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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Andrew Tarusov mostra pôsteres alternativos de O Lar das Crianças Peculiares.



Andrew Tarusov é um artista russo com grande talento. Suas artes vão desde recriações de personagens, passa por pinups sensuais (seu ponto alto) e até propaganda. 

Então, a pedido da própria 20th Century Fox, Tarusov criou esses magníficos pôsteres especiais para o filme O Lar das Crianças Peculiares. Cada pôster mostra um personagem. O detalhe está no fato de que esses personagens foram desenhados com base no traço característico de Burton e suas animações.
Boa diversão a todos. #StayPeculiar.













quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Lançamentos literários da editora Intrínseca.



Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo. Fonte: Intrínseca.


"O paradoxo do chimpanzé", de Prof. Steve Peters:


Por que tantas vezes sentimos que estamos nos sabotando, agimos de forma irracional ou nos deixamos levar pela emoção? E por que, em geral, quando isso acontece, a sensação é de que não estamos no controle do nosso cérebro? A resposta é: porque de fato não estamos. Neste livro, o psiquiatra, consultor e professor Steve Peters apresenta um programa de gerenciamento mental que nos permite entender e administrar nosso cérebro emocional, de modo a tirar proveito de sua força quando ele trabalha o nosso favor e a neutralizá-lo quando ele parece nos atrapalhar.

"Contos peculiares", de Ransom Riggs: 

As histórias que as crianças peculiares escutavam da srta. Peregrine, as pistas para a localização das fendas temporais, o livro dentro dos livros. "Contos peculiares", coletânea de contos citada ao longo da série "O lar da srta. Peregrine para crianças peculiares", é ao mesmo tempo um delicioso complemento e uma porta de entrada para o rico universo criado por Ransom Riggs. 

"Nada mais a perder", de Jojo Moyes: 

Sarah é uma menina de quatorze anos que foi criada pelo avô Henri Lachapelle, um ex-cavaleiro da elite do hipismo francês. Sem nunca abandonar o amor pela antiga carreira, Henri ensina a neta a montar, na esperança de que o talento da dupla seja o passaporte para uma vida melhor. Até que Henri sofre um derrame cerebral e Sarah se vê entregue à própria sorte, lutando para sobreviver.

Publicado no exterior em 2009, o livro chega às livrarias brasileiras a partir de 23 de setembro.

"Diário de um ladrão de oxigênio", Anônimo: 

O livro reúne as memórias de um homem paranoico, dependente de álcool, drogas e que abusa emocionalmente das suas parceiras até que um dia leva o troco. Com um texto direto, engraçado e extremamente realista, o narrador anônimo que divaga sobre a própria tragédia em busca de expiação fala na verdade de qualquer um de nós, de tudo o que fazemos e a que nos sujeitamos para suprir vazios que nem mesmo entendemos. Quem já que viveu um relacionamento conhece pelo menos um lado desse jogo.

"Legado", de Hugh Howey: 

No último volume da série #Silo, as escolhas de Donald e Juliette podem mudar o mundo… ou extingui-lo de vez. Em #Legado, Juliette se torna prefeita do Silo 18, que está se recuperando de uma rebelião. Seu governo encontra grande resistência por causa da controversa escavação para resgatar os supostos sobreviventes do Silo 17, uma empreitada vista com desconfiança que es
tá espalhando o medo entre os moradores do Silo 18. Como se isso não fosse um desafio grande o bastante, Juliette também recebe transmissões de Donald, a voz que alega ser líder do Silo 1 e está disposta a ajudar — mas é capaz de fazer ameaças horríveis.

"A grana", de Cynthia D’Aprix Sweeney:

Leo Plumb estava bêbado e drogado quando sofreu um acidente e precisou usar o dinheiro de uma conta da família, um dinheiro sagrado: o pé-de-meia que garantiria o futuro dos irmãos Plumb.

Ansiosos para receberem sua parte, os quatro marcam um encontro para deliberar quando e como o dinheiro será restituído. Reunidos novamente, como nunca estiveram, os irmãos terão que superar antigos ressentimentos e as escolhas erradas que fizeram na vida. Uma análise inteligente e afetuosa de como a expectativa desempenha um papel central em nossas vidas, "A grana" tem o ingrediente mais explosivo de qualquer boa briga de família: dinheiro.

"Fãs do impossível", de Kate Scelsa:

Mira, Sebby e Jeremy são três amigos em meio aos complexos conflitos da adolescência. Mesmo sentindo-se despedaçados, sem motivos para serem amados e tentando não sucumbir à solidão, eles lutam pela vida, cada um à sua maneira. Mira está começando em uma escola nova, depois de passar um tempo no hospital. Sebby é um garoto brincalhão que leva a vida com boas doses de mentira e bom humor, até que seu lado mais destrutivo vem à tona. Jeremy está retornando à antiga escola, depois de um tempo afastado por causa de um incidente traumático que arruinou seu ano letivo.

