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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

As mais lindas cosplayers do mundo.



Um bom cosplay precisa ser bem elaborado e ter o máximo de semelhança com o personagem retratado. Há casos em que a liberdade de criação do cosplayer dá um novo visual a personagens já conhecidos, sem que isso implique em descaracterizá-lo a ponto de não ser reconhecido.
Mas um destaque em qualquer convenção ou encontro de cosplayers está na beleza da mulheres e garotas que incorporam as musas dos games, animes, quadrinhos e filmes. Algumas são tão lindas e bem caracterizadas a ponto de superarem as versões originais. Duvida? Então confira essas 20 semi-deusas que emprestaram suas belezas para personagens como Morrigan, X-23, Ravena, Jasmine, Vampira, Mary Jane e até Cruella de Vil. 

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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

As musas do horror na visão de Andrew Tarusov. E suas verdadeiras aparências.



Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Mulheres lindas sempre estiveram presentes em filmes, séries, livros, peças teatrais...
Entretanto, essas mulheres povoaram a mente de incontáveis homens não só por sua beleza, mas por seu lado sobrenatural. Elvira, Mortícia Addams, Vampira, a Noiva de Frankenstein e Lily Munster são as mais belas musas do horror da história. Lindas mesmo caracterizadas como "monstros", elas também eram dotadas de belezas impressionantes.
Então, após a magnífica homenagem de Andrew Tarusov a essas beldades, nada mais justo que comparar com suas personagens nas produções originais e, ainda, ver como eram fora do set de filmagem.
Um presente a todos que admiram essas mulheres que fizeram história no horror.



Elsa Lanchester


Yvonne de Carlo



Carolyn Jones



Cassandra Peterson



Maila Nurmi


quarta-feira, 8 de junho de 2016

O mais inteligente comercial de... absorventes? Sim. E extremamente inspirador.



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Todos os comerciais de absorventes seguem um padrão que ou colocam as mulheres como frágeis ou as expõem em ambientes de trabalho. Enfim, as propagandas são sempre bem 'recatadas' em suas proposições, nunca mostrando o lado mais brutal da mulher.
Sendo assim, a companha da linha inglesa de higiene para a mulher Bodyform revoluciona ao mostrar mulheres em situações extremas. Elas sangram, mas esse é o sangue de seus esforços, da superação, da dor e da vida plena.
A mensagem é muito bacana e impactante, principalmente pelos ferimentos delas nas mais variadas situações.
Parabéns à empresa que criou esse marketing de altíssimo nível. Impressiona e mostra respeito por essas guerreiras que existem na vida real e estão distantes dos estereótipos da mulher recatada. Inspirador...
Vejam o vídeo logo abaixo:






quinta-feira, 28 de abril de 2016

Mulheres e sociedade. Por Isabela Niella.


Por: Isabela Niella. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo. #apogeudoabismo

Não entendo o porquê da sociedade insistir em querer determinar o papel da mulher. Mudam-se as gerações, mas a imposição se mantém.  Se no início dos tempos o papel era apenas procriar e satisfazer os homens, passando a donas de casas exemplares, hoje todas têm obrigação de ter uma profissão. Se uma mulher diz que seu sonho é ser mãe e ter um lar para cuidar, toda uma sociedade revoltada e cheia de razão escandaliza-se e protesta nas redes sociais.
Antes mesmo de sermos mulheres, somos seres individuais e com necessidades diferentes. O que cabe a mim, necessariamente não terá importância para outra pessoa. Quando vim morar no Rio de Janeiro pela segunda vez, conheci uma colega de trabalho que se tornou uma grande amiga. Ela, uma ótima profissional, estava terminando a faculdade, mas como o trabalho a atrapalhava, se demitiu (corajosa) e dedicou-se a concluir o curso. Nesse meio tempo, conheceu o homem que veio a tornar-se seu esposo. Hoje, formada, ela resolveu se dedicar ao lar por estar gostando de passar por essa experiência. Confesso que eu mesma rejeitei essa ideia dela por ter visto todo seu esforço em se formar, mas percebi que ela é feliz desse jeito. E mais, se ela quiser voltar a trabalhar, mudar de profissão ou largar tudo de novo terá meu apoio, contanto que essas mudanças a satisfaçam. Não é por que fizemos uma escolha que não podemos mudar de opinião. Estar em movimento, mudar de ideia, ter novas aspirações faz parte da essência de todo ser humano. Somos seres vivos na constante busca pela felicidade e não será a sociedade que determinará se serei uma dona de casa recatada ou uma profissional.  
Cada um deve se dar a oportunidade de buscar dentro de si aquilo que o fará feliz. Sabemos que algumas vezes precisamos primeiro fazer aquilo que é necessário para nossa sobrevivência e da nossa família, para um dia podermos realizar nossos sonhos e que ás vezes essa nossa possível felicidade vai se tornando algo distante, mas isso não significa que não podemos ser felizes com o que temos hoje. Se formos capazes de ser agradecidos pelo que somos e temos, poderemos assim, conquistar uma vida equilibrada, até que mais tarde, novas oportunidades surjam para realizarmos nossos sonhos ou até mesmo, novos sonhos surgirão.
Recentemente me perguntaram qual era meu grande sonho e eu não soube responder. Outra amiga minha puxou-me as orelhas dizendo que todos precisamos ter sonhos, sem eles vivemos mecanicamente. E eu, então, resolvi fazer um esforço para reativá-los.  Por conta da dureza da vida e da rotina, colocamos nossos sonhos para dormir e os esquecemos, mas devemos ficar atentos, pois, as oportunidades surgem e se as deixamos escapar teremos que conviver com o sentimento de frustração e desgosto.
Mulheres, homens, todos temos o direito de escolha, somos seres livres e capazes, basta que acreditemos. O que não podemos é viver comandados por uma sociedade que quer determinar qual seu estilo de roupa, música, livro, qual profissão (ou não) deveremos ter. Para isso, basta que aprendamos a conhecer a nós mesmos, refletindo sobre nossas capacidades e nossas limitações, buscando nos aprimorar como pessoas, lapidando nossas almas. Não é fácil, mas também não é impossível. Essa é nossa missão aqui na Terra.

