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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Surrealismo e sobrenatural reunidos nas fotografias de Christopher Ryan Mckenney


Fonte: Christopher Ryan Mckenney

O fotógrafo Christopher Ryam Mckenney é um dos expoentes na fotografia que explora o surrealismo e o sobrenatural. Suas fotos são feitas, geralmente, na natureza e misturam pessoas, objetos e um toque sutil de photoshop para criar cenas memoráveis... e sinistras.
Confiram alguns dos trabalhos deste talento. Mas cuidado com o que verá, pois as imagens tendem a se fixar na mente...












segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Scott Detweiler e as fotografias que misturam pintura corporal, medo e nudez.


Residindo atualmente em Wisconsin, EUA, o fotógrafo e profissional em Photoshop, Scott Detweiler tem recebido destaque por suas fotografias que mostram belas mulheres com efeitos incríveis obtidos pelo photoshop. Mas é imprescindível relembrar que o programa de edição e modificação de fotografias não é nada sem um usuário hábil e inteligente. 
As fotografias de Scott mostram universos por vezes sombrios, mulheres belas, nudez e situações às vezes assustadoras. Suas obras recebem uma iluminação obtida por seu talento e a finalização, quase sempre, é digital. É um grande fotógrafo que merece seu lugar aqui no Apogeu. 
Confiram algumas de suas artes...














terça-feira, 29 de outubro de 2013

Corey Taylor - Slipknot: sobrenatural faz parte da banda e novo disco é prometido.


Fonte: Estadão. Texto: Jotabê Medeiros. Comentários: Franz Lima.

O visual do grupo Slipknot sempre sugeriu um portal para o purgatório, mas a relação deles com o Além vai bem mais longe do que se pensava. Corey Taylor, cantor e líder da banda, principal atração da primeira noite do festival Monsters of Rock, no sábado, às 21h40, é um cara escolado nas vivências paranormais. “Para mim, a alma é a chave do que somos e ela continua além da nossa vida. É energia e define o que somos e o que escolhemos ser. Muitas vezes, a alma encontra outro hospedeiro”, disse Taylor, falando ao Estado por telefone, na semana passada. Ele acaba de publicar o livro A Funny Thing Happened on the Way to Heaven (Uma coisa engraçada aconteceu no caminho do Paraíso), no qual narra suas experiências com fantasmas e seres do mundo supernatural. 
No seu livro, Corey Taylor conta como viu o primeiro fantasma quando tinha 9 anos e diz que espectros de crianças habitam a atual casa onde vive. Também sobrou para o Slipknot: a banda inteira já foi aterrorizada por uma revoada de fantasmas durante uma sessão de gravação de um disco, em Laurel Canyon, Los Angeles, segundo o relato do cantor. 
“Eu não acredito em Céu e inferno, mas na alma que permanece. Não acredito em punição, mas acredito em karma: uma pessoa muito má cedo ou tarde terá a retribuição daquilo que faz em vida. Pessoas ruins atraem as coisas ruins de volta para si mesmas. Já vi a repercussão de algo que aconteceu a uma pessoa muito ruim, que passou a vida fazendo malvadezas”, disse Taylor, que também é vocalista do grupo Stone Sour. 
“Os cínicos vão dizer que minhas contagens testemunhais podem facilmente ser descritas como ‘voos fantasiosos’ ou ‘armadilhas de uma mente hiperativa’. O que eu odeio mais do que todos os outros é: ‘Você viu apenas aquilo que queria ver e nada mais que isso’”, escreveu. 
Uma das bandas mais pesadas e insanas do heavy metal, o Slipknot volta ao Brasil dois anos após sua passagem pelo Rock in Rio, em uma jornada de labaredas e mergulhos no meio da plateia. Sua primeira apresentação no País foi em 2005, no Anhembi, no festival Chimera. Não era a primeira banda de mascarados do metal, mas era uma das mais feias (o grupo Ghost B.C., que veio ao Rock in Rio, parece que segue seus passos dramatúrgicos). 
O disco mais recente da banda, All Hope is Gone (2008), já tem 5 anos, No ano passado, lançaram a coletânea Antennas to Hell. E um dos integrantes do grupo, Joey Jordison, acaba de lançar um disco solo. Duplo. Mas, agora, Corey Taylor acha que já é chegado o momento de lançar material novo da banda-mãe. 
“Há dois anos, não estávamos muito preocupados com um disco novo, porque as músicas ainda soavam tão frescas e potentes. Mas, agora, é chegada a hora, sabemos que temos de fazer. Estamos fazendo sem pressa, de forma natural. Já temos quatro músicas novas, e elas mostram uma direção muito sombria e muito pesada. Também há um senso de melodia que flui da música. Eu definiria com uma combinação de dois álbuns nossos, Iowa (2001) e Volume 3: The Subliminal Verses (2004). É denso, mas as belas melodias estarão lá, como um próximo capítulo”, afirmou. 
A vida do Slipknot não é mole. Sua agressividade cênica cria problemas. Em junho de 2005, durante sua turnê pela Europa, foram acusados pela Igreja Ortodoxa de Atenas, na Grécia, de “promover o demônio e o satanismo”. Na época, o compositor e percussionista Chris Fehn, um dos nove músicos sem rosto do Slipknot (os outros são Clown, Corey, James, Joey, Mick, Paul, Sid e 133), declarou: “O nosso show é apenas uma grande diversão, e nunca ninguém se machucou. Nós promovemos a música, não um culto ao ocultismo”. 
Corey Taylor fala pausadamente, com clareza, e escreve com bastante jeito para se tornar best-seller. Está em seu segundo livro (o primeiro foi Seven Deadly Sins, sete pecados capitais, sempre na seara do sobrenatural). Ele se diz influenciado pelos beatniks, especialmente os três grandes – William Burroughs, Allen Ginsberg e Jack Kerouac. 
Ele conta que se lembra de ter visto imagens de Kerouac lendo On the Road no programa de TV de Steve Allen, e acha que o ritmo, a batida, a cadência daquilo são coisas que podem tê-lo influenciado como autor. Mas, como frontman, cadência é zero: ele é um selvagem.
“Qualquer chance para tocar aí no Brasil e a gente aceita. Nós adoramos, é um lugar em que os fãs são mais apaixonados, participativos. É um local para onde irei enquanto estiver em uma banda”, disse ele.

