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terça-feira, 8 de abril de 2014

Múltiplas esculturas do Batman.



Não há muito o que dizer. Estas são versões do Cavaleiro das Trevas esculpidas. Algumas são esculturas digitais, enquanto outras são arte manual, pura e simples. Entretanto, não espere simplicidade no trabalho. É arte pura...
As artes a seguir são inspiradas em quadrinhos como Batman, o cavaleiro das trevas - de Frank Miller e também em Batman e Drácula. Há outras inspiradas em games, no caso a cultuada série Arkham Asylum. Mas também descobri esculturas com base em animação e outras inspiradadas no cinema (Batman - Dead End). Por fim, encontrei até uma feita em homenagem a uma obra de Michelangelo Buonarotti, a Criação de Adão.
Divirtam-se... 





















domingo, 6 de abril de 2014

Nota de falecimento: a prematura despedida de José Wilker.


Morreu ontem, pela manhã, o ator José Wilker. Dono de uma carreira irretocável no cinema, teatro e TV, Wilker se despede prematuramente de nosso convívio. Com 69 anos, José Wilker deixou duas filhas, além de sua namorada que o acompanhava por ocasião da parada cardíaca que o vitimou. Seu último trabalho para o cinema foi Giovanni Improtta, personagem que migrou da TV para a tela grande. Wilker também atuava como comentarista durante as transmissões do Oscar.
Descanse em paz, guerreiro.




sábado, 5 de abril de 2014

Kenichi Ebina: um dançarino que mistura teatro, mímica, ilusionismo e coordenação motora inacreditável.



Dono de um talento para a dança e de um absurdo domínio sobre o próprio corpo, Kenichi Ebina já é um sucesso em todo o mundo com suas performances inacreditáveis de dança. Seja contracenando com uma versão sua em vídeo ou atuando em paralelo com astros do porte de Michael Jackson, Kenichi sempre surpreende em suas apresentações. 
Mímica, street dance, teatro, ilusionismo e coordenação absoluta e talento são apenas alguns dos talentos desse jovem e promissor japonês. 
Enjoy!



Spider-man vs spider-baby. Vídeo promocional fantástico. Divirtam-se...



Não há limites para a criatividade na propaganda. Ultimamente nem os heróis do cinema e quadrinhos ficam fora das divulgações de produtos. Alguns são fúteis, mas esse não é o caso da campanha de divulgação da água Evian. O marketing usou o Homem-Aranha e um inusitado Menino-Aranha para essa propaganda. O resultado ficou inacreditável. Confiram!



Um novo começo para o filme Gravidade (Gravity). Agora abusaram da criatividade!!!



Todo o caos que permeia a trama de Gravidade (Gravity), com Sandra Bullock e George Clooney, poderia ser evitado. Como? Veja o vídeo abaixo e divirta-se. Dessa vez eles se superaram na imaginação...



sexta-feira, 4 de abril de 2014

A arte de Sylvain Sarrailh: humor negro com personagens da cultura pop.


Sylvain Sarrailh é um artista francês que resolveu criar novas versões (sádicas, macabras ou simplesmente cheias de humor negro) de personagens da cultura pop. Nem o Ursinho Pooh e Alice - a dos país das maravilhas - foram poupados. As imagens são plenas de criatividade e demonstram a alta dose de conhecimento do universo dos quadrinhos, televisão e cinema.
Vale a pena conhecer mais sobre a arte do artista. Acessem: Sylvain Sarrailh
















quarta-feira, 2 de abril de 2014

Dia mundial de conscientização do Autismo. Compreenda, respeite e ame-os.


Texto: Carolina Pimentel, repórter da Agência Brasil
 
Brasília – No Dia Mundial de Conscientização do Autismo, celebrado hoje (2), especialistas e organizações da sociedade civil alertam os brasileiros para a necessidade do diagnóstico precoce.
O autismo é uma síndrome que afeta de maneira acentuada a capacidade do indivíduo de falar, comunicar-se e interagir com outras pessoas e com o ambiente. Estima-se que 2 milhões de brasileiros sejam autistas. Em todo o mundo, são cerca de 70 milhões de pessoas, de acordo com as Nações Unidas. O transtorno é mais comum em homens do que em mulheres.
Desinteresse pela convivência outras pessoas, pouco contato visual, fixação por objetos, não reagir quando é chamado por alguém ou recusar contato físico são alguns dos sinais do autismo, que aparecem, em sua maioria, antes dos 3 anos de idade.
“Aos 2 anos de idade, se a criança não consegue falar, não se interessa em brincar com outras crianças ou não pede colo é um sinal de alerta”, explica Marcos Mercadante, psiquiatra da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e um dos fundadores da organização não governamental Autismo e Realidade.
Até o momento, não há cura para o autismo, mas o tratamento, quando iniciado logo após o diagnóstico, aumenta as chances de a criança ter mais independência na vida adulta. No entanto, o psiquiatra lamenta que pais e até mesmo profissionais de saúde estejam despreparados para reconhecer os sintomas. “No Brasil, o diagnóstico ainda está sendo feito com 5 ou 6 anos [de idade]”, afirmou.
O tratamento não é o mesmo para todos os autistas, que podem apresentar grau leve ou severo (quando compromete mais o indivíduo), mas se baseia em terapias comportamentais e médicas com o objetivo de estimular o indivíduo a se socializar e ter qualidade de vida.
Mãe de um autista, a engenheira Ana Maria Mello uniu-se a outros pais para fundar a Associação de Amigos do Autista (Ama), em 1983, uma das principais organizações civis do país, com sede em São Paulo, que auxilia pais e pessoas com o transtorno de desenvolvimento. Ana Maria incentiva os pais a buscar informação para que saibam entender os filhos. “A gente chora bastante, mas, depois, bola para a frente, sem sentimento de culpa ou pena”, disse.
A educação tem também um papel fundamental para que o autista possa ter melhor convivência no ambiente onde vive. Especialistas defendem que a escola deve ter uma abordagem específica para lidar com essas crianças e reclamam da falta de instituições adequadas.
No Distrito Federal, o Centro de Ensino Especial 2, da rede pública, é adaptado para receber alunos autistas com grau leve ou severo. No centro, os professores usam brinquedos, figuras e alternativas de comunicação para estabelecer uma rotina de atividades comuns à vida de qualquer pessoa, como comer ou ir ao banheiro. “Elas aprendem a se vestir, calçar os sapatos, conviver com outras crianças lá fora. É uma forma de ajudar a socializar a criança”, explica a supervisora pedagógica Marli de Jesus Silva.
Atualmente, o centro tem cerca de 30 alunos autistas, de 5 a 15 anos. Um deles é a pequena Maria Alice, de seis anos de idade. Há poucos meses na escola, a menina já faz trabalhos com colagem e tem menos crises de choro e agitação, características do autismo. “No período em que ficava só em casa, ela era muito agitada e ficava girando em círculos. Agora, ela dorme e se alimenta melhor, além de gostar da escola”, conta Luciana da Silva, mãe de Maria Alice e mais três filhos. “Os pais não precisam isolar os filhos. Ela não olha para mim, mas eu olho para ela”, relata Luciana.

