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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Lista de Compras: Liyla and the shadows of war.


Um dos mais impactantes games que vi nos últimos tempos, Liyla and the shadows of war é, na verdade, uma mistura de jogo com documentário. 
O game é baseado em fatos reais e está disponível no Google Play para download gratuito. 
A narrativa envolve um pai que passa por um verdadeiro inferno para tentar resgatar sua esposa e filha em meio ao conflito armado na faixa de Gaza. O visual é muito similar ao do jogo Limbo e dura muito pouco, o que não diminui o impacto de suas cenas.
Vencedor de inúmeros prêmios e nomeações, Liyla é um alerta para a indiferença das pessoas durante as guerras, sejam quais forem ou onde aconteçam, e também para o sofrimento das pessoas inocentes atingidas. 

Texto: Franz Lima
Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Mais do que isso, o jogo é uma pequena amostra dos horrores provocados pelo homem em combate. A trama irá levar o gamer/espectador a refletir muito mais sobre as tragédias que os conflitos armados podem provocar e as sequelas deixadas. 
Para uma esmagadora maioria que não vive nessa rotina caótica e absurda, Liyla servirá como um lembrete de que o uso das palavras "feridos", "mortos" e "guerra" em conflitos como os que acontecem até hoje entre Palestinos e Israelenses atinge combatentes, guerrilheiros e pessoas que lucram com a guerra, mas também estão expostos aos males e à dor as crianças, os velhos, os doentes e todos que não têm como fugir da zona de guerra.
Outro apontamento interessante está no uso de artefatos proibidos em combate como agentes químicos e armas de destruição em massa (um dos usados no jogo é o fósforo branco).
Como é um jogo baseado em fatos reais, o criador dele colocou no site oficial (Liyla) fotos que dão embasamento ao que é mostrado. Ressalto que não apoio a guerra ou qualquer nação em conflito, porém é preciso compreender que a população civil não pode ser usada como escudo (algo comum na Palestina) ou alvo (algo também comum em ataques israelenses). O diálogo e o fim dessas guerras irão poupar novos sofrimentos como os que são mostrados nessa corajosa obra indie que é Liyla and the shadows of war. 
Vejam um trailer do game e não deixem de baixar. Será uma experiência impactante, porém muito construtiva.

domingo, 30 de outubro de 2016

Planeta dos Macacos: A Guerra - War for the Planet of the Apes. Teaser trailer review.


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.
César retorna no terceiro filme que conta a história dos símios que evoluíram a ponto de dominar a Terra. Os filmes são um prequel da série e dos longa-metragens que marcaram as décadas de 1960 e 1970. 
Os dois filmes anteriores foram Planeta dos Macacos: A Origem (Rise of the Planet of the Apes, 2011), de Rupert Wyatt, e Planeta dos Macacos: O Confronto (Dawn of the Planet of the Apes, 2014), de Matt Reeves. Essa terceira produção também tem a direção de Matt Reeves e conta com os talentos de Judy Greer, Woody Harrelson e Andy Serkis, entre outros.
A sinopse oficial do filme já foi divulgada:

Em Planeta dos Macacos – A Guerra, o terceiro capítulo da franquia de sucesso aclamada pela crítica, César e seus macacos são forçados a um conflito mortal com um exército de seres humanos liderados pelo cruel Coronel. Após os macacos sofrerem perdas inimagináveis, César luta com seus instintos mais sombrios e começa sua própria busca mítica para vingar sua espécie. Como a viagem final finalmente os trazem cara a cara, César e o Coronel são colocados uns contra os outros em uma batalha épica que irá determinar o destino de ambas as espécies e o futuro do planeta.

O teaser trailer mostra a face de César sendo construída a partir de partículas de pó, algo que evidencia uma guerra e a destruição por ela causada. A voz de César é um alerta e diz o seguinte: 
"Você deve partir antes da luta começar. Sinto muito. A guerra começou."
Essas palavras ditas de forma ritmada e cheias de pesar mostram que o tom do filme será extremamente mais sombrio que o de seus antecessores. Creio que finalmente estamos próximos ao caos que a franquia original mostrou.
Vejam o teaser trailer e digam-me se concordam.


quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Superman vs Goku: a batalha através da técnica de flipbook.



