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sábado, 10 de junho de 2017

Gotham e o mundo ficam mais tristes com a perda de Adam West.


Adam West interpretou o Batman ao lado de Burt Ward, o icônico Robin, durante os anos de 1966 a 1968. Suas interpretações eram engraçadas, leves e ajudaram a edificar o personagem. A série de TV teve pouca duração, mas mesmo assim obteve o respeito pela forma inusitada e divertida com que brindou os fãs do vigilante de Gotham.
Recentemente uma animação foi feita com base na série e contou com as vozes de Adam e Burt nos papéis que os consagraram.
Infelizmente, foi noticiada a morte de Adam West, algo inesperado e chocante para todos. A data confirmada do falecimento foi ontem, 9 de junho, em função de leucemia, doença contra a qual ele travou uma árdua e longa luta.
Adam partiu, porém fica na memória não só sua divertida interpretação do Homem-Morcego, como também sua vontade em viver e continuar trabalhando. Adam West também foi dublador e emprestou sua voz para personagens dos Padrinhos Mágicos, Simpsons e Uma família da pesada.
Nós lamentamos muito essa perda e esperamos que a paz e o conforto possam abraçar os familiares e amigos. Descanse em paz!
Fiquem com algumas memoráveis imagens de Adam como o Batman, além do vídeo de abertura da série.













quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

George R. R. Martin não acabou o sexto livro, mas dará sequência à trama na série da HBO


A matéria a seguir foi publicada inicialmente no El País, mas a vi através do Livros e Pessoas...

Franz diz: Vamos aos fatos: a série em livros de Game of Thrones (As crônicas de gelo e fogo) é algo que incomoda os fãs há bastante tempo. Não se trata da qualidade do que está escrito, muito pelo contrário. Trata-se de prioridades, comprometimento e ordenação de compromissos.
Caso você seja um leitor dos romances dele, assim como eu sou, sabe que quando a série de TV foi lançada em 2011, já havia os cinco livros publicados. Então, como o texto abaixo cita, os leitores estavam anos-luz à frente dos fãs que assistiriam à série.
O tempo passa...
O tempo passa e tudo está como antes, pelo menos no universo dos livros, já que o autor não consegue completar a trama do sexto livro. Em contrapartida, a HBO iniciará em abril a transmissão da sexta temporada - que corresponderia ao sexto livro - o que, em tese, seria algo próximo a uma ultrapassagem histórica. A sensação que tenho é a mesma de alguém que está assistindo a uma corrida e vê um piloto largar na última posição e chegar ao fim em primeiro lugar. 
Óbvio que George R.R. Martin irá lançar notas de desculpas, já que isso é o mínimo de respeito que nós, leitores, merecemos e esperamos. Contudo, isso não dissipa a sensação de que ele mudou suas prioridades. Para mim, a impressão é a de que ele está dando atenção ao que dá lucro de verdade. Alguém duvida que a série de TV é muito mais lucrativa que os livros? A fortuna que ele embolsou só com merchandising é incalculável.
Enfim, façam suas apostas e tirem suas conclusões a partir deste meu texto e da matéria que segue abaixo...



