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Mostrando postagens com o rótulo Capitalismo

Ancine acusou a projeção de Jogos Vorazes: a Esperança, de predatória.

Por: Franz Lima   Essa foi uma das mais estúpidas notícias que li nesse mês.  Uma matéria publicada pela Folha de São Paulo indicava que a Ancine estava insatisfeita com a ocupação do blockbuster "Jogos Vorazes: a Esperança - Parte 1" nas salas de cinema nacionais.  Obviamente que já nos deparamos com situações similares, incluindo filmes nacionais como Tropa de Elite, apenas para citar.  Mas não é a declaração em si que me surpreendeu negativamente. O que achei estranho é uma empresa do porte da Ancine mostrar repúdio ao previsível, ao inevitável em uma sociedade puramente capitalista.  Partamos do princípio de que um filme influente (em muitos sentidos) como a franquia 'Hunger Games' teria um espaço maior que os filmes autorais ou de menor expressão. Isso é óbvio demais, até para quem não entende absolutamente nada de cinema. O produto que mais vende é o que terá maior exposição. Isso é negociar no sentido mais amplo e verdadeiro. Demérito para ...

Tempos Modernos, de Charles Chaplin. Análise completa da obra.

Por: Franz Lima . Tempos modernos é um filme dirigido e atuado por Charles Chaplin, onde a moderna e competitiva sociedade é retratada de forma irônica, porém correta. Os exageros servem para evidenciar os prejuízos que o ritmo moderno, acelerado, pode trazer ao homem. A genial cena de abertura mostra ovelhas em trote acelerado, enquanto na transição vemos homens, uma multidão, saindo do subterrâneo dos trens, uns indiferentes aos outros, cada um preocupado com sua própria vida. Com um humor ácido, Chaplin aborda os malefícios de uma sociedade industrial e consumista. Em prol de lucro e produção, o patrão sacrifica seus funcionários, levando-os ao extremo do desgaste pelo trabalho. A repetição e a alta carga horária são outros pontos mostrados de forma ímpar. NOTA: Essa era uma realidade comum que foi modificada apenas recentemente através de novas leis trabalhistas, porém contornadas por jogadas e armações de fáb ricas e patrões. Por causa de tama...

Ron English e a crítica à atual sociedade e seus valores deturpados.

Fonte: Popaganda O que pode resultar da união de temas como rock, política, sexo, arte, loucura, surrealismo, pesadelos, quadrinhos, guerra, humor e extremismo, entre outros? Certamente algo no mínimo diferente. Valendo-se de uma imaginação fértil e técnicas das mais variadas, Ron English cria obras gráficas que criticam, alertam, surpreendem e, acima de tudo, encantam não só pelo apuro no trabalho, mas também por mostrar-nos o quanto somos influenciado pela dita "cultura de massa". Não sei se a intenção dele é realmente a de usar a arte como um instrumento da conscientização quanto aos perigos do consumismo, das guerras e outros males, porém garanto que boa parte de suas obras podem ser usadas para tal fim. Conheçam mais do autor no site que está no início do post e, caso gostem dessa matéria, peço que divulguem.