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terça-feira, 25 de abril de 2017

Palestras, oficinas e outros eventos culturais pela Companhia das Letras.


Semana MáriOswald
Quarta-feira, 26 de abril, às 19h30
Luiz Ruffato conversa com Cristovão Tezza sobre as influências de Mário e Oswald de Andrade em suas obras. O debate faz parte da Semana MáriOswald, que acontece de 25 a 30 de abril em São Paulo. 
Local: Centro Cultural São Paulo - Rua Vergueiro, 1000 - São Paulo, SP

Curta nossas fanpages: Apogeu do Abismo e Franz Lima.

Simpósio Santo Agostinho
Quinta-feira, 27 de abril, a partir das 9h
Para comemorar o lançamento de Confissões de Santo Agostinho pela Penguin-Companhia, promovemos um simpósio que discute a obra. Confira a programação.

  • Das 9h às 11h - As confissões: Leituras e debates
    Fabrício Klain Cristofoletti (Pós-Doc USP), Roberto Carlos Pignatari (Doutorando USP) e Julia Maia Peixoto Camargo (Mestranda USP). 
  • Das 14h às 16h - Agostinho: crer e confessar
    Profa. Dra. Cristiane Abbund Ayoub (UFABC/USP) e Prof. Dr. Pelayo Moreno Palacios (CEA/USP).
  • Das 16h às 18h - Confisões: Tradução e releituras
    Prof. Dr. Lorenzo Mammi (USP) e Prof. Dr. Moacyr Ayres Novaes Filho (USP).

Lançamento de Dicionário de línguas imaginárias
Quinta-feira, 27 de abril, às 19h
Olavo Amaral autografa o livro Dicionário de línguas imagináriaslançamento da Alfaguara, no Rio de Janeiro. 
Local: Livraria da Travessa - Rua Voluntários da Pátria, 97, Botafogo - Rio de Janeiro, RJ

Debate de lançamento de Tancredo Neves: o príncipe civil
Quinta-feira, 27 de abril, às 19h
Plínio Fraga lança a biografia Tancredo Neves: o príncipe civil, em debate com Marcelo Tas e com o Embaixador Rubens Ricupero.
Local: Livraria Cultura do Shopping Bourbon - Rua Palestra Itália, 500 - São Paulo, SP

Lançamento de Nas águas do Rio Negro
Sábado, 29 de abril, às 16h
Drauzio Varella lança em São Paulo o livro infantil Nas águas do Rio NegroConfira as regras do evento
Local: Livraria Cultura do Conjunto Nacional - Av. Paulista, 2072 - São Paulo, SP

Oficina de quadrinhos do Capitão Cueca
Neste fim de semana, promovemos duas oficinas de quadrinhos do Capitão Cueca! Confira a programação.

  • Sábado, 29 de abril, às 16h
    Local: Saraiva do Shopping Eldorado - Av. Rebouças, 3970 - São Paulo, SP
  • Domingo, 30 de abril, às 16h
    Local: Saraiva do Shopping Pátio Paulista - Rua 13 de maio, 1964 - São Paulo, SP

Flipoços 2017
Começa no dia 29 de abril mais uma edição da Flipoços e da Feira Nacional do Livro de Poços de Caldas. Veja a programação com os autores do Grupo Companhia das Letras. 

  • Abertura oficial - homenagem a Milton Hatoum
    Sábado, 29 de abril, às 19h
    Local: Teatro Benigno Gaia
  • Mesa "Os demônios da escrita", com Bernardo Carvalho e Manuel da Costa Pinto
    Domingo, 30 de abril, às 16h
    Local: Teatro Benigno Gaia
  • Mesa Literatura Portuguesa com Afonso Cruz
    Domingo, 30 de abril, às 17h30
    Local: Teatro Benigno Gaia
  • Palestra "O norte de Milton Hatoum" 
    Domingo, 30 de abril, às 19h30
    Local: Teatro Benigno Gaia

domingo, 14 de dezembro de 2014

A arte em grafite do português Odeith.


Pequena biografia de Odeith
Odeith nasceu em 1976, na Damaia (Portugal). A partir da década de 1990, quando o grafite se disseminou em Portugal, ele  teve seu primeiro contato com a arte de rua. Com um talento nato, pintou grandes murais por diversos bairros portugueses.
Tem interesse especial pela Perspectiva e sombra, criando o que hoje chama de "sombrio 3D", com destaque para o realismo e os efeitos tridimensionais. 
Sua arte anamórfica é reconhecida internacionalmente. Algumas de suas obras já foram expostas em convenções e são destaque pelas ruas portuguesas.
Atualmente, de Regresso a Lisboa, assumiu a pintura Como Atividade principal, tendão criado murais para Empresas portuguesas e Internacionais como a Shell Londres, Kingsmill, o Sport Lisboa e Benfica (clube de futebol), a Coca-Cola, a Estradas de Portugal, a Samsung, a Câmara Municipal de Lisboa, Câmara Municipal de Oeiras, entre outras.
Entre os eventos em que participou, destacam-se: Meeting of Styles (Alemanha), Museum of Public Art (Louisiana, EUA), MuBE – Museu Brasileiro da Escultura (São Paulo, Brasil), 1ª Bienal del Sur (Panamá), 2º Aniversário do Museu Coleção Berardo, e outros mais.

