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Mostrando postagens com o rótulo Ditadura

Superman: Red Son. Uma das melhores animações da DC/Warner.

A Marvel foi a editora que se consagrou com suas histórias dos chamados Elseworlds, os Universos Alternativos, mas uma das melhores histórias sobre “O que aconteceria se…” envolve ninguém menos que o Superman e a visão de um mundo onde o herói teria descido na URSS ao invés de nos EUA. A trama é uma adaptação da história em quadrinhos “ Superman. Entre a Foice e o Martelo ”  escrita por Mark Millar e desenhada por Dave Johnson, Kilian Plunkett, Andrew Robinson e Walden Wong. Nesta aventura, a União Soviética recebe o privilégio de ter seu Homem de Aço. Mas nem sempre foi assim, pois o jovem Solnyshka (segundo o Google tradutor, esse nome significa “O Sol”) há pouco descobrira seus poderes. Tal como o Jesus bíblico, ele manifesta seus dons apenas após os 12 anos. Ele tem uma amiga que o “defende” contra os valentões, a jovem Svetlana (alguém lembrou de Lana Lang?). O tempo passa e Josef Stalin é o detentor do poder e das ações do Superman. O Filho da Rússia...

Review do filme Transcendence. Uma obra que irá fazê-los refletir.

Por: Franz Lima . Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo . Desde que a revolução Industrial ocorreu no século XIX, as máquinas têm sido uma preocupação que atormenta o ser humano. São visíveis os progressos obtidos pela tecnologia, assim como também são notórios os temores diante das inovações. Isaac Asimov escreveu muito sobre o tema da tecnologia sobrepujando a humanidade. Alguns filósofos meditam acerca do domínio tecnológico, da presença massiva das revoluções industriais que ocorrem a cada novo dia, no nosso cotidiano. O filme Matrix mostrou, ainda que de forma grandiosa, os efeitos de uma sociedade cujos anseios por evolução e comodidade tecnológica podem trazer.  Em o Exterminador do Futuro, as máquinas são o vilão, responsáveis pelo quase extermínio dos humanos. A teoria da criatura se voltando contra o criador está presente no inconsciente humano, seja por meio de histórias como Frankenstein, seja pelo notório medo do uso da tecnologia para melhorarmos. Células-t...

Agenda cultural divulgada pela Companhia das Letras.

Papos & Ideias com Luiz Hanns Quinta-feira, 17 de março, às 20h Autor de  A arte de dar limites , Luiz Hanns conversa sobre o livro no encontro Papos & Ideias. Local: Livraria Saraiva do Shopping Iguatemi Alphaville — Alameda Rio Negro, 111, Alphaville — Barueri, SP Lançamento de  Ah , c omo era boa a ditadura… Quinta-feira, 17 de março, às 18h Luiz Gê autografa  Ah, como era boa a ditadura…   em São Paulo. Local: Cia. dos Livros Mackenzie — Rua da Consolação, 896, Higienópolis — São Paulo, SP Lançamento de  Histórias de antigamente Sábado, 19 de março, às 13h Patricia Auerbach e os alunos dos 3º anos do Centro Educacional Brandão participam do lançamento do livro  Histórias de antigamente . Local: Livraria Casa de Livros — Rua Capitão Otávio Machado, 259 — São Paulo, SP

Instituto Vladimir Herzog lança projeto de financiamento coletivo para história em quadrinhos sobre Vlado

Iniciativa prevê tradução e impressão de obra criada na Itália sobre a trajetória de Vladimir Herzog em paralelo às recentes manifestações populares no Brasil No ano em que o assassinato do jornalista Vladimir Herzog por agentes da ditadura militar completa 40 anos, o Instituto Vladimir Herzog realiza uma série de atividades para relembrar essa data tão importante para a História do país. Um desses projetos consiste na tradução para o português e publicação de uma história em quadrinhos criada na Itália pelos artistas Ivan Grozny, Giovanni Battistin, Alberto Rizzi e Marco Bellotto. Os jornalistas italianos vieram ao Brasil para produzir reportagens sobre a Copa do Mundo, descobriram a história de Vlado e tiveram a iniciativa de transformá-la em quadrinhos. A obra reconta a saga da família Herzog desde sua fuga da Croácia, passando pela Itália fascista durante a II Guerra Mundial e destaca a vida do jornalista e experiência profissional até sua morte pelos agentes da di...

