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terça-feira, 29 de julho de 2014

Sobre o massacre em Gaza.


Por: Franz Lima
 
Nunca apoiarei o terrorismo. E é por isso que afirmo, categoricamente, que os israelenses estão agindo de igual forma ao Hamas, porém com uma dose a mais de crueldade.
Gaza é o maior campo de concentração do mundo, uma área onde pessoas são torturadas psicologicamente todos os dias. A fome, o desemprego e o medo prosperam, ao passo que o ser humano definha.
Pessoas são tratadas como números, mas números não choram ou sangram. Há crianças e idosos que não pediram para serem trancafiados em um gueto sujo, decrépito e depressivo. Há hospitais, escolas e casas onde pessoas comuns só querem viver, mesmo que de forma tão cruel, pois até o sofrimento é melhor que uma morte em uma prisão que alguns países insistem em chamar de 'lar dos palestinos".

Israel detém armas nucleares, tem o apoio dos mais ricos países do mundo e prospera. Israel tem um dos serviços secretos mais temidos do mundo, o Mossad. Israel tem tecnologia, cultura, qualidade de vida e um povo cuja história de superação inspira muitos. E o que o governo israelense faz com esse legado? Ele o transforma em combustível para a discórdia, em desculpas para a violência e, sobretudo, em perpetuação da guerra. Com tantos recursos é viável uma derrota dos grupos extremistas sem que a população civil pague. Os mortos, majoritariamente, são civis.
O Hamas não tem o direito de atacar áreas civis israelenses que, graças a Deus, possuem aparato de defesa eficiente e responsável pela manutenção de muitas vidas. Contudo, o genocídio provocado em Gaza é uma prova contundente do descaso para com a vida.
Triste demais ver vidas inocentes sendo ceifadas por causa de uma guerra absurda que é apoiada por grandes potências que sempre se valerão de grandes desculpas. Cadê a diplomacia e o respeito pela diversidade cultural, ideológica e religiosa?
Lamento, mas Israel não tem o direito de matar, enquanto todos se calam de medo. Medo do poderio bélico, medo do poder financeiro, medo de um povo que um dia foi oprimido e hoje, infelizmente, é o opressor.


segunda-feira, 14 de julho de 2014

Ironia histórica: bebê ariano ideal era, na verdade, judeu.



Fonte: BBC. Comentários: Franz Lima.

O bebê "ariano ideal" que aparece na capa de uma revista da propaganda nazista, em 1935, era, na verdade, judeu.
A revelação foi feita pela própria pessoa na foto, Hessy Taft, hoje com 80 anos.
A mulher doou uma cópia da revista ao Museu do Holocausto, em Jerusalém, como parte da campanha Recolhendo Fragmentos, lançada em 2011 para estimular pessoas a doarem materiais ligados ao holocausto para que sejam protegidos pela posteridade.
Hessy Taft, cujo sobrenome de solteira é Levinson, nasceu em Berlim em 1934, filha de pais judeus originários da Letônia.
Ambos músicos, eles haviam chegado à Alemanha em 1928 para trabalhar como cantores de ópera.
Em depoimento a funcionários do museu, Taft contou que o contrato de seu pai foi cancelado imediatamente assim que suas origens judias foram descobertas.

Concurso

Em 1935, a mãe de Hessy e sua tia a levaram para ser fotografada por Hans Ballin, um renomado fotógrafo em Berlim.
Sete meses mais tarde, para surpresa da família, a empregada dos Levinson disse ter visto a foto da pequena Hessy na capa da revista nazista Sonnie ins Hous (Raio de Sol na casa, em tradução livre).
A fotografia havia sido escolhida em um concurso promovido pelo Departamento de Propaganda Nazista, chefiado por Joseph Goebbels.
A melhor entre cem imagens clicadas pelos melhores fotógrafos alemães representaria o "bebê alemão ariano ideal" e seria capa da revista.
Sem que a família Levinson soubesse, Ballin submeteu a foto de Hessy e de outros dez bebês. A ironia de a fotografia trazer uma bebê judia foi motivo de piada durante muito tempo na família.
A foto da menina também foi redistribuída em cartões postais em todo o país e até na Lituânia.
Quando perguntada o que diria para o fotógrafo hoje, Hessy respondeu: "Eu diria: 'Que bom que você teve coragem'".

Fuga

Após fugir da Alemanha para Paris em 1938, a família escapou da ocupação nazista no norte da França em 1941, emigrando para Espanha e Portugal até conseguir embarcar em um navio para Cuba.
Em 1949, os Levinson se estabeleceram nos Estados Unidos, onde Hessy se formou em química na Universidade de Columbia e se casou, em 1959, com Earl Taft.
O casal tem dois filhos e quatro netos. Ela ainda leciona química na Universidade de St. John's.
Apesar de sua família mais próxima ter sobrevivido ao holocausto, a maioria de seus parentes foram mortos pelos nazistas e seus colaboradores.

Franz diz: esse é mais um dos fatores que afundam com as teorias raciais absurdas ditadas pelos nazistas. A busca por uma compleição física perfeita, baseada em raça, é algo dispensável e fútil. O ser humano é perfeito pelo simples funcionamento da complexa máquina que ele é. Cor, credo, raça, situação social ou quaisquer outros fatores que possam vir a ser base para a segregação devem ser postos de lado, uma vez que o homem é muito mais que rótulos.
A mentira é uma das bases do nazi-fascismo e de quaisquer outras doutrinas que se valem da imposição do poder para dominar. Ironicamente, uma das últimas máscaras do III Reich caiu e revelou não só uma farsa, mas uma absoluta falta de controle por parte de Goebells e seus colaboradores. 
Como a maioria das propagandas, o uso de manipulação e mentira se fez presente...
 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Para os que criticam o Porta dos Fundos por falta de conteúdo: Biografia.


O grupo de humor Porta dos Fundos, sucesso indiscutível na internet e fora dela, vem recebendo muitas críticas, principalmente por parte de alas radicais da sociedade. Polêmicas à parte, o fato é que apontar pontos negativos sempre será algo de extrema facilidade. Entretanto, parar e buscar o que há de positivo e construtivo em uma obra não é algo que interessa aos críticos, já que não gera alarde, visualizações ou fama.
Sendo assim, trago até vocês um dos mais inteligentes, críticos e coesos episódios do Porta dos Fundos. O tema é, essencialmente, a vida de Hitler e sua visão dos atos que marcaram seu período à frente da Alemanha nazista. Assistam e divirtam-se com uma produção que alia o humor e a História de forma brilhante. 
Parabéns ao pessoal do Porta.



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