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quinta-feira, 21 de abril de 2016

Robin Hood Bizzaro: a Anatel decide roubar dos pobres para dar aos ricos



Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo. #apogeudoabismo

A polêmica não poderia ser menor. A Anatel, órgão responsável por ditar as regras na comunicação do Brasil, resolveu – sem prévio aviso – impor uma medida que cria limites para a quantidade de dados que cada usuário da internet pode usar por mês. Para que você se situe, hoje pagamos por velocidade de tráfego de dados, isto é, sua conexão tem “x” Mbps (Megabits por segundo). Comparativamente, a velocidade da internet brasileira está bem abaixo da média mundial, já que em 2015 ocupávamos o 89º lugar, abaixo da Argentina, Chile e Uruguai, conforme aponta estudo feito pela empresa Akamai e divulgado através do relatório “State of internet” (leia mais pelo Olhar Digital).

O relatório mostrou que a média de conexão dos brasileiros é de 3,4 Mbps, velocidade muito baixa, principalmente quando comparamos com o resto do mundo. A Coréia do Sul, a mais rápida, tem apenas 23,6 Mbps de média na conexão, algo obtido através de pressão do governo nas operadoras que terão seus direitos perdidos caso não apresentem uma velocidade compatível com aquela estipulada pela agência reguladora e, óbvio, com aquilo que os usuários esperam e pagam.

Mas não pense que na Coréia o preço por essa velocidade é alto. Na verdade, o governo investiu com antecipação na infraestrutura para a navegação. Com planejamento e inteligência, os sul-coreanos criaram uma política de tráfego de dados coerente com as necessidades do povo, das empresas e de um país consciente da importância da internet na vida do cidadão comum e do próprio governo. Não é luxo, é necessidade. Um país com uma internet lenta está defasado em relação aos demais que tem conexões rápidas. Lembremos que a web não é usada apenas para assistir a programação da Netflix, Youtube ou baixar filmes. Estudar (invariavelmente com o uso de vídeo aulas), pesquisar, ler, acessar rádios do mundo todo, programar... são inúmeros os recursos da internet que estão cada vez mais pesados (em termo de dados trafegados), pois a qualidade do que lemos e vemos é cada vez maior.

Eu acho inadmissível que um governo (assim como as operadoras que receberam a permissão para fornecer serviços de navegação online) não tenham – a longo prazo – previsto isso. Antes, um vídeo tinha péssima qualidade, pixelizado e com áudio ruim, fatos que o deixavam com um tamanho pequeno. Hoje, um filme é disponibilizado em full HD para baixar ou ser assistido por meio do streaming, o que implica em dizer que os dados serão muito maiores. Basta que lembremos que filmes em formato rmvb tinham, em média, tamanho de 500 Mb, ao passo que os mesmos em formato mkv têm sua média em torno de 2 Gb.

Outro absurdo que a Anatel e as operadoras desconsideraram foi o aumento da população ao longo dos anos. Temos mais de 200 milhões de pessoas no país e , obviamente, o número de usuários irá aumentar ao longo dos anos. A regra é bem simples: se em 2000 uma família era composta por um casal e dois filhos de apenas 2 anos cada, teremos dois usuários de internet usando a conexão. Dez anos após, a mesma residência terá os pais e mais dois adolescentes de 14 anos que, certamente, serão usuários mais ávidos por consumir através da internet que seus pais. O exemplo cita uma única família, apliquem isso a todo o país...

Agora, voltando ao título do texto, vou explicar o porquê nomeei a Anatel de Robin Hood Bizarro (alusão a um dos inimigos do Superman). Bem, o fato é que estamos diante de uma agência que deveria regularizar e fiscalizar as operadoras para que estas não manipulem informações de forma a ludibriar o consumidor. A Anatel é a ferramenta que garante, pelo menos no papel, a honestidade nos preços e serviços oferecidos por empresas como a Oi, Tim, Claro e Vivo (as gigantes da telecomunicação no Brasil). Essas operadoras jamais irão ter prejuízos com o fornecimento de internet aos brasileiros. Elas enriqueceram de forma vergonhosa com o fornecimento de pacotes de dados que prometiam velocidades “altas” de navegação, mas que jamais eram reais. Foram anos em que o usuário navegava com uma velocidade paga que, na verdade, jamais era fornecida. Isso quase não ocorre mais em função das ferramentas de fiscalização e, claro, do aumento do conhecimento do usuário. Mas é fato que estamos anos-luz distantes de uma internet justa, seja no preço ou na velocidade.