A polêmica sobre a continência: o que chocou tanto?

Por: Franz Lima   A revista Carta Capital, de circulação nacional, veiculou uma matéria onde critica de forma veemente o gesto de alguns atletas que prestaram continência durante a execução do Hino Nacional ao ganharem medalhas.  Em resposta - ainda que tardia - a tal observação feita por Rodrigo Borges no artigo  Atletas prestam continência no pódio: por que isso não deveria ser aceito , resta-me frisar que eles não se manifestaram de forma ideológica, mas, sobretudo, patriótica. O ato da continência é uma forma de respeito à Bandeira e ao Hino Nacional. Na condição de militares, temporários ou não, a demonstração de respeito aos símbolos máximos de nosso país é algo que está arraigado no comportamento de quem serve à Pátria na condição de militar, seja do Exército, Marinha, Aeronáutica, Polícia Militar ou Bombeiros.  O que me surpreende é ver um artigo mal redigido e pouco embasado ter recebido um espaço na Carta Capital. Não vou sequer entrar no mérito da ...

Gregorio Duvivier e outros autores estão na lista de eventos da Companhia das Letras. Não percam!

Sessão de autógrafos com Consuelo Dieguez Quinta-feira, 27 de março, às 19h Consuelo Dieguez autografa seu novo livro, Bilhões e lágrimas – A economia brasileira e seus atores . Local: Livraria da Travessa Leblon – Av. Afrânio de Melo Franco, 290 – Leblon – Rio de Janeiro, RJ Lançamento de A Copa como ela é Sexta-feira, 28 de março, às 19h Jamil Chade lança o e-book A Copa como ela é em bate-papo com Juca Kfouri sobre os 10 anos de preparação do Brasil para a Copa de 2014. Local: Livraria Saraiva Shopping Eldorado – Av. Rebouças, 3970 – Pinheiros – São Paulo, SP Arte e Pop em 1964, com Ana Maria Bahiana Sexta-feira, 28 de março, às 18h30 Ana Maria Bahiana e Arthur Dapieve analisarão o ambiente cultural efervescente dos anos 60 no Brasil e no resto do mundo e o impacto das perseguições aos artistas a partir do golpe, até o endurecimento total do regime com o AI-5. O evento terá sessão de autógrafos do livro Almanaque 1964 . Local: CCBB Rio – Rua Primeiro de Mar...

A condenação que todo preso gostaria de sofrer: o caso José Genoino.

Por: Franz Lima. Não há outra palavra para descrever a novela "Mensalão": VERGONHA. Mesmo após a condenação de uma boa parte dos envolvidos (que são conhecidos, lógico), o drama para manter os condenados presos tem sido longo e cansativo. Fora a fuga ridícula de Pizzolato que já era para estar preso há milênios, agora temos um dramalhão mexicano acontecendo no Complexo Penitenciário da Papuda. Lá, José Genoino, condenado por corrupção ativa e formação de quadrilha no escândalo do mensalão, pede a transferência para a prisão domiciliar por ter problemas cardíacos e outras sequelas.  O drama amplia com a presença dos familiares que choram durante as visitas, dão declarações à imprensa e fazem citações do período ditatorial onde Genoino esteve preso.  A presidente Dilma, também uma das presas nesse período, apoiada pelo ex-presidente (e agora amigo fiel de José Sarney, Collor e FHC) Lula, dá o toque final ao drama, incitando a opinião pública a ter pena de José Genoin...

Processos digitalizados do período ditatorial já estão disponíveis para consulta.

Fonte: Agência Brasil . Por Elaine Patricia Cruz. São Paulo – Cerca de 900 mil páginas de um conjunto de 710 processos envolvendo o período da ditadura militar no país, julgados pelo Superior Tribunal Militar (STM), foram digitalizados e já estão à disposição do público no site Brasil: Nunca Mais Digit@l. A iniciativa apresenta o acervo do Projeto Brasil: Nunca Mais, desenvolvido nos anos 80 do século passado pela Arquidiocese de São Paulo e pelo Conselho Mundial de Igrejas, com o objetivo de evitar que processos judiciais por crimes políticos fossem destruídos com o fim da ditadura militar (1964-1985). O acervo digitalizado permite que se obtenham informações sobre torturas praticadas naquele período e que a divulgação dos processos cumpra um papel educativo na sociedade brasileira. O Projeto Brasil: Nunca Mais examinou, na época, cerca de 900 mil páginas de processos judiciais movidos contra presos políticos e publicou relatórios e um livro, com o mesmo nome,...

