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segunda-feira, 26 de maio de 2014
terça-feira, 6 de maio de 2014
Batman 75 anos: resenha de 'Dia das Bruxas - 1'
Por Franz Lima17:54:0075 anos, Aniversário, Batman, Comics, DC, Dia das Bruxas, Espantalho, Franz Lima, Halloween, HQ, Jeph Loeb, Quadrinhos, Roda de Escritores, Scarecrow, Tim Sale, Traição, ViúvaSem Comentarios
Começando as comemorações dos 75 anos do Batman - que incluirão dois podcasts em conjunto com a equipe do Roda de Escritores, sorteios de HQ e muitas resenhas - apresento-lhes a trama que ascendeu o escritor Jeph Loeb e o ilustrador Tim Sale, hoje famosos pela série Dia das Bruxas. A primeira resenha é sobre o começo da abordagem da dupla sobre um lado diferente do Batman: a vida pessoal de Bruce Wayne. Divirtam-se...
Por: Franz Lima
Escrita por Jeph Loeb, ilustrada por Tim Sale e colorizada por Greg Wright, Batman: Dia das Bruxas é o prenúncio do que encontraríamos em 'O Longo Dias das Bruxas'.
O roteiro envolve Bruce Wayne e outros personagens do universo do Morcego, porém dá ênfase às loucuras do Espantalho e à vida íntima do playboy.
Essencialmente, a trama aborda um lado pouco explorado de Wayne onde podemos ver que há mais por trás da máscara. Solitário, Bruce conhece uma bela mulher que surge como uma fuga dos inadiáveis e ininterruptos compromissos do Batman. É nesta mulher que o bilionário vislumbra a possibilidade de uma vida social. Ela é a esperança para ele.
Nas entrelinhas dessa história está o Dr. Crane, um homem insano cuja obsessão é o medo. Vestido de modo a se parecer com um espantalho - a figura destinada a impor medo em plantações - Crane comete vários crimes. Sua principal arma é um gás capaz de afetar o sistema nervoso e, consequentemente, despertar os maiores temores de suas vítimas.
Os caminhos de Batman e o Espantalho voltam a se cruzar quando o vilão destrói parcilamente a rede de abastecimento elétrico de Gotham, algo que o possibilita de roubar com a ajuda da escuridão.
Cansado de longos dias à caça de Crane e outros loucos homicidas, o Cavaleiro das Trevas faz de tudo para manter o Espantalho preso, porém...
O que vemos a seguir é uma trama simples, mas que já possuía claros indícios de um futuro promissosr para a dupla Loeb/Sale.
O único ponto realmente incômodo é a arte que considero como ainda imatura, principalmente se compararmos com o clássico 'O Longo Dia das Bruxas', onde Tim Sale já era o detentor de um traço polêmico e marcante. As cores foram bem distribuídas e deram vida aos traços de Sale.
Por fim, a reviravolta do roteiro reforça as dificuldades em ser um vigilante, um homem capaz de sacrificar sua vida pessoal em prol das vidas de desconhecidos. Batman e Wayne são personalidades que se complementam, comprovando o alto grau de complexidade do personagem.
Obra recomendada para qualquer fã do Morcego.
Nas entrelinhas dessa história está o Dr. Crane, um homem insano cuja obsessão é o medo. Vestido de modo a se parecer com um espantalho - a figura destinada a impor medo em plantações - Crane comete vários crimes. Sua principal arma é um gás capaz de afetar o sistema nervoso e, consequentemente, despertar os maiores temores de suas vítimas.
Os caminhos de Batman e o Espantalho voltam a se cruzar quando o vilão destrói parcilamente a rede de abastecimento elétrico de Gotham, algo que o possibilita de roubar com a ajuda da escuridão.
Cansado de longos dias à caça de Crane e outros loucos homicidas, o Cavaleiro das Trevas faz de tudo para manter o Espantalho preso, porém...
O que vemos a seguir é uma trama simples, mas que já possuía claros indícios de um futuro promissosr para a dupla Loeb/Sale.
O único ponto realmente incômodo é a arte que considero como ainda imatura, principalmente se compararmos com o clássico 'O Longo Dia das Bruxas', onde Tim Sale já era o detentor de um traço polêmico e marcante. As cores foram bem distribuídas e deram vida aos traços de Sale.
Por fim, a reviravolta do roteiro reforça as dificuldades em ser um vigilante, um homem capaz de sacrificar sua vida pessoal em prol das vidas de desconhecidos. Batman e Wayne são personalidades que se complementam, comprovando o alto grau de complexidade do personagem.
Obra recomendada para qualquer fã do Morcego.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Resenha da Graphic Novel "Demolidor: Amarelo".
Por Franz Lima17:58:00#PaniniApoieoFranz, Amarelo, Batman, Cego, Comics, Daredevil, DC, Demolidor, Franz Lima, Hulk, Jeph Loeb, Karen Page, Marvel, Mulher-Gato, Panini, Quadrinhos, Tim Sale4 Comentarios
Por: Franz Lima
Publicada originalmente no Brasil em 3 edições (ano de 2002), essa série é de autoria da consagrada dupla Jeph Loeb e Tim Sale, responsáveis por sucessos como "Batman, O Longo Dia das Bruxas", "Mulher-Gato: Cidade Eterna", "Hulk: Cinza", entre outros.
Publicada originalmente no Brasil em 3 edições (ano de 2002), essa série é de autoria da consagrada dupla Jeph Loeb e Tim Sale, responsáveis por sucessos como "Batman, O Longo Dia das Bruxas", "Mulher-Gato: Cidade Eterna", "Hulk: Cinza", entre outros.