Então, alguém me explique, a Anatel resolve blindar a quantidade de dados que um usuário pode usufruir ao mês. Comparativamente, você poderia ir do Rio de Janeiro a São Paulo com um tanque e, agora, o trajeto é interrompido na metade do caminho, não importa se ainda resta gasolina que você comprou. Quer continuar a andar? Pague mais.

Ora, de que lado a Anatel está? Ela resolve impor taxas ao consumidor (que ainda recebe um péssimo serviço) para beneficiar as ricas empresas que provêm a internet? Não há algo estranho nessa história? Novamente o cidadão comum é oprimido, desconsiderado por quem deveria defendê-lo. A situação é ridícula e cria um clima de “ditadura digital” onde eu e você, consumidores comuns, teremos que nos submeter aos caprichos do presidente da Anatel que resolveu impor isso em um evidente conluio com as grandes operadoras.

Vou frisar que somos um dos países onde os cidadãos mais pagam impostos no mundo. Trabalhamos para sobreviver à carga tributária e aos aumentos de todos os serviços. Ficaremos calados diante de mais uma medida corrupta e prejudicial ao cidadão? Jamais!

Tenha consciência de que você tem seus direitos. Proteste e faça com que estas informações cheguem ao máximo de pessoas possível. Não somos omissos e não acataremos mais uma medida descabida e protetora às grandes empresas. A Oi, Vivo, Tim, GVT, Embratel e Claro, entre outras, têm lucros exorbitantes, fato provado por sua permanência em um país com carga de tributos imensa. O que está acontecendo é que fomos traídos por quem deveria proteger-nos. E essa traição é fruto, afirmo, de acordos entre operadoras e a presidência da Anatel que, claramente, está sendo beneficiada nessa jogada.

Isso gerará lucros para as empresas e também para os que permitiram esses lucros. Alguém ainda pensa que a Anatel (e suas lideranças, incluindo o presidente João Rezende) não levará nada com essa história? Tem que ser muito inocente para acreditar nisso.

Por fim, se hoje o dinheiro está escasso para um simples cinema ou passeio e você tinha a internet como fonte de entretenimento e conhecimento, saiba que tudo irá piorar caso deixemos que o xerife dê mais dinheiro ao príncipe John. 

Por uma #internetjusta.

domingo, 3 de janeiro de 2016

A benevolência do explorador: sobre o aumento do salário mínimo...


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo

Vamos aos fatos. O país está em uma crise gigante. O aumento do salário mínimo não será suficiente para repor as perdas inflacionárias apontadas pelo governo, imaginem, então, as perdas que nós sentimos diariamente no bolso. Sim, pois se a inflação oficial é de “apenas” 1,18 segundo o IBGE em dezembro e índice acumulado de 11,14 no ano. Concorda com isso? Pergunte ao seu bolso se isso é real, pois os aumentos de luz, água, gás, alimentação, remédios, transporte e outros itens fundamentais não indicam isso.

O botijão de 13 quilos sofreu aumento de 15% em agosto, mas teve de outubro de 2014 a outubro de 2015 um acúmulo de 21%. Os aumentos na conta de luz somam mais de 50%. O fornecimento de água ultrapassou os 15%. Os transportes públicos sofreram variações em torno de 25%, conforme o Estado. Então, para suprir tais agruras, o Governo Federal concede o misericordioso aumento do salário mínimo de 11,6%. Digam-me sinceramente, quem vive com R$ 880,00? Sobreviver com essa quantia é uma realidade de quase 40 milhões de brasileiros. Sobreviver. Viver, ter direito ao lazer, acesso à cultura, alimentação digna, vestuário, transporte, estudo dos filhos... não, não é possível fazer 5% do que citei com essa quantia irrisória. Mas reparem que eu não lancei o pagamento de IPTU, IPVA e outros impostos cuja destinação final nós não veremos. E como não citar os que moram através de aluguel? 