Os leitores dos romances do mundo de Game of Thrones sempre puderam olhar para os fãs da série com um sorriso presunçoso e de compaixão. Era algo como: “Se você soubesse o que vai acontecer…”. Mas a partir de agora o processo será exatamente o contrário: George R. R. Martin, autor da série de livros As Crônicas de Gelo e Fogo, na qual se baseia a superprodução televisiva da HBO, anunciou que não terminará o próximo volume, Os Ventos de Inverno, antes da estreia da sexta temporada da série. Ou seja, a trama na tela vai se adiantar em relação aos livros, e serão os leitores que agora terão medo de sofrer algum spoiler.
“Vocês queriam uma atualização, e aqui vai. E não vão gostar. Os Ventos de Inverno não está terminado. Acreditem em mim, não me dá prazer algum escrever essas palavras. Ficarão decepcionados, e não estarão sozinhos. Meus editores estão decepcionados, a HBO está decepcionada, meus agentes, editores e tradutores estrangeiros estão decepcionados… mas ninguém poderia estar mais desapontado do que eu. Durante meses eu queria mais do que qualquer outra coisa poder dizer: ‘Terminei e entreguei Os Ventos de Inverno”, diz o escritor no Livejournal, onde publica regularmente detalhes sobre os progressos realizados no processo de escrita.
Assim, a estreia da sexta temporada de Game of Thrones, em abril, será a única maneira de saber como continuam as tramas e intrigas daqueles quem lutam pelo Trono de Ferro, pelo menos até a publicação do livro, cuja data é desconhecida. A série ganha assim mais um elemento de interesse, mesmo não sendo necessário: a produção já é considerada uma das mais bem-sucedidas da história, apoiada por seus milhões de seguidores e numerosas nomeações para o Emmy e o Globo de Ouro ao longo dos anos.
Os Ventos de Inverno é o penúltimo romance da coleção As Crônicas de Gelo e Fogo. Na verdade, Martin previa inicialmente que fosse o encerramento da saga, mas decidiu acrescentar mais um volume, Um Sonho de Primavera. Enquanto isso, o escritor também contou aos roteiristas da série o desfecho da história.
Ao longo de sua publicação, o escritor se desculpa várias vezes com os fãs, reconhece ter “falhado” com eles, explica o quão ruim são os prazos de entrega estabelecidos pelos editores e responde –mais ou menos– à pergunta que todos os seus leitores estão se fazendo: “A série terá spoilers sobre os livros?”. “Sim e não”, diz Martin, que lembra que, afinal, os enredos literário e da televisão tomaram caminhos diferentes em vários aspectos, portanto, não necessariamente o que for visto na sexta temporada será refletido em Os Ventos de Inverno. Apesar das desculpas do autor, centenas de fãs críticos encheram as redes sociais de comentários indignados e ressentidos com Martin.
Na realidade, os anos que Martin normalmente leva para terminar seus livros têm sido uma tortura há algum tempo para seus fãs. O livro anterior, A Dança dos Dragões, foi publicado em 2011 após seis anos de trabalho. Martin esperava acelerar o processo para os dois últimos livros, mas no fim não conseguiu. O autor está escrevendo Os Ventos de Inverno desde 2010.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Séries e as complexidades exigidas dos roteiristas. Via Estadão.


