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terça-feira, 18 de março de 2014

Anatel promove medidas para impedir o uso dos celulares piratas.


Por: Leyberson Pedrosa, via EBC.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) começou, nesta terça-feira (18), a passar um pente-fino na rede de telecomunicação para identificar os modelos de celulares piratas que existem no Brasil. A partir do levantamento, a Anatel pretende implementar um série de medidas para que os aparelhos sem homologação não funcionem com os chips das operadoras brasileiras.
Contudo, não há um prazo para o início do bloqueio de celulares não homologados e a ação não deve atingir a Copa do Mundo de 2014. De acordo com a Anatel, a primeira etapa do levantamento dos aparelhos celulares no país está sendo realizado pelo Sistema Integrado de Gestão de Aparelhos (Siga) em fase experimental. O bloqueio dependerá do anúncio de medidas futuras para garantir o acesso às redes somente de aparelhos regulares.
Popularmente, esses equipamentos irregulares são conhecidos como celulares piratas ou xing-ling (uma vez que a maioria é produzida na China a baixos custos de produção). Os aparelhos podem possuir marcas próprias ou copiar nome e visual de outras fabricantes.
Segundo a agência, o objetivo da ação é retirar gradualmente do mercado equipamentos de baixa qualidade que entram no país por meio de contrabando.  As medidas também podem abranger outros equipamentos como tablets que utilizam o sinal de rede móvel (3G ou 4G) e que não foram devidamente cadastrados no país.
Mesmo que o aparelho tenha capacidade técnica de funcionamento, todo equipamento que emita sinais de radiofrequência precisa ser certificado pela Anatel para funcionar no Brasil. A partir daí, ganham um número de homologação e o celular é identificado com um símbolo da Anatel. A Anatel analisa critérios técnicos e de segurança para evitar interferência entre diferentes dispositivos ou riscos de dano à saúde do usuário.
Na primeira fase do Siga, a agência pretende identificar quais celulares em operação estão regulares e quais não estão. Posteriormente, a agência poderá impedir novas habilitações em celulares piratas. Em tese, quem tiver um aparelho não homologado e já ativado poderá continuar a usá-lo até o momento em que for necessário substituí-lo. Mesmo assim, em nota de esclarecimento sobre o tema, a Anatel recomenda que os consumidores "não comprem aparelhos de telefone, fixos ou celulares, sem o selo da Agência".
É possível consultar se um produto é homologado pela Anatel. Para isso, acesse o site da agência e detalhe as informações no filtro da pesquisa.

O que é o IMEI do celular?

O IMEI (International Mobile Equipment Identity / Identificação Internacional de Equipamento Móvel) é como se fosse a identidade do aparelho para a rede. Uma vez o aparelho roubado, por exemplo, o dono pode informar o número do IMEI (presente na caixa do produto e nó próprio aparelho) para a operadora, inutilizando o aparelho para habilitações do sinal.
Se o aparelho não for homologado, o número individual e internacional de identificação do equipamento, conhecido como IMEI, não estará no banco de dados de aparelhos regulares das operadoras brasileiras. Atualmente, qualquer celular com um número de IMEI é ativado automaticamente, bastando apenas ao consumidor comprar um chip e cadastrar o seu número de CPF e endereço.
Uma dica sempre válida é anotar o número do IMEI e guardá-lo em lugar de fácil acesso como, por exemplo, em seu e-mail. Para encontrá-lo na maioria dos aparelhos, basta digitar *#06#. O aparelho deve mostar uma sequência de 17 números. Caso não apareça nada, olhe atrás do aparelho.

Franz diz: a medida é interessante para evitar o uso de celulares piratas, porém ela ganharia força e apoio popular se houvesse uma redução sensível dos preços dos celulares originais. Os atuais aparelhos vendidos de forma legal, oriundos de fontes seguras, são caros demais para os padrões brasileiros; mesmo quando baratos, as funções disponíveis são insignificantes para o usuário moderno. É preciso combater a pirataria, mas é vital respeitar o usuário que já paga um absurdo de impostos.


sábado, 26 de janeiro de 2013

Neil Gaiman e a opinião sobre download de livros. Imperdível...


Um vídeo polêmico pela clareza com que Neil Gaiman expõe sua opinião sobre o download de livros e revistas ou a leitura destes pela net. Esclarecedor e sincero, Gaiman prova porque tantos leitores o consideram uma lenda. Coerência e inteligência em palavras que, se fossem mal empregadas, poderiam comprometer sua credibilidade. 
Vejam a íntegra desse vídeo.


segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Game of Thrones: o mais pirateado de 2012.