Dois heróis de fama mundial e com poderes extraordinários são postos em combate através da técnica chamada flipbook, uma das mais antigas quando o assunto é animação. 

sábado, 25 de outubro de 2014

Vingadores: a era de Ultron. Primeiro trailer surpreende. Veja o caos legendado!


Depois do sucesso do primeiro filme da equipe dos Vingadores, as expectativas só têm crescido. Anunciaram a presença de Ultron na trama, depois Mercúrio e a Feiticeira Escarlate. A armadura Hulk Buster... e até o escudo destroçado do Capitão América. 
Agora, o primeiro trailer foi lançado. Nick Fury está de volta. A guerra também.
Em meio aos planos de aniquilação de Ultron, uma equipe dividida dos Vingadores surge. Será que o caos será o fator preponderante para a união do grupo de heróis?
Sejam quais forem os acontecimentos nesta trama, a certeza é uma só: o filme será imperdível!
E que venha a Guerra Civil...



quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Trailer de Justice League: War mostra o caos para os heróis. Confira!



Darkside, uniformes diferentes e uma guerra que engloba até os próprios integrantes da Liga da Justiça. Essas foram as primeiras impressões que tive ao ver o trailer de Justice League: War. A trama é baseada na graphic novel 'Justice League Origin', de Jim Lee e Geoff Johns e retrata os primórdios da Liga e um conflito que envolveu os integrantes da equipe antes de se unirem. Darkside e sua tropa são os inimigos que irão - aparentemente - unificar o grupo.
A trama original tem a participação do Aquaman, mas Geoff Johns o substituiu pelo Capitão Marvel. 
O trailer também deixa a impressão de que não será uma animação tão violenta quanto Flashpoint Paradox, porém ainda é cedo para afirmar algo sobre isso.
O longa de animação tem estreia prevista apenas para 2014.


quarta-feira, 29 de maio de 2013

300 - Resenha da obra cinematográfica inspirada na Graphic Novel de Frank Miller.


Por: Franz Lima.


300 é um filme inspirado em um fato histórico muito conhecido, porém teve sua base na obra dos quadrinhos homônima de autoria de Frank Miller. A Graphic Novel escrita e desenhada por Miller teve ainda a participação de sua esposa, Linn Varley, na colorização. Com um visual próximo ao apresentado em ‘Sin City’, o livro tornou-se um grande sucesso de vendas, o que chamou a atenção dos grandes estúdios de cinema.

Na trama, somos apresentados ao povo espartano, uma classe de guerreiros de elite que vive sob um rigoroso código de conduta, voltado para a manutenção da segurança e do direito de liberdade de seus integrantes. As cenas iniciais mostram como o jovem Leônidas acabou por se tornar o rei espartano (relembro que nesse período poderia haver mais de um rei), um guerreiro virtuoso e impassível, mesmo diante dos mais cruéis inimigos.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Esculturas de Areia pelo mundo.


A criatividade do homem não tem fim. Usando de técnicas e uma imaginação sem igual, escultores do mundo inteiro mostram que a arte está em todo lugar... até na areia.
Os escultores usaram todos as fontes possíveis de inspiração, desde o cinema até o medo de um futuro apocalíptico, como mostra a última escultura desse post. Reparem que há alguns trabalhos que se aproximam da maestria encontrada nas obras de arte gregas, tal a perfeição mostrada. 























terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Jogos de Tabuleiro na sala de aula



