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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Andrew Tarusov e o envelhecimento dos Cartoons.


Papa-léguas e Coiote

Fonte: Andrew Tarusov.

Andrew Tarusov é um ilustrador russo, nascido em Ribinsk. Atualmente ele resider em Los Angeles, California. O artista também atua na área de animação. As ilustrações deste post são a visão de Andrew sobre como estariam os cartoons, de acordo com a data em que foram criados.

Frajola e Piu-piu

Margarida
Patolino

Tom e Jerry

Gaguinho

Lola Bunny e Pernalonga

Minnie e Mickey

Pateta

Pato Donald



sexta-feira, 27 de março de 2015

Interestelar: análise de uma obra primorosa da ficção cientifica.


Por: Franz Lima

Interestelar é a superação de um gênero. A ficção científica foi desprezada por muito tempo por ser considera simples entretenimento. Entretanto, filmes como Gravidade e o próprio Interestelar mostram-se muito mais complexos e corretos cientificamente do que seus antecessores. Talvez o fato de não haver a ação desvairada e sem propósito de alguns filmes seja o motivo por trás do grande sucesso que esses dois filmes fizeram, em especial este que agora abordo.
 


A direção primorosa de Christopher Nolan (mais conhecido por seus trabalhos na trilogia Batman e A Origem) ganha força similar à de um buraco negro, principalmente por causa das interpretações marcantes de astros como Matthew McConaughey, Anne Hathaway, Michael Caine, Jessica Chastain e Wes Bentley, apenas para citar. O elenco, verdadeiramente, apresentou interpretações consistes, emocionantes e críveis que, somadas aos ambientes criados pela computação gráfica, tornam este longa-metragem um filme único.
 


A trama se resume à busca pela salvação de uma Terra condenada por um ciclo de alterações climáticas e uma drástica redução da população do planeta. Na busca de uma alternativa para colonizar outros planetas, o professor Brand (interpretado pelo genial Michael Caine) convoca sua própria filha, Cooper (McConaughey), Doyle (Wes Bentley) e Rom (David Gyasi). Juntos, eles irão buscar o desconhecido e enfrentar a solidão de uma forma que ninguém mais experimentou. Aliás, é dentro desse limbo que os universos (o conhecido e os desconhecidos) despertam o que há de mais humano nos tripulantes. Alguns abandonaram a família e outros partiram para tentar realmente salvar a Terra, mas nenhum deles estava preparado para a jornada que seguiria. 




Os roteiristas se destacaram e transformaram o filme em um épico pela inserção do elemento humano nele. Mesmo com toda a tecnologia, os efeitos e os cenários incríveis, é nas interpretações e nas emoções despertadas por elas que temos o ponto alto de Interestelar.

Desde o início somos levados a compreender uma realidade caótica, onde o fim de um planeta está próximo. Desde o início somos levados a gostar das personagens por sua força, pela gana de sobreviver. Este é um ponto interessante da trama: enquanto uns lutam para viver na Terra, os astronautas lutam para sobreviver ao insondável. Os dramas das duas realidades estão intrinsecamente ligados. Viajamos pelo espaço sem que nos desliguemos das pessoas de nosso planeta. 
Christopher Nolan conseguiu criar uma obra onde a emoção supera a ação, onde a inteligência de um roteiro muito bem escrito, pleno de ciência e teorias, consegue conviver harmoniosamente com as mais primais emoções do homem. Vocês irão acreditar em T.A.R.S. e se emocionarão com ele, sem que de nada importe o fato de ele ser uma máquina robótica. 
Sobretudo, Interestelar é uma preciosidade por nos levar a meditar, refletir, sobre a importância de nosso mundo, o valor que damos às pessoas que amamos e sobre nossa capacidade de sobrevivência. A tecnologia é um dos grandes trunfos deste filme, porém o elenco é a peça sem a qual nada teria ocorrido. Interpretações fortes, convincentes e emocionantes deram sustentação a algo que sempre questionamos: o que há além do que conhecemos?
Assista a este filme e prepare-se para pensar sobre o amor familiar, a solidão, a traição, a morte, a vida, o infinito que nos engloba e, principalmente, sobre a grandiosidade da fé, pois é pela busca da possibilidade de sobreviver que saímos de nossa pequenitude. Prepare-se para chorar e rir sem a vergonha de fazê-los.
Os méritos são muitos nessa obra cinematográfica que mudou minha visão de ficção-científica. Entretanto, os esforços deverão dos filmes futuros deverão ser redobrados para que não sejam uma pálida tentativa de chegar ao mesmo resultado de Interestelar. 
Este já é um clássico... pela coragem, direção, interpretação e o roteiro impecável. 
Poderia dissertar sobre os buracos de minhoca, viagem temporal, buraco negro, robótica, a infinitude das galáxias e muitos outros assuntos relacionados ao filme, porém o que mais importa é: este é um filme único! Creio que Albert Einstein teria ficado feliz em vê-lo...
 Curta a fanpage do Apogeu: facebook.com/Apogeudoabismo

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Uma animação para emocionar pais e filhos: O Farol. Obra de Po Chou Chi



Texto: Franz Lima.

