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segunda-feira, 22 de maio de 2017

Abraçar e ser abraçado. Aprenda a dar esse presente!



Muitos ainda se questionam sobre os sentimentos e a intensidade deles. Mas a verdade é que nos distanciamos muito da presença de quem amamos, confiantes na proximidade digital.
Que tal esquecer um pouco o virtual e se reaproximar, de verdade, caso possível, das pessoas que ama? Mais do que isso, o vídeo abaixo propõe - e não custa tentar - uma ótima forma de demonstrar carinho e amor. Abrace! Abrace como se não houvesse amanhã a pessoa que ama, o amigo, a namorada... abrace quem lhe é caro. Vamos tornar nossas vidas melhores com um gesto tão simples, porém tão em desuso.
Feliz dia do Abraço! 


sábado, 20 de maio de 2017

Filmes para todos: Festival Varilux de Cinema Francês.


EVENTO CHEGA A 55 CIDADES E APRESENTA 19 PRODUÇÕES DA CINEMATOGRAFIA FRANCESA. PROMOVE AINDA SESSÕES EDUCATIVAS E DEMOCRÁTICAS, LABORATORIO DE ROTEIROS E MESA-REDONDA COM ‘AMANHÃ’, DOCUMENTÁRIO VISTO POR MAIS DE UM MILHÃO DE PESSOAS 
Festival Varilux de Cinema Francês segue em pleno crescimento e registra um recorde do evento no Brasil. A edição de 2017, entre os dias 7 e 21 de junho, chega a mais de 55 cidades, distribuídas em 21 estados e Distrito Federal. A programação deste ano é composta por 19 produções inéditas nos cinemas brasileiros, incluindo um documentário e um clássico. Os maiores astros do cinema francês estarão presentes na seleção: o público poderá conferir os mais recentes trabalhos de Catherine Deneuve, Gérard Depardieu, Juliette Binoche, Marion Cotillard, Guillaume Canet, Omar Sy e Cécile de France. Outro destaque é à última atuação da inesquecível Emmanuelle Riva, falecida em janeiro último, em “Perdidos em Paris”.
São Paulo e Rio de Janeiro recebem a delegação formada por diretores e atores das várias  produções e que participam de debates com o público. Como nas edições anteriores, algumas cidades realizam sessões educativas e sessões de democratização em locais alternativos ou com pouco acesso a cinemas, gratuitas ou com preço especial. As sessões educativas estão previstas com o filme “A Viagem de Fanny”, de Lou Doillon, e o documentário “Amanhã”, codirigido por Cyril Dion e pela atriz Mélanie Laurent.
O Festival oferece ao público novas atividades paralelas este ano, com a organização de mesas-redondas e sessões democráticas em varias cidades, em parceria com as Alianças Francesas do Brasil e ColaborAmerica, também para refletir sobre temas ambientais abordados em “Amanhã”. A primeira será dia 10 de junho, no Rio de Janeiro. Sucesso na França, o filme já foi visto por mais de 1 milhão de pessoas e premiado com o César de melhor documentário em 2016. Para realizar a obra, a dupla de diretores viajou por vários países para retratar pioneiros que reinventam agricultura, energia, economia, democracia e educação. Conheceram iniciativas positivas e concretas já funcionamento e que sinalizam o que pode se  tornar o mundo no futuro.
Sucesso de público em 2016, quando levou 156 mil pessoas aos cinemas, o festival repete o formato do ano passado com duas semanas de exibição. Produzido pela Bonfilm, o evento tem patrocínio principal da Varilux/Essilor, Ministério da Cultura através da Lei Federal de Incentivo à Cultura e Secretaria de Estado de Cultura, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro.
Instagram: @variluxcinefrances/
FILMES ARTISTAS CONFIRMADOS
O Festival conta com 19 filmes na programação. Entre eles, “Um Instante de Amor”, de Nicole Garcia, com atuação elogiada de Marion Cotillard, ganhadora do Oscar de 2008 por "Piaf - Um hino ao amor"; "Rock'n roll - Por trás da fama, comédia auto-satírica de Guillaume Canet, e “Frantz”, o mais recente filme de François Ozon, uma surpreendente adaptação do filme de Ernest Lubitsch de 1932, com o novo astro do cinema francês Pierre Niney (“Yves Saint Laurent”).
Seguindo a tradição de exibir um clássico do cinema francês, o Festival Varilux traz a reconhecida comédia-musical “Duas Garotas Românticas” (“Les Demoiselles de Rochefort”), de Jacques Demy e Agnès Varda, que completa 50 anos em 2017. O longa, com Catherine Deneuve, foi indicado ao Oscar de melhor trilha sonora em 1969.