Clarice Cardoso - O Estado de S. Paulo
Um homem capaz de atos deploráveis é um herói aos olhos de uma grande audiência. O quase vilão que vira queridinho do público tem se tornado comum nas séries, e um dos mais marcantes da TV contemporânea é Dexter Morgan, da série homônima, vivido por Michael C. Hall em oito temporadas.
A série trata de um serial killer que, guiado por um rígido código de ética criado por seu pai, mata com requintes de crueldade criminosos que conseguiram escapar da polícia. A premissa é ousada, e as primeiras temporadas guardam um tom de atrevimento que manteve o público interessado. Depois, vieram alguns tropeços, e ela parecia se repetir. “Era quase inevitável estando há tanto tempo no ar”, admite Scott Buck, o showrunner, ou seja, o grande nome por trás de Dexter.
“Quando qualquer série começa a envelhecer, as fórmulas passam a soar familiares para quem a acompanha de perto. Aí, você se vê diante de um dilema: tentar surpreender e acabar com algo um pouco diferente, ou deixar como está, correndo o risco de se tornar previsível. Nos dois casos, você vai decepcionar alguém”, explica ao Estado por telefone do Rio, onde participou do 2.º Programa Globosat de Roteiristas.
“A responsabilidade principal de um showrunner é entregar ao público a série de que gosta, ser inovador e manter-se fiel à sua proposta original, o que fica mais difícil ao longo dos anos.”
Com tanta experiência na televisão, Scott tem uma visão privilegiada das mudanças no comportamento do telespectador em relação ao conteúdo. Mesmo no Brasil, já são consideráveis as opções que oferecem a liberdade de decidir como e quando ver seu programa favorito: há a TV sob demanda, os sites como o Netflix e os aparelhos, que algumas operadoras brasileiras oferecem há alguns anos, que permitem gravar a programação e assistir quando quiser. Isso muda a relação que nós temos com aquilo a que estamos vendo, e Scott nota em si mesmo esses efeitos.
“Eu mesmo não faço ideia de quais programas estão no ar, há anos não sei. Porque mesmo que eles não estejam em serviços sob demanda, eu posso gravá-los e ver depois. São muito poucos os títulos que me cativam a ponto de me fazer ir para casa na hora exata em que vão ao ar, e acho que isso se aplica a boa parte da audiência norte-americana. Uma tendência que tende a se espalhar. O roteirista tem de estar ciente de que há opções de mais. Não estamos naquela época em que alguém via o que estivesse passando. A gente vê exatamente o que quiser”, afirma.
Outro hábito que cresce entre grupos de fãs é o de comprar caixas de DVDs ou o de assinar um serviço como o Netflix e assistir a toda uma temporada de uma vez só – o que em inglês tem até nome, “binge-watching”. Isso sim, ele diz, representa um desafio para um roteirista: “O modo como pensamos a narrativa precisa ser outro. É o caso dos ganchos de suspense ao fim dos episódios”.
Serviços como o Netflix e, mais recentemente, nos EUA, a Amazon, passaram a não só prover conteúdo, mas a produzi-lo. House of Cards, do primeiro, é uma febre que entrou para a história ao vencer um Globo de Ouro. Para Scott, porém, a inovação vai só até a exibição. “A mudança no jeito de ver TV ainda não alterou o modo de escrever, fazer e produzir programas”, crava. “Muitas dessas séries recém-lançadas são benfeitas, mas são produzidas de um jeito muito similar às tradicionais. O que ressalto é que abrem um mercado maior para os roteiristas, e quanto mais canais e espaços de exibição, melhor para nós”, arremata.

Franz diz: informações pertinentes para os espectadores e para os pretensos roteiristas. Há muito mais complexidades do que imaginava na construção de um roteiro para TV. Interessante demais esta matéria.

domingo, 6 de abril de 2014

Nota de falecimento: a prematura despedida de José Wilker.


Morreu ontem, pela manhã, o ator José Wilker. Dono de uma carreira irretocável no cinema, teatro e TV, Wilker se despede prematuramente de nosso convívio. Com 69 anos, José Wilker deixou duas filhas, além de sua namorada que o acompanhava por ocasião da parada cardíaca que o vitimou. Seu último trabalho para o cinema foi Giovanni Improtta, personagem que migrou da TV para a tela grande. Wilker também atuava como comentarista durante as transmissões do Oscar.
Descanse em paz, guerreiro.




sexta-feira, 8 de novembro de 2013

O Humor perde mais um ícone: Jorge Dória.


O Humor brasileiro (com h maiúsculo, tal é sua qualidade) perde um dos mais relevantes integrantes de sua história. Jorge Dória é um ator que oscilou entre o drama e o humor com extrema competência. Teatro, cinema e televisão foram veículos que ele usou para difundir a alegria e, em alguns casos, o drama. 
Companheiro de inúmeros outros atores de grande talento, Jorge foi uma peça importante do cenário cênico do Brasil. Além disso, ele se destacou pela forma amiga com que tratou seus pares e fãs. 
A carreira de Jorge Dória é digna de nota e será sempre lembrada. Não cabe a mim descrevê-la. Cabe a mim frisar que sofremos mais uma perda irreparável. Dória é um dos poucos que ainda restavam de uma época onde o humor era mais sutil, menos agressivo, menos apelativo. Ele pisou em palcos imortalizados. Encenou para públicos dos mais diversos e, definitivamente, sempre trouxe emoção aos espectadores. Sua morte é o indício de que uma era está se aproximando do fim. Chico Anysio, Rogério Cardoso, Nair Bello, Ronald Golias, Mussum, Walter D´Ávila, Zacarias, Grande Otelo e tantos outros mitos do Humor brasileiro se foram. 
Que suas lições fiquem para as gerações atuais e futuras.
Descanse em paz, Jorge Dória. Que o show continue no céu...