Lighthouse (O Farol) é uma animação de 2010, produzida por Po Chou Chi e com composições de Chien Yu Huang que conta a história de um pai e seu filho. Moradores de um farol, os dois vivem um intenso relacionamento que mostra o quanto é importante a presença de um pai na vida de seu descendente. Com lições intensas, o pai demonstra um amor grande e puro por seu pequenino, mas isso não o impede de preparar o filho para vida fora do farol (ou da proteção que ele oferece). 
As cenas são de uma beleza ímpar, simples e tocantes. O menino cresce e a cada nova mudança também modifica o tamanho da embarcação que usa para ir a outros lugares. Há uma mensagem intrínseca nessa evolução e a passagem dos anos mostra que a evolução do menino corresponde à involução (envelhecimento) do pai.
A distância provocada pelas constantes e cada vez mais longas viagens do filho dão uma clara ideia de que devemos nos preparar para um afastamento - involuntário, porém inevitável - de nossa prole. 
Vejam essa obra-prima e deleitem-se com o lirismo presente em um trabalho indispensável para todas as idades. 
E que o ciclo da vida não dê continuidade...



domingo, 8 de dezembro de 2013

Com o projeto Identidades (Identities) Ana Oliveira relembra que o tempo realmente não pára.




Fonte: Ana Oliveira

Ana Oliveira é uma fotógrafa portuguesa que usou sua câmera para relembrar-nos das ações do tempo e de como são frágeis nossas vaidades. O tempo jamais interrompe sua trajetória e nós somos vítimas dessa corrida desenfreada. Resta usar a sabedoria que ele oferece para que envelheçamos com qualidade. Não deixe que a beleza de hoje se transforme em sua ruína futura. A solidão é uma opção que fazemos desde cedo... apenas não percebemos que tal escolha foi feita.
Pense sobre o que quer para o futuro e tenha um presente infinitamente melhor ao abandonar as vaidades que separam e desagregam as pessoas.
Ótimo domingo a todos!
Franz Lima.


















terça-feira, 10 de setembro de 2013

Liga da Justiça: Flashpoint Paradox - resenha da mais violenta animação da DC.



Antes de qualquer coisa, a série Flashpoint - Ponto de Ignição foi resenhada por Filipe Gomes Sena que me informou sobre diferenças e lacunas existentes entre a animação e a série original da DC, mas que não comprometem a qualidade do longa de animação. 

Flashpoint Paradox (Ponto de Ignição) 

A trama é muito mais complexa do que aparenta.  Tendo como tema principal a 'viagem temporal' e suas sequelas, o longa de animação traz uma realidade muito mais caótica do que a vista na série em HQ de Alex Ross, O Reino do Amanhã. 

Por que 'Ponto de Ignição'?

Basicamente, a explicação para o título envolve a possibilidade de alteração de eventos passados. Como tanto o Flash quanto seu inimigo, o Flash Reverso, podem viajar no tempo por meio da velocidade inimaginável que conseguem atingir, seria simples para qualquer um deles modificar um acontecimento e, com isso, também o futuro. Este é o 'Ponto de Ignição', a mudança de algo já ocorrido.


O mal gratuito.

Flash Reverso - ou Dr. Zoom - é um dos mais violentos e lunáticos vilões que o velocista já encarou. Sua origem, segundo consta, data do século XXV, onde ele recriou as condições em que Barry Allen ganhou seus poderes. É ele o responsável pelo início da crise temporal que dá nome à trama. A maior ambição de Eobard Thwane  é a humilhação e a morte do Flash. E nada, nem o tempo, será capaz de impedi-lo de ver esse acontecimento.

A Liga da Justiça.



Diferente das versões da Terra paralela onde existem a Liga do Mal, em Flashpoint há alguns que mantêm a índole heroica e, em contrapartida,  outros tem versões absolutamente divergentes das que conhecemos.  Esse é um dos pontos altos da trama. Tais contrapartes dão consistência à narrativa e garantem cenas absolutamente impensáveis para os heróis como os conhecemos.
Usando da liberdade que a graphic novel deu, a adaptação animada manteve uma boa parcela da violência e do drama originais, o que já é uma boa garantia de entretenimento de alta qualidade.


A morte pede carona.

Não esperem uma história onde crianças irão se divertir. Sério! O índice de violência e realismo é muito diferente de tudo que já passou pela DC. Aliás, essa é uma tendência nos atuais desenhos animados da produtora. Sempre buscando um ponto intermediário que seja capaz de agradar jovens e adultos, a DC está alguns passos à frente da concorrente, a Marvel. 
Logo de início somos apresentados a um vilão tão louco a ponto de tirar a própria vida. Precisa citar algo mais???
 

Sacrifícios.

Esta é uma das lições que a animação propõe. Não há atitudes sem consequências. Não há redenção sem sacrifícios. Preparem-se para momentos emocionantes...

Viagem no tempo. Tema batido?

Concordo que as viagens temporais são um tema recorrente em muitas tramas do cinema, quadrinhos e outras mídias. Mas é preciso afirmar que esse longa-metragem foi extremamente coerente com o tema, apesar da complexidade que o mesmo engloba. Tendo ou não algumas lacunas, o resultado final está muito bem organizado e há um bônus no encontro final entre o Flash e Batman. Emoção total...

Assistam e podem se preparar para buscar as HQ que compõem a série original. Eu já estou fazendo isso!




terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Pôsteres ironizam os filmes com muitas sequências.




Para os que ainda não haviam visto, assim como eu, uma seleção de pôsteres com filmes que tem continuações quase infindáveis. Uma crítica cheia de humor e ironia, mostrando que há limite para tudo, mas também um belo lembrete sobre a real ação do tempo sobre todos nós.
Fonte: Worth1000












 

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