, ficção nacional, fantasia
Selo: Fábrica231

No insólito mundo de Dartana, os habitantes são incapazes de guardar conhecimento. Qualquer aprendizado é sumariamente esquecido quando dormem. A única esperança para acabar com este sofrimento é o nascimento de um deus guerreiro, capaz de vencer outros deuses e liberar o conhecimento para seus seguidores. Primeiro livro da nova trilogia de André Vianco, Dartana surpreende por apostar numa fantasia com ares de ficção científica, que bebe na fonte de clássicos do gênero como Star Wars. E André Vianco faz isso com enorme talento, mostrando por que é um dos grandes representantes do gênero fantasia no país.

O nascimento do deus Belenus é o sinal que todos aguardavam, a esperança de que o sofrimento pode estar chegando ao fim. E os jovens Jeliath e Dabbynne marcham junto das feiticeiras e dos soldados para o Combatheon, uma outra dimensão e uma arena onde um combate épico define a sorte de vários mundos.

A chegada em Combatheon não é como o imaginado, e agora Jeliath e seus amigos têm que lutar para sobreviver antes de pensar em salvar o seu mundo. Estranhas descobertas e inesperados reencontros fazem parte da nova realidade do grupo. Enquanto buscam novas armas através de uma estranha conexão com a Terra e a família de Gláucia e Doralice, os jovens ficam sabendo um pouco mais sobre o Combatheon, os misteriosos e poderosos deuses guerreiros e outros planetas e povos.

Em Dartana, André Vianco leva aos seus leitores uma história épica, sobre uma jornada onde a esperança não termina. Um livro recheado de ação intensa e grandes surpresas que mostra um universo incrível onde o inesperado é corriqueiro. Dartana é mais um sucesso com a marca de Vianco, agora pelo selo de entretenimento Fábrica231

BOO – Minha vida após a morte

Autor: Neil Smith
Tradução: Elisa Nazarian
Preço: R$ 39,50
336 pp. | 16x23 cm
ISBN: 978-85-68432-82-2
Assuntos: ficção – romance/novela
Selo: Fábrica231

Oliver Dalrymple é o típico “looser” americano: o adolescente de 13 anos é um nerd, magro, pálido, muito parecido com um fantasma: não à toa seu apelido no colégio é Boo. Ele bem que gostaria de fazer jus ao nome que lhe impuseram, mas não consegue assustar ninguém. Na verdade, quem vive assustado é ele com a vida na qual não consegue se ajustar. O que mantém seu interesse no mundo é descobrir os elementos que o constituem e para isso memorizou obsessivamente os elementos da tabela periódica. Um dia, no entanto, enquanto se recupera de mais um bullying recitando o símbolo do bário e do bromo, desfalece para sempre em frente ao seu armário da escola. E é aí que sua verdadeira vida começa.

Boo, lançamento do selo Fábrica231, da Rocco, é o mais recente livro do canadense Neil Smith. No romance, Smith mostra por meio de sua personagem uma visão adolescente do pós-morte. O “céu” onde Oliver acorda depois que acredita ter tido uma parada cardíaca em função de um problema congênito – um “buraco” no coração – é completamente inusitado. Para começar, Boo é ateu e extremamente racional. Ao acordar nu em uma cama de enfermaria, e ver que não precisa mais de seus óculos para enxergar, deduz que está em alguma espécie de pós-morte, mas que está muito longe de ser o que se pensa.

A Cidade, como é chamado o local onde vai parar, é povoada por pessoas que morreram aos 13 anos. Na verdade, existe um céu para cada idade e todos eles ficam lá sem envelhecer até completarem o tempo em que deveriam viver na Terra. Depois, viria a morte definitiva. Para Oliver, a morte deveria ser seu alívio: ele tem claros problemas de sociabilidade e não suporta ser tocado. Nesse pós-morte, no qual adolescentes de 13 anos vivem aprontando, se alimentam de comida pronta deixada numa despensa que se reabastece sozinha e cujos habitantes dão graças a Zig (Deus), Oliver “Boo” tem que aprender a fazer amigos, como Thelma, uma alma caridosa que cuida da adaptação dos renascidos nesse novo mundo, e Johnny Henzel, seu colega de escola que chega dias depois à Cidade, trazendo uma notícia perturbadora: Oliver não morreu do coração, mas foi vítima de um ataque, assim como Henzel. E tudo indica que o responsável pelo crime também está entre eles.