 Até o momento, a delegação conta com sete artistas franceses que irão apresentar seus filmes. São eles: Dominique Abel e Fiona Gordon, diretores e atores de “Perdidos em Paris” (“Paris Pieds Nus”, de 2017), que completam 40 anos de carreira; o rapper e ator Sadek, de “Tour de France” (2016); a diretora Noémie Saglio e a atriz  Camille Cottin, de “Tal Mãe, tal Filha” (“Telle Mère, telle Fille”, de 2016); e o diretor Olivier Peyon e o ator Ramzy Bedia, de “O Filho Uruguaio” (“Une Vie Ailleurs”, de 2017). A delegação estará presente na abertura do Festival em São Paulo, dia 7 de junho, e no Rio de Janeiro, no dia 8, assim como em sessões de seus filmes nas duas cidades.
 FILMES ARTISTAS CONFIRMADOS
O Festival conta com 19 filmes na programação. Entre eles, “Um Instante de Amor”, de Nicole Garcia, com atuação elogiada de Marion Cotillard, ganhadora do Oscar de 2008 por "Piaf - Um hino ao amor"; "Rock'n roll - Por trás da fama, comédia auto-satírica de Guillaume Canet, e “Frantz”, o mais recente filme de François Ozon, uma surpreendente adaptação do filme de Ernest Lubitsch de 1932, com o novo astro do cinema francês Pierre Niney (“Yves Saint Laurent”).
Seguindo a tradição de exibir um clássico do cinema francês, o Festival Varilux traz a reconhecida comédia-musical “Duas Garotas Românticas” (“Les Demoiselles de Rochefort”), de Jacques Demy e Agnès Varda, que completa 50 anos em 2017. O longa, com Catherine Deneuve, foi indicado ao Oscar de melhor trilha sonora em 1969.
 Até o momento, a delegação conta com sete artistas franceses que irão apresentar seus filmes. São eles: Dominique Abel e Fiona Gordon, diretores e atores de “Perdidos em Paris” (“Paris Pieds Nus”, de 2017), que completam 40 anos de carreira; o rapper e ator Sadek, de “Tour de France” (2016); a diretora Noémie Saglio e a atriz  Camille Cottin, de “Tal Mãe, tal Filha” (“Telle Mère, telle Fille”, de 2016); e o diretor Olivier Peyon e o ator Ramzy Bedia, de “O Filho Uruguaio” (“Une Vie Ailleurs”, de 2017). A delegação estará presente na abertura do Festival em São Paulo, dia 7 de junho, e no Rio de Janeiro, no dia 8, assim como em sessões de seus filmes nas duas cidades.
LABORATÓRIO FRANCO-BRASILEIRO DE ROTEIROS
Parte integrante das atividades paralelas que estimulam o intercâmbio cultural no âmbito do Festival, será realizado neste ano o primeiro Laboratório Franco-Brasileiro de Roteiros. Desenhado para roteiristas, o curso visa a explorar as metodologias e fundamentos da construção dramática para que cada autor possa aplicá-los no desenvolvimento de seu projeto de roteiro de ficção, ajudá-lo a encontrar sua própria particularidade e finalizar a escrita de seu projeto. O laboratório conta com especialistas franceses do Conservatório Europeu de Escrita Audiovisual (CEEA) sob a coordenação de François Sauvagnargues, especialista de ficção e diretor geral do FIPA, o Festival Internacional de Programação Audiovisual (Biarritz, França). As inscrições para concorrer a uma das 15 vagas do curso já estão abertas e podem ser feitas no site do festival.
Festival Varilux de Cinema Francês 2017
De 7 a 21 de junho em mais de 55 cidades brasileiras (informações sujeitas a alteração):
Águas Claras (DF), Aracaju (SE), Barretos (SP), Barueri (SP), Belém (PA), Belo Horizonte (MG),Blumenau (SC), Buzios (RJ), Brasilia (DF), Campinas (SP), Caxambu (MG), Campo Grande (MS), Caxias do Sul (RS),Caxambu(MG), Cotia (SP), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE),Foz do Iguaçu (PR), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Juiz de Fora (MG), Jundiaí (SP), Londrina (PR), Macaé (RJ), Maceió (AL), Manaus (AM), Maringá (PR), Mossoró (RN), Natal (RN), Niterói (RJ), Nova Friburgo (RJ), Pelotas (RS), Petrópolis (RJ), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Ribeirão Preto (SP), Rio de Janeiro (RJ), Rio Verde (GO),Salvador (BA), Santa Maria (RS), Santos (SP), São Carlos (SP), São José dos Campos (SP), São José do Rio Preto (SP), São Luiz (MA), São Paulo (SP), Theresina (PI), Vitória (ES), Volta Redonda (RJ)

