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sexta-feira, 10 de outubro de 2014

J.K. Rowling enviou carta de apoio como se fosse Alvo Dumbledore


Fonte: O Globo. Comentários: Franz Lima.
 
RIO — Autora dos livros "Harry Potter", J.K. Rowling enviou uma carta de apoio em nome do bruxo Alvo Dumbledore a Cassidy Stay, de 15 anos, única sobrevivente de um massacre que dizimou sua família. A mensagem foi enviada dias após a menina de Houston, no Texas, revelar que o bruxo de Hogwarts foi sua inspiração para encarar o luto. O conteúdo da carta não foi divulgado.
O massacre aconteceu no dia 9 de julho. Segundo a polícia, Ronald Lee Haskell, de 33 anos, autor dos disparos, entrou na casa da família de Cassidy, buscando por sua ex-mulher (tia da jovem), e acabou atirando contra os sete integrantes da família. Mesmo ferida, ela conseguiu ligar para a polícia após o atirador sair. Os pais e os quatro irmãos da adolescente morreram. Haskell foi preso no mesmo dia, e seu advogado alegou que ele possui distúrbios mentais.
A jovem, que agora mora com o avô, fingiu estar morta e alertou a polícia sobre o crime ocorrido em sua residência em julho deste ano. Durante o velório da família, Cassidy contou ter tirado de "Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban" a inspiração para buscar forças para enfrentar um momento tão difícil, e leu uma frase dita por Dumbledore no livro: "A felicidade pode ser encontrada até nos tempos mais escuros se alguém se lembrar de ligar a luz."
Além da carta, assinada pelo mago e diretor de Hogwarts, o pacote enviado por Rowling continha uma varinha mágica, uma carta de aceitação para a escola, a lista de materiais do ano letivo e o terceiro livro da série autografado pela autora. O recebimento da correspondência foi confirmado numa página no Facebook, criada por amigos de Cassidy para realizar um encontro entre Rowling e a jovem.
Segundo o jornal "The Telegraph", um porta-voz da escritora confirmou que "J.K. Rowling entrou em contato com Cassidy Stay", mas que "o conteúdo da carta permanece em privado".

Franz diz: uma clara demonstração de apreço pela fã e, principalmente, um ato inspirador. A verdade é  que poucas coisas podem minimizar a dor sofrida e as perdas, mas é sempre válido tentar amenizá-las. Rowling mostrou grandiosidade como ser humano, algo em falta nos dias atuais...




quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Indiano de 16 anos cria aparelho que permite ‘falar’ pela respiração



Arsh Dilbagi criou dispositivo que permite que pacientes 'falem' pela respiração (Foto: Divulgação/Arsh Dilbagi)
Arsh Dilbagi criou dispositivo que permite que pacientes ‘falem’ pela respiração (Foto: Divulgação/Arsh Dilbagi)
Cauê Fabiano, no G1

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Inspire e expire pelo nariz. Faça isso outra vez. Com apenas esses dois pulsos de ar voluntários e longos, a letra “M” acaba de ser expressa por meio de Código Morse. E é exatamente essa lógica que permitiu que o jovem indiano Arsh Shah Dilbagi, de 16 anos, desenvolvesse um premiado e barato mecanismo de comunicação que pode permitir que milhões de pessoas voltem a se comunicar, quando a fala, os braços e os pés deixam de ser opções para formar frases.
Entusiasta e estudioso de ciência da computação, Arsh, que ainda cursa o ensino médio na cidade de Panipat, próximo à capital Nova Deli, desenvolveu o “Talk”, que promete ser o dispositivo de CAA (Comunicação Aumentativa e Alternativa) mais barato e acessível do mundo, permitindo que pacientes com doenças degenerativas e outras desordens motoras voltem a “falar”, por menos de US$ 100 (cerca de R$ 240). Veja o vídeo aqui.
O jovem contou ao G1 sobre o desenvolvimento do aparelho, vencedor de uma das categorias do concurso “Google Science Fair 2014″, as possibilidades de aplicação do dispositivo para melhorar a qualidade de vida dos pacientes e seus esforços para, em suas palavras, “mudar o mundo”.