De um mero fantasma a uma pessoa de verdade, Smith constrói uma personagem interessante que se humaniza justamente depois da vida. Elogiado pela crítica e adorado pelos leitores, Boo é um romance cativante sobre amizade, confiança, bullying, segundas chances e a difícil tarefa de ser adolescente.

NUTRINDO SEUS SENTIDOS – Receitas ayurvédicas para encontrar o equilíbrio

Autor: Laura Pires
Preço: R$ 39,50
216 pp. | 16x23 cm
ISBN: 978-85-68696-39-2
Assuntos: saúde/ alimentação
Selo: Bicicleta Amarela

Depois de apresentar os princípios básicos da Ayurveda no bestseller O sabor da harmonia, Laura Pires volta a dividir com os leitores sua experiência com esse sistema de saúde e bem-estar milenar e os convida a descobrir novos hábitos e a levar mais cor, sabor, saúde e vida às refeições. Com cerca de 200 receitas, Nutrindo seus sentidos é um verdadeiro guia para alcançar um novo patamar de saúde e consciência, bem-estar e vitalidade, tomando por base essa ciência da vida.

Sabedoria milenar da vida longa e saudável, a medicina Ayurveda reconhece a importância de cada alimento, preparação, respiração, movimento, escolha e momento da vida. O termo vem do sânscrito: ayu, significa “vida”; veda, “conhecimento” ou “ciência”. Sistema de medicina tradicional e milenar da Índia, a Ayurveda é mais do que ciência, é também uma filosofia de vida, capaz de auxiliar o indivíduo a manter a saúde e tratar as doenças cuidando do corpo, espírito e mente.

De acordo com este sistema, cada pessoa é influenciada por três doshas: Vata, Pitta e Kapha. A maior intensidade de um ou outro acaba interferindo na maneira de agir, nos desequilíbrios que se manifestam, assim como regulam todas as funções do nosso organismo e auxiliam na respiração, circulação, batimentos cardíacos, entre outros.

Laura Pires propõe então um ciclo diário para pessoas regidas por cada um dos doshas. São rotinas de alimentação e práticas específicas para manter o equilíbrio e ajustar o que está fora de ordem. Adotar um novo ritmo de vida mais saudável, na maior parte das vezes, é um processo gradual que requer força de vontade e perseverança.

Na Ayurveda, substâncias artificiais são substituídas por ervas, folhas, frutas, legumes, raízes, cereais, que ocupam lugar de destaque na culinária e vida diária. Para a autora, todos nós somos constituídos de corpo-mente-espírito. Neste livro, Laura Pires consegue apresentar essa ciência milenar de forma acessível para todos, mostrando que é possível seguir uma vida mais saudável.

QUIETINHO FEITO UM SAPO – Exercícios de meditação para crianças (e seus pais)
Autor: Eline Snell
Tradução: Fabienne W. Mercês
Preço: R$ 24,50
128 pp. | 14,5x22,5 cm
ISBN: 978-85-68696-35-4
Assuntos: meditação/ioga/bem-estar
Selo: Bicicleta Amarela

O mundo moderno exige de todos um nível de imediatismo, superficialidade e atenção difusa que tem levado à ansiedade, à agressividade, à depressão e aos mais variados graus de dificuldade de concentração. Crianças e adolescentes não estão livres dessas cobranças: na escola e no dia a dia, uma agenda lotada de atividades e compromissos. O uso da tecnologia pede um mergulho no virtual e no viral. Contemplar é verbo que poucos põem em prática. Reflexão e relaxamento são palavras poucos vividas. E os prejuízos colhidos desse estilo de vida cobram seu preço. Mas como fazer para lidar com tantas exigências desde o berço sem criar um adulto mergulhado em estresse?

Quietinho feito um sapo, bestseller na Europa que chega ao Brasil pelo selo de bem-estar Bicicleta Amarela, propõe a trabalhar os valores da meditação numa geração mergulhada em imediatismo e interação permanentes. A terapeuta holandesa Eline Snel apresenta os princípios da meditação mindfulness para crianças de uma maneira fácil e divertida. O livro leva a criança a cultivar a presença: da mente; do coração; e do corpo. A presença acontece quando se está atento ao que é mais relevante e mais importante a cada instante.