19 FILMES NA PROGRAMAÇÃO: 

1 - Uma Agente muita Louca (Raid Dingue), de Dany Boon
Com Dany Boon, Alice Pol, Michel Blanc/2017
Comédia - 1h 45min
Distribuição no Brasil: California Filmes
Sinopse:
Johanna Pasquali é a primeira mulher a entrar no RAID, tropa de elite da polícia francesa, mas se vê no caminho de Eugène Froissard, o mais misógino dos agentes da RAID. Essa dupla improvável está encarregada de parar a Gangue Leopardo, que está por trás de audaciosos roubos nas ruas de Paris. Mas antes de colocar os malfeitores atrás das grades, eles precisam encontrar uma maneira de serem parceiros sem que se matem, seja em treinamento ou trabalhando em casos complicados
2 - Amanhã (Demain), de Cyril Dion e Mélanie Laurent
Com Mélanie Laurent, Pierre Rabhi e Olivier de Schutter
2015 – Documentário - 1h58min
Distribuição no Brasil: Bonfilm
Sinopse:
E se mostrar soluções e contar uma boa história fosse a melhor maneira de resolver as crises ecológicas, econômicas e sociais que atravessam nossos países? Após a publicação de um estudo que anunciava o possível desaparecimento de parte da humanidade até 2100, Cyril Dion e Mélanie Laurent partiram com uma equipe de quatro pessoas por dez países para entender o que poderia provocar essa catástrofe e, sobretudo, como evitá-la.  Durante a viagem, encontraram pioneiros que reinventaram a agricultura, a energia, a economia, a democracia e a educação. Todas juntas, estas iniciativas positivas e concretas, já contribuem para definir o mundo de amanhã...
3 - Na Cama com Victoria (Victoria), de Justine Triet
Com Vincent Lacoste, Virginie Efira e Melvil Poupaud
2016 – Comédia dramática - 1h37min
Distribuição no Brasil: Califórnia Filmes
Sinopse:
Victoria Spick, advogada, em pleno vazio sentimental, é convidada para um casamento, e lá encontra seu velho amigo Vincent, e Sam, ex-traficante, que ela conseguiu inocentar.  No dia seguinte, Vincent é acusado de tentativa de homicídio por sua namorada. A única testemunha do episódio é o cão da vítima. Relutante, Victoria aceita defender Vincent, enquanto contrata Sam como babá. É o início de uma série de reviravoltas na vida de Victoria.
4 - Coração e Alma (Reparer les vivants), de Katell Quillévéré
Com Tahar Rahim, Emmanuelle Seigner e Anne Dorval
2016 – Drama - 1h40min
Distribuição no Brasil: California Filmes
Sinopse:
Tudo começa ao amanhecer; três jovens surfistas em um mar furioso. Poucas horas depois, a caminho de casa, ocorre um acidente. Agora totalmente ligado às máquinas em um hospital em Le Havre, a vida de Simon está por um fio. Enquanto isso, em Paris, uma mulher aguarda o transplante de órgão que lhe dará uma nova chance de vida.
5 – Uma Família de Dois (Demain tout Commence), de Hugo Gélin
Com Omar Sy, Clémence Poésy, Antoine Bertrand
2017– Comédia dramática - 1h55
Distribuição no Brasil: Paris Filmes
Sinopse:
Samuel nunca foi de ter muitas responsabilidades. Levando uma vida tranquila ao lado das pessoas que ama no litoral sul da França, ele vê tudo mudar com a chegada inesperada de um bebê de poucos meses chamada Glória, sua filha. Incapaz de cuidar da criança, ele corre para Londres a fim de encontrar a mãe biológica, mas, sem sucesso, decide criá-la sozinho.
Oito anos depois, quando Samuel e Glória se tornam inseparáveis, a mãe retorna para recuperar a menina.
6 – O Filho Uruguaio (Une Vie Ailleurs), de Olivier Peyon
Com Isabelle Carré, Ramzy Bedia, Maria Dupláa
2017 – Drama - 1h36min
Distribuição no Brasil: Bonfilm
Sinopse:
É no Uruguai que Sylvie finalmente encontra a pista sobre o paradeiro de seu filho, sequestrado há quatro anos pelo ex marido. Com a ajuda preciosa de Mehdi, ela vai recuperá-lo, mas ao chegar lá, nada acontece como previsto: a criança, criada por sua avó e sua tia, parece feliz e radiante. Sylvie percebe que Felipe cresceu sem ela e que agora sua vida é em outro lugar.
7- Frantz (Frantz), de François Ozon
Com Pierre Niney, Paula Beer, Ernst Stötzner
2017 – Drama - 1h53min
Distribuição no Brasil: California Filmes
Sinopse:
Em uma pequena cidade alemã após a Primeira Guerra Mundial, Anna chora diariamente no túmulo de seu noivo, morto em batalha na França. Um dia, um jovem francês, Adrien, também coloca flores no túmulo. Sua presença, logo após a derrota alemã, inflama paixões
8- Um Instante de Amor (Mal de Pierres)de Nicole Garcia
Com Marion Cotillard, Louis Garrel, Alex Brendemühl
2016 – Drama - 1h56
Distribuição no Brasil: Mares Filmes
Sinopse:
Ao fim da Segunda Guerra Mundial, Gabrielle encontra-se velha demais para permanecer solteira e é obrigada a casar-se com um viúvo frequentador de prostíbulos. Infeliz e incapaz de engravidar, Gabrielle viaja em busca de cura em águas termais e se envolve
romanticamente com um militar casado.
9 - Perdidos em Paris (Paris pieds nus), de Fiona Gordon, Dominique Abel
Com Fiona Gordon, Dominique Abel, Emmanuelle Riva
2017– Comédia - 1h 23min
Distribuição no Brasil: Pandora
Sinopse:
Fiona, bibliotecária de uma pequena cidade canadense, recebe uma aflita e angustiada carta de sua tia Marta, uma senhora de 93 anos, que vive sozinha em Paris. Sem pestanejar, Fiona embarca no primeiro avião rumo à capital francesa apenas para descobrir que Martha desapareceu. Em uma verdadeira avalanche de desastres inexplicáveis, Fiona conhece Dom, um sem-teto egoísta e sedutor, que não vai deixá-la seguir sozinha em sua busca. Um conto divertido e cativante sobre três pessoas peculiares perdidas em Paris. Dos mesmos diretores e comediantes de Rumba e La fée.
10 - Um Perfil para Dois  (Un Profil pour Deux), de Stéphane Robelin
Com Pierre Richard, Yaniss Lespert, Fanny Valette
2017– Comédia romântica - 1h39
Distribuição no Brasil: Paris Filmes
Sinopse:
Pierre é um viúvo e aposentado que não sai de casa há mais de 10 anos. Descobre as alegrias da internet graças a Alex, um jovem contratado por sua filha para lhe ensinar o básico de computadores. Em um site de namoro, uma mulher jovem e bela, que usa o codinome flora63, é seduzida pelo romantismo de Pierre e o propõe um primeiro encontro.
