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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Os Impossíveis. Tributo aos heróis da Hanna-Barbera.



Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Eles fizeram parte de um dos momentos mais importantes da Hanna-Barbera. Ao lado de heróis como o Galaxy Trio, Homem Pássaro, Jonny Quest, Mightor, Os Herculóides e tantos outros, os Impossíveis marcaram uma geração.
Assim, nada mais justo que essa homenagem feita por tantos desenhistas na internet a um dos trios mais famosos da animação.















quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Space Ghost: resenha da minissérie.


Por: Franz Lima
Muitos não tiveram o prazer de conhecer este e muitos dos outros personagens de Alex Toth, ilustrador que faleceu em 2006 e é o responsável por clássicos da animação como os Herculóides, Dino Boy e o próprio Space Ghost, entre outros.
Eu assisti a série de desenhos sobre o vigilante espacial que combatia alienígenas e vilões quase cartunescos. Os perigos existiam, porém eram minimizados pela inocência da época onde, invariavelmente, as armadilhas eram sobrepujadas e os combates não resultavam em sangue, apenas poeira e, em alguns casos, o sumiço do adversário.
Durante essa época em que esse tipo de animação foi uma constante nos meus dias, uma coisa sempre ficou nas entrelinhas: qual a origem daquele homem que lutava por justiça?
Mais de três décadas depois que a vi (a , eis que sou surpreendido por uma edição - na verdade uma minissérie - do vigilante espacial, o Space Ghost. Para melhorar a história, as capas  ficaram a cargo de Alex Ross e os desenhos e colorização (tão perfeitos quantos os de Ross) são de Ariel Olivetti.
O enredo da história (de autoria de Joe Kelly) traça a transformação de um agente do Espectro -  um Guardião da Paz - chamado Thaddeus Bach que teve uma tragédia em família resultante de seu comportamento correto diante de elementos de conduta incoerente com os "mandamentos".
Desenho original
 É essa tragédia que muda definitivamente Thaddeus, cuja motivação passou a ser a vingança (tal como na história do Justiceiro). Bach é abandonado em um planeta inóspito e lá ele encontra apoio de um alienígena com grande conhecimento tecnológico. De posse dessa tecnologia, Bach assume a vingança como sua nova bandeira e parte para matar os que destruíram sua vida. 
A vingança chega para alguns de seus algozes, porém um ataque de uma ninhada de alienígenas similares a um louva-a-deus interrompe a trajetória de sangue. 
Para os que não viram a animação ou leram as antigas HQ, os alienígenas invasores são insetos com alto grau de inteligência e tecnologia, porém motivados por uma sede de destruição inigualável. Na história escrita por Joe Kelly, eles estão muito próximos dos insetos que vimos no filme "Tropas Estelares", agindo em grupo e sem qualquer piedade.
As reações ao ataque por parte de Temple (um dos inimigos de Space Ghost) e Bach geram reações adversas entre os insetos, mas é o líder, Zorak, quem demonstra respeito pelos espíritos combativos dos dois.
O que se segue a esses fatos é o relato dos combates entre Space Ghost e os seguidores de Zorak e também a busca por Temple, o idealizador da desgraça na vida de Thaddeus. 
É essa a premissa básica da minissérie que reconta, magistralmente, a origem de um dos ícones da Hanna-Barbera.

Curiosidades: 

A Graphic Novel tem como ponto alto a transformação do Guardião da Paz em um vingador fantasma. Space Ghost recebe essa alcunha de duas crianças que ele salvou do ataque dos insetos. Seus nomes: Jan e Jayce, os mesmos que aparecem na série televisiva, muito mais novos. 
Outro fato interessante é a visão que os insetos tem de nós, humanos. Eles evidenciam até o fedor que sai de nossos corpos, algo que o roteirista fez questão de mostrar, talvez em contraposição à repulsa que o ser humano tem dos mesmos insetos.
A caracterização de Thaddeus ao longo da minissérie mostra a evolução de seu uniforme como Guardião até o visual definitivo. Essa evolução inclui uma caracterização similar a de um carrasco.

Nota final:

A série em 3 edições é um verdadeiro achado. A história em si não apresenta muitas novidades, porém atribui uma origem a um personagem considerado por muitos "morto" e que, na realidade, ainda habita o inconsciente de inúmeros fãs. Essa versão mais séria e adaptada aos leitores e tempos atuais, certamente poderia fazer um sucesso estrondoso, mas não houve continuidade. O fato é que essa minissérie fica como uma grande homenagem ao Fantasma do Espaço e seu criador, Alex Toth.



Dados técnicos:

Ano de publicação - 2006
Minissérie em 3 edições.
Editora: Panini
Capas: Alex Ross
Roteiro: Joe Kelly
Arte: Ariel Olivetti 

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