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Mostrando postagens com o rótulo Colaboração

Resenha do livro 'O Espadachim de Carvão', do autor Affonso Solano.

Por: Filipe Gomes Sena.             Alguns meses atrás li uma noticia sobre a criação do selo Fantasy, selo breasileiro de literatura fantástica encabeçado por Raphael Draccon. Quando soltaram essa noticia anunciaram também alguns dos autores que fariam parte desse selo. Minha surpresa foi ver entre eles um dos membros fundadores do podcast Matando Robôs Gigantes, Affonso Solano. Eis que uns dias atrás eu terminei de ler o primeiro livro do nosso compadre podcaster de barbixa. Estou falando de O Espadachim de Carvão.             Antes de começar a falar do livro em si, devo lembrar aos fieis leitores deste blog que normalmente eu faço resenhas de histórias em quadrinhos, mas como eu tenho lido pouca coisa digna de nota recentemente resolvi me aventurar em territorios desconhecidos e decidi falar sobre este livro. Por isso, me desculpem qualquer coisa e vamos continuar...

Leitor do Apogeu: ajude-me a melhor nosso blog.

Olá, caros amigos.  Este breve post é para contactá-los de forma mais eficiente. Sei que muitos passam por aqui diariamente (cerca de 2 mil) e já está na hora de modificar algumas coisas para melhor atendê-los. O primeiro ponto é a necessidade de um colaborador que, preferencialmente, tenha um perfil similar a este que vos escreve. Já tenho um grande amigo que me auxilia com quadrinhos e é minha intenção acrescentar um(a) colaborador(a) que entenda de música (principalmente rock, mas rola também uma boa MPB). Minha outra intenção é a de melhorar o aspecto do blog. O visual está muito limpo e é preciso inovar com coisas simples, porém ainda distantes do meu conhecimento, como um painel em flash  (onde constem as pricipais novidades), abas para facilitar a busca do leitor e, futuramente, a fan page do Apogeu no facebook. Já testei 5 bilhões de templates, mas não obtive um resultado satisfatório.  E o  que acham de um podcast quinzenal sobre os temas mais com...

Resenha de Jonah Hex. Por Filipe Gomes Sena.

Por: Filipe Gomes Sena             Não lembro exatamente quando foi, mas tenho certeza que da primeira vez que vi Jonah Hex foi na série animada da Liga da Justiça, em um episódio que eles fazem várias viagens temporais. A figura daquele pistoleiro desfigurado me chamou atenção, mas eu só fui ouvir falar novamente de Jonah Hex quando anunciaram o lançamento do filme em 2010, foi quando começou a publicação dos encadernados de Jonah Hex no Brasil.             Jonah Hex é um personagem relativamente antigo, foi criado em 1972 , na revista All-Star Western. Essa publicação, como o nome já diz, se dedicava a publicar as histórias dos personagens do universo faroeste da DC, personagens esses que tinham muito pouca ou nenhuma relação com o Multiverso DC. Hex teve varias fases, incluindo uma em que ele era jogado num futuro pós-apocaliptico no maior estilo Mad Max. Em 2005 ...

Conto: Medo de Elevador.

Por Rainier Morilla . Via Roda de Escritores . Antes de me apresentar tem duas coisas que você precisa saber sobre mim. Primeiro: detesto meu nome. E segundo: tenho medo mortal de elevador. Muitas pessoas riem de mim e criam piadas sobre isso. Alguns falam que é uma coisa infantil e boba até que conte sobre o porque de tudo isso. O porque de eu odiar meu nome é porque me chamo Glidiabete! Ah! Como odeio esse nome! Minha mãe leu um jornal e disse ter encontrado dois nomes que ela amou – Glicose e Diabete! – E infelizmente, por causa desse jornal maldito sou traumatizada. Sei que não existe nome mais ridículo que o meu no mundo, por isso, pelo amor de Deus, me chame de Bete. Não que eu goste de Bete, mas já é bem melhor que… o outro nome. Já o meu medo de elevador tem uma razão pior. Sou consultora de vendas de telefones celulares e fui a pior vendedora do mês. Tudo bem que a gente se esforça e tenta fazer o melhor em no...

Oração à mulher.