‘Vi pacientes chorando’
Dilbagi, que também atende pelo apelido de “Robo”, contou que a inspiração para a realização do projeto veio da história de vida do físico inglês Stephen Hawking, especialmente por sua batalha com a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). No entanto, uma ida ao hospital e a observação de pessoas que haviam sofrido derrames e tinham sequelas motoras fez com que a ideia começasse a ter forma.
“Vi pacientes chorando. Aquele dia me questionei: ‘por que não há uma solução no mundo que os ajude a se comunicar?'”, relatou o rapaz, lembrando a angústia de pessoas que não conseguiam mais se expressar por meio de palavras. “Há mais de 100 milhões de pessoas do mundo com esse tipo de deficiência, o que é maior do que toda a população da Alemanha”, comparou.
Com pulsos curtos ou longos de ar ao expirar, aparelho interpreta sinais por meio do Código Morse (Foto: Wikimedia Commons)
Com pulsos curtos ou longos de ar ao expirar, aparelho interpreta sinais por meio do Código Morse (Foto: Wikimedia Commons)
Após cerca de um ano de trabalho, incluindo três meses de pura pesquisa e mais de sete meses para finalmente construir um dispositivo, desenvolver o software em três linguagens de programação e testar diversos de protótipos, o rapaz conseguiu criar o “Talk”.

Utilizando pulsos de ar ao expirar, um sensor colocado embaixo do nariz ou da boca da pessoa interpreta esses “sopros” como Código Morse, que identifica letras e números ao combinar unidades curtas ou longos de ar. Esses sinais são enviados para um sintetizador, que reproduz o código em palavras, por meio de até nove vozes diferentes, com sotaques e vozes de faixas etárias distintas. Tudo que o paciente precisa, então, é memorizar o código, para que possa se comunicar cada vez mais rápido.
As “vozes”, segundo ele, foram obtidas em uma biblioteca Open Source de sons, que foram vocalizados e colocados no equipamento. “Foi muito desafiador aprender todas técnicas que culminaram no Talk – desenvolvi o software em três linguagens de programação diferentes. Foi uma das melhores experiências de aprendizado da minha vida”, exaltou.
Todo o processo de criação do aparelho, vencedor da categoria “escolha do público” do Google Science Fair –que agraciou Arsh com uma bolsa de estudos de US$ 10 mil–, ocorreu durante o ano letivo, o que exigiu muita disciplina para que o rapaz não escorregasse nos estudos, e obtivesse boas notas.
Ao prestar o CBSE, o exame nacional da Índia, o jovem ainda conseguiu nota máxima, obtendo 10/10 GCPA (Média Cumulativa de Pontuação, em tradução livre). “Você precisa ser muito disciplinado, seguir o esquema que você estabeleceu. Se pular alguma coisa, tudo cairá em cima de você”, frisou o estudante, que pretende em breve se inscrever para uma bolsa no curso de ciência da computação na Universidade Stanford, na Califórnia.