terça-feira, 8 de outubro de 2013

The Blacklist: a série que mistura thriller, suspense e inteligência.


Por: Franz Lima

Apesar de ainda não ter sido lançado o segundo episódio, The Blacklist - série produzida pela NBC - já é sucesso e terá um total de 22 episódios na primeira temporada. 
A série mostra um procurado criminoso (Raymond Reddington, interpretado por James Spader) que repentinamente se rende ao FBI e exige que uma agente novata lhe auxilie. Em troca, ele irá ajudar a capturar um foragido sérvio que, por vingança, promete provocar o caos na capital norte-americana. 
O fato de termos um homem brilhante, mas com traços de sociopatia acentuados, e uma agente do FBI, não me parecem mera coincidência. Caso tenha se lembrado de O silêncio dos inocentes (1991), você tem um bom faro para uma receita de sucesso. Tal como Clarice Starling, a agente Elizabeth Keen (papel da atriz Megan Boone) é a "parceira" de um perigoso e inteligente criminoso, procurado em todo o mundo. 
O primeiro episódio (piloto) mostrou o cotidiano de Elizabeth e  seu marido, o dilema da adoção, as dificuldades em conciliar o trabalho e a vida privada e, logicamente, a estranha obsessão de Reddington por Keen. Desde o momento da rendição dele até o final do episódio, a vida de Lizzy (como ele a chama) sofre uma reviravolta que lança o espectador em um limbo de dúvidas. Quais as reais motivações de Red? Quem são as pessoas que ele busca? O que o fez escolher Elizabeth como elo entre ele e o FBI? 
Além disso, há outros mistérios que tornam a série ainda mais atrativa, pondo em dúvida relações, amizades e até o quanto Elizabeth sabe sobre si mesma e as pessoas que a cercam.
A trama inicial é bem interessante e mostrou ótimas passagens de ação, incluindo sequestro, tortura e terrorismo. Não há ainda como prever o que ocorrerá, mas há a certeza de que temos uma ótima ideia que, aparentemente, está sendo bem aproveitada. Explorar o lado materno de Liz se mostrou como outra opção acertada por parte do roteirista.
O elenco mostrou boas interpretações e dedicação aos papéis, fatores que também acrescentaram credibilidade à obra.
The Blacklist é exibida todas as terças-feiras, no canal Sony, às 21h.
Amanhã comentarei o segundo episódio...

 


terça-feira, 6 de agosto de 2013

A mensagem subliminar nas mídias atuais: lucro, invasão e indução em marketing camuflado.