Franz diz: amor é a chave para ajudar as crianças e os diagnosticados tardiamente. É preciso paciência, perseverança e muita compreensão sobre aquilo que afeta nossos filhos. O autismo não é uma sentença de morte ou a confirmação da inutilidade de quem o tem. Ser autista é viver e aprender, porém com algumas limitações que podem ser minimizadas com o tratamento correto, apoio da família, escola e governo e, principalmente, respeito. 
muitas variações do autismo onde o grau varia. Mas mesmo os casos mais graves podem apresentar melhoras com o apoio incondicional de quem os cerca e, obviamente, também ao evitarmos isolar os autistas. As causas aindas são fonte de estudo, o que não significa, como disse, uma condenação ao portador. 
Basta que busquemos a compreensão deste inacreditável universo para que as coisas fiquem mais simples e fáceis de lidar. 
Meu filho é autista e é meu herói. Ele se supera diariamente, é carinhoso, inteligente e dono de um coração lindo. Hoje, não consigo ver meu menino de outra forma. Simplesmente o amo.
Vamos dirimir as dúvidas e afastar os preconceitos. Os autistas são merecedores de nosso amor e nosso respeito. São guerreiros de um combate que não pediram, porém jamais recuarão.
   

A Arte da Guerra - versão ilustrada mistura a realidade atual com a estratégia milenar chinesa.


Por: Franz Lima

O livro de bolso de muitos líderes ganhou uma versão em quadrinhos. A Arte da Guerra, escrita pelo estrategista chinês Sun Tzu  (544 a.C. – 456 a.C.) foi quadrinizada por Kelly Roman (roteiro) e Michael DeWeese (ilustrador). A edição é de responsabilidade da editora Best Seller.
Nessa nova versão, somos incluídos no universo de Kelly Roman, um ex-soldado que agora trabalha como burocrata. Essa radical transição ocorreu em função do assassinato do irmão de Kelly.
Há violência em doses massivas, morte e estratégia, lógico, na trama. As ilustrações são em preto-e-branco, mas há detalhes em vermelho, assim como visto em Sin City. A narrativa está estruturada nos capítulos da obra original, sempre embebida em muita ficção científica, sangue, vingança e morte.
O livro conta com 352 páginas elogiadas em diversos blogs e sites especializados. Certamente é uma aquisição futura para meu acervo.
 



Clipe e letra: Andar na pedra - Raimundos


Andar na Pedra


(letra: Rodolfo, Digão e Canisso/música: Digão e Rodolfo)

Ia pra praia sempre sem chinelo
E tinha o peito do pé amarelo
A sola grossa era feito um pneu
Corria sempre muito mais do que eu
Andar na praia, mulek, em cima da pedra
O novo som vem da lapada do povo falando merda
Porque a planta do pé dói mais quando pisa nas pontudas
Eu escolho as mais redondas que chama pedra buchuda
Caminha pela trilha que leva por outra trilha
E lá você vai ver a queda d'água e que senhora queda
Lhe peça pra limpar do mal que há tanto tempo assola a terra
Pra saber só quem erra que sangra o pé na subida da serra
Carcaça grossa deixa a marca no chão
Andar na pedra que cê seca o pé
Andar na pedra nêga
Carcaça grossa deixa a marca no chão
Andar na pedra que cê seca o pé
Andar na pedra nêga
Segura a onda, menina, levanta a saia
Eu fico louco ela me enrola e me ensina o rumo da praia
É que o pintor falou que o lado do quadro não está pra cima
Conserta que isso é mal da parede que contamina
Mais feio do que chinela havaiana a farda de cana é brega
O mato vai crescer no Samanda que ali não pega
Rumando a rocha eu sigo a dobra
E deixo a onda vir quando ela vier
Carcaça grossa deixa a marca no chão
Andar na pedra que cê seca o pé
Andar na pedra nêga
Carcaça grossa deixa a marca no chão
Andar na pedra que cê seca o pé
Andar na pedra nêga

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