Simplicidade
Com o pedido de patente pendente para o Talk, Arsh Dilbagi espera firmar parcerias para tornar o aparelho um dispositivo global, e ajudar a superar as barreiras existentes atualmente em relação a dispositivos de CAA, principalmente envolvendo o acesso e ao preço desse tipo de equipamento.
“Máquinas como as utilizadas por Stephen Hawking são caras e complexas, e precisam de muitas baterias para funcionar. Você precisa de um computador, de uma tela, de um sistema complexo e, combinando tudo isso, baterias para suportar isso. E isso se reflete no custo. É preciso mudar a forma como a tecnologia é vista, de como as pessoas enxergam uma solução”, explicou, sublinhando que o Talk consegue funcionar por oito horas em uma única carga.
“Os dispositivos desse tipo hoje começam na faixa de US$ 4 mil (cerca de R$ 9,6 mil), e um aparelho que é fácil de usar sai por pelo menos US$ 7 mil (cerca de R$ 16,8 mil)”, continuou Arsh, completando que, mesmo com o aporte financeiro, às vezes não é possível adquirir facilmente itens como detectores de movimento dos olhos ou aparelhos de digitação adaptados. “Não é o caso de que, se você tem US$ 7 mil no bolso, você pode comprar um. Eles não estão disponíveis em sites como Amazon, e não dá para pedir online para que ele seja entregue em qualquer lugar do mundo. O equipamento está disponível em lugares muito específicos, e mantê-lo é muito mais difícil do que se pode imaginar”, apontou o indiano.
Apesar de ser considerado internacional, o Código Morse não pode ser utilizado com exatidão para que pacientes se expressem em todas as línguas, o que, de acordo com o Dilbagi, é uma das falhas do projeto, disponível apenas em inglês. No entanto, o objetivo principal é tornar o Talk universal, em 20 idiomas diferentes, conforme a previsão de seu criador.

'Talk' custa menos de US$ 100 e pode democratizar o acesso de pacientes a dispositivos de CAA (Foto: Divulgação/Arsh Dilbagi)
‘Talk’ custa menos de US$ 100 e pode democratizar o acesso de pacientes a dispositivos de CAA (Foto: Divulgação/Arsh Dilbagi)

‘É possível mudar o mundo’
Citando novamente o exemplo do físico inglês, autor de diversos livros apesar de suas limitações físicas, Arsh explicou que já foi procurado por muitas pessoas que precisam de um aparelho similar, mas não têm as mesmas oportunidades que pacientes mais abastados.
“Stephen Hawking tem sido patrocinado para ter uma ferramenta para se comunicar, e veja como ele está mudando o mundo. E ele é só um entre milhões de pessoas que sofrem das mesmas desordens. Logo, acredito que Talk tem esse tipo de poder”, disse o rapaz, que ao apresentar seu projeto ao Google, colocou como desejo principal a vontade de mudar o mundo por meio da comunicação alternativa.
“É possível mudar o mundo. A maioria das pessoas procura por serviços comunitários, caridade. Se você quer ajudar a humanidade, você precisa ajudar a sociedade como um todo, auxiliando pessoas a se comunicarem, o que não tem sido feito até agora”, arrematou o jovem indiano, sem perder o fôlego.

Franz diz: dessa vez ficarei quieto. O texto e a iniciativa falam por si. 

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Cosplay incrível da Mulher-Aranha em bodypaint.



A arte acima é do mestre Milo Manara. A personagem é a sensual e bela Mulher-Aranha que, obviamente, ficou mais insinuante e sensual no traço de Manara.
Ivy Cosplay mostrou que é possível só com pintura corporal (e um cenário digital... e também uma modelo muito linda) reproduzir uma obra do porte da acima. Vejam o resultado na última foto do post. Fantástico, não?




Tecnologia: conheça a câmera drone que poderá fazer parte do seu futuro.



Imagens aéreas, tomadas completas de paisagens, gravações onde a câmera acompanha o objeto ou pessoa que se quer filmar... tudo isso e muito mais poderá ocorrer, em breve, com um equipamento similar a um drone.
O projeto chama-se Nixie, cujos principais atributos fogem das tradicionais "megapixels" e do zoom. O Nixie, ainda um protótipo, poderá se tornar uma câmera capaz de fazer gravações aéreas com perfeição. Tal tecnologia não é novidade, pois os drones já realizam esse e outros trabalhos similares com perfeição. Entretanto, a tecnologia de um drone portátil e acessível ao consumidor comum é algo além das melhores previsões.
Assistam ao vídeo e sonhem com esse dia que, acredito, chegará em breve.


domingo, 5 de outubro de 2014

A história secreta dos brinquedos - vídeo fantástico e esclarecedor.