Apaixonado, Pierre volta a viver feliz, mas em seu perfil ele colocou a foto de Alex e não a sua. Pierre deve agora convencer o jovem Alex de encontrar Flora em seu lugar.
11 – O Reencontro (Sage Femme), de Martin Provost,
Com Catherine Frot, Catherine Deneuve, MylèneDemongeot
2017 – Drama/Comédia – 1h57min
Distribuição no Brasil: Mares Filmes
Sinopse:
Claire exerce a profissão de parteira com muita paixão. Mas preocupada com sua maternidade, vê sua vida virada de cabeça para baixo pelo retorno de Beatrice, a extravagante ex-mulher de seu falecido pai.
12 - Rock’n roll – Por trás da fama, (Rock’n roll) de Guillaume Canet
Com Guillaume Canet, Marion Cotillard, Gilles Lellouche
2017– Comédia - 2h 03min
Distribuição no Brasil: Bonfilm
Sinopse:
Guillaume Canet, 43 anos é realizado na vida e tem tudo para ser feliz... Numa filmagem, uma linda atriz de 20 anos vai cortar seu entusiasmo ao dizer a ele que não é mais tão « Rock », que inclusive, nunca foi e, para acabar de vez com ele, que caiu muito na “lista” dos atores mais desejados... Sua vida familiar com Marion, seu filho, sua casa de campo, seus cavalos, seus cabelos, dão a ele uma imagem cafona e que não é mais exatamente sexy… Guillaume entende que é urgente mudar tudo. E ele resolve ir longe, bem longe, sob o olhar estupefato e impotente de quem o cerca.
13 Rodin, de Jacques Doillon
Com Vincent Lindon, Izia Higelin, Séverine Caneele
2017– Drama - 1h 59min
Distribuição no Brasil: Mares Filmes
Sinopse:
Em Paris de 1880, Auguste Rodin finalmente recebe, aos 40 anos, sua primeira encomenda do Estado: A Porta do Inferno, obra composta de figuras que farão sua glória, como O Beijo O Pensador. Ele divide sua vida com Rose, sua eterna companheira, quando conhece a jovem Camille Claudel, sua aluna mais talentosa, que rapidamente torna-se sua assistente e,
em seguida, sua amante. Dez anos de paixão, mas também dez anos de admiração e cumplicidade compartilhada. Após a dissolução, Rodin continua a trabalhar com determinação. Ele deve encarar a rejeição e o entusiasmo que a sensualidade da sua escultura provoca e assina com seu Balzac, rejeitado enquanto vivo, ponto de partida incontestável da escultura moderna.
14 - Tal Mãe, tal Filha (Telle mére, telle fille), de Noèmie Saglio
Com Juliette Binoche, Camille Cotting, Lambert Wilson
2017 – Comédia - 1h 34min
Distribuição no Brasil: California Filmes
Sinopse:
Inseparáveis. Avril e sua mãe Mado não podiam ser mais diferentes. Avril, 30 anos, é casada, assalariada e organizada, ao contrário da mãe, eterna adolescente despreocupada e louca que vive sustentada pela filha desde seu divórcio. Mas quando as duas mulheres se veem grávidas ao mesmo tempo e sob o mesmo teto, o embate é inevitável. Pois se Mado, em plena crise juvenil não está pronta para ser avó, Avril tem muita dificuldade em imaginar sua mãe... uma mãe!
15 - Tour de France (Tour de France), de Rachid DjaïdanI
Com Gérard Depardieu, Sadek e Louise Grinberg
2016 – Comédia dramática - 1h35min
Distribuição no Brasil: Bonfilm
Sinopse:
Far’Hook é um jovem rapper de vinte anos que é forçado a deixar Paris por um tempo. Seu produtor, então, recomenda que o jovem artista passe um tempo com seu pai, Serge, um homem decidido a seguir os passos de Joseph Vernet, um famoso pintor francês. Logo, o rapper se junta a Serge e a jornada dos dois criará uma amizade improvável entre dois homens extremamente distintos.
16 - Na Vertical (Rester Vertical), de Alain Guiraudie
Com Damien Bonnard, India Hair, Christian Bouillette
2016 – Drama - 1h 40min
Distribuição no Brasil: Zeta Filmes
Sinopse:
Leo está à procura de um lobo. Durante uma caminhada no sul da França conhece Marie, uma pastora de espírito livre e dinâmico. Nove meses depois, nasce o filho dos dois. Sofrendo de depressão pós-parto e sem fé em Leo, que vai e vem sem aviso, Marie os abandona. Leo encontra-se sozinho, com um bebê para cuidar. Através de uma série de encontros inesperados e incomuns, o filme apresenta várias camadas subjetivas que nos apresentam a natureza, o sexo, o onírico, a velhice, a morte, a complexidade da vida. Leo vai fazer o que for preciso para se manter de pé.
17 – A Viagem de Fanny (Le Voyage de Fanny)de Lola Doillon
Com Cécile de France, Léonie Souchaud, Fantine Harduin
2016- Aventura/Drama – 1h 34min
Distribuição no Brasil: Mares Filmes
Sinopse
Com seus 12 anos, Fanny é cabeça dura! Mas é, sobretudo, uma jovem corajosa que, escondida num lar distante de seus pais, cuida das duas irmãs mais novas.
Tendo que fugir precipitadamente, Fanny se coloca à frente de um grupo de 8 crianças e inicia uma perigosa viagem através da França ocupada para chegar à fronteira suíça. Entre medos, gargalhadas e encontros inesperados, o grupinho aprende o que é independência e descobre o valor da solidariedade e da amizade...
18 - A Vida de uma Mulher (Une vie), de Stéphane Brizé
Com Judith Chemla, Jean-Pierre Darroussin e Yolande Moreau
2016 – Drama - 1h59min
Distribuição no Brasil: Mares Filmes
Sinopse:
Jeanne volta para casa após completar os estudos e passa a ajudar os zelosos pais nas tarefas do campo. Certo dia o visconde Julien de Lamare aparece nas redondezas e logo conquista o coração da jovem, que, encantada, com ele se casa e vai morar. Conforme o tempo avança Julien se mostra infiel, avarento e nada companheiro, o que vai minando a alegria de viver da antes esperançosa Jeanne.
19 - CLÁSSICO DO FESTIVAL 
Duas Garotas Românticas (Les Demoiselles de Rochefort), de Jacques Demy e Agnès Varda
Com Catherine Deneuve, Françoise Dorléac e Danielle Darrieux
1967 – Comédia musical - 2h04min
Sinopse:
Delphine e Solange são duas irmãs de 25 anos que vivem em Rochefort, na França. Delphine é professora de dança, enquanto Solange ensina piano. Ambas sonham em encontrar um grande amor, assim como os rapazes que chegam à cidade e passam a frequentar o bar da família.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