"Nimona", de Noelle Stevenson:

Protagonizada pela anti-heroína mais surpreendente, #Nimona é uma graphic novel fora dos padrões. Uma metamorfa sem limites nem papas na língua, cujo maior sonho é ser comparsa de Lorde Ballister Coração-Negro, o maior vilão que já existiu. Mas Nimona não sabia que seu herói possuía escrúpulos. Menos ainda uma deliberada missão.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

A grande parceria entre livros e o cinema.



Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo. #apogeudoabismo

Pois é. Mesmo atrasado, finalmente terminei a quadrilogia Jogos Vorazes. O filme cumpriu com o prometido e trouxe uma gama de política e ação bem misturadas. Alguns reclamaram da perda de ritmo do último episódio, mas isso não me incomodou, já que o clímax de um filme com o subtítulo “esperança” não poderia ser diferente.
Agora, vamos ao que interessa. O que tem a ver essa série com o título acima? Tudo. A verdade é que filmes como Jogos Vorazes estão cada vez mais em pauta. Problemas com a imaginação dos roteiristas de Hollywood ou não, isso não me diz respeito. O que conta é o uso – bom ou mal – da literatura na sétima arte. A mistura desses dois gêneros não é novidade, porém é inquestionável que estamos sofrendo um avanço como jamais visto dos livros no cinema. Bom? Sim, evidentemente que sim.
Eu citei Jogos Vorazes por um motivo: os filmes me encaminharam a ler os livros. Chamem de preconceito ou de temor pelo mau emprego do meu dinheiro, o fato é que ofereci grande resistência ao trabalho de Suzanne Collins. Vamos ser honestos sobre uma coisa, há uma enormidade de trilogias e demais ‘ias’ de péssima qualidade. A moda de publicar em partes (algo incomum na época de Tolkien, e que deu certo) deu brechas para que editores publiquem o que há de melhor e pior. Então, se você é um(a) leitor(a) que preza seu tempo e dinheiro, certamente também filtrará suas aquisições. Essa seleção natural é fruto dos tempos corridos que vivemos, tempos onde um livro ou filme ruim pode significar o descarte de uma obra importante. Ponto.
Mas nem só de livros viverá o homem...
Há outras parcerias magníficas com o cinema. Os quadrinhos são a atual expressão máxima dessa parceria, capaz de criar franquias que movimentam montanhas de dólares e arrastam multidões para assisti-los. Esse, contudo, não é o ponto vitorioso da parceria. O que eu considero mais importante nesse intrincado jogo de cartas, onde a falta de criatividade de um grupo levou à busca de outro é, certamente, o incentivo à leitura, seja de quadrinhos ou livros.
Eu lerei Jogos Vorazes. Também tenho certeza que muitos cinéfilos passaram a ler a trilogia Senhor dos Anéis ou a série Harry Potter motivados pelo que viram nas telonas. Só o trailer de O Lar das Crianças Peculiares já serviu para me incentivar a buscar os livros. Isso é mágico.
Hoje, jovens e adultos ganham em conhecimento com a mistura dessas artes.
Fãs de quadrinhos têm suas fantasias tornadas realidade através dos efeitos especiais e de atores e atrizes que cativam pelas interpretações fiéis àquilo que muitos acompanham há décadas. Isso é mágico.
Eu torço para que o teatro, os autores independentes e menos conhecidos, a música e até as histórias folclóricas sejam transpostas para o cinema, quadrinhos e literatura. Todos têm a ganhar com essa fusão altamente incentivadora ao conhecimento.

E, definitivamente, isso é mágico.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Análise do trailer do filme O Lar das Crianças Peculiares, de Tim Burton.



Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Baseado nos romances de Ransom Riggs e dirigido por Tim Burton, O Lar das Crianças Peculiares é uma obra que promete muito. Tanto a direção de Tim Burton, cujo nome está vinculado a sucessos como Edward, mãos de tesoura, Alice no País das Maravilhas, Frankenweenie, Os Fantasmas se Divertem, Noiva Cadáver, Grandes Olhos, entre outros, como a presença de Eva Green, Samuel L. Jackson, Asa Butterfield e Ella Purnell são indícios que teremos uma obra de fantasia inesquecível. 
A premissa apresentada no trailer é a de que existem crianças com dons especiais, as chamadas Crianças Peculiares, cujas vidas estão confiadas à senhorita Peregrine (Eva Green). As crianças vivem em um universo à parte, isoladas dos preconceitos e maldades de nosso mundo. Uma delas, aparentemente a pedido da própria Peregrine, traz a este recanto de paz um menino chamado Jacob que não crê nos prodígios que lhe são apresentados. 
Entretanto, aos poucos, o menino se acostuma aos poderes das outras crianças e descobre que nem tudo são flores. Hà uma presença maligna no universo das crianças, uma forma de pura maldade que quer atingi-las. É nesse contexto que a senhorita Peregrine revela a Jacob que ele tem um dom... e uma missão: a de proteger as demais crianças. 
Algumas das cenas do filme lembram muito O Labirinto do Fauno e ganham força - no trailer - com a bela canção ao fundo. 
Eu aposto alto nesse filme e irei acompanhar de perto as demais notícias sobre a produção. Enquanto isso, divirtam-se com algumas imagens extraídas do livro, bastidores do filme e do trailer.









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