E tudo começa com a respiração. Sabe quando as crianças estão agitadas e não conseguem dormir? Uma profusão de pensamentos impede que relaxem. Que tal estimulá-las a direcionar sua concentração da mente para a barriga? Se elas prestarem menos atenção aos pensamentos que pipocam sem parar na cabeça e lentamente desviarem a atenção da cabeça para a barriga, elas conseguem, com o tempo, se acalmar.  Em sua barriga não há pensamentos, apenas sua respiração, que as fazem mover para cima e para baixo, lentamente, em expansão e retração. Um movimento suave e sedante, que lentamente as fará adormecer. É o princípio do mindfullness – ou esvaziamento da mente. Pensamentos nunca param. Tudo o que se pode fazer é deixar de reagir a eles, de prestar atenção a eles.

Eline Snel tem um talento especial para usar o tom certo quando se trata de falar com crianças sobre esses assuntos. Sua abordagem tem um adorável tom de brincadeira, tanto para as crianças menores, quanto para os pré-adolescentes. Ao mesmo tempo em que ela trabalha com algumas das mais sérias preocupações infantis, ajudando a encontrar maneiras criativas de aceitar e trabalhar os pensamentos e emoções da garotada, ela ensina a enfrentar os desafios que são uma parte tão significativa de suas infâncias. Devido a sua leveza e olhar profundamente sincero, Quietinho feito um sapo torna o cultivo da meditação algo parecido com um jogo, uma experiência, não uma tarefa.

Os pais também se beneficiam com a experiência. Afinal, para ensinar meditação às crianças é indicado que eles aprendam. Por exemplo, quando os filhos estão agitados e os pais perdem o controle das emoções entrando em estado de ira? Que tal dar um tempo? Isso mesmo: a pausa convida à reflexão e à tranquilidade, ajudando a aplacar a tempestade interior. Esse é o princípio de aprender a lidar com situações difíceis: como se elas fossem ondas. As ondas não vão deixar de vir porque se quer. Então a alternativa é aprender a surfá-las. Pessoas têm problemas. Todos experimentam tristeza e pressão, e sempre existem coisas com as quais se tem simplesmente que lidar. Quando existe concentração, vê-se as “ondas” como elas realmente são, e é possível fazer escolhas melhores e agir em conformidade. É possível tomar consciência da irritação assim que ela desponta em sua mente. Por meio de exercícios, Snel trabalha a paciência, a confiança e o “saber deixar para lá”.

Quietinho feito um sapo leva pais e crianças a descobrirem a si mesmos, à aceitação mente e corpo e à sensação de bem-estar e pertencimento. Um livro indispensável para pais, professores e profissionais da área de saúde e infantil.

VIVIENNE WESTWOOD
Autor: Vivienne Westwood E Ian Kelly
Tradução: Helena Carone E Maryanne Linz
Preço: R$ 69,50
496 pp. | 16x23 cm
ISBN: 978-85-69474-08-1
Assuntos: biografia/memórias/diários, moda
Selo: Anfiteatro

"Existe Westwood, e existe o resto." ­– The New York Times

"Vivienne é a Coco Chanel de nosso tempo." – Alexander McQueen

A grande dama da moda inglesa, Vivienne Westwood, está longe de se assemelhar a uma pacata senhora britânica, com seus cabelos coloridos e criações de alta-costura que, desde os anos 1970, parecem reproduzir à risca o que se usa nas ruas. Em sua autobiografia, Vivienne Westwood, que assina junto com o jornalista Ian Kelly, ela narra suas memórias pessoais, os eventos, personagens e ideias que moldaram uma vida extraordinária.

A biografia traça a trajetória de Vivienne desde sua infância ao lado de um casal de irmãos na região de Devonshire. Nascida em 1941, ela se mudou para Londres com a família 17 anos depois. O primeiro e rápido casamento com um empresário de bandas de rock como o The Who rendeu-lhe o filho mais velho, Ben, e o sobrenome que usa até hoje. O segundo filho, Joe, nasceu da longa relação com Malcom McLaren, produtor da banda Sex Pistols e uma das figuras mais influentes da cultura punk. Ao lado de McLaren, Vivienne teve sua primeira loja, cujas roupas encantavam músicos e artistas que vestiam suas extravagantes criações.