O rock perde um grande nome: Chris Cornell.


Um dos vocalistas mais icônicos dos últimos tempos, Chris Cornell morreu aos 52 anos na noite de ontem, dia 17 de maio, por causa ainda desconhecida.
Vocalista de grupos como Audioslave, Soundgarden e Temple of the Dog, Cornell esteve recentemente no Brasil e continuava a atuar no Soundgarden. 
Algumas músicas estão imortalizadas com sua voz como Like a Stone e You know my name, música tema de Casino Royale (007). 
Chris Cornell é um dos nomes mais importantes do movimento "grunge", assim como Kurt Cobain. O cantor marcou o Audioslave ao atuar com outro nome de peso do rock, Tom Morello, do Rage Against The Machine.
Lamentamos essa grande perda. Hoje, infelizmente, o rock amanhece envolto em tristeza.
Descanse em paz...


sábado, 13 de maio de 2017

A AIDS vista com poesia e seriedade: Isso é Pílulas Azuis, de Frederik Peeters.


Indiscutivelmente, falar sobre a Aids ainda é um tabu. Falta de informações, desinteresse, preconceito, medo e até superstições fazem parte da redoma criada sobre o tema. O resultado é um gigantesco grupo de pessoas (homens, mulheres e crianças) que permanecem à margem da sociedade, confinadas em umas prisão social imposta apenas por serem portadoras do vírus HIV. Como sequelas temos desde o sentimento de tristeza, passando pela depressão e, em casos extremos, o suicídio.
Texto: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Eis que um desenhista resolve criar uma HQ onde sua história é contada. Na verdade, a história dele e de sua mulher, cuja vida foi atingida pela Aids. A história se chama "Pílulas Azuis", título que é citado desse o início, mas só "revelado" no final.

A trama conta os altos e baixos de um casal predestinado a estar junto. Ele, Fred, é um desenhista ainda desconhecido, cuja juventude o leva até a bela e jovem Cati. Eles não desconfiam, porém o destino - e o amor, não a paixão - irá uni-los de uma forma distante das narrativas poéticas tão na moda, mas verdadeira como há muito não via.

O que se segue é uma fábula moderna sobre amor, superação, dor, medo e vontade de viver, distante da pieguice e, mesmo assim, longe de se proclamar detentora da verdade. Há lições que, honestamente, são surpreendentes e esclarecedoras.

Não espere por ação ou drama fútil. Pílulas Azuis é uma obra que exorta o leitor à busca de informações, incita a quebra de preconceitos tão comuns na vida dos que vivem sob o peso de qualquer doença, cor, raça, credo ou opção sexual que gere a intolerância. Cati é linda, esperta e cheia de vida, características que não impediram o afastamento de "amigos" e até parentes. Junto a seu filho, também soropositivo, Cati descobre em Fred um amor e uma alicerce para superar todas as dificuldades. Em contrapartida, Fred passa por uma viagem de introspecção e descoberta de seus potenciais, cujo resultado é um homem melhor em função de uma mulher que ama e de seu filho, que ele aprende a amar.

São apenas 206 páginas de pura arte, história marcante e cheia de coragem. Destaque para um adendo que mostra a vida do casal e do menino treze anos depois, uma verdadeira injeção de esperança nos portadores do vírus. 
Recomendo muitíssimo que leiam Pílulas Azuis, pois há muito eu não me deparava com uma obra elaborada com tanto conteúdo e respeito ao leitor e ao tema abordado.


quarta-feira, 10 de maio de 2017

O Poderoso Chefinho. Uma animação marcante da DreamWorks.