Apesar deste vídeo ser em inglês, sem legendas, ele tem uma grande importância. Antes de ser uma homenagem aos escultores responsáveis por, literalmente, dar a vida aos Hot Toys, esse curta-metragem mostra que a magia está em algo muito além da linha de produção.
Contrariando a tendência das produções em massa, aqui veremos algo mais tradicional, artesanal em sua essência. É arte em estado bruto... e vai ganhando a devida lapidação conforme o artista trabalha em cada peça. 
Um documentário inspirador para todos que amam os "brinquedos", o cinema e quadrinhos que são a base para muitas desses verdadeiros tesouros.


The Secret Story of TOYS from Anthony Ladesich on Vimeo.


Supervenus: um vídeo que critica a destrutiva busca pela beleza.



Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo

De início o vídeo pode parecer exagerado na crítica, pesado em sua abordagem, mas a verdade é que a beleza virou uma meta a ser alcançada, não importa qual seja o preço a pagar.
Supervenus é um curta-metragem que aborda os sacrifícios e as loucuras que as mulheres (e atualmente os homens) praticam para atingir um ideal de beleza. Cirurgias, química, lipoaspiração, bronzeamento artificial e mais uma gama de recursos para manter a beleza. Será que isso é realmente válido? O vídeo responde perfeitamente. Veja-o abaixo:


O passo-a-passo de uma obra de arte em 3D: Fight in the dark.




Uma instigante e complexa obra de arte em 3D é mostrada passo-a-passo. Este post serve para mostrar o quanto é trabalhoso obter a excelência no que se faz, porém é gratificante. Lindo trabalho do artista conhecido como Artsunshine.

Fonte das imagens: Zbrush Central














O poder da natureza: Tsunami. Vídeo assustador.





O que parece uma simples inundação ganha, aos poucos, ares de tragédia. Nada permanece intacto diante da passagem do Tsunami. A força faz com que estruturas sólidas e fortes caiam como se fossem brinquedos. Carros são arrastados, vidas são apagadas, patrimônios somem... 
Uma breve demonstração da inominável força da natureza e um claro lembrete sobre nossa fragilidade. 


sábado, 4 de outubro de 2014

Provável imagem de Mark Hamill como o mestre jedi Luke Skywalker.



O site Sploid-Gizmodo fez uma fotomontagem onde é possível antever como será Luke Skywalker na continuação de Star Wars. A foto original de Mark Hamill está abaixo. 
Fãs aguardam ansiosos por Star Wars: episódio VII, dirigido por J. J. Abrams.

A foto original


Haley Joel Osment (imortalizado em O Sexto Sentido) volta com "Sex Ed".



Em um óbvia comédia, Haley Joel Osment volta às telas no papel de um professor de álgebra que, por falta de opção, dá aulas de educação sexual. Para complicar ainda mais, o personagem de Haley é virgem...
Basta aguardar para ver e rir com o retorno do ex-garotinho de O Sexto Sentido.




sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Jogos Vorazes: a esperança. Peeta e Johanna aparecem em pôsteres animados.



A terceira parte de Jogos Vorazes tem estreia prevista para novembro. Entretanto, buscando atrair a atenção do público, novos pôsteres animados foram divulgados e mostram Peeta (Josh Hutcherson) e Johanna (Jena Malone) em roupas brancas. Há imagens que mostram a dupla ao lado do Presidente Snow (Donald Sutherland). 
Este terceiro filme não finaliza a obra cinematográfica baseada na trilogia literária de Suzanne Collins, pois segue a tendência de filmes duplos para encerrar uma saga, assim como ocorreu com Harry Potter e ocorrerá com O Hobbit.
Vejam os pôsteres animados (basta aguardar o carregamento):




Fan page do Apogeu do Abismo precisa do seu apoio. Curta! Like my fan page!