Análise da obra "O Grande Ditador", com Charles Chaplin.

Por: Franz Lima .  Aviso: apesar de ser um filme com 73 anos, a resenha a seguir contém SPOILERS.   Quantos filmes, livros e músicas somem com o andar ininterrupto do tempo? Quantas obras são perdidas entre outras centenas de milhões? Quantas são desprezadas e postas em um canto obscuro de um porão qualquer? Muitas, amigos. Muitas. Ontem eu finalizei a contemplação de uma grande obra que, graças ao Criador, não caiu no fosso do descaso e do esquecimento ou foi destruída. Estou falando de um clássico primoroso da Sétima Arte: O Grande Ditador, filme com o imortal Charles Chaplin. Essa obra data de 1940, período em que o mundo estava absorto em um de seus maiores conflitos: a Segunda Guerra Mundial. Sob a sombra do ditador Adolf Hitler, milhões dormiam com medo de jamais acordarem. Era uma época de caos, temor e morte . Chaplin, visionário e consciente do que poderia vir, lançou ess e filme com um conteúdo extremamente crítico, ainda que haja também uma boa dose de h...

Militares fazem marcha virtual por aumento salarial

Fonte: Revista Veja Por Tânia Monteiro Brasília - Cansados de esperar por iniciativas dos comandos e do Ministério da Defesa para que consigam reajuste de seus salários, os militares da ativa começaram uma mobilização por um caminho inusitado: eles estão buscando adesões na internet para que o assunto seja objeto de discussão na comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado. Até o início da noite desta segunda-feira, haviam sido coletadas mais de 206 mil assinaturas de militares e civis em apoio ao movimento. Essas assinaturas embasaram um pedido já enviado para o Senado, solicitando a realização de audiência com autoridades como os ministros da Defesa, Celso Amorim, e do Planejamento, Miriam Belchior, para tratar do aumento salarial. O movimento já está sendo chamado de "marcha virtual". O assunto já foi parar no Planalto, mas não está sendo objeto de avaliação pelo palácio, que apenas acompanha as informações. Há informes no Ministério...

Memórias de uma guerra suja: verdades sobre a ditadura militar

Fonte: Estadão   Em livro lançado essa semana, o ex-delegado de polícia Cláudio Guerra assume a autoria de crimes contra militantes políticos, revelando que corpos foram incinerados em uma usina de cana em Campos dos Goytacazes, nos anos 70 e 80. Em outros depoimentos identifica mandantes de crimes contra militantes políticos, tecendo um relato inédito da repressão.   As impactantes revelações do ex-delegado intensificam o debate público a respeito da criação da Comissão Nacional da Verdade, tendo a força catalisadora de fomentar outros depoimentos e informações sobre as graves violações perpetradas ao longo do regime militar. Ineditamente, em 18 de novembro de 2011, foi adotada a Lei n. 12.528, que institui a Comissão, com a finalidade de examinar e esclarecer crimes praticados durante o regime militar, efetivar o “direito à memória e à verdade e promover a reconciliação nacional”. O Programa Nacional de Direitos Humanos III, lançado em 21 de dezembro ...

Marjane Satrapi e sua nova obra: Bordados.

"Bordados" fala do poder feminino Fonte: Gazeta Maringá . Texto de Irinêo Baptista Netto Iraniana radicada em Paris, Marjane Satrapi parte mais uma vez de suas memórias para tratar da situação das mulheres no Irã Marjane Satrapi é um mulherão. Pelo menos essa é uma impressão deixada por fotografias. Quando participou do júri no Festival de Cannes, em 2008, era mais alta do que todos os homens do grupo – incluindo o presidente, Sean Penn. Iraniana, ela vive em Paris, não tem papas na língua e discute com franqueza sobre o que quer que seja. Foi essa postura que fez sua fama na série em quadrinhos Persépolis e é ela que abrilhanta a história contada em Bordados, publicado agora pela Companhia das Letras. No livro, Marjane faz um recorte da vida das mulheres no Irã para discutir relações afetivas, casamento, traições, tradições e a anatomia masculina. Depois de um almoço, quando os homens se retiram para fazer a sesta, as mulheres organizam a casa, lav...