Por: Franz Lima.
Não é de hoje que somos bombardeados por imagens que, na maioria das vezes, sequer tomamos ciência de termos visto. Valendo-se de recursos como o 'segundo plano', citações e imagens que surgem em flashes, a televisão brasileira - principalmente a aberta - tem se mostrado bem mais indiscreta e invasiva do que pensamos.
O que me levou a escrever esse texto é a constante invasão de nossos lares com propagandas embutidas em programas da grade normal do SBT (sim, às vezes passamos por tal provação televisiva). Após descobrir que o mercado de perfumes e cosméticos é extremamente rentável, o canal do 'patrão' tem feito uso diário de propaganda subliminar com imagens de produtos Jequiti. Ora, é fato que a emissora é também um veículo de divulgação dos produtos de cosméticos que pertencem ao mesmo dono, porém é inadmissível que essa propaganda seja feita com recursos escusos, sem a consciência e o consentimento do espectador. Há um erro similar quando a emissora coloca um produto ao fundo de uma cena (algo muito comum em novelas e seriados da Globo) e também em merchandising escancarado do tipo: 
- Fulana, o que você está fazendo?
- Eu? Ora, estou curtindo o delicioso Sucrilhos Kellog´s. 
Quem, eu questiono, fala que está comendo o produto tal? Quem diz que faz a barba com o legítimo Phillishave? Na boa, tenha paciência...
Mas o pior é que essa política de invasão subliminar ocorre em diversas mídias e, por vezes, de forma não tão discreta. Caso não tenha percebido, há programas de conteúdo religioso que, via de regra, incluem propagandas de material 'abençoado' à venda, deixando a divulgação da Palavra para segundo plano. Isso também é uma prática questionável.
Filmes (principalmente estrangeiros) usam o recurso de propaganda embutida em cenas que quase sempre não percebemos de pronto, mas nosso cérebro capta a mensagem. O diálogo que  leram acima também ocorre em produções milionárias no cinema, no teatro e na literatura. Vender sem que o público-alvo fique ciente de que está diante de um comercial é algo mais comum do que gostaríamos.
Finalizando, digo que nunca vi nada de ruim nas propagandas. As mensagens dos patrocinadores são, como o nome diz, a mola mestra da TV, já que boa parte dos recursos vem dos financiadores dos programas. Contudo, usar de subterfúgios para impor uma marca, produto ou ideologia é algo repugnante e invasivo. Tal prática, na minha opinião, deve ser denunciada e combatida a todo custo. 
É o que me cabe dizer...

sábado, 16 de março de 2013

Dois novos pôsteres da 3ª temporada de Guerra dos Tronos.



A terceira temporada de Game of Thones já está perto de começar. Para ajudar a diminuir ansiedade pela continuação das aventuras no universo criado por George R. R. Martin e com a qualidade HBO, nada melhor que uma série de pôsteres feitos por vários artistas. Estes são os dois primeiros...






segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Divulgação: Futura promove mostra sobre Ingmar Bergman.


Partindo da ideia de que sempre é possível aprender assistindo um bom filme, o Cine Conhecimento apresenta obras, de vários países, que evidenciam questões históricas ou atuais. O programa também aborda técnicas, detalhes de produção, momentos históricos, curiosidades, premiações, perfil de profissionais, análise de linguagens, e busca a compreensão de comportamentos e diferenças culturais, a partir dos contextos apresentados.
Os próximos filmes da temporada 2012 fazem parte da mostra especial sobre o diretor sueco Ingmar Bergman. Programe-se!
05/10 – Morangos Silvestres
Um médico sonha com a morte e toma a decisão de viajar de carro para receber um prêmio pelos cinquenta anos de carreira. Durante a viagem, ele resgata lembranças de sua vida, desde a infância até aquele momento.
12/10 – A Fonte da Donzela
Uma jovem de 15 anos é estuprada e morta quando seus pais, cristãos fervorosos, a encarregam de levar velas à igreja do vilarejo. Os assassinos, sem saber, buscam abrigo na casa dos pais, que só pensam em vingança.
19/10 – Persona
Uma atriz de sucesso sofre uma crise emocional e para de falar. Uma enfermeira é designada a cuidar dela em uma casa reclusa, onde permanecem sozinhas. Para quebrar o silêncio, a enfermeira narra sua vida, mas descobre que a atriz usa seus depoimentos como fonte de autoanálise.
26/10 – Para não falar de todas estas mulheres
Por volta de 1920, o crítico musical Cornelius é contratado para escrever a biografia de um famoso violonista. Ao chegar à casa do artista, o escritor se depara com um cenário surrealista, onde o músico convive harmonicamente com suas sete mulheres, cada uma apaixonada e dependente dele de uma forma particular.
Horários de exibição no Canal Futura:
Sexta-feira – 22h
Reprises:
Sábado – 23h; Domingo – 22h; Terça-feira – 0h45
Cine Conhecimento Madrugada (outras temporadas)
Horários de exibição no Canal Futura:
Sexta-feira – 0h45; Domingo 01h30

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

O Cavaleiro Solitário, The Lone Ranger, (com Johnny Depp) tem novas imagens disponibilizadas.