A fan page do Apogeu do Abismo está no ar e precisa muito do seu apoio. 
Se você gosta dos posts, lê as resenhas e contos e acredita no potencial deste blog, basta um simples "curtir" para alavancar minhas publicações. 
Conto com todos vocês que dão apoio a esse projeto. Muitas coisas boas virão. 
Ah! Caso tenham conta no Google +, dê um +1 para também ajudar. 
Abraços a todos...
Franz.

Grafite de Bansky é destruído por acusação de conteúdo racista.



Um dos mais recentes trabalhos do artista plástico Bansky foi destruído sob a alegação de racista. A imagem mostra pombos com cartazes onde é possível ler "Migrantes não são bem-vindos", "Voltem para a África" e "Fiquem longe, seus vermes". Obviamente que o artista não quis fazer apologia ao racismo, mas simplesmente criticar a política de tratamento aos imigrantes em vários países da Europa. O grafite estava na cidade de Clacton-on-Sea, Inglaterra. As autoridades locais lamentam a destruição da obra, porém afirmaram ter agido com base nas legislações locais sobre conteúdos "ofensivos" ou "racistas". 
Infelizmente, esta é uma clara demonstração de interpretação errada e desconhecimento total não só da obra de Bansky, como também das definições de ofensivo e racismo. 
O autor da obra não se manifestou acerca desta atitude absurda, fruto de incoerência e desconhecimento. Lamentável...


quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Os mais recentes eventos literários divulgados pela Companhia das Letras


Contação de histórias com o livro O coiso estranho
Sábado, 4 de outubro, às 17h
Divirta-se com a contação de histórias do livro O coiso estranho, de Blandina Franco.
Local: Livraria da Travessa Leblon – – Rio de Janeiro, RJ

Matinê da Companhia das Letrinhas
Domingo, 5 de outubro, às 11h30
Venha para uma manhã de contação de histórias e brincadeiras na Matinê da Companhia das Letrinhas especial Dia das Crianças.
Local: Livraria da Vila – Rua Fradique Coutinho, 915 – São Paulo, SP

Oficina do livro Fabriqueta de ideias
Domingo, 5 de outubro, às 15h
Venha brincar com as atividades da oficina do livro Fabriqueta de ideias, de Katia Canton.
Local: Livraria da Vila – Rua Fradique Coutinho, 915 – São Paulo, SP

Contação de histórias com Kiara Terra
Domingo, 5 de outubro, às 15h
Kiara Terra faz a contação de histórias do livro Uma amizade (Im)possível, de Lilia Moritz Schwarcz e ilustrações de Spacca.
Local: Livraria Cultura do Shopping Iguatemi – Av. Brigadeiro Faria Lima, 2232 – São Paulo, SP

Lançamento de Diário da Dilma
Terça-feira, 7 de outubro, às 19h
Renato Terra autografa o livro Diário da Dilma no Rio de Janeiro.
Local: Livraria da Travessa – Rua Voluntários da Pátria, 97, Botafogo – Rio de Janeiro, RJ

Adam Sandler fará 4 filmes pela NetFlix


Em um anúncio feito pela NetFlix, Adam Sandler foi contratado para estrelar e dirigir quatro filmes com exclusividade. Como em outras produções do canal, os filmes de Sandler serão exibidos para  quase 50 países onde a produtora tem público. 
Com base em outros empreendimentos do canal, como a série Orange is the new black, o sucesso desses filmes é algo muito provável, principalmente se consideramos o investimento da Netflix. Os filmes serão efetivamente feitos pela produtora que o ator tem. 
O gênero dos filmes não foi divulgado, mas, levando em conta o histórico de Adam, comédias estão por vir.


Divulgação: filme sobre Cássia Eller tem exibição no Festival do Rio.