O pioneirismo de Vivienne Westwood em captar a irreverência de um momento de grandes mudanças na estrutura social da Inglaterra é apresentado como a matéria-prima de sua inspiração. Vivienne começou a criar roupas em 1971 com o parceiro na época, Malcolm McLaren, quando Londres estava na vanguarda das tendências culturais. Em 1984, lançou sua própria linha de moda e em 2004 o museu V&A recebeu uma exposição de retrospectiva de Vivienne Westwood para celebrar seus 34 anos na moda – a maior exibição jamais dedicada a um estilista britânico vivo. Em 2006, sua contribuição à moda britânica foi oficialmente reconhecida quando foi designada Dama do Império Britânico por Sua Majestade a rainha Elizabeth II.

Com Vivienne, a alta-costura deixou de ser destinada a pequenos grupos de mulheres ricas e tomou uma dimensão industrial. As coleções lançadas nas semanas de moda são apresentadas como espetáculos de artes cênicas – e Vivienne Westwood sabe aproveitar como poucos estilistas os conceitos dramatúrgicos dos desfiles de moda da atualidade. Para ela, moda é uma expressão política, diz Ian Kelly, lembrando que Vivienne começou a costurar bem jovem, tendo conhecido a escassez de material para a produção de roupas durante a Segunda Guerra Mundial, quando calcinhas de meninas eram ajustadas ao corpo por botões, devido à falta de elástico para os acabamentos.

As observações irônicas de Kelly são reservadas à introdução, quando ele descreve os preparativos para a Semana de Moda de Paris. “É quase decepcionante. Presenciei mais cenas dramáticas e pitis em uma papelaria do que no ateliê de Vivienne Westwood”, comenta Kelly. Ao lado de Vivienne está seu marido, o também estilista Andreas, 25 anos mais jovem do que a mulher, com quem se casou há mais de duas décadas. Segundo Ian Kelly, a serenidade do casal é um dos motivos para que eles sejam venerados por modelos e produtores de moda, que lutam para integrar as equipes de seus desfiles.

Westwood sempre usou suas coleções e seus desfiles como uma plataforma para fazer campanha para o ativismo positivo. Ela passou muitos anos discursando incansavelmente a respeito dos efeitos da mudança climática e do consumo excessivo. Vivienne também é curadora na organização pelos direitos humanos Liberty e benfeitora da Reprieve, além de fazer campanhas para a Anistia Internacional. Ao final da autobiografia, fica a imagem de uma personagem extravagante e iconoclasta, uma figura forte e consciente do papel da moda como disseminador de ideias políticas da atualidade.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Lista de Compras: Harry Potter e a pedra filosofal - Ilustrado por Jim Kay


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Primeiro livro da série que se transformaria no maior fenômeno do mercado editorial de todo o mundo, com traduções em 75 idiomas e mais de 450 milhões de exemplares vendidos, Harry Potter e a pedra filosofal, que apresentou ao mundo o menino órfão que se descobre herói do mundo bruxo, chega às livrarias em edição ilustrada. Perfeita para a legião de fãs da série de J.K. Rowling e para as novas gerações que estão descobrindo a leitura, a nova edição é ilustrada pelo britânico Jim Kay, ganhador da Kate Greenaway Medal, que fez um trabalho minucioso ao recriar o universo de Harry Potter em imagens e cores. O livro tem capa dura com sobrecapa e miolo em papel couché.
Harry Potter é um garoto cujos pais, feiticeiros, foram assassinados por um poderosíssimo bruxo quando ele ainda era um bebê. Ele foi levado, então, para a casa dos tios que nada tinham a ver com o sobrenatural. Pelo contrário. Até os 10 anos, Harry foi uma espécie de gata borralheira: maltratado pelos tios, herdava roupas velhas do primo gorducho, tinha óculos remendados e era tratado como um estorvo. No dia de seu aniversário de 11 anos, entretanto, ele recebe uma carta e descobre sua verdadeira história e seu destino: ser um aprendiz de feiticeiro até o dia em que terá que enfrentar a pior força do mal, o homem que assassinou seus pais. O menino de olhos verdes, magricela e desengonçado, tão habituado à rejeição, descobre, também, que é um herói no universo dos magos. E a única pessoa a ter sobrevivido a um ataque do tal bruxo do mal, causa da marca em forma de raio que ele carrega na testa. Ele não é um garoto qualquer, ele sequer é um feiticeiro qualquer; ele é Harry Potter, símbolo de poder, resistência e um líder natural no mundo bruxo. 
A fábula criada por J.K. Rowling, recheada de poções, seres e objetos mágicos, não é, entretanto, apenas um passatempo. Harry Potter conduz a discussões metafísicas, aborda o eterno confronto entre o bem e o mal, evidencia mazelas da sociedade, como o preconceito, a divisão de classes, a inveja, o egoísmo, a competitividade exacerbada, a busca pelo ideal – a necessidade de aprender, nem que seja à força, que a vida é feita de derrotas e vitórias, e que isso é importante para a formação básica de um adulto.Há muito tempo a saga de Harry Potter deixou de ser apenas entretenimento juvenil para se tornar um marco da literatura universal. Agora, a magia está de volta, acrescida das encantadoras ilustrações de Jim Kay, nesta edição primorosa que ultrapassa fronteiras de gênero e idade.