Depp e Hammer
Johnny Depp fez muito sucesso como o pirata sarcástico e bem humorado Jack Sparrow. Agora, seu novo trabalho envolve um clássico dos quadrinhos e da TV: o Cavaleiro Solitário. No papel do fiel escudeiro do "Lone Ranger", Depp será Tonto, um índio que está sempre auxiliando o vigilante.
O visual de Depp como Tonto lembra um pouco Sparrow em Piratas do Caribe 2, além de ter traços com o Corvo. Definitivamente, a Disney não se espelhou nas versões anteriores do índio. O Cavaleiro Solitário tem um visual bem fiel às suas versões antigas. 
Curta as imagens e o pôster do filme com estreia prevista no mercado americano para julho de 2013.






sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Metal Hurlant Chronicles. A transposição da revista Heavy Metal para a TV.



Com base no universo fantástico, erótico e violento das revistas Heavy Metal (edição americana) e da Metal Hurlant (edição francesa, a original), esta série em 6 episódios faz uso do mesmo tipo de narrativa das revistas, principalmente por não interligar as histórias. Com produção do estúdio francês "France 4", a temporada conta com atores famosos como Michael Jai White (Spawn, Lutador de Rua, a série Mortal Kombat: legacy, Batman  - Cavaleiro das Trevas), Rutger Hauer (Blade Runner, Poseidon, Sin City) e Kelly Brook (Absolon, Ripper, Jogo pela sobrevivência). A temática oscila entre a violência e a ficção, com ambientações variadas (alguns cenários parecem com arenas romanas e outros possuem visual extremamente futurista).
A série foi produzida por Justine Veillot (WE PROD) em associação com Fabrice Giger e Pierre Spengler (Humanoids).
A segunda temporada também já foi finalizada e contará com 6 episódios. Caso alguém já tenha visto alguma temporada, peço que comente e dê sua opinião. 
Kelly Brook
Agora, assistam ao teaser do primeiro episódio onde o visual lembra muito filmes como Gladiador e a série Game of Thrones.Mas não se iludam, pois Metal Hurlant também aborda ficção científica, terror e um erotismo próximo ao que há nas revistas americana e francesa.



De quebra, um trailer dublado do piloto que gerou a série Mortal Kombat: Legacy. Assistam Mortal Kombat Rebirth.

http://veja.abril.com.br/blog/temporadas/tag/metal-hurlant-chronicles/

terça-feira, 28 de agosto de 2012

As várias faces do Seu Madruga...


Uma singela homenagem a esse personagem que tanto cativou crianças, jovens e adultos por gerações.
Busto do Madruga

Aquarela feita por Gambah




MGM

K.I.S.S.

Thumb



Jedi

Madruga Page
Arte de Mario Cau
Arte por Marco Kap


quarta-feira, 6 de junho de 2012

Podcast: o ressurgimento da "Era do Rádio"


Autor: Franz Lima
Muitos dos que lerão esta crônica irão, inevitavelmente, acessar o oráculo (Google), a Wikipédia ou perguntar a seus pais e avós sobre quanto do que está escrito aqui é verdade. Compreendo cada um de vocês que fizer isto, pois vivemos em uma era tomada pelo áudio-visual. É quase inconcebível um período em que era normal imaginar ao invés de ver. Mas este período existiu e foi mais longo do que pensamos.
1922 foi o ano em que os brasileiros passaram a ter acesso às comunicações radiofônicas. Apenas quatro anos após o término da Grande Guerra Mundial – não era ainda chamada de Primeira Guerra – começamos a usufruir da magia da voz à distância. Não é exagero meu chamar de “magia”, uma vez que essa foi a maneira como tudo começou: de forma mágica.
          Do ano do surgimento do rádio para a absoluta influência deste nas vidas de nossos antepassados, passaram-se alguns anos. O cinema já existia e a TV era uma realidade acessível a poucos, mas os rádios forneciam entretenimento barato.

