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segunda-feira, 20 de junho de 2016

Imagens e palavras que irão fazê-los refletir. Divulguem, por favor.


Passamos a seguir indiscriminadamente as opiniões fornecidas por meio das redes sociais sem que, no mínimo, façamos uma reflexão sobre aquilo que é dito. Pensam por nós... e gostamos disso.

Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo. #apogeudoabismo 

As imagens a seguir servem de alerta e reflexão sobre a perda de valores e o descaso com os problemas externos em detrimento de nosso próprio mundo. A arrogância e o isolamento estão cada vez maiores, talvez por conta da falsa sensação de proximidade que o mundo digital traz.
Todas as charges e desenhos a seguir irão mostrar, com ironia e sarcasmo gritantes, uma faceta que buscamos esconder.  De qualquer forma, não adianta descartar esse lado da sociedade (ou pessoal) cujo direcionamento é quase todo voltado para a individualidade, indicando o coletivo como algo desprezível ou menos importante.
P.S.: nada contra a tecnologia. Quando bem empregada, ela é uma ferramenta indispensável nos dias atuais. Mas o excesso, o vício que o mundo virtual pode trazer é algo que precisa de alerta.

O preço que a medicina cobra para salvar vidas é algo cada vez menos acessível. Pobres clamam por socorro, mas, via de regra, não recebem a tempo de evitar a morte ou sequelas.




Os discursos (incluindo os da ONU) inflamados pelo fim da fome são, geralmente, apenas palavras. É bom lembrar que as palavras não trazem alimento para incontáveis famintos.

Pode parecer exagero, porém essa é uma cena cada vez mais comum. Pessoas presas - literalmente - aos conteúdos digitais. Óbvio que muito do mundo digital é viável e de bom conteúdo, o que não implica em dizer que boa parte das pessoas gasta horas a fio com conteúdo ruim ou inadequado.

Um fato corriqueiro hoje em dia: casais lado a lado, mas isolados pela atenção voltada às redes sociais ou aos aplicativos de seus smartphones. Em contrapartida, anciãos demonstram seu amor um pelo outro.

Outro fato normal: nas redes sociais a realidade é uma, enquanto na vida real a situação é outra extremamente diferente.

Essa cena pode ser aplicada aos condomínios de luxo ou aos shoppings. São áreas destinadas a isolar (no sentido mais completo do verbo) pessoas ricas das pobres ou miseráveis. Estar em lugares extremamente ricos dá a sensação de que a fome e as demais tragédias do mundo moderno não existe, pelo menos enquanto lá permanecem os mais favorecidos.

Algo tipificado pela sociologia. As pessoas assumem diferentes comportamentos que se adequam aos lugares ou situações que irão defrontar. O problema está na transformação dos papéis sociais em personalidades distintas e falsas, como uma verdadeira máscara.

Uma situação típica: enquanto uma morte ou crime ocorre, alguém deixa de prestar socorro ou acioná-lo para registrar o momento.

Os estereótipos ou os comportamentos previstos pela sociedade podem ser um entrave para o desenvolvimento da personalidade da pessoa. Destoar do "comum" é visto por alguns como um verdadeiro defeito.

O mesmo caso do crime que é registrado, mas com uma pequena diferença. As pessoas creem que uma simples hashtag pode alterar o rumo de uma injustiça ou violência, o que não corresponde à verdade.

Essa imagem fala sem o uso de palavras. O cigarro não apenas mata; ele mina o dinheiro de uma família diariamente.

Uma charge sobre os efeitos das responsabilidades e pressões sobre o ser humano moderno. O stress é um mal que precisa ser contido e combatido.

Hectares de mata caem diante da cobiça do homem por fortuna. O preço, entretanto, será cobrado mais cedo do que gostaríamos. É preciso preservar a natureza ou morreremos com ela.

Invasores estrangeiros param diante de uma ameaça comum no Oriente Médio: o corte do fornecimento (ou a destruição das fontes) do combustível que movimenta o mundo, o petróleo.

Triste e real. Pessoas estão cada vez mais próximas do virtual, presas em uma realidade que em muitos casos não é real. Esse tipo de isolamento não é benéfico e mantém o homem em uma prisão que parece ser até agradável. Doce ilusão...


sexta-feira, 4 de maio de 2012

Informação demais pode prejudicar? Essa mostra diz que sim.


Fonte: Folha de SP 
 
Uma insólita exposição no Museu da Comunicação de Berna, na Suíça, aletar para os malefícios do excesso de comunicação e propõe um tratamento para o problema.
Na entrada da mostra, aberta até 12 de julho de 2012, o visitante encontra uma sala na penumbra com 12 mil livros amontoados em estantes, simbolizando a quantidade de dados que cada habitante da Terra recebe diariamente.
"Em princípio, a comunicação é algo importante, algo prazeroso, mas atualmente há um excesso de informação", explicou a diretora do Museu da Comunicação, Jacqueline Strauss.
"É como a alimentação. Podemos comer demais, comer sempre o mesmo (...), isso faz mal, mas se temos uma alimentação equilibrada, é algo prazeroso", argumentou.
Segundo especialistas da Universidade de Berna que participaram da exposição, um ser humano consegue ler no máximo 350 páginas por dia caso se dedique exclusivamente a isso durante todo o dia.
Mas o volume de informação que atualmente cada pessoa recebe, por internet, e-mail, telefone, imprensa, rádio e televisão representa 7.355 gigas, o equivalente a bilhões de livros.
Diante desse fluxo de informação, "algumas pessoas adoecem" e podem chegar a padecer de um mal que a psicologia conhece como síndrome de "burnout", afirmou Strauss.
Por esse motivo, foi criada uma "clínica" na exposição, para que o visitante se conscientize do problema.
Em um aparelho de televisão instalado na entrada da clínica, uma voz feminina diz: "a publicidade invade nossas caixas de correio, os 'spams' obstruem nosso e-mail, a TV a cabo nos oferece 200 canais de televisão".
"Você está estressado, sobrecarregado, esgotado?", pergunta ela.
Se o visitante responder afirmativamente, é convidado a seguir para uma "sala de check-up", onde responderá a um questionário que determinará seu Índice Pessoal de Comunicação (IPC).
Com esse índice em mãos, o visitante inicia um percurso, orientado por uma dezena de "preparadores" que indicam que porta deve abrir. A verde é indicada para quem não tem problemas. A amarela, para aqueles que sofrem de alguns males causados pelo fluxo de informação e dá acesso a espaços de aconselhamento onde, por exemplo, se ensina a selecionar as mensagens recebidas por e-mail.
Para os realmente "doentes" há dois tipos de tratamento intensivo: uma porta vermelha leva a uma "sala de meditação", onde o visitante se acomoda em almofadas pretas, uma luz vermelha o obriga a fechar os olhos e uma voz feminina o convida a relaxar.
já uma sala laranja simula um passeio pela natureza, com paredes de madeira e chão de pedras. O visitante também pode ouvir o barulho de um riacho ou o canto de pássaros.
Ao final do percurso, uma máquina entrega ao visitante um medicamento, a "Comucaína", cujo prospecto resume os principais conselhos dados na exposição.
Para os mais intoxicados, a clínica oferece um serviço online, disponível na página www.facebook.com/svanbelkom.

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