Por Franz Lima Minha mente ainda está perplexa com o grau de realismo (psicológico) aplicado ao filme Poder sem Limites (Chronicle) do diretor Josh Trank. Não tenho como negar que não esperava muito da produção, principalmente por conta do tema já recorrente (adolescentes com superpoderes) e alguns filmes e séries fracos que antecederam Chronicles. Utilizando o recurso de câmera manipulada pelos atores, o já conhecido "Mockumentary " (como em Bruxa de Blair, Rec e Cloverfield), somos apresentados a um garoto que tem apenas seu primo como amigo. Mesmo com a temática do jovem que é isolado pelos seus iguais (usado em Carrie, por exemplo) que adquire condições de vingança ou de humilhar seus algozes, o que me agradou foi ver que o diretor mostrou o quanto o insucesso pode ser revertido, como é possível sair do anonimato para a condição de "celebridade". O filme aborda com grande propriedade este tipo de transição, motivado por interesses. É um tapa na cara da s...
"Um pequeno passo para o homem, mas um grande salto para o Abismo."