Hoje, dia 03 de janeiro, já recebemos ótimas notícias através da mídia. Ônibus e táxis aumentarão hoje, no Rio de Janeiro e em Salvador. As tributações sobre smartphones, tablets, notebooks e bebidas alcoólicas aumentaram. 

Então, me digam: qual a benevolência em receber um aumento no salário mínimo se, invariavelmente, tudo aumenta para acompanhar e repassar o benefício que o trabalhador recebeu? A verdade, gostem ou não, é que vivemos diante de um governo que paga o preço de anos de política populista. As bolsas, os vales, o pagamento de universidades e cursos às custas dos cofres públicos acabaram por ruir. Seria magnífico que o governo pudesse arcar com todos esses benefícios, mas existe muita coisa por trás dessa política de "mãe para filho". O que enxergo claramente é uma política que foi muito bem usada para manter o poder nas mãos de um mesmo grupo. Entretanto, esse grupo não planejou a longo prazo, não estava preparado para uma crise econômica e, pior, não mensurou os estragos que os roubos de seus próprios partidários fariam aos cofres públicos. 

Caso você seja um dos que está contente com esse "aumento" vertiginoso no salário mínimo, relembro e peço que veja o quanto perderá só com os novos aumentos, impostos e taxas que vigoram ou vigorarão a partir de janeiro. 

Não se deixe enganar. Enquanto suas bandeiras são agitadas por causa de alguns reais, deputados, senadores e todo tipo de político recebem aumentos desrespeitosos à maioria assalariada brasileira. Como se isso não bastasse, só para enfatizar, o deputado federal Edinho Bez recebeu 6.561 reais para participar de Visitas técnicas aos portos da Cidade do Panamá e Colón (Panamá), Limón e Puntarenas (Costa Rica) em janeiro de 2015. Passagens de avião por conta do contribuinte, devo acrescentar. O relatório dessa produtiva viagem - que poucos brasileiros tomaram ciência - está neste link: Relatório missão oficial. Óbvio que tais viagens não foram exclusividade do citado deputado...

Sendo assim, finalizo este texto com uma breve comparação: hoje, no Brasil, pagamos tributos abusivos, mal empregados e duvidosos para encobrir a ingerência, os desvios de verbas e uma gama de investimentos escusos em outros países. Tal como na lenda de Robin Hood, nossos impostos financiam uma corja de ladrões, uma quadrilha formada por políticos, empresários, banqueiros e pessoas com poder político ou financeiro. O único porém é que, até o momento, não temos um Robin Hood para minimizar os estragos.

Mas, tudo bem. Pelo menos o salário mínimo aumentou, não? 


domingo, 17 de maio de 2015

Site da Receita Federal tem endereço eletrônico diferente. Entenda mais...


Ao acessar o site da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br), não se surpreenda se aparecer um endereço diferente. Agora, o Governo Federal implantou a Identidade Digital de Governo - IDG - projeto para padronização dos sites dos órgãos públicos federais onde a meta é tornar mais amigáveis os portais dos órgãos públicos federais e otimiza a comunicação com o cidadão.
Mesmo que digite o endereço antigo, você será redirecionado para o http://idg.receita.fazenda.gov.br/. Logo, não se preocupe. Não é uma página clonada ou algo similar.





terça-feira, 18 de março de 2014

Anatel promove medidas para impedir o uso dos celulares piratas.


