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quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Filha de Mário Lago se diz 'enojada' com troféu dado a Bonner no Faustão



Para ler a matéria que gerou este post: O Dia. Texto: Franz Lima.

William Bonner recebeu no programa do Faustão o prêmio Mario Lago como destaque por seu trabalho no Jornal Nacional, onde atua como editor geral.
A filha de Mario Lago, Graça Lago, manifestou-se nas redes sociais e demonstrou indignação diante da premiação. Graça declarou-se enojada e afirmou que seus pais estariam revoltados no 'infinito'. 
Por trás desta notícia, podemos concluir que a revolta da filha de Mario Lago tem como base suas ideologias, mas, principalmente, uma visão clara do verdadeiro papel do programa dominical: alavancar e promover artistas e profissionais da própria Rede Globo. 
Não costumo atacar ou criticar emissoras ou programas específicos, porém até um cego consegue visualizar a forma com que o apresentador e a direção do Domingão o conduzem. Marketing a todo momento, intervalos comerciais em excesso, promoção das "pratas da casa", divulgação de novelas e vendas de produtos. Somemos a isso o fato de que Fausto Silva é um indivíduo sem opinião, visto que todos são, para ele, o melhor ou a melhor, seja no teatro, cinema, literatura ou outra área onde a pessoa atue. 
Bonner é um bom apresentador. Mas é notório que ele está 'atrelado' à Globo. Lógico que isso não me surpreende, pois ele vive disso. Como um bom empregado, ele demonstra fidelidade aos empregadores, algo que valorizo. Ideologias à parte, Graça Lago mostrou sua revolta pelo uso do nome do pai e, talvez, por ter um certo desprezo à figura de Bonner. Nada pessoal, creio. Graça gostaria de ver o nome de seu pai, um dos mais respeitados atores de sua geração, atrelado à arte ou ao mérito, não a um repórter de bastidores.
Verdade seja dita: muitos repórteres, incluindo de outras emissoras, são mais merecedores do prêmio. Mas a Globo precisa exaltar suas próprias 'crias'. 


quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Divulgação: filme sobre Cássia Eller tem exibição no Festival do Rio.


A música foi uma fuga da minha incapacidade de viver socialmente com as pessoas', essa e outras frases da cantora estão no filme que estreia em 2015

Fonte: O Dia

Rio - “Eu nunca tive essa ilusão de fazer sucesso. É claro que era a coisa que eu mais queria na vida. Era que meu trabalho chegasse para todo mundo. Para que todo mundo tivesse acesso a ele. Mas eu não queria que fosse atochado goela abaixo dos caras. Eu quero que seja uma coisa natural.” Essa e outras declarações da cantora Cássia Eller estão em “Cássia”, documentário de Paulo Henrique Fontenelle que acaba de liberar cenas inéditas em http://youtu.be/I8NIPCARSO8. Fotos em:  http://agenciafebre.com.br/cássia.

Exibido Hour Concours na Première Brasil do Festival do Rio, o filme ganha Sessão de Gala para convidados no próximo dia 6 de outubro, às 21h no Lagoon, e tem sessões para o público no mesmo dia, às 23h, e na quarta-feira. A estreia nos cinemas está prevista para janeiro de 2015.

Depoimentos de familiares como a companheira Maria Eugênia Martins e o filho Chicão; de amigos como Deborah Dornellas; de jornalistas como Tárik de Souza; e artistas como Zélia Duncan, Nando Reis e Oswaldo Montenegro aparecem mesclados às imagens de shows, ensaios, entrevistas e cenas da intimidade da cantora. 

Sessões
Para convidados: segunda, 6/10, às 21h.
Para o público pagante: segunda, 6, às 23h, no Cinépolis Lagoon e quarta, 8/10, às 16h45m e ás 21h45m, no São Luiz . Ingressos à venda na bilheteria dos cinemas.
 


terça-feira, 12 de junho de 2012

Os sons e músicas usados para ajudar pessoas em coma.