"Chegou a hora de aprimorar este veículo", pensou um empresário do ramo de rádio comunicação e, para isso, surgiram as radionovelas. Bem, o que havia de tão bom em ouvir pessoas brincando de teatro? Simplesmente tudo, já que a imagem não era uma realidade nos lares brasileiros e, por meio do rádio, as tramas, mistérios e personagens fascinantes chegavam até as pessoas da época. Além disso, tanto autores quanto atores eram pessoas altamente gabaritadas, movidas pela paixão de representar. Mário Lago e Janete Clair são exemplos de personalidades da radionovela que tiveram seus talentos usados, futuramente, nas telenovelas.
Vale frisar que as celebridades do rádio eram tão influentes e bem sucedidas quanto as celebridades atuais do cinema, TV e internet, principais veículos de entretenimento do século XXI.

Mas nada dura para sempre. Com o advento da televisão – e da telenovela -, o rádio foi perdendo popularidade aos poucos e isto resultou no fim de muitos programas de entretenimento, inclusive os programas de calouros, radionovelas e alguns noticiários que, gradualmente, foram absorvidos pela televisão.

Porém a semente já estava plantada. Por mais que a sociedade evolua para o áudio-visual, sempre haverá um momento em que apenas o som estará presente, seja no carro, estudando ou em outra situação. O que importa é isso: o rádio teve uma enorme queda de popularidade, porém sua essência jamais morreu.
A mídia de voz está presente até os dias atuais. O som, seja pela voz ou música, é parte essencial de nosso cotidiano, independentemente do progresso de outras mídias, não importa o quanto evoluam as outras formas de comunicação e entretenimento.
Como prova disso, surgiram aparelhos cada vez menores para ouvir músicas e programas de rádio. Os micro-system eram aparelhos de som portáteis e chamativos, com uma ou duas unidades de fita cassete e rádio AM/FM, seguidos pelo “walkman” que era uma unidade portátil para tocar fitas cassete, substituídos depois pelo discman (tocadores de CD) até o advento dos tocadores de mp3 que evoluíram para os ipod e outros players tão bons quanto. Os ipod são referência em função da capacidade de armazenamento. Hoje, há aparelhos com capacidade para até 160 Gb em arquivos de áudio.
E daí? Bem, estas novas formas de armazenamento e compactação de arquivos abriram um espaço antes impensável. Agora, é possível ouvir horas de músicas, entrevistas, conversas ou qualquer outro tipo de som em formato mp3, AAC ou outro qualquer e com tamanho razoável, ocupando pouco espaço na mídia de armazenamento. Acrescente-se a isso novos programas de editoração de músicas e áudio e, com o tempo, idealizadores começaram a fazer seus próprios programas gravados, onde encontramos desde conversas informais sobre cultura em geral até aulas sobre os mais diversos temas. Criou-se, então, o podcast.
O conceito de podcast é bem simples: um arquivo de áudio – seja lá qual for seu formato – onde uma ou mais pessoas, usando dos mais modernos recursos tecnológicos, ou não, criam um documento digital com algo que seja de seu interesse. Esse arquivo é disponibilizado para ser “baixado” (download) gratuitamente e também pode ser assinado (RSS). Alguns destes idealizadores criaram verdadeiras séries sobre seus temas preferidos, conseguindo angariar uma legião de fãs. 
Hoje o Brasil é um grande produtor de podcasts. Há  programas com conteúdo de altíssimo nível, produtos de exportação e premiados em diversos meios de comunicação. Mas não focarei nas premiações, pois o que quero frisar é a importância dos casts em áudio.
No auge da era do Rádio, o Brasil tinha neste instrumento o seu principal divulgador de todos os assuntos importantes ou irrelevantes. Ouvir rádio era sinônimo de estar "antenado" (talvez venha daí a expressão) com o que ocorria no mundo - ainda que um tanto atrasado. Porém, atualmente, o podcast não pode exercer esta função. Com o advento da internet - cada vez mais rápida - as notícias chegam com muito mais eficiência e velocidade aos interessados. Assim, o podcast tem hoje uma função similar ao rádio em seu auge, quando era uma fonte de entretenimento e informação, guardadas as devidas proporções, lógico.
O podcast é um fenômeno. Este é o ponto em que quero chegar. Ele não só é um veículo para propagar informação, cultura e lazer, como também tornou-se um ponto de apoio para o surgimento de novos talentos, pessoas que o usam para expor opiniões ou apenas para conversar sobre o que gostam. Independentemente do uso do podcast, creio poder afirmar categoricamente que ele terá uma longa vida pela frente. Ao contrário do rádio tradicional, não será a internet ou a televisão que irão minimizar a importância dele até que o esqueçam por algo mais moderno. A tendência desta nova forma de comunicação é o aprimoramento, a evolução e o acompanhamento das tecnologias, prosseguindo ao lado da geração atual e das gerações futuras. Ouvir um podcast não é só um modismo. Ouvir um podcast é uma tendência que marca a história da comunicação em nosso país e no mundo. 
Parabéns a todos os profissionais que usam esta ferramenta para levar e divulgar por todos os lugares a voz, a informação e o entretenimento. 