Fonte: BBC

A série Game of Thrones foi a atração de TV mais pirateada pela internet neste ano (2012), segundo o relatório anual publicado pelo site Torrentfreak.
De acordo com o site, foram feitos 4.280.000 downloads ilegais de um episódio da série, o que representa mais do que a audiência média da série nos Estados Unidos.
O Torrentfreak afirmou que houve um ''pequeno aumento'' no download ilegal pela internet.
O aumento se deu mesmo após uma ampliação nos esforços para bloquear sites que fornecem acesso a conteúdos que infringem direitos autorais.
Investigações realizadas por autoridades dos Estados Unidos, México e Ucrânia levaram ao fechamento de dois dos mais populares sites de compartilhamento ilegal de arquivos em todo o mundo, o Megaupload e o Demonoid.
Game of Thrones é uma adaptação da série de livros fantásticos A Song of Ice and Fire, de George R. R. Martin. O seriado, farto em intriga política, violência e sexo, narra as aventuras fantásticas vividas nos sete reinos imaginários de Westeros, onde verões e invernos duram décadas inteiras

Restrições

O elevado número de download ilegais da série pode estar ligado ao fato de que a HBO, a emissora de TV paga que produz a série, não permite que serviços de streaming americanos, como Netflix, Hulu, Amazon Prime e outros, tenham acesso aos seus programas.
Para ter acesso à programação da HBO, é preciso acessar o serviço de streaming da emissora, o HBO Go Online, que só está disponível para seus assinantes.
Segundo o Torrentfreak, além dos Estados Unidos, a Austrália é um dos países que mais responde pelo download ilegal de episódios de Game of Thrones. Isso estaria ligado ao fato de que os capítulos da série são exibidos na Austrália uma semana depois da exibição original nos Estados Unidos.
Na opinião do editor do Torrentfreak, Ernesto Van Der Sar, o pirateamento de programas de TV poderia ser reduzido se os produtores de algumas das atrações televisivas mais pirateadas tornassem o conteúdo de suas acessível a um número maior de pessoas.
''Nem todas as pessoas que pirateiam o fazem porque é de graça, a disponibilidade também é um grande fator. A maior parte dos títulos que integram a lista de 10 séries mais pirateadas estão protegidos por paywalls e não são amplamente distribuídos. Se as companhias de TV as oferecessem a uma audiência maior, a pirataria seria menor do que é atualmente'', afirma Van Der Sar.
''Mas não tenho certeza de que do ponto de vista dos lucros essa seria a melhor decisão, já que eles se valem dessas assinaturas caras e ainda conseguem vender muitas delas. Se eles fossem permitir que as pessoas baixassem episódios avulsos do Netflix, por exemplo, eles provavelmente não fariam tanto dinheiro'', acrescenta o editor do Torrentfreak.

Medidas antipirataria

Diversos países estão tomando ações para coibir a pirataria. Os Estados Unidos e a Rússia - um dos países onde mais ocorrem downloads ilegais - assinaram um tratado conjunto se comprometendo a apreender e destruir equipamentos usados para piratear arquivos, a atuar juntos na criação de leis de combate aos downloads ilegais.
Entre as possíveis medidas estaria uma lei a ser implementada na Rússia que faria de servidores de internet possam ser punidos por dispor de conteúdo pirata em suas redes.
Os grandes servidores de internet americanos intruduzirão a partir do ano que vem um plano mediante o qual suspeitos de pirataria receberiam uma série de cartas de advertência e, se não cumprirem as determinações estariam sujeitos a punições como a redução da largura da banda e outras.
A Grã-Bretannha também pretende adotar medidas similiares a partir de 2013.

Franz says: não há mercado que possa competir com impostos abusivos, atraso de lançamento e preços altos. Os fãs preferem suas séries originais e, quase sempre, se sacrificam para tê-las assim. Porém é indiscutível que a faixa de preços de uma série em Blu-ray está altíssima. Que esta notícia sirva de alerta para os empresários que desejam enriquecimento às custas do entretenimento da população. Até quando vão nos explorar?




quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Escritora brasileira lança campanha contra pirataria com pintura corporal. Via G1


Fonte: G1

A escritora brasileira Vanessa de Oliveira fará um novo protesto contra a pirataria de livros. Desta vez, mostrará seus atributos físicos em território nacional, a começar por fotos para ilustrar a campanha por ela idealizada. A autora ganhou fama após aparecer nua em frente ao palácio do governo do Peru, em Lima, em julho. Ela descobriu que uma de suas seis obras – “O diário de Marise - A vida real de uma garota de programa” – era vendida em barraquinhas clandestinas nas ruas da cidade.
O novo topless está programado para domingo (12), na livraria Martins Fontes da Avenida Paulista, na Zona Sul de São Paulo, às 15h30. O evento faz parte da nova agenda da escritora. A ex-garota de programa, de 37 anos, encabeçou uma campanha contra a cópia e venda ilegal de livros e pretende usar seu corpo para fazer piquetes internacionais.