A música foi uma fuga da minha incapacidade de viver socialmente com as pessoas', essa e outras frases da cantora estão no filme que estreia em 2015

Fonte: O Dia

Rio - “Eu nunca tive essa ilusão de fazer sucesso. É claro que era a coisa que eu mais queria na vida. Era que meu trabalho chegasse para todo mundo. Para que todo mundo tivesse acesso a ele. Mas eu não queria que fosse atochado goela abaixo dos caras. Eu quero que seja uma coisa natural.” Essa e outras declarações da cantora Cássia Eller estão em “Cássia”, documentário de Paulo Henrique Fontenelle que acaba de liberar cenas inéditas em http://youtu.be/I8NIPCARSO8. Fotos em:  http://agenciafebre.com.br/cássia.

Exibido Hour Concours na Première Brasil do Festival do Rio, o filme ganha Sessão de Gala para convidados no próximo dia 6 de outubro, às 21h no Lagoon, e tem sessões para o público no mesmo dia, às 23h, e na quarta-feira. A estreia nos cinemas está prevista para janeiro de 2015.

Depoimentos de familiares como a companheira Maria Eugênia Martins e o filho Chicão; de amigos como Deborah Dornellas; de jornalistas como Tárik de Souza; e artistas como Zélia Duncan, Nando Reis e Oswaldo Montenegro aparecem mesclados às imagens de shows, ensaios, entrevistas e cenas da intimidade da cantora. 

Sessões
Para convidados: segunda, 6/10, às 21h.
Para o público pagante: segunda, 6, às 23h, no Cinépolis Lagoon e quarta, 8/10, às 16h45m e ás 21h45m, no São Luiz . Ingressos à venda na bilheteria dos cinemas.
 


quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Onde começam e terminam os direitos dos LGBT.


Por: Franz Lima
Honestidade é uma marca em todos os textos que produzo para o Apogeu. São quase três anos publicando resenhas e matérias onde nunca tive medo de opinar com verdade.
Então, eis uma matéria que pode parecer polêmica, porém não vejo motivos para não falar sobre o assunto.
Recentemente o candidato à presidência Levi Fidelix abordou a temática gay de forma extremamente preconceituosa. Suas palavras surtiram o efeito contrário ao que ele talvez esperasse e, hoje, o político tornou-se uma das figuras públicas mais odiadas.
Bem, vamos aos fatos...
O gay, a lésbica ou qualquer outra denominação a um indivíduo que tenha uma vida sexual diferente da heterossexual jamais deixará de ser um cidadão e um ser humano como outro qualquer. Eles pagam impostos, trabalham, vivem e sonham como qualquer outra pessoa. São homens e mulheres que obtém prazer de uma forma não tradicional, porém merecem nosso respeito e amizade.