Por: Leyberson Pedrosa, via EBC.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) começou, nesta terça-feira (18), a passar um pente-fino na rede de telecomunicação para identificar os modelos de celulares piratas que existem no Brasil. A partir do levantamento, a Anatel pretende implementar um série de medidas para que os aparelhos sem homologação não funcionem com os chips das operadoras brasileiras.
Contudo, não há um prazo para o início do bloqueio de celulares não homologados e a ação não deve atingir a Copa do Mundo de 2014. De acordo com a Anatel, a primeira etapa do levantamento dos aparelhos celulares no país está sendo realizado pelo Sistema Integrado de Gestão de Aparelhos (Siga) em fase experimental. O bloqueio dependerá do anúncio de medidas futuras para garantir o acesso às redes somente de aparelhos regulares.
Popularmente, esses equipamentos irregulares são conhecidos como celulares piratas ou xing-ling (uma vez que a maioria é produzida na China a baixos custos de produção). Os aparelhos podem possuir marcas próprias ou copiar nome e visual de outras fabricantes.
Segundo a agência, o objetivo da ação é retirar gradualmente do mercado equipamentos de baixa qualidade que entram no país por meio de contrabando.  As medidas também podem abranger outros equipamentos como tablets que utilizam o sinal de rede móvel (3G ou 4G) e que não foram devidamente cadastrados no país.
Mesmo que o aparelho tenha capacidade técnica de funcionamento, todo equipamento que emita sinais de radiofrequência precisa ser certificado pela Anatel para funcionar no Brasil. A partir daí, ganham um número de homologação e o celular é identificado com um símbolo da Anatel. A Anatel analisa critérios técnicos e de segurança para evitar interferência entre diferentes dispositivos ou riscos de dano à saúde do usuário.
Na primeira fase do Siga, a agência pretende identificar quais celulares em operação estão regulares e quais não estão. Posteriormente, a agência poderá impedir novas habilitações em celulares piratas. Em tese, quem tiver um aparelho não homologado e já ativado poderá continuar a usá-lo até o momento em que for necessário substituí-lo. Mesmo assim, em nota de esclarecimento sobre o tema, a Anatel recomenda que os consumidores "não comprem aparelhos de telefone, fixos ou celulares, sem o selo da Agência".
É possível consultar se um produto é homologado pela Anatel. Para isso, acesse o site da agência e detalhe as informações no filtro da pesquisa.

O que é o IMEI do celular?

O IMEI (International Mobile Equipment Identity / Identificação Internacional de Equipamento Móvel) é como se fosse a identidade do aparelho para a rede. Uma vez o aparelho roubado, por exemplo, o dono pode informar o número do IMEI (presente na caixa do produto e nó próprio aparelho) para a operadora, inutilizando o aparelho para habilitações do sinal.
Se o aparelho não for homologado, o número individual e internacional de identificação do equipamento, conhecido como IMEI, não estará no banco de dados de aparelhos regulares das operadoras brasileiras. Atualmente, qualquer celular com um número de IMEI é ativado automaticamente, bastando apenas ao consumidor comprar um chip e cadastrar o seu número de CPF e endereço.
Uma dica sempre válida é anotar o número do IMEI e guardá-lo em lugar de fácil acesso como, por exemplo, em seu e-mail. Para encontrá-lo na maioria dos aparelhos, basta digitar *#06#. O aparelho deve mostar uma sequência de 17 números. Caso não apareça nada, olhe atrás do aparelho.

Franz diz: a medida é interessante para evitar o uso de celulares piratas, porém ela ganharia força e apoio popular se houvesse uma redução sensível dos preços dos celulares originais. Os atuais aparelhos vendidos de forma legal, oriundos de fontes seguras, são caros demais para os padrões brasileiros; mesmo quando baratos, as funções disponíveis são insignificantes para o usuário moderno. É preciso combater a pirataria, mas é vital respeitar o usuário que já paga um absurdo de impostos.