terça-feira, 8 de março de 2016

A quem gera e cuida da vida... parabéns, mulheres.


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Vocês são iguais ao solo fértil, pois abraçam de corpo e alma a vida que lhes foi confiada. São árvores de sombra generosa, capazes de confortar os seus e aqueles que estão exauridos pelo calor. Ensinam e aconselham, ainda que a vida não lhes tenha dado diploma. Cantam para acalmar corações, mesmo que a dor esteja presente no âmago de seus próprios corações. Oram para pedir, não se importando se aquele por quem intercedem seja digno ou não. 
Em silêncio choram. Em silêncio velam. Em silêncio cumprem com seus deveres, às vezes ao custo da própria vida.
Vão à luta... e nela continuam ao regressar. São mães, amigas, amantes e confidentes.
Sofrem por não poderem interferir. Sofrem com medo de partir. Sofrem pelo temor do futuro e pelas lições não aprendidas no passado por aqueles que amam. 
Ajudam aos que ainda estão aprendendo a andar, acompanham os que já andam e amparam os que têm as pernas enfraquecidas pelo tempo. 
Secam lágrimas e buscam o anonimato para verter as suas próprias. Sorriem com cada vitória dos que amam. Felizes pelo fato de que o próprio sofrimento possa evitar que a dor alcance os entes queridos.
São, essencialmente, protetoras. Assim como um escudo, recebem os maiores impactos no lugar de seus protegidos. Sacrifícios fazem, ainda que o reconhecimento jamais chegue.
O tempo pode degradar a matéria, porém jamais irá afetar seus sentimentos e índoles. Seus ensinamentos serão perpetuados através dos entes queridos.
A vocês mulheres, mães e amigas, sejam felizes sempre, pois todos os dias devem ser como esse, onde suas presenças e ações sejam realmente admiradas. 

Feliz dia internacional da mulher...




quarta-feira, 2 de março de 2016

Por que nós mulheres? Texto de Isabela Niella.