Eis dois exemplos para ilustrar a incoerência do preconceito:
Em uma sala, hipoteticamente, há quatro pessoas. Entre elas há um homossexual, mas o fato é que sua vida depende, naquele momento, das bolsas de sangue que eles doarão. Não há outros doadores. Você irá descartar essa doação por ser um dos doadores gay? Ele negará o sangue e irá preferir morrer, mesmo sabendo que todos os quatro estão com o sangue em condições perfeitas para a doação? Creio que não.
Você está em um ônibus lotado e uma mulher grávida para em frente ao seu banco. Ela sofre com o calor e a movimentação intensa do carro e passageiros. Ela fala ao telefone com a namorada. Diz claramente "Te quero, minha linda. Vamos ser felizes com nosso filho" para a mulher do outro lado da linha. Isso o impedirá de ceder a vaga, apenas por ela ser lésbica?
Homens e mulheres integrantes do movimento LGBT não são monstros. Não estamos falando de assassinos ou pessoas de sangue frio. Eles não jogaram a filha de uma janela, não mataram os próprios pais com pancadas, não ocultaram o corpo da namorada em um rio. Eles merecem nosso respeito. 
Não gosta? Então basta levar sua vida do mesmo modo que antes. A "invasão" gay é fruto de uma maior liberdade de expressão e tolerância, o que não significa 'liberalidade' ou 'libertinagem'.
Muitos ainda se chocam quando alguém fala um palavrão ou beija com tesão seu parceiro(a).  Mas estas mesmas pessoas não fazem alarde quando essas atitudes ocorrem em um canal do youtube ou quando o contexto é o humor.  Uma celebridade fazendo sexo com alguém do mesmo sexo choca mais do que a situação de desespero em que se encontram os reservatórios de água na região sudeste. E o que eu quero dizer com isso tudo? Simples. Temos um senso de moral muito afiado para o imediatismo, para o que está na moda. Não há uma preocupação a longo prazo com aquilo que realmente importa. Somos direcionados pela mídia e as redes sociais. Sim, somos manipulados a todo instante.
A causa gay tem inúmeros defensores, fruto de um longo período de perseguição, bullying, tortura e morte. Esse grupo deve ter direitos. Fato. Entretanto, esses direitos cessam quando começam os das outras pessoas. Não é aceitável que um casal gay troque carícias íntimas em locais públicos, assim como um casal hetero também não deve fazê-lo. Excesso de zelo da minha parte? Não, apenas devemos ter em mente que certos comportamentos devem ser ÍNTIMOS. As pessoas ao redor não precisam saber que o casal X ou Y está quase enlouquecido pela vontade de transar. No momento certo eles irão se satisfazer, mas nunca em público. Isso não é pudor. Isso é respeito pelo próximo que, invariavelmente, não deve ser agredido pelos impulsos sexuais ou afetivos de casais, sejam quais forem as orientaçõe sexuais deles. 
Outras atitudes podem ser citadas, mas a acima serve para ilustrar o que desejo evidenciar. O excesso de liberdade é agressivo. E isso se torna ainda mais agressivo quando fica claro que um grupo age tendo como base o temor imposto ao grupo antagônico, cujos bloqueios são fruto de leis ou normas que podem ser usadas de forma equivocada. Um claro exemplo disso está na autoridade que se cala diante de um grupo cujas atitudes chocam (palavras ditas em voz alta em locais impróprios, atos libidinosos, afronta evidente contra os presentes, carícias excessivas em locais públicos, uso de drogas, etc.). Esse silêncio é o resultado do medo de ser enquadrado por "perseguição às minorias". A justiça tem que ter como base a essência de seu próprio nome. Punição para os perseguidores, matadores e torturadores dos gays. Punição para quem se vale de sua condição sexual para ofender e chocar. Pesos iguais, medidas iguais.
Homens, mulheres e crianças devem ter seus direitos respeitados. Também devem respeitar os direitos alheios para que a balança da igualdade não penda favoravelmente para grupos isolados. Seja qual for sua orientação sexual, sua religião, sua cor ou região onde nasceu, ninguém pode taxá-lo por isso. Porém seus direitos são limitados pelo princípio da igualdade. A lei deve tratar a todos como iguais, sem distinções. Claro que isso ainda é utopia, porém não podemos parar de lutar por esse sonho.
Muito mais pode ser dito sobre o assunto, indubitavelmente. Creio na liberdade de expressão, nos direitos que a lei nos dá. Creio, sobretudo, no direito à vida, no direito à felicidade, independentemente de credo, cor, religião ou opção sexual. 
Nós nos preocupamos demais com as intimidades dos outros, com suas escolhas, sem que isso implique em significar auxílio ou compreensão ao próximo. Triste realidade.
Que cada um viva sua vida, seja feliz e tenha direito a fazer as escolhas que melhor lhe aprouver, desde que essas escolhas não sejam maliciosas e ofensivas contra aqueles que o cercam. Liberdade é um direito. Respeito ao próximo é um dever.


 

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