Fonte: Isa Niella                                             Oração à Mulher Missionária da vida. Ampara o homem para que o homem te ampare. Não te conspurques no prazer, nem te mergulhes no vício. A felicidade na Terra depende de ti, como o fruto depende da árvore. Mãe, sê o anjo do lar. Esposa, auxilia sempre. Companheira, acende o lume da espernça. Irmã, sacrifica-te e ajuda. Mestra, orienta o caminho. Enfermeira, compadece-te. Fonte sublime, se as feras do mal te poluírem as águas, imita a corrente cristalina que no serviço infatigável a todos, expulsa do próprio seio a lama que lhe atiram. Por mais te aflija a dificuldade, não te confies à tristeza ou ao desânimo.  Lembra os órfãos, os doentes, os velhos e os desvalidos da estr...

Apoie o Apogeu do Abismo. Sua colaboração é a garantia de longevidade do blog.

Amigos, relembro que sem vocês, esse blog não se manterá online. Toda forma de divulgação, colaboração e parceria é sempre muito bem-vinda. Com o apoio, a tendência é que tenhamos mais e mais posts, promoções e informações à disposição do público.  Curtam a página no Facebook , o Twitter e, sempre que possível, deem uma força no Google + . O blog progride e isso é bom para todos.  Abraços. Franz.  P.S.: ainda preciso da força de vocês com a campanha #PaniniApoieoFranz

Philip Roth versus a Wikipedia. Via Folha de SP.

Fonte: Folha de São Paulo O escritor norte-americano Philip Roth enviou uma carta aberta à Wikipedia em que nega uma informação publicada no site de que seu livro "A Mancha Humana" (2000) teria sido baseado na vida de Anatole Broyard, famoso crítico cultural do "New York Times", morto em 1990. O romance acompanha a vida de Coleman Silk, um professor afro-americano que finge ter origem judaica, com o objetivo de alavancar sua carreira acadêmica. Na Wikipedia, a trama é citada como se o personagem Silk tivesse sido inspirado em Broyard. Escritor, ensaísta e crítico literário, Anatole Broyard (1920-1990) foi acusado, em seus últimos anos de vida, por entidades de defesa da igualdade racial, de renegar suas origens afro-americanas para ter mais oportunidades de crescimento profissional. Segundo Roth, porém, o protagonista de seu romance seria baseado em um professor de sociologia da Universidade de Princeton que o autor conheceu há mais de trinta a...

Resenha da HQ "Bando de Dois". Por Filipe Sena.

Por Filipe Sena Quando li a sinopse de Bando de Dois, há quase dois anos, fiquei surpreso com a ideia de fazer uma HQ que contava uma história com cangaceiros usando elementos de filmes de faroeste. Porém a execução pode estragar qualquer boa ideia, e esse é o medo de todos que se deparam com uma sinopse tão interessante. Fiquei muito feliz ao descobrir que dessa vez uma ideia boa e um roteiro bem feito unidos a uma arte de cair o queixo formaram uma HQ genial. Danilo Beyruth conta em pouco mais de noventa paginas a saga de Tinhoso e Cavêra di Boi, últimos sobreviventes de um bando de vinte cangaceiros que foi apanhado em uma emboscada da policia. Ao descobrir que as cabeças de seus companheiros estão sendo levadas para serem expostas na capital, eles iniciam uma jornada para acabar com os macacos que mataram seus companheiros. Mas no desenrolar da trama fica claro que as motivações dos dois personagens são bem diferentes. As primeiras impressões que tive quando pus ...

Resenha da HQ "A Morte do Homem-Aranha" - Ultimate Marvel.

Por Filipe Sena O Universo Ultimate da Marvel tem muitos méritos. O principal deles é ter servido como principal base para o que vimos nos cinemas nos últimos anos. Não só por apresentar os personagens de forma mais “real”, mas também por abordar de forma diferente velhos conhecidos do grande público. Ano passado saiu a noticia que pegou todos os fãs dos quadrinhos Ultimate de surpresa: 2011 seria o ano da morte do Homem-Aranha . Não é novidade para os que acompanham o “Ultiverso” eventos que diferem totalmente do universo regular da Marvel, mas foi impossível não ficar surpreso com a noticia da morte do amigo da vizinhança. Principalmente por que, como todos que acompanham os quadrinhos Ultimate sabem, quem morre continua morto. Depois de mais ou menos um ano de espera chega ao território nacional, mais especificamente na Ultimate Marvel #25, a última história de Peter Parker como Homem-Aranha. A primeira coisa que me chamou a atenção foi o tamanho da edição, com qua...