Fonte: CMais
Autor: João Luís de Almeida Machado
Xadrez, Banco Imobiliário, War, Imagem e Ação, Detetive, damas, gamão, ludo e tantos outros grandes jogos de tabuleiro são sucessos estabelecidos há gerações entre públicos de diferentes faixas etárias. O advento dos videogames e dos computadores (que através da internet disponibilizam, inclusive, versões bastante populares destes jogos clássicos), acrescidos em termos de mobilidade e possibilidades pelos telefones celulares que igualmente contam em sua memória interna com jogos, afastou um pouco a nova geração desta prática lúdica e enriquecedora.
Surge então a possibilidade de que estes recursos sejam apresentados para os representantes da geração videogames e Facebook (rede social que comporta igualmente games de sucesso, como o Farmville, Mafia Wars ou The Sims) através da ação das famílias e, também, oportunidades para as escolas.
No caso das famílias os jogos permitem que pais e filhos se reúnam, lega ainda a chance de que primos e amigos estejam juntos, olho no olho, interagindo, disputando, trocando, atuando em parcerias, formando pequenos grupos e definindo estratégias de ação... Há tanto o quesito social sendo trabalhado quanto noções importantes como parceria, competição, vitória, derrota, estratégia, metas, objetivos, foco...
No caso das famílias é, ainda, uma forma de quebrar as divisões eventualmente ocasionadas pelas tecnologias, como por exemplo, quando os filhos se fecham em seus quartos e ficam assistindo televisão, navegando na web, conversando com seus pares pelo celular ou ouvindo música. Nestes momentos de diversão é possível que pais e filhos se sintam mais próximos, ainda que por vezes em lados opostos dos tabuleiros, pois o presencial acontece e oportuniza as trocas, o intercâmbio, o sentimento e o diálogo.
Se no caso das famílias e de grupos de amigos é possível se divertir bastante e estreitar os laços, nas escolas ampliam-se os horizontes, pois além dos avanços percebidos no ambiente doméstico devem ser acrescidos ações e objetivos pedagógicos ao entretenimento.
Isso demanda, por parte dos professores, o conhecimento prévio dos jogos (história, regras, objetivos, enfoque, atributos pedagógicos, possibilidades de adaptação) e, é claro, o gosto e satisfação de uso dos mesmos, ou seja, que o educador tenha consciência do prazer envolvido quando se joga aquele jogo. Num segundo momento, deve-se passar para um planejamento que passe, inicialmente por uma introdução ao jogo juntamente aos alunos. Neste momento os estudantes serão orientados quanto às regras, as metas, o andamento do jogo e serão instados a realizar uma partida (ou mais).
Jogos como o War, por exemplo, ou o xadrez, evocam as guerras e podem ser pensados dentro de contextos específicos como a 2ª Guerra Mundial ou o período feudal, como aproximação ou contextualização. Discussões anteriores sobre estes eventos históricos e em paralelo contando-se um pouco da própria origem destes jogos de tabuleiro podem ser utilizadas para que os professores desafiem seus alunos a compor versões próprias, confeccionadas pelos alunos, nas quais eventos específicos, como os embates entre russos e alemães em Stalingrado ou a Guerra dos Cem Anos sejam os temas destas novas edições destes famosos jogos de tabuleiro.
Ao se pensar nestes jogos pode-se, igualmente, optar pelo trabalho focado em lógica e raciocínio objetivo, trazendo à tona a matemática dos tabuleiros e a equação de forças que se encontra num jogo como xadrez, gamão, damas ou mesmo o dominó.
Com o Banco Imobiliário o foco pode ser um exame das crises econômicas mundiais recentes ou passadas, como o sufoco pelo qual passam países como os Estados Unidos, a Grécia, a Espanha, a Itália e outras grandes e ricas nações neste cenário global em que a especulação imobiliária causou bolhas, desemprego, inflação e tantas outras consequências. Estas aproximações ensejam também um exame apurado do capitalismo, da Crise de 1929, das teorias de Marx e Adam Smith... Ao propor aos alunos que pensem o que significa investir, como funcionam as bolsas de valores, o que é o FMI ou ainda que leiam livros e assistam filmes explicando a globalização ao mesmo tempo em que jogam e criam novas versões deste famoso e divertido jogo a aprendizagem irá se efetivar muito mais rápida e facilmente.
O trabalho com jogos como o Imagem e Ação, em que é preciso formar equipes e definir estratégias de apresentação e representação (pictórica ou por mímica) de palavras-chave é ótimo inclusive para quebrar a resistência dos mais tímidos em se apresentar em público, além de dar um reforço considerável em termos, expressões e palavras que são mais difíceis para muitos alunos. Propor adaptações em disciplinas como biologia, química, geografia, literatura ou língua estrangeira, com os alunos criando novas cartas com terminologias que referenciam conteúdos estudados em sala de aula são muito animadas, uma verdadeira “curtição” para os alunos e facilitam muito este exercício de compreensão (de conceitos) e memorização (de termos técnicos específicos).
Há ainda jogos menos conhecidos, como os desenvolvidos pela Galápagos, outras formas de utilizar os jogos tradicionais (como a proposta do portal Ludomania para o jogo dominó) e jogos que não requerem tabuleiros, dados ou baralho como o jogo do dicionário. A web está recheada de internautas que são entusiastas dos jogos e disponibilizam muito material e informação gratuitamente. Os catarinenses da Ilha do Tabuleiro, por exemplo, oferecem notícias, resenhas, materiais e fórum sobre o assunto.
O que não resta dúvida no tocante a estes e tantos outros jogos é que há muitas possibilidades pedagógicas no tocante a sua adaptação a propósitos específicos de diferentes áreas do conhecimento. O importante é resgatar estes jogos e fazer com que eles passem a fazer parte do plano de aulas e, principalmente, que se tornem referências para a vida dos alunos, tanto no que tange a aprendizagem, quanto à sociabilidade e diversão.


quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Resenha sobre Palestina - edição de luxo. Joe Sacco e sua visão sobre o conflito


Joe Sacco é um ícone no mundo dos quadrinhos. Joe Sacco é um ícone no mundo do jornalismo. Com base nas duas afirmativas anteriores, fica a pergunta para quem não o conhece: como ele conseguiu se destacar em duas frentes tão diferentes? Simples. Sacco é autor de uma nova vertente das HQ: o jornalismo com linguagem de quadrinhos.
Joe não é um desenhista com traços agradáveis de se ver, como Alex Ross, por exemplo. Seus desenhos são inconfundíveis, com traços próprios e expressões condizentes com a situação pela qual o personagem está vivendo. Mas não é esse seu ponto forte. As imagens chocam, indubitavelmente, porém é a história, a descrição da realidade que ele conheceu (nesse caso a Palestina) - nem sempre agradável - o maior destaque de seu trabalho. 
O jornalismo em quadrinhos, um documentário quadrinizado e, algumas vezes, cruel e cru é a principal ferramenta do autor para divulgar a real situação dos países e territórios por onde passou. 
Em seu trabalho inicial, Palestina, ele nos brinda com a visão do oprimido. Para os que ainda não estão a par - não é Spoiler - o atual estado de Israel deveria coexistir com um estado Palestino. Israel existe e prospera, mas a Palestina não se configurou como estado. Guerras entre as duas nações e ideologias são constantes e duram décadas. Milhares de mortos são o fruto da intolerância e do extremismo de ambas as partes. Contudo, a balança, a contagem de mortos, pende mais para os palestinos, principalmente em função do maior poderio bélico e econômico dos israelenses. 
Ideologias à parte, Palestina nos dá uma perspectiva diferente sobre os árabes palestinos. O típico "homem-bomba" que a mídia nos impõe é descartado (ainda que alguns extremistas façam uso deste artifício) e somos postos frente-a-frente com pessoas comuns, trabalhadores, homens e mulheres com sonhos, medos, fé e esperança como qualquer um que conhecemos. O trabalho de Joe Sacco não é uma ode aos palestinos, mas sim uma denúncia sobre como o erro de uns poucos - os terroristas - pode afetar a vida de muitos milhares. A situação palestina é bem similar à dos habitantes de favelas no Rio de Janeiro, também sujeitos aos desígnios dos traficantes (os "terroristas") e dos policiais (a força militar israelense), além das condições bem abaixo das ideais de vida.
Esta edição de luxo recebeu comentários do próprio Sacco, capa dura, novos textos, fotos, desenhos e prefácios de Edward Said e José Arbex Jr. Palestina recebeu o American Book Award.
Imperdível para os que já conhecem e também para os que desejam iniciar-se na obra de Joe.

Ficha Técnica:
Título: Palestina (Edição Especial)
Autor: Joe Sacco
Edição: 1ª
Tradução: Cris Siqueira
Editora: Conrad
Ano: 2011 - 328 páginas


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