Franz says:  estas são ótimas notícias sobre a banda. Faz muito tempo que o Slipknot não produz algo inédito e com o peso dos discos anteriores, fato que os fãs sentem. 
Ainda fico surpreso com pessoas que não conseguem distinguir promoção - no caso o uso de máscaras sinistras - de satanismo. Caso haja realmente algum praticante do satanismo ou qualquer coisa parecida, será que iria usar uma banda de rock para divulgar seus ensinamentos e doutrina? Essa história de que o mal vem disfarçado, principalmente em grupos de rock, é uma verdadeira demonstração de preconceito e falta de conhecimento. Em alguns casos, como Marilyn Mason, é pura promoção. Muitos dos ditos 'roqueiros do mal' são pessoas com uma vida social tranquila, incapazes de fazer o mal a quem quer que seja.
Concordo com o autor do texto ao afirmar que a banda é pura dramaturgia. Nós que conhecemos e acompanhamos a história do Slipknot, sabemos que os integrantes podem ter alguns traços de instabilidade, mas quem é 100% normal? 
Quanto aos fenômenos sobrenaturais, todos estamos sujeitos a isso. Para quem não sabe, até o mestre do terror moderno, Stephen King, já teve contato com o sobrenatural. Não vou questionar a veracidade dos relatos... cada sabe o que vivenciou.
O importante - para o rock - é que um novo disco da banda está em planejamento. 


domingo, 2 de dezembro de 2012

Pegadinha do Silvio Santos vira febre na web e é criticada no exterior


Em uma jogada de mestre, Silvio Santos conseguiu alavancar não só o nome de seu programa como também a audiência, pelo menos na internet. Com o tradicional quadro com as "pegadinhas" (quem não se lembra daquela em que um esqueleto motoqueiro transitava em frente a um cemitério?) ele obteve um sucesso inesperado. Mas o que gerou isso?
O vídeo que trouxe a alegria para muitos e o terror para os que dele participaram trata de uma entrevista de emprego onde, para chegar ao local, os candidatos tem que pegar um elevador. No trajeto, as luzes do elevador começam a piscar e, inesperadamente, tudo fica às escuras. Em segundos uma menina (maquiada para ficar pálida) com um boneca suja nas mãos e os cabelos desgrenhados entra em cena. Quando as luzes voltam...
Disponibilizado na rede, o quadro já teve mais de 16 milhões de acessos. Jornais e sites no exterior criticaram a dose de medo provocada pelo quadro, comparando-o ao sucesso de terror "O Chamado". 
E você, qual seria a sua reação diante dessa ameaça sobrenatural?


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