Por: Isabela Niella. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo 
 
Eu gostaria de saber o que passa na cabeça dos homens para acreditarem que toda a responsabilidade de manter uma casa, física e economicamente é das mulheres.
Nos dias atuais, vemos cada vez mais mulheres exercendo o papel de chefe da família, mesmo que elas sejam casadas. Se de um lado elas trabalham fora, pagam as contas e ao chegar em casa precisam gerenciar os problemas domésticos, lavar, passar, cozinhar e cuidar da casa e das pessoas de um modo geral, estando cansadas ou não, doentes ou não; do outro lado, os homens... O que eles fazem mesmo?
Eu achava que certas coisas só aconteciam comigo e com isso me culpava por não tomar determinadas atitudes, mas venho percebendo, em conversas com amigas, que não sou a única e que o comportamento masculino mudou radicalmente nos últimos anos. Claro que não posso generalizar, creio que existam homens que são companheiros de suas esposas (só não tenho provas dessa existência), mas se observarmos bem, em sua maioria e de formas variadas, os homens vêm fugindo de suas responsabilidades. Se antigamente ele era o chamado provedor e fazia da mulher sua empregada particular, no qual os papéis estavam bem divididos, hoje em dia com toda essa modernização, com a entrada maciça da mulher no mercado de trabalho, eles resolveram que não precisam fazer mais nada, ou fazer o mínimo possível.
Podem estar dizendo agora: lá vem mais uma feminista! É uma mal amada! Não é isso. Todos sabemos que quando uma equipe trabalha com união e em harmonia todos ganham. Ninguém se sobrecarrega, cada um faz o que lhe cabe, mas tem o discernimento de ajudar o outro se sua tarefa já tiver sido concluída. Se num ambiente de trabalho no qual todos contribuem para o objetivo final da empresa, a sensação de dever cumprido e a satisfação pessoal e profissional é garantida, imagine se o mesmo ocorresse dentro de nossos lares? Imagine um lar no qual todos estão unidos nas melhores e nas piores situações, sem ninguém reclamando de excesso de trabalho ou de estresse. Vivendo em harmonia, paz, comemorando juntos e secando as lágrimas juntos, abraçados e felizes independente dos problemas.
As sociedades são formadas de pequenas células chamadas família que independente de sua constituição (pessoas pertencentes), vão determinar se essa mesma sociedade é saudável ou não. Não há sociedade próspera sem que suas células estejam trabalhando em harmonia. Acredito que a maioria dos problemas atuais, a violência, a corrupção, o adultério, entre outros que degradam tanto a nossa sociedade, advém de células que doentes, expelem indivíduos capazes de desarmonizar e prejudicar o todo.
Mas como ser feliz em família? Não existe uma regra ou uma fórmula para isso, o que podemos fazer é trabalhar em equipe, valorizar mais cada membro da família. E tudo começa quando nos perguntamos: qual o meu papel? Que posso fazer para contribuir? O que eu faço que prejudica ou adoece minha família? Sou egoísta? Sou orgulhoso(a)?
Quando eu passo a me conhecer melhor consigo distinguir os meus equívocos e meus acertos. E não preciso tecer explicações de como tudo passa a funcionar corretamente quando cada um cumpre com suas responsabilidades e todos se ajudam mutuamente.

Por que então somente nós mulheres temos que nos sobrecarregar? Acho que já passou da hora de todos nós adquirirmos a maturidade necessária para tornar saudáveis estas células tão importantes para nossa sociedade. Chegou a vez de crescermos juntos em prol de um bem maior.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Em empresa de Americana, mulheres são maioria em cargos operacionais e de gestão


Na Cemara Loteamentos, com sede em Americana, interior de São Paulo, as mulheres são maioria em praticamente todas as áreas da companhia. Entre os 100 postos de trabalho ofertados, cerca de 60 são ocupados por elas. Mas a predominância do público feminino não se resume aos cargos operacionais.
Entre 16 funções gerenciais existentes, nove são ocupadas por mulheres. Dentre as áreas que são chefiadas por elas estão: atendimento ao cliente, financeiro, suprimentos, vendas, marketing, qualidade, recursos humanos, arquitetura e urbanismo. Na companhia não há diferença de salários entre homens e mulheres que ocupam o mesmo cargo.
“Mesmo sendo uma empresa de um segmento que costuma empregar muitos homens, o fundador sempre teve como política balancear os gêneros, o que continua sendo aplicado nas contratações nos dias de hoje. Achamos saudável este equilíbrio, pois o clima organizacional se mantém harmonizado”, comenta Eneida Ferreira Vindilino Lima, analista de recursos humanos sênior.
Mais do que a igualdade entre os direitos dos gêneros, estudo da “Corporate Woman Directors Internacional (CWDI)”, grupo de pesquisa americano, aponta que a evolução da rentabilidade e o sucesso financeiro das companhias estão correlacionados ao aumento da presença de mulheres em cargos de liderança – significa que elas fazem a diferença para os cofres das organizações. “A mulher tende a ser mais criativa, buscando soluções e alternativas diferentes, muitas vezes inovadoras, o que coaduna com as crenças da empresa”, comenta Marcos Dei Santi, diretor da Cemara.
Entretanto, o equilíbrio entre os gêneros no ambiente de trabalho ainda não é uma realidade entre grande parte das empresas brasileiras – principalmente quando falamos de cargos de alto escalão. De acordo com dados da pesquisa “Women in Business 2015”, da consultoria Grant Thornton, 57% das empresas no Brasil não têm mulheres em cargos de liderança – o País só fica atrás da Alemanha e Japão.
Em relação à América Latina, o otimismo é maior, a pesquisa da Corporate mostra que na região o Brasil é o segundo na lista com mais mulheres em cargos de direção.
Mães e profissionais
Segundo a Grant Thornton, a infraestrutura deficiente do Brasil faz com que o deslocamento da mulher seja exaustivo e, muitas vezes, imprevisível, o que torna a situação muito mais difícil, principalmente, para aquelas que têm filhos. 
De olho nestes problemas que afligem, principalmente, as mamães, a Cemara reúne valores que ajudam muitas delas a se sentirem à vontade, até mesmo, para tomar a decisão de ter o primeiro filho. Lá pelo menos quatro mulheres engravidam todos os anos. “Nós focamos na flexibilidade de horário, para as mamães amamentarem, levarem ao pediatra e acompanharem as crianças nos primeiros anos de escola”, comenta Marcos Dei Santi, diretor da companhia.

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