Trailers ou nos direcionam a amar um filme ou nos distanciam dele. O Poderoso Chefinho me deu a clara impressão, pelos trailers, de ser mais um longa inspirado naquelas animações onde o bebê era na verdade um gangster ou algo parecido. Vimos isso no filme O Pequenino, porém a fórmula não deu certo.
Então, eis que começa a sessão. Fui apresentado a uma empresa chamada Baby Corp. cujos principais “produtos” são bebês. Mas há um porém: os bebês podem ou não ser selecionados para envio às famílias, desde que cumpram com um requisito. Nesse processo, um deles é enviado para a gerência. Essa é a introdução do Chefinho do título.
A seguir uma família comum e feliz aparece. Ela é composta por um casal de pais extremamente zeloso, cujo filho se chama Tim Templeton. Tim é um menino com a criatividade e imaginação que lembram demais o Calvin (de Calvin e Haroldo) e ele garante algumas das cenas mais legais com essa imaginação. Em alguns de seus devaneios imaginativos surgem desde dinossauros até a multiplicação de seus pais em cenas com diversos tipos de animação, uma melhor que a outra. Notei referências a filmes como Sin City, Batman Lego e Procurando Nemo, por exemplo. E tudo com ótimas trilhas sonoras compostas por Hans Zimmer.
Mas nada é perfeito para sempre e Tim descobre isso da forma mais estranha possível. Seus pais recebem um bebê em casa. Apesar do bebê estar com uma maleta e terno, os pais não estranham. E logo de cara descobrimos o quanto um lar pode ter sua rotina alterada por causa de um bebê.
Tim tem a atenção dos pais totalmente voltada para a nova criança. Aos poucos, o espaço que era só dele é tomado por coisas do bebê, fotos e a bagunça típica de uma casa com crianças. Ele não confia no bebê e inicia uma investigação que culmina com a descoberta de que a aparente criança é na verdade um manipulador e sinistro executivo... ou algo assim. As ações a partir daí para desmascarar o Chefinho são cada vez mais hilárias e mal sucedidas. Isso sem contar que o Chefinho tem uma equipe de apoio, composta por bebês, que diminuem as chances de Tim em revelar a verdade aos pais.

Por: Franz Lima. Publicada originalmente em NoSet.

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Verdades dentro da animação.

Ainda que O Poderoso Chefinho seja uma animação, muitas verdades sobre a criação de bebês e a vida em família são mostradas ao público. Desde o distanciamento que os pais involuntariamente aplicam às crianças mais velhas até a manipulação (instintiva) imposta pelos próprios  bebês que se valem do choro e do próprio carisma para obter tudo dos seus papais. Mas, além disso, as sequelas emocionais das crianças mais velhas diante desse “abandono” é mostrada em toda a sua intensidade. Tim sofre a ponto de temer o descarte total por parte de seus pais. Nós sabemos que isso jamais acontecerá, porém a mente de uma criança reage de forma instintiva a essa situação.

Pais e filhos.

Os pais de Tim têm as melhores intenções possíveis. São amáveis, atenciosos e vivem intensamente cada segundo ao lado dele. Entretanto essa atenção precisará ser devidamente partilhada com a nova e frágil criança. Um menino de sete anos tem muito menos a ser observado e cuidado quando comparado com um bebê, mesmo que esse bebê seja o Chefinho.
Isso é algo comum e quase instintivo. Proteger o mais frágil é natural, mas dificilmente compreendemos o quanto essa atenção demasiada ao pequenino pode afetar nossas crianças mais velhas. Essas “sequelas” são apresentadas de forma brilhante, sem contar o desgaste ao qual os pais são expostos.

O Poderoso Chefinho.

Ao longo da narrativa descobrimos mais de Tim e do próprio Chefinho. Apesar do título que remete diretamente a Don Corleone, o Chefinho é muito mais do que aparenta. Isso também fica como lição no filme, já que comumente julgamos pela aparência. O Chefinho é um aparente adulto no corpo de um bebê, tal como nas antigas animações do Pernalonga, porém ele está bem distante disso. Os motivos que o levaram à casa dos Templeton e um pouco de sua personalidade vão direcionar o público a amá-lo.

O vilão e os coadjuvantes.

Essa é outra tirada sensacional por parte do roteiro e da direção. A revelação do verdadeiro vilão ocorre quase no final do filme e garante cenas tensas e divertidas ao mesmo tempo. O poder de manipulação dele é um alerta para o quanto somos suscetíveis aos benefícios da vida moderna, de nossos empregos e, em contrapartida, deixa claro também o quanto isso pode nos distanciar de uma maior interação com a família.
Há um outro vilão bem discreto que serve para nos alertar o quanto estamos deixando nosso lado paternal de lado para amar outras criaturas. Mesmo de forma involuntária, a presença desse vilão é a motivação para o envio do Chefinho à casa dos Templeton.
Já os coadjuvantes são também bebês. Cada qual com sua personalidade e "dons". As participações são poucas e, mesmo assim, garantem momentos divertidíssimos.

Referências mil.

Sim, isso mesmo. Além dos filmes já citados, a animação possui diversas outras referências embutidas - todas dentro do contexto - e que servem para ilustrar não só a imaginação de Tim (que conversa com um despertador Gandalf) como nuances da vida do bebê Chefinho. Tentem pegar todas durante o filme. Atenção especial ao despertador de Tim que garante várias passagens muito engraçadas.

O inimigo do meu inimigo...

Diante de grandes problemas gerados por conta de sua rivalidade, Tim e o Chefinho são direcionados a uma improvável união. Isso é algo que a história pede, além de ser vital para algumas conclusões necessárias.
Dessa união resultam algumas das mais engraçadas cenas do filme, mas também comprovam que os dois são melhores quando juntos. Isso, contudo, não é o ponto alto que fica por conta da carga emocional e a tensão entre os personagens.

Dublagens.