Megan

Nota: A partir de hoje, todas as notícias extraídas de outros sites receberão um comentário meu. O intuito desta ação é, sobretudo, valorizar os que lêem estas matérias e também os responsáveis pelas mesmas. A utilização destas notícias visa ampliar o raio de ação, nunca o plágio. Abraços...

Franz.

Na Inglaterra, homem em coma mexeu e chorou após escutar voz da noiva ao telefone

Estados Unidos -  Baby, baby, baby. Se para você os versos do cantor Justin Bieber parecem enfadonhos, para uma adolescente de Vancouver, no Canadá, a letra representa a chance de uma vida um pouco melhor. Megan Ham, 11 anos, vive em estado quase vegetativo. No entanto, quando ela escuta o astro pop, reage com chutes e sorrisos.

Megan sofre de Lissencefalia, uma condição neurológica rara que a faz ter crises várias vezes ao dia, e a torna incapaz de andar e falar. Os médicos disseram à família da menina que ela provavelmente nunca seria capaz de reconhecê-los ou expressar suas emoções. No entanto, a professora de Megan percebeu que o cantor surtia um efeito profundo na jovem.
“A música faz com que ela se sinta feliz e confortável, e a ajuda a enfrentar o dia a dia”, contou Kim. Depois que a história da garota apareceu na televisão, o cantor prometeu que iria visitá-la.
Apesar de os médicos não saberem explicar o fenômeno, uma situação semelhante aconteceu na Inglaterra. Em coma há 10 meses, o professor Mathew Taylor chorou ao ouvir a voz de sua noiva pelo telefone, contrariando os especialistas, que afirmaram à família que ele poderia nunca mais acordar.
Em julho de 2011, Mathew sofreu um acidente de moto em Bali, na Indonésia, onde vive sua noiva, Anda Nurul. Os sinais de recuperação aconteceram há três semanas, quando a mãe dele aproximou o telefone de seu ouvido para que ele pudesse escutar a noiva. Mathew conseguiu mexer a mão para segurar o telefone. Desde então, vem melhorando a cada dia.

Fonte: O Dia

Franz says: Esta seria uma notícia simples, não fosse o impacto da mesma nas vidas dos familiares destas pessoas que receberam o benefício da esperança. Sempre acreditei no poder da música, na força que uma palavra carinhosa e, ainda mais, na esperança depositada na vida. 
Quantas pessoas estão em perfeita saúde, donas de suas capacidades mentais e físicas, mas não valorizam o que aparentemente é algo simples, corriqueiro.
A medicina é algo que evolui rapidamente, porém jamais será capaz de compreender em sua plenitude o que há por trás da mente e do coração humanos. Ninguém está isento de sofrer os mesmos traumas que as pessoas citadas e é lógico que a ciência e a medicina ajudam, e muito, a melhorar as condições de vida delas, mas é sempre bom relembrar que há muito mais do que aquilo que a ciência é capaz de classificar e entender. 
O efeito positivo da música e das palavras é algo que merece um estudo amplo, principalmente com a possibilidade real de melhoria das vidas de pessoas antes condenadas à escuridão de sua própria condição.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Já conhece o Instagram?