O protesto em um ambiente privado foi sugestão de Vanessa à editora Martins Fontes, que comercializa seus livros. De volta ao Brasil, ela aproveitou a repercussão no país vizinho para arrebatar aliados mundiais. "Fiz a oferta de autografar meus livros e falar sobre os danos da pirataria, e eles toparam na hora. Estarei apenas de calcinha, com os dizeres escritos pelo corpo, tentando conscientizar as pessoas", conta ao G1.

Na próxima semana, deve retornar ao Peru após convite da editora Help. Em dezembro, participará da Feira do Livro de Guadalajara, no México. Antes de embarcar em viagens internacionais, Vanessa recrutou amigos e profissionais interessados na causa e produziu fotos e vídeo para a campanha que elaborou sozinha.
Nas imagens, usou tinta branca, preta e vermelha para colorir o próprio corpo com os dizeres “Pirataria não” em diferentes idiomas. “Amo a cor vermelha. O preto simboliza o mercado negro, e o branco é a cor usada para ilustrar a caveira, no logo da campanha", justifica. As nacionalidades estão representadas nas pernas, nos braços, na barriga, no colo e no quadril. Para traduzir a expressão, pediu ajuda aos amigos e fãs que residem fora do Brasil via Facebook e Twitter. Por fim, checou as grafias nos dicionários e na internet.

O material teve apoio de uma fotógrafa, maquiadora, publicitários e um produtor de vídeos. Todos os profissionais aderiram de forma voluntária. Para a sessão de fotos, a escritora dormiu com uma cinta modeladora e amargou mais de 24 horas em jejum. Também suportou as baixas temperaturas do inverno catarinense em prol da revolução literária.
“Queria estar com a barriga bonita no vídeo. Na foto dá pra usar o Photoshop, mas no vídeo não tem como. Dormi com cinta na barriga pra ficar com a cinturinha bem fininha e passei um dia sem comer.”
Vanessa foge de tabus e preconceitos. Para ela, a nudez é uma bandeira coerente com seu estilo de vida. São raras as vezes em que está vestida dentro de sua casa. "Gosto de ficar pelada. A maior parte dos meus livros eu escrevo sem roupa."
Ela não teme que o excesso de exposição renda uma repercussão negativa, tampouco pretende mudar sua estratégia para se fazer ouvir. “Você fica pelada e o povo para, chama atenção. O que significa se expor demais? Não tenho problema com isso. Se tivéssemos um clima bom, e todo mundo ficasse nu, seria bem melhor", convoca.

Franz says: A pirataria é um problema cada vez maior em todas as áreas do entretenimento e da cultura. Livros, filmes, peças teatrais... não há nada que esteja livre da ação dos que vivem às custas da venda da produção cultural de outros.
No caso de Vanessa, o que chama a atenção é a forma de protesto. Bela, ela usa seu corpo para atrair ainda mais a atenção das mídias sobre o problema. Fica, entretanto, a questão: ela também não está divulgando seu próprio trabalho e até usando seu visual para colher frutos futuros? Apesar que, mesmo que esteja, é direito dela mostrar o corpo e receber algum favorecimento por conta disso. Correto ou não (nada tenho contra, enfatizo), o fato é que o recado dela foi ouvido... e visto.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Ação bilionária da Viacom contra o YouTube avança


Fonte: Gizmodo. Por Mario Aguilar

A Corte de Apelações dos Estados Unidos, em Manhattan, acabou de sentenciar que o YouTube terá que se defender de uma ação da Viacom na justiça. A Viacom processou o YouTube em 2007 em US$ 1 bilhão, alegando que o site era responsável pela enorme quantidade de material sob copyright enviado por seus usuários.
Em 2010, uma corte inferior havia julgado que o YouTube estava protegido da responsabilidade sobre o que seus usuários fazem porque a empresa estava de acordo com os procedimentos do DMCA, a lei de direitos autorais norte-americana. Sob o Digital Millenium Copyright Act, o YouTube deve remover vídeos ofensivos quando for notificado pelos detentores da sua existência. De acordo com a nova sentença, o YouTube não pode apenas se fingir de cego e esconder-se atrás do DMCA:
"Um julgador sensato acharia que o YouTube tinha ciência ou conhecimento de atividades específicas que infringem a lei eu seu site’, um painel de dois juízes disse na decisão de 39 páginas.”
O resultado do caso recairá totalmente em se o YouTube “sabia” que todo esse material protegido estava lá e o que “saber” significa. Embora o YouTube seja muito bom em remover material do site quando requisitado, a Viacom provavelmente alegará que a empresa deveria tomar ações proativas ao identificar conteúdo passível de remoção. 
 

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