segunda-feira, 30 de maio de 2016

A grande parceria entre livros e o cinema.



Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo. #apogeudoabismo

Pois é. Mesmo atrasado, finalmente terminei a quadrilogia Jogos Vorazes. O filme cumpriu com o prometido e trouxe uma gama de política e ação bem misturadas. Alguns reclamaram da perda de ritmo do último episódio, mas isso não me incomodou, já que o clímax de um filme com o subtítulo “esperança” não poderia ser diferente.
Agora, vamos ao que interessa. O que tem a ver essa série com o título acima? Tudo. A verdade é que filmes como Jogos Vorazes estão cada vez mais em pauta. Problemas com a imaginação dos roteiristas de Hollywood ou não, isso não me diz respeito. O que conta é o uso – bom ou mal – da literatura na sétima arte. A mistura desses dois gêneros não é novidade, porém é inquestionável que estamos sofrendo um avanço como jamais visto dos livros no cinema. Bom? Sim, evidentemente que sim.
Eu citei Jogos Vorazes por um motivo: os filmes me encaminharam a ler os livros. Chamem de preconceito ou de temor pelo mau emprego do meu dinheiro, o fato é que ofereci grande resistência ao trabalho de Suzanne Collins. Vamos ser honestos sobre uma coisa, há uma enormidade de trilogias e demais ‘ias’ de péssima qualidade. A moda de publicar em partes (algo incomum na época de Tolkien, e que deu certo) deu brechas para que editores publiquem o que há de melhor e pior. Então, se você é um(a) leitor(a) que preza seu tempo e dinheiro, certamente também filtrará suas aquisições. Essa seleção natural é fruto dos tempos corridos que vivemos, tempos onde um livro ou filme ruim pode significar o descarte de uma obra importante. Ponto.
Mas nem só de livros viverá o homem...
Há outras parcerias magníficas com o cinema. Os quadrinhos são a atual expressão máxima dessa parceria, capaz de criar franquias que movimentam montanhas de dólares e arrastam multidões para assisti-los. Esse, contudo, não é o ponto vitorioso da parceria. O que eu considero mais importante nesse intrincado jogo de cartas, onde a falta de criatividade de um grupo levou à busca de outro é, certamente, o incentivo à leitura, seja de quadrinhos ou livros.
Eu lerei Jogos Vorazes. Também tenho certeza que muitos cinéfilos passaram a ler a trilogia Senhor dos Anéis ou a série Harry Potter motivados pelo que viram nas telonas. Só o trailer de O Lar das Crianças Peculiares já serviu para me incentivar a buscar os livros. Isso é mágico.
Hoje, jovens e adultos ganham em conhecimento com a mistura dessas artes.
Fãs de quadrinhos têm suas fantasias tornadas realidade através dos efeitos especiais e de atores e atrizes que cativam pelas interpretações fiéis àquilo que muitos acompanham há décadas. Isso é mágico.
Eu torço para que o teatro, os autores independentes e menos conhecidos, a música e até as histórias folclóricas sejam transpostas para o cinema, quadrinhos e literatura. Todos têm a ganhar com essa fusão altamente incentivadora ao conhecimento.

E, definitivamente, isso é mágico.

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