A versão dublada, vista por mim e meus filhos, está sensacional. Vozes marcantes e extremamente adequadas a cada personagem fazem com que o espectador se sinta à vontade, mesmo diante das vozes que não são as originais. Alguns se sentem incomodados com isso, mas eu fiquei bem à vontade para acompanhar as ações e o desenrolar da trama sem o desconforto de ficar lendo as legendas.

A impressão das crianças.

Assistir a uma animação com o olhar de um adulto é algo bem complexo. Deixamos alguns aspectos escapar.
Para evitar isso, estive com meus filhos na pré-estreia. Vi que eles não compreenderam algumas das já citadas referências (já que não assistiram ainda a Indiana Jones ou O Senhor dos Anéis, só para citar), porém acompanhei cada reação diante da beleza dos cenários, da animação em si, suas dancinhas com a trilha sonora e até as vaias ao vilão. No ponto mais tenso do filme eu olhei para minha filha e havia lágrimas em seus olhos, logo substituídas pelo sorriso de quem viu o bem prevalecer.
Saímos plenamente felizes com a animação que vimos.
Diante disso, o que dizer para fechar esta resenha? Bem, pais e filhos irão amar a ação, as emoções despertadas, as referências, as pequenas lições embutidas e, sobretudo, o respeito do roteirista Michael McCullers e do diretor Tom McGrath (“Madagascar”) pelo público. O filme é muito bom, surpreendeu positivamente e mostrou que é perfeitamente possível unir públicos tão distintos (pais e filhos) com uma narrativa bem estruturada e divertida.


terça-feira, 9 de maio de 2017

O verdadeiro Rocky Balboa está em Punhos de Sangue. Estreia dia 25 de maio.


PUNHOS DE SANGUE que estreia dia 25 de maio é a verdadeira história de vida de Chuck Wepner, lutador que inspirou Rocky, a bilionária franquia do cinema que conta a história de um lutador de boxe de Nova Jersey que aguentou por 15 rounds, uma luta do incrível campeonato mundial de pesos pesados, contra o maior lutador de todos os tempos, Muhammad Ali. Em seus dez anos como boxeador, Wepner teve o nariz quebrado oito vezes, 14 derrotas, dois nocautes e um total de 313 pontos. Mas suas lutas mais duras foram fora do ringue – vivendo uma vida de bebedeiras, drogas, mulheres, passando por altos e baixos ao extremo.

* OS MELHORES MOMENTOS DA LUTA VERDADEIRA ESTÃO NO FINAL DO POST. 

PUNHOS DE SANGUE tem direção de Philippe Falardeau (O Que Traz Boas Novas), é protagonizado por Liev Schreiber, como Chuck Wepner; Elisabeth Moss, como a primeira esposa de Wepner; Ron Perlman como Al Braverman, o empresário-treinador que guiou Wepner a sua luta pelo improvável título contra Muhammad Ali; e Naomi Watts como Linda – a salvadora de Wepner – a mulher que amparou sua queda.

O filme também é estrelado por Jim Gaffigan como John Stoehr, amigo fiel de Wepner e que o acompanhou durante toda sua vida; Michael Rappaport como John, seu distante irmão; e Pooch Hall como o icônico peso pesado e campeão mundial Muhammad Ali. Morgan Spector interpreta Sylvester Stallone, que escreveu o roteiro para o filme Rocky, em 1976, após a luta entre Wepner e Ali, conseguindo um total de dez indicações ao Oscar, ganhando três estatuetas, incluindo Melhor Filme. Stallone pode ter interpretado Rocky, mas, na mente de Wepner, e aos olhos de muitos outros, ele era Rocky.

PUNHOS DE SANGUE é tanto sobre Wepner tentando lidar com a repentina fama como o maior azarão quanto é sobre a épica luta quando, há 40 anos, um trabalhador, contra todas as chances, chocou o mundo. “Não é somente um filme simples”, elabora Schreiber nos elementos que o atraíram no material. “Acredito que existe um tema em vários filmes sobre boxe sobre pessoas que vem de um passado violento ou estão revoltadas com o mundo, e aqui temos um homem com uma doçura genuína. Esse personagem realmente me intrigou”.

Esse não é um filme sobre boxe, por assim dizer. É uma história de ascensão, queda e redenção. Ela desafia nossas expectativas”, diz a produtora Lati Grobman. “Temos vários projetos que vem a nós, nós lemos muitos scripts, mas quando recebemos PUNHOS DE SANGUE, Christa e eu ficamos empolgadas. ”

Curtam nossas fanpages: Apogeu do Abismo e Franz Lima. Aproveitem também para assistir ao trailer do filme e os melhores momentos da luta verdadeira entre Muhammad Ali e Chuck Wepner! 


sexta-feira, 5 de maio de 2017

Laerte é redescoberto com o documentário da Netflix, Laerte-se.


Uma das mais respeitadas cartunistas do Brasil, Laerte ganhou destaque ao se assumir como transexual há alguns anos. Mais do que isso, sua vida deu uma guinada enorme não só pelo impacto visual, mas também pelas mudanças na vida das pessoas que lhe eram próximas. 

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Hoje, as coisas são bem mais fáceis, mas quais seriam os impactos de uma nova mudança? Com base na decisão de implantar seios, Laerte inicia uma transição que não passará despercebida. Laerte-se é o primeiro documentário nacional produzido pela Netflix, cuja principal função não é questionar a sexualidade da cartunista, e sim apresentar a todos as nuances do cotidiano da vida de um gênio do desenho. Sem frescuras, sem mentiras e com o humor que é peculiar à cartunista. 