Fonte: O Dia

São Paulo -  O Instagram, aplicativo que permite adicionar filtros às fotos tiradas com o smartphone e compartilhá-las com amigos por meio da web, já possui mais de 30 milhões de usuários em todo o mundo, mas o número deve aumentar graças à venda do Instagram para o Facebook, anunciada nesta segunda-feira. Ele funciona como uma rede social para fotos, onde os usuários podem acompanhar e "curtir" as fotos compartilhadas pelos amigos.
O serviço, criado pelo brasileiro Mike Krieger e pelo americano Kevin Systron, começou a ser desenvolvido em maio de 2010. Desde o início, o serviço foi pensado para ser utilizado por meio de smartphones e tablets, então o Instagram não possui versão para web.
Apenas os usuários do iPhone, iPad, iPod Touch e, recentemente, dispositivos móveis com sistema operacional Android podem usar o aplicativo. A exclusividade do serviço o tornou ainda mais desejado.
Como funciona
Após instalar o aplicativo, o usuário precisa cadastrar uma conta, similar ao Twitter, por meio da qual poderá publicar imagens usando o Instagram.
O botão central da barra de ferramentas do aplicativo, chamado "Compartilhar", permite tirar uma foto usando a câmera fotográfica do smartphone ou selecionar uma foto já existente no álbum de fotos. As pessoas podem adicionar 16 filtros às fotos, que podem modificar as cores, luz e outros elementos da foto.
O uso do aplicativo é simples e, após adicionar o filtro à imagem, basta escrever uma legenda, decidir se a geolocalização do usuário pode ser atrelada à foto e escolher em quais redes sociais, além da rede de amigos do próprio Instagram, ela será compartilhada. Até o momento, é possível enviar fotos customizadas no Instagram por e-mail, Twitter, Facebook, Flickr, Tumblr, Foursquare e Posterous.
Por meio do aplicativo, o usuário também pode acompanhar as fotos publicadas pelos amigos, por meio da aba "Feed". Por meio desta aba, é possível "curtir" as fotos dos amigos. As fotos mais populares passam a aparecer na aba "Popular", que mostra um mosaico das fotos mais "curtidas" no momento. Na aba "Novidades", o internauta pode acompanhar as atividades de seus amigos no Instagram, como ver as fotos que eles "curtiram" e quais pessoas eles passaram a seguir.
Assim como em outras redes sociais, o usuário pode criar um perfil com foto e algumas informações pessoais. Por meio deste perfil, outras pessoas que usam o Instagram poderão ver as fotos já publicadas, além de sua foto oficial e as últimas fotos curtidas. Por meio das configurações de privacidade, o internauta pode restringir quais amigos podem seguir suas fotos do Instagram.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Saúde: site orienta famílias de portadores da Síndrome de Down


Fonte: O Dia

Rio -  No dia 21/03 foi celebrado o Dia Internacional da Síndrome de Down no Brasil e em mais 40 países. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a cada 800 partos nasce uma criança com a síndrome. Apesar do alto índice, quem precisa de informações sobre essa condição ainda enfrenta grandes dificuldades.

Por isso, é nessa data que será lançado o novo site Movimento Down (www.movimentodown.org.br). O projeto começou a ser desenvolvido há oito meses pela advogada Maria Antônia Goulart, 36 anos, mãe da pequena Beatriz, de 1 ano e meio.

A advogada Maria Antônia só descobriu na hora do parto que Beatriz, hoje com 1 ano e meio, tinha a síndrome | Foto: Divulgação
“Só soube que minha filha tinha síndrome de Down no momento do parto. Foi um choque. Não sabia muito sobre a doença e comecei a correr atrás de informações. Foi então que percebi a dificuldade que as famílias que vivem sob essa condição enfrentam”, relatou Maria Antônia.

Explicações detalhadas sobre os cuidados necessários com a criança, desde o seu nascimento, estão dispostas através de uma linha do tempo, dividida por faixa etária. O internauta terá a chance de controlar os marcos de desenvolvimento de cada idade, assim como encontrar serviços públicos e privados relacionados por região.

Segundo Maria Antônia, uma das principais preocupações do novo portal é deixar as informações acessíveis não só para os familiares, mas também para quem tem Síndrome de Down.

“Esse indíviduo tem déficit cognitivo, o que não significa que seja incapaz, desde que as limitações sejam respeitadas. Isso significa que as informações precisam ser objetivas. Usamos muitas imagens e uma linguagem muito clara. Quanto mais uma pessoa sabe da própria condição, mais ela pode se cuidar para melhorar a qualidade de vida”, explica a advogada.