terça-feira, 11 de março de 2014

Quando o governo autoriza a morte de pessoas em troca de impostos



Por: Franz Lima
Somos críticos naturais do uso da maconha, crack ou outras drogas ilícitas. É errado consumir tais substâncias devido aos males por elas provocados. Esse é o senso comum sobre o assunto. E há algo de errado nisso? Não, não há nada de errado em criticar e se opor aos entorpecentes, pois eles são potencializadores do lado negro do ser humano. 
Caso tenha estômago e coragem, analise algumas das estatísticas de mortes de jovens no país e verá que a maioria - e não estou exagerando - ocorre após o uso de produtos que tiram o ser humano de seu estado normal. Drogas são um câncer e matam mais do que guerras.
Mas o que diferencia essas drogas ilícitas das que são comercializadas normalmente? Por que é correto comprar o cigarro, a cerveja, o whisky ou a cachaça? O fato de pagarem impostos e serem comercializadas em estabelecimentos como bancas de jornais, bares ou restaurantes dimunuem os estragos produzidos por elas?
Os acidentes provocados em estradas e nas cidades por causa do uso do álcool são cada vez mais frequentes. Vidas são destruídas em fração de segundos. Acrescentemos a isso os incontáveis prejuízos dos que passarão por anos de fisioterapia ou tratamento para recuperarem-se dos estragos sofridos. 
Junte a esses problemas os inúmeros traumas psicológicos gerados pelo descontrole causado pelas bebidas alcoólicas: famílias desestruturadas, brigas, violência, dependência química, péssimos exemplos aos filhos e até a morte. Mesmo pagando seus impostos e não recebendo o título de 'droga', as bebidas alcóolicas, tão comuns nas baladas e comemorações, são responsáveis diretas pela morte de milhares de pessoas todos os anos. Acrescente outros milhares de homens e mulheres com sequelas provocadas pelos atos descontrolados dos usuários.
E o que falar dos cigarros? Hospitais recebem, tratam e, eventualmente, perdem milhares de pacientes que fizeram uso do cigarro. Eles são tão viciados quanto os usuários de crack, cocaína e maconha. Entretanto, seus fornecedores não sofrem quaisquer represálias da polícia ou de qualquer órgão repressor. São vendidos livremente e até para crianças, mesmo diante de uma lei que proíba tal ato. O fato é que existe uma fiscalização forte, porém nem sempre eficiente, contra o tráfico de drogas e, em contrapartida, não há quaisquer impecilhos para comprar, vender e usar o cigarro. 
E quais conclusões pode-se tirar disto? O Governo não reprime quem lhe dá lucro. As rídiculas propagandas no fundo dos maços de cigarro de nada servem. As Operações da Lei Seca tornaram-se grandes fontes de renda para os governantes, ainda que essa ação seja louvável e tenha obtido ótimos resultados. Nossos jovens continuam tendo acesso em baladas a todo tipo de bebida, drogas e cigarro. Esse acesso tem seu preço: morte, brigas, vício, acidentes, estupros e uma infinidade de problemas de igual porte ou piores. Esse é o preço que a sociedade paga quando os governos recebem para não proibir. 
Não pensem que sou um repressor. Não apóio as proibições, contudo é inegável que o câncer, o alcoolismo e a morte rondam as famílias dos usuários desses produtos que cumprem com seus deveres e pagam aquilo que a lei cobra. São legais perante as leis, porém são tão criminosas quanto um indivíduo que pega uma arma e atira contra um inocente.
São palavras duras e que poderiam ser evitadas, já que irão ofender muitos. Mas a verdade é uma: a omissão também é um crime.




terça-feira, 2 de abril de 2013

Satisfeito com seu país e os tributos que ele cobra? Parte II.


Dando continuidade ao alerta sobre a exploração que assola os brasileiros, apresento-lhes um ótimo vídeo produzido para clarear algumas dúvidas sobre o preço de nossos automóveis em comparação com os de outros países. Vergonha total...



O vídeo foi disponibilizado pelo canal do Otário. Sigam e divulguem esse ótimo trabalho:

http://www.CanalDoOtario.com.br (site do Canal do Otário)
http://facebook.com/CanalDoOtario (Curta a página no Facebook)
http://twitter.com/CanalDoOtario (Siga-me no Twitter)
http://youtube.com/OtarioAnonymous (Original)

Satisfeito com seu país e os tributos que ele cobra? Parte I.



Não é preciso ser nenhum economista para concluir que o preço de tudo (TUDO) no Brasil é extremamente abusivo. Alimentação cara, aluguéis pela hora da morte, transporte público caríssimo e ineficiente, educação de ótima qualidade a preço de universidade de primeiro mundo (inclua-se os livros e verá que é mesmo uma despesa alta) e até nossos quadrinhos tem preços elevados. Mas, para ilustrar o quanto somos roubados com esses impostos absurdos e as 1.312.416,79 taxas que minam nosso poder aquisitivo, peço que vejam com atenção a diferença entre os preços dos automóveis usados nos EUA e os que temos aqui. Relembro que um carro popular, hoje, custa em média a módica quantia de R$ 28.000,00 apenas (!?!?).
Mas se mesmo após esse vídeo de terror, você ainda não estiver convencido e revoltado, veja o próximo post e tenha um bom infarto. 
Não deixe de ver a segunda parte deste post...
Franz.
P.S.: há dados mais embasados nesta reportagem do Terra


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