Afinal, a obra de Laerte continua polêmica, bem humorada, crítica e extremamente pertinente ao cenário dos quadrinhos e charges em nosso país. Assistam agora ao trailer e aguardem o lançamento em streaming no dia 19 de maio. O documentário tem direção de Lygia Barbosa da Silva e Eliane Brum com roteiro da duas e de Raphael Scire.
Uma frase define esse documentário: A genialidade não tem gênero.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Palestras, oficinas e outros eventos culturais pela Companhia das Letras.


Semana MáriOswald
Quarta-feira, 26 de abril, às 19h30
Luiz Ruffato conversa com Cristovão Tezza sobre as influências de Mário e Oswald de Andrade em suas obras. O debate faz parte da Semana MáriOswald, que acontece de 25 a 30 de abril em São Paulo. 
Local: Centro Cultural São Paulo - Rua Vergueiro, 1000 - São Paulo, SP

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Simpósio Santo Agostinho
Quinta-feira, 27 de abril, a partir das 9h
Para comemorar o lançamento de Confissões de Santo Agostinho pela Penguin-Companhia, promovemos um simpósio que discute a obra. Confira a programação.

  • Das 9h às 11h - As confissões: Leituras e debates
    Fabrício Klain Cristofoletti (Pós-Doc USP), Roberto Carlos Pignatari (Doutorando USP) e Julia Maia Peixoto Camargo (Mestranda USP). 
  • Das 14h às 16h - Agostinho: crer e confessar
    Profa. Dra. Cristiane Abbund Ayoub (UFABC/USP) e Prof. Dr. Pelayo Moreno Palacios (CEA/USP).
  • Das 16h às 18h - Confisões: Tradução e releituras
    Prof. Dr. Lorenzo Mammi (USP) e Prof. Dr. Moacyr Ayres Novaes Filho (USP).

Lançamento de Dicionário de línguas imaginárias
Quinta-feira, 27 de abril, às 19h
Olavo Amaral autografa o livro Dicionário de línguas imagináriaslançamento da Alfaguara, no Rio de Janeiro. 
Local: Livraria da Travessa - Rua Voluntários da Pátria, 97, Botafogo - Rio de Janeiro, RJ

Debate de lançamento de Tancredo Neves: o príncipe civil
Quinta-feira, 27 de abril, às 19h
Plínio Fraga lança a biografia Tancredo Neves: o príncipe civil, em debate com Marcelo Tas e com o Embaixador Rubens Ricupero.
Local: Livraria Cultura do Shopping Bourbon - Rua Palestra Itália, 500 - São Paulo, SP

Lançamento de Nas águas do Rio Negro
Sábado, 29 de abril, às 16h
Drauzio Varella lança em São Paulo o livro infantil Nas águas do Rio NegroConfira as regras do evento
Local: Livraria Cultura do Conjunto Nacional - Av. Paulista, 2072 - São Paulo, SP

Oficina de quadrinhos do Capitão Cueca
Neste fim de semana, promovemos duas oficinas de quadrinhos do Capitão Cueca! Confira a programação.

  • Sábado, 29 de abril, às 16h
    Local: Saraiva do Shopping Eldorado - Av. Rebouças, 3970 - São Paulo, SP
  • Domingo, 30 de abril, às 16h
    Local: Saraiva do Shopping Pátio Paulista - Rua 13 de maio, 1964 - São Paulo, SP

Flipoços 2017
Começa no dia 29 de abril mais uma edição da Flipoços e da Feira Nacional do Livro de Poços de Caldas. Veja a programação com os autores do Grupo Companhia das Letras. 

  • Abertura oficial - homenagem a Milton Hatoum
    Sábado, 29 de abril, às 19h
    Local: Teatro Benigno Gaia
  • Mesa "Os demônios da escrita", com Bernardo Carvalho e Manuel da Costa Pinto
    Domingo, 30 de abril, às 16h
    Local: Teatro Benigno Gaia
  • Mesa Literatura Portuguesa com Afonso Cruz
    Domingo, 30 de abril, às 17h30
    Local: Teatro Benigno Gaia
  • Palestra "O norte de Milton Hatoum" 
    Domingo, 30 de abril, às 19h30
    Local: Teatro Benigno Gaia

quarta-feira, 19 de abril de 2017

As divertidas aberturas de Phineas e Ferb.


Eles são inteligentes e têm o mais sensacional bichinho de estimação, Perry- o ornitorrinco. Phineas e Ferb são irmãos e vivem as mais incríveis aventuras ao lado de seus amigos e da sempre intransigente irmã, Candace. Para dar mais humor às histórias, o sinistro e atrapalhado Dr. Doofenshmirtz sempre aparece para ser derrotado por Perry. 
As músicas e clips são incríveis e dão muito mais dinâmica à série. Participações especiais também fazem essa série inesquecível.
Recomendo que assistam a cada uma das temporadas e episódios especiais. Esses desenhos fazem parte da infância dos meus filhos e, por sua qualidade, da minha vida também.
Fiquem com algumas das entradas mais legais já apresentadas. Espero que se divirtam muito, assim como eu.


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Abertura de Halloween
Abertura de Natal
Abertura de Inverno
Abertura de Phineas e Ferb - Missão Marvel
Versão acústica feita pela galera do Um Par.
Versão em português de Portugal.
Versão original em inglês.

E, finalmente, a versão brasileira original.

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