Podcasts que apóio e participo:

Epifania 000 - Coletânea Cassandras

Epifania 001 - A Batalha do Apocalipse

Epifania 002 - A Guerra dos Tronos


segunda-feira, 4 de junho de 2012

Lindsay Lohan será Elizabeth Taylor na TV. Veja a primeira foto oficial.


Lindsay Lohan será a estrela Elizabeth Taylor no filme para a TV Liz & Dick. A primeira imagen oficial de Lindsay como Liz foi divulgada pelo site TMZ. A atriz ficou muito parecida com Elizabeth e usou de artifícios como cortar o cabelo e pintá-los para estar ainda mais realista em sua personificação. O par romântico de Lindsay será Grant Bowler, no papel de Richard Burton. 
Esta nova produção será a chance de Lindsay sair em definitivo do buraco onde ela mesma se enterrou, após a série de escândalos onde esteve envolvida. Boa sorte para ela...


quarta-feira, 21 de março de 2012

Toby Jones será Alfred Hitchcock em série da BBC


Fonte: Fangoria


Parece que quando as notícias sobre um filme biográfico Hitchcock ganham divulgação, o outro filme não fica muito atrás. Cabeça baixa para o primeiro olhar de Toby Jones como Hitchcock nos bastidores de "Os pássaros", numa cena do filme "The Girl", a nova empreitada da BBC.
Nas imagens abaixo estão Toby Jones e Sienna Miller como Alfred Hitchcock e Tippi Hedren, respectivamente. Toby está bem caracterizado, como era de se esperar, porém é Sienna que surpreende pela similaridade com a atriz Tippi Hedren.
Toby Jones e Sienna Miller

Alfred Hitchcock e Tippi Hedren

A atriz Tippi Hedren disse à Fangoria:

Tippi Hedren
"Estou emocionada. Sienna está brincando comigo Ela é excelente para o papel. Se eu tiver uma reserva sobre o filme é apenas minha preocupação de que eles não vão me retratar tão forte como eu era - e ainda sou - pois eu tinha que ser extremamente forte para lutar contra o Sr. Hitchcock. Ele foi tão insistente e obsessivo, mas eu era uma mulher extremamente decidida e jovem. Sei que não havia outro jeito para ele obter o melhor de mim." 
Tippi Hedren



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