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terça-feira, 26 de julho de 2016

O que aconteceu aos pais de Anna e Elsa em Frozen?


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Um recente artigo da Inked (e outros sites) mostrou algumas revelações dos produtores de Frozen que irão chocar os fãs. 
Caso você tenha visto a animação, certamente ficou impactado pela morte dos pais de Anna e Elsa logo no início. O motivo de suas mortes foi um naufrágio, cujo impacto foi ainda maior pela música de fundo e o recebimento da notícia por parte das garotas. Triste...

Mas quando o assunto é Disney e Pixar, sempre há algo para surpreender. Nesse caso, os produtores de Frozen e um dos diretores, Chris Buck, fizeram uma conexão que mudou a concepção de roteiro interligado de muitas pessoas, inclusive eu mesmo.
Buck diz que os pais das meninas não morreram no naufrágio. Na verdade, eles se salvaram e foram parar em uma ilha onde tiveram um filho e construíram uma casa na árvore. Algo familiar? Sim, pois estou falando da trama inicial de Tarzan. Posteriormente, os pais são assassinados por um leopardo e o menino é adotado por gorilas. 
...
Isso mesmo! Segundo essa teoria, Elsa e Anna são irmãs de Tarzan. 
Seria uma virada dramática para dar continuidade à trama com os pais das princesas, mas há alguns pontos controversos.
Tarzan é outro nome para John Clayton III, o Lorde Greystoke, segundo seu criador Edgar Rice Burroughs. Os Greystoke são uma família de aristocratas ingleses, não nobres com títulos como os pais das personagens de Frozen. No livro não há naufrágio e sim um motim que tira os Greystoke da embarcação.
Contudo, essas divergências fazem parte das adaptações. O que mais dificulta a aceitação da teoria que liga Frozen a Tarzan são as fotos dos Greystoke encontrada na casa da árvore.
Veja mais detalhes da foto:
Os pais de Tarzan viajaram e o bebê ou nasceu durante a viagem ou já estava nascido, como mostra o porta-retrato. As roupas também são as de pessoas comuns, não as usadas pela realeza. Eles, relembro, embarcaram em trajes oficiais. Quer ver?
Não há indicações de que a mãe de Anna e Elsa tenha viajado grávida ou com um bebê. Claro, isso pode ser acertado com detalhes como "o bebê já havia nascido e embarcou com uma babá" ou algo do gênero. As roupas também podem (e devem) ser trocadas durante a viagem, mas o visual é bem diferente entre os dois casais.
Dúvidas à parte, o que interessa é a possibilidade de conexão entre os filmes. As nuances geográficas ou visuais podem, caso seja interessante para a Disney e a Pixar, serem acertadas. O fato é que há ligações entre Frozen e Enrolados óbvias. Detalhes que passam despercebidos, mas que dão mais magia às animações dos dois estúdios.
Não viu a Rapunzel e Ryder no casamento da Anna? Então, veja agora:
Bem, seja como for, essa teoria seria um belo desenrolar para os pais das meninas, além de ampliar os horizontes das produções da Disney. Certamente daria um prequel de altíssimo nível mostrar o que aconteceu antes, durante e após o naufrágio.
E então, o que dizem sobre mais essa novidade da Disney?



quarta-feira, 2 de março de 2016

Por que nós mulheres? Texto de Isabela Niella.


Por: Isabela Niella. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo 
 
Eu gostaria de saber o que passa na cabeça dos homens para acreditarem que toda a responsabilidade de manter uma casa, física e economicamente é das mulheres.
Nos dias atuais, vemos cada vez mais mulheres exercendo o papel de chefe da família, mesmo que elas sejam casadas. Se de um lado elas trabalham fora, pagam as contas e ao chegar em casa precisam gerenciar os problemas domésticos, lavar, passar, cozinhar e cuidar da casa e das pessoas de um modo geral, estando cansadas ou não, doentes ou não; do outro lado, os homens... O que eles fazem mesmo?
Eu achava que certas coisas só aconteciam comigo e com isso me culpava por não tomar determinadas atitudes, mas venho percebendo, em conversas com amigas, que não sou a única e que o comportamento masculino mudou radicalmente nos últimos anos. Claro que não posso generalizar, creio que existam homens que são companheiros de suas esposas (só não tenho provas dessa existência), mas se observarmos bem, em sua maioria e de formas variadas, os homens vêm fugindo de suas responsabilidades. Se antigamente ele era o chamado provedor e fazia da mulher sua empregada particular, no qual os papéis estavam bem divididos, hoje em dia com toda essa modernização, com a entrada maciça da mulher no mercado de trabalho, eles resolveram que não precisam fazer mais nada, ou fazer o mínimo possível.
Podem estar dizendo agora: lá vem mais uma feminista! É uma mal amada! Não é isso. Todos sabemos que quando uma equipe trabalha com união e em harmonia todos ganham. Ninguém se sobrecarrega, cada um faz o que lhe cabe, mas tem o discernimento de ajudar o outro se sua tarefa já tiver sido concluída. Se num ambiente de trabalho no qual todos contribuem para o objetivo final da empresa, a sensação de dever cumprido e a satisfação pessoal e profissional é garantida, imagine se o mesmo ocorresse dentro de nossos lares? Imagine um lar no qual todos estão unidos nas melhores e nas piores situações, sem ninguém reclamando de excesso de trabalho ou de estresse. Vivendo em harmonia, paz, comemorando juntos e secando as lágrimas juntos, abraçados e felizes independente dos problemas.
As sociedades são formadas de pequenas células chamadas família que independente de sua constituição (pessoas pertencentes), vão determinar se essa mesma sociedade é saudável ou não. Não há sociedade próspera sem que suas células estejam trabalhando em harmonia. Acredito que a maioria dos problemas atuais, a violência, a corrupção, o adultério, entre outros que degradam tanto a nossa sociedade, advém de células que doentes, expelem indivíduos capazes de desarmonizar e prejudicar o todo.
Mas como ser feliz em família? Não existe uma regra ou uma fórmula para isso, o que podemos fazer é trabalhar em equipe, valorizar mais cada membro da família. E tudo começa quando nos perguntamos: qual o meu papel? Que posso fazer para contribuir? O que eu faço que prejudica ou adoece minha família? Sou egoísta? Sou orgulhoso(a)?
Quando eu passo a me conhecer melhor consigo distinguir os meus equívocos e meus acertos. E não preciso tecer explicações de como tudo passa a funcionar corretamente quando cada um cumpre com suas responsabilidades e todos se ajudam mutuamente.

Por que então somente nós mulheres temos que nos sobrecarregar? Acho que já passou da hora de todos nós adquirirmos a maturidade necessária para tornar saudáveis estas células tão importantes para nossa sociedade. Chegou a vez de crescermos juntos em prol de um bem maior.

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