Como
uma obra de arte, os quadrinhos se destacam pelos detalhes, as
nuances que afastam o comum do primoroso. Há algumas ilustrações onde a pintura se aproxima da técnica da aquarela, mostrando que a junção do talento de Tim Sale (ilustração) com Matt Hollingsworth (colorista).
Demolidor:
Amarelo trata de uma fase ruim de Matt Murdock, uma crise. Para
reencontrar seu caminho, por sugestão de seu melhor amigo Foggy, ele
escreve uma carta para desabafar, algo semelhante à uma conversa, mas destinada a seu antigo amor, Karen Page. Dessa carta, os autores partem para uma análise do
início da carreira do Demolidor e revelações de um passado que
oscilou entre a alegria e a tragédia. A trama inteira oscila entre passado e presente.
Foggy
e Matt são amigos, amigos de longa data. Estudaram juntos. Talvez essa ligação tenha ficado mais
forte com as adversidades que viveram, mas foi o apoio desse amigo
que deu forças para Matt superar a pior perda de sua vida.
Nessa
história descobrimos a origem do uniforme amarelo, o que motivou a mudança da cor do uniforme e toda a carga
dramática por trás desses fatos. Entretanto, não é o drama apenas que
cativa. A forma como uma parte da vida do Demolidor, já conhecida,
foi escrita e ilustrada, traz emoção e credibilidade
ao enredo.
O
drama inicial ficou por conta da busca pelos responsáveis pela morte de
Batalhador Jack Murdock. A morte que provocou a primeira aparição do Homem sem Medo tem um tom muito próximo, quase idêntico ao que Batman passou na infância.
A
explicação do porquê das cores da primeira versão do uniforme é poética. A explicação para a versão definitiva, a vermelha, é de um romantismo extremo.
A
minissérie mostra a evolução na sociedade Nelson - Murdock como advogados e sócios.
Fiquei surpreso com seus primeiros clientes. Matt já combate o crime
e um detalhe fica evidente: a violência no período relatado era
menor, havia uma certa conduta que impedia ou minimizava as mortes em combate.
As
passagens em que o trio - inclua Karen - aparecem, trazem uma
similaridade com a série Marvels. As pessoas são surpreendidas com
cada nova visão dos heróis, principalmente a jovem Karen que fica cada vez mais maravilhada com as visões do Demolidor. Mas não são os super seres que dão o
tom dessa HQ. Na verdade, quem é a peça motriz é Karen
Page, a mulher que mais marcou a vida do Demolidor e de Foggy. Ela é
a pessoa por trás da narrativa, um elo sentimental que é tão vital para o herói a ponto de ele vivenciar novamente ótimos e péssimos momentos de sua vida. Fiquei bem surpreso com o lirismo envolvido nessa parte, já que mesmo envolto em ação e combates, Murdock ainda mantém a chama de seu amor acesa, muitos anos após os fatos abordados.Não vou me alongar na descrição da trama, porém posso garantir que vocês terão em mãos um material único, onde um personagem de quadrinhos (arte ainda muito desprezada, infelizmente) prova que até mesmo diante da morte o amor não recua.
"A dor de uma perda pode ser sentida até por um cego".
Gostou da resenha? Então, que tal enviar um twitte com a hashtag: "#PaniniApoieoFranz" ?
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Resenha da HQ Mulher-Gato - versão encadernada da Panini
Por Franz Lima13:03:00Batman, Catwoman, Charada, Cidade Eterna, Franz Lima, Jeph Loeb, Mulher-Gato, Mulher-Leopardo, Panini, resenha, Roma, Selina Kyle, Tim Sale2 Comentarios
Por Franz Lima
Mais uma bela edição encadernada da Panini está disponível nas bancas. Desta vez, talvez buscando um pouco do histerismo que ronda o lançamento do novo filme do Batman, a HQ em questão é Mulher-Gato: cidade eterna. O título não é dos melhores, mas não compromete em nada a história em si.
Produzida pelos mesmo autores de Batman - Vitória Sombria, Batman - Dia das Bruxas e Batman - O Longo Dia das Bruxas, Jeph Loeb e Tim Sale, esta HQ é um encadernado de luxo da minissérie lançada em 2005 na qual Selina Kyle, com a ajuda do Charada, busca as origens de sua família e as prováveis ligações com a família mafiosa Falcone. O local onde a história se desenrola é Roma - Itália.
Não vou entregar nada sobre a HQ, contudo devo salientar que é muito bem elaborada. Os desenhos estão ótimos (ainda que haja alguns erros) e o roteiro envolve mistério, traição, família, amor e ódio em doses bem distribuídas. Não posso deixar de esclarecer que, antes de mais nada, sou fã da dupla Loeb e Sale, principalmente por causa de suas obras anteriores.
Está claro para mim que a HQ encadernada foi lançada em função da proximidade da estréia do novo filme do Cavaleiro das Trevas, onde a Mulher-Gato está presente, o que não diminui em nada os méritos da obra.
Prepare-se para entender mais sobre a vilã mais sensual do universo do
Batman, um pouco de sua origem e também uma trama onde nada é o o que
parece ser. Isso sem falar nos vilões envolvidos...
Com acabamento em capa dura, papel couchê, sketchs de algumas páginas e uma pequena biografia dos autores, além de uma apresentação, esta revista vale o investimento e um local em sua estante.
Lembre-se: estando em Roma, aja como os romanos.
Mulher-Gato: Cidade Eterna.
Editora Panini
Ano de lançamento: 2012
Preço: R$ 23,90
Papel Couchê - Capa Dura
