Há painéis e pinturas do autor à venda em seu site. Basta acessar o link no início do post.











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domingo, 8 de dezembro de 2013

Com o projeto Identidades (Identities) Ana Oliveira relembra que o tempo realmente não pára.




Fonte: Ana Oliveira

Ana Oliveira é uma fotógrafa portuguesa que usou sua câmera para relembrar-nos das ações do tempo e de como são frágeis nossas vaidades. O tempo jamais interrompe sua trajetória e nós somos vítimas dessa corrida desenfreada. Resta usar a sabedoria que ele oferece para que envelheçamos com qualidade. Não deixe que a beleza de hoje se transforme em sua ruína futura. A solidão é uma opção que fazemos desde cedo... apenas não percebemos que tal escolha foi feita.
Pense sobre o que quer para o futuro e tenha um presente infinitamente melhor ao abandonar as vaidades que separam e desagregam as pessoas.
Ótimo domingo a todos!
Franz Lima.


















sexta-feira, 22 de junho de 2012

Lista de Compras: As músicas da Carochinha.


Com uma animação simplória e cantadas em português de Portugal, jamais imaginei que este DVD apresentasse algo muito bom. Mas nada melhor do que o tempo para provar o quanto podemos estar enganados. 
O DVD de canções infantis "Músicas da Carochinha" me surpreendeu positivamente. O visual é simples, sem dúvida, mas é nesta simplicidade que as crianças - até os seis anos, aproximadamente - veem o encanto. As canções soam estranhas inicialmente, porém é apenas questão de minutos para que nos habituemos a ouvi-las. 
Ainda que com muita simplicidade, as lições e canções contidas no DVD são muito interessantes e instrutivas. É, enfim, um material realmente voltado para as crianças. Instrutivo e que mantém as tradições de uma cultura tão rica quanto a nossa (lembrando que parte da nossa cultura é portuguesa).
Tive notícias de que há mais dois DVD lançados que completam a coleção.

Confiram um dos vídeos:




Informações Técnicas:



Titulo Original: Músicas da Carochinha
Titulo Português: Músicas da Carochinha
Ano: 2003
Idioma: PT-PT

Canções:
01. Todos os Patinhos
02. Loja do Mestre André
03. Papagaio Loiro
04. Eu vi um sapo
05. Boa Noite Vitinho!
06. Olha a Bola Manel
07. O Areias é um Camelo
08. A Machadinha
09. A Caminho de Viseu
10. Naquela Linda Manhã
11. João Pestana
12. Ó Rosa Arredonda a Saia
13. Jardim da Celeste
14. As Pombinhas da Catrina
15. Que Linda Falua
16. Oliveirinha da Serra
17. Atirei o Pau ao Gato
18. Alecrim
19. O Balão do João

quarta-feira, 25 de abril de 2012

George R.R. Martin na primeira pessoa: um céptico com fome de encontrar Deus


Fonte: Diário Digital. Por Fátima Moura da Silva

Texto mantido no idioma original, buscando preservar a autenticidade de seu autor e em respeito ao trabalho do site que o publicou. O Diário Digital é um site português.

Escreve histórias do Fantástico, mas diz-se um homem da ciência. Na política define-se como liberal democrata, já foi activista, actualmente pensa que pode intervir mais através da escrita. George R.R. Martin, autor da saga «As Crónicas de Gelo e Fogo», confessa-se um «céptico» mas com «fome de encontrar Deus». (Aviso: este texto pode «estragar» a surpresa para quem ainda não leu os livros da saga)

O autor está em Lisboa e conta como «corre» atrás daquela história que um certo dia o invadiu, cheia de magia, intrigas,  lutas, alianças, jogos de sedução e luxúria. Sabe como acaba, mas isso não conta.

Em vésperas de o Syfy lançar a segunda temporada de «A Guerra dos Tronos» (o primeiro livro da saga),  da HBO, a 23 de abril, George R.R. Martin conta que entre todos os livros que já escreveu – entre ficção científica, fantástico, terror – esta saga é o seu «bebé».

«Não sei de onde a ideia veio, mas veio tão vívida e forte que pus o outro livro de lado e tive que a escrever. Aquele primeiro capítulo levou só três dias, mas quando acabei já sabia como seria o próximo e acabei por escrever no verão de 1991». Quando voltou à história, em 1994, parecia que em vez de dois anos tinham passado dois dias. «É preciso apanhar o momento. O que importa é que a história vem».