Formação de profissionais especializados

As atividades do Movimento Down não ficarão restritas à Internet. Um curso na comunidade da Maré servirá como piloto para o início de um mapeamento inédito da Síndrome de Down. Também está sendo criada uma brinquedoteca, em conjunto com o Curso de Terapia Ocupacional da UFRJ, onde serão formados profissionais de terapia ocupacional e desenvolvidos brinquedos para auxiliar no desenvolvimento de crianças.

A Síndrome de Down é distúrbio genético causado por má-formação do embrião. Quem é Down sofre déficit de cognição, tem musculatura mais frágil e maior risco de doenças do coração.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Utilidade Pública: Hackers invadem sites e divulgam nomes de pedófilos


Esta foi uma atitude com "A" maiúsculo. Hackers invadiram vários sites de compartilhamento de imagens e vídeos com conteúdo de pedofilia, rastrearam os nomes dos usuários e divulgaram na net. \o/


Nomes de 1.500 pedófilos foram publicados na Internet


Rio - Um grupo de hackers invadiu sites para compartilhamento de arquivos de pornografia infantil e publicou na Internet as informações de cerca de 1.500 usuários dessas redes, informa o site ZDNet. Entre as informações tiradas de mais de 40 sites com material ilegal estão nome dos usuários, número de fotos compartilhadas e tempo de utilização dos sites.

Segundo a ZDNet, os hackers solicitaram que o conteúdo de pedofilia fosse retirado do ar e como não foram atentidos, derrubaram os servidores. Um dos sites teria mais de 100 GB de pornografia infantil e seria um dos maiores do gênero.
Sua verdadeira face será revelada

O grupo Anonymous tem chamado a atenção por atacar empresas e entidades governamentais em nome das causas que defende.
 
Fonte: O Dia
 
É bom lembrar que, apesar da liberdade de expressão, acessar conteúdo deste tipo é um ato criminoso. O mesmo indivíduo que se deleita com fotos de crianças pode estar ao lado de um filho seu. Não há justificativas para apreciar sexo com crianças e isto deve ser combatido com todos os recursos disponíveis. O sigilo destas pessoas era a ferramenta para que eles continuassem a exercer esta prática doentia. Ninguém pode privar uma criança de sua infância e sua inocência. It´s over!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Entrevista com Eduardo Spohr para o Jornal "O Dia"


Eduardo Spohr: ‘O escritor deve saber contar uma boa história’

POR FERNANDO MOLICA

Rio - A chamada literatura de entretenimento passa ao largo dos que reclamam dos baixos índices de leitura no Brasil. Um dos melhores exemplos do bom momento do gênero é o escritor Eduardo Spohr, cujo primeiro livro, ‘A Batalha do Apocalipse’ — sobre um confronto épico entre anjos —, teve 145 mil exemplares vendidos apenas em livrarias. Na última Bienal, ele lançou seu novo romance, “Filhos do Éden”.

— Por que durante muito tempo as obras de entretenimento foram vistas como uma espécie de literatura menor ?

— Sempre houve uma certa má vontade por parte da crítica literária com esse tipo de trabalho. Uma elite que não via com bons olhos obras que continham elementos de gêneros como fantasia, terror e suspense. Se os livros fossem brasileiros, o preconceito era ainda maior.

— Quando isso começou a mudar?

— Com a expansão da Internet, sem dúvida. Antes, as impressões sobre as obras literárias eram restritas aos veículos de comunicação. Os blogs e as redes sociais mudaram completamente essa realidade. Hoje, muita gente discute literatura por esses meios.

— É possível esperar mais escritores dedicados a esse tipo de literatura? Eles terão o mesmo sucesso que você?


— Há muita gente boa que ainda vai aparecer. Trabalhar muito, escrever bem e contar uma boa história devem ser as preocupações principais de um escritor. Fazendo isso, o sucesso virá naturalmente

Fonte: O Dia - Online

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