Alguns personagens têm que ser eliminados, uma vez que com cada livro surgem novos. É um desafio para o argumentista e para a HBO, manter tudo sob controlo, pois requer mais actores, salários, afirma.

E apesar de tantas personagens e de tantas estórias dentro da história, entrelaçando-se umas nas outras, garante que não se perde no meio, mas algumas vezes tem de voltar atrás e reler coisas, para fazerem sentido e serem coerentes. «Às vezes corrijo algumas inconsistências, mas estes personagens são tão reais para mim...vivo com eles. Às vezes digo que deve haver alguma coisa errada com o meu cérebro, porque a maior parte das pessoas ocupa o seu com pessoas reais, enquanto eu, na vida real, conheço pessoas hoje e esqueço-as amanhã». «Mas mesmo as personagens secundárias em Westeros, vejo-as na minha cabeça, como se vestem, como falam, a sua aparência..» . «Fico sempre ligado a elas, mesmo às que são cheias de defeitos como Theon Greyjoy ou Victarion Greyjoy, podem ser personagens perversas, mas quando se escreve sobre elas e se vive com elas percebe-se o que lhes vai na cabeça e porque são como são, quais são os seus demónios pessoais, chega-se a sentir compaixão», conta. 

«Gosto de todos os personagens, como todos os pais gostam de todos os filhos, embora haja sempre um favorito...só não o confessam. O meu favorito é Tyrion - o anão filho do homem mais rico de Sete Reinos,  Tywin Lannister, e interpretado na série por Charles Dance –, gosto da sua inteligência».

«Gosto de todos, mas não quer dizer que não os mate, a história é quem manda e eu sigo a história onde ela me quer levar», assegura, acrescentando que a criação de personagens fortes, complexas e ligadas à realidade é central em todo o processo, não importa qual seja o género literário.  «A  fantasia peca muitas vezes por ter personagens fracas,  muito «a preto e branco», ou heróis ou vilões, bons ou maus,  a maior parte dos seres humanos não é assim». «Todos nós somos capazes do bem e do mal, de actos de heroísmo e de cobardia, dependendo das condições daquele preciso momento», afirma.

«É isso que adoro e acho fascinante na raça humana, a complexidade, as várias camadas dentro de cada ser e a maneira como se entrelaçam. Isso é o que tento dar às minhas personagens», explica.

A cena mais difícil de escrever foi sem dúvida o Casamento Vermelho. «Foi muito doloroso, mas a dor é parte do processo». Ficou muito afectado, porque teve que matar personagens que lhe eram muito caros, muito reais, que o acompanharam durante muito tempo, Catelyn Stark (interpretada por Michelle Fairley) e o seu filho Robb Stark (interpretado por Richard Madden).

Escritor do Fantástico, confessa-se, no entanto, um céptico. Católico de educação, afastou-se pouco a pouco e deixou de ir à missa quando entrou para a faculdade. «E não sou uma pessoa mística, sou uma pessoa de ficção científica, preciso de provas, não me falem de deuses sem me poderem provar que na realidade existem», afirma, admitindo que, no entanto, ao mesmo tempo tem «uma fome, adorava encontrar provas da existência de Deus, da vida após a morte». «Eu escrevo sobre isso e sobre o efeito das religiões nas pessoas, mas escrevo com base no meu conhecimento histórico das coisas», diz. «É uma questão fascinante, mas sou um céptico».

Já em relação à política mostra-se muito interessado e confessa que segue o tema de perto. Foi objector de consciência e anti-guerra do  Vietname, era muito pró hippie, define-se como um democrata liberal, mais liberal que democrata, mas considera que pode intervir mais através da escrita. Às vezes recebe mensagens zangadas dos fãs republicanos/conservadores, e lamenta que os  republicanos tenham «sido tomados pela direita». «A extrema direita na América é assustadora, é algo a que me oponho, não acredita no aquecimento global, não acredita na ciência, há um forte grau de negação».

Modesto, George R.R. Martin sentiu-se muito honrado com a designação que a revista Time lhe atribuiu de «uma das pessoas mais influentes do mundo», mas considera que na lista havia pessoas que na realidade influenciam muito mais a sociedade que ele próprio.

O autor mostra-se muito satisfeito coma forma como o livro foi transportado para o pequeno écran. São 10 horas para 10 episódios. «Há muitas limitações em televisão, mas tendo em conta essas limitacões, a HBO foi  muito fiel ao livro», disse. «Não se limitaram a retirar elementos da história e a fazer outra, como muitas vezes acontece». «Acho que os meus fãs também estão contentes, à excepção de alguns puristas».

George Martin estará presente hoje na pré-estreia do primeiro episódio da nova temporada da série, nos cinemas UCI do El Corte Inglês em Lisboa, pelas 20 horas. No final, o autor disponibilizar-se-á para responder a perguntas dos seus fãs.

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