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terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Vilões e heróis em versões miniaturizadas de Derek Laufman.


Esqueleto
Derek Laufman é um desenhista canadense que mora na província de London, cujos trabalhos como freelancer já alcançaram a Marvel, Hasbro, DC, Mattel e Disney. Derek também é co-fundador de uma empresa de desenvolvimento de games. 
Os desenhos deste post são versões miniaturizadas de personagens dos quadrinhos, filmes, games e desenhos animados. De He-Man até Pokémon, ele criou divertidas versões desses universos tão conhecidos por nós.
A primeira galeria que inclui o Skeletor (Esqueleto) de Masters of Universe é a dos vilões, seguida por heróis variados. Espero que curtam as artes de Derek. Caso queiram, é possível ver outros trabalhos do artista através de suas redes sociais:
Instagram: @dereklaufman
Facebook: The Art of Derek Laufman

Texto: Franz Lima
Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.


Darth Maul 

Boba Fett 

Kylo Ren 

Stormtrooper 

Destruidor 

Venom 

Thanos

Sagat

M.O.D.O.K

Coringa
E agora, alguns dos heróis...
Link

Mega Man 


Arqueiro Verde

Batman 
Goku


Homem-Aranha

Rey 

Chun-Li 

Gigante de Ferro
He-Man

Spider Gwen


domingo, 9 de outubro de 2016

Entrevista com José Roberto Vieira, autor do clássico steampunk O Baronato de Shoah


Entrevista do escritor José Roberto Vieira gentilmente cedida ao Apogeu do Abismo. O autor é uma das referências no steampunk nacional e um amigo virtual de longa data. 
J.R. Vieira já foi citado por escritores consagrados, sua obra recebeu elogios no podcasts Ghostwriter, Papo na Estante, Cabuloso Cast, entre outros. Seus novos projetos, o que aguardam os leitores do universo do Baronato de Shoah, referências que o inspiraram... tudo isso e muito mais está aqui nessa aguardada entrevista. Sucesso ao escritor!

J.R., acompanho seu trabalho há algum tempo pelo twitter e outras mídias. Entretanto, não há muitas atualizações quanto ao Baronato de Shoah e suas demais empreitadas na literatura.
Assim sendo, questiono:
O autor J. R. Vieira

O Baronato tem previsão de novas publicações? Quantas?

Atualmente o Baronato possui mais uma publicação, o terceiro livro, chamado “O Emissário do Leste” e que visa fechar a primeira saga do mundo de Nordara.
Depois dele eu planejo escrever mais um livro neste mundo, chamado Crônicas da Kabalah, que é um romance fix-up. A meu ver há espaço para muitos e muitos livros neste universo, ainda.

Quais as mídias e livros que o inspiraram a escrever o Baronato?

São muitas as mídias que me ajudaram a escrever o Baronato. Minhas principais inspirações foram “A Casta dos Metabarões”  de Alejandro Jodorowsky; “A Torre Negra” de Stephen King e a série de jogos Final Fantasy (principalmente o 6).
Como um escritor desta nova geração eu me mantenho em contato com várias mídias, me mantenho conectado, gosto de mangás (como Full Methal Alchemist ou Trinity Blood), comics e graphic novels de todos os tipos.

Há autores nacionais que lê? Eles o influenciam?

Eu leio de tudo, desde bula de remédio até poesia surrealista. Além das obras clássicas brasileiras, que eu adoro, também gosto de acompanhar autores novos.
Na minha lista de leituras recorrente eu tenho quase todos os autores da Draco, por onde publico minhas obras: Gerson Lodi-Ribeiro, Carlos Orsi, Eduardo Kasse, Ana Merege, Kassia Monteiro, Karen Alvares. Também já li algumas coisas da Roberta Splinder, que considero excelente, do Enéias Tavares e muitos outros.
Agora que você me perguntou e parando para pensar, percebo que nos últimos quatro anos tenho lido muito mais autores nacionais que estrangeiros.

O Baronato irá ganhar uma versão quadrinizada ou um R.P.G.?

Há a ideia de fazer uma quadrinização de O Baronato de Shoah, no momento estou parado com este projeto devido aos estudos no exterior. Na verdade eu perdi alguns prazos por que estava estudando para um mestrado e as minhas anotações sumiram!
Um R.P.G de Nordara, o mundo de o Baronato de Shoah, nunca foi descartado...

Você tem obras cujo tema é o terror?

Nunca me interessei em escrever histórias de terror, mas eu também nunca li muitas delas.


Como está o mercado editorial canadense? Ele é aberto aos escritores brasileiros?

O mercado editorial canadense, diferente do brasileiro, é mais fechado a obras internacionais. É estranho pensar que um país tão receptivo seja tão protecionista, mas acho que isso se deve a um fator histórico: o Canadá, diferente do Brasil, nunca teve uma “literatura nacional” até bem pouco tempo atrás. Eles não possuíam grandes clássicos do início do século, só livros que eram trazidos do Reino Unido e dos Estados Unidos.
Conforme o tempo passou e graças a grandes investimentos do governo, o Canadá conseguiu criar seus clássicos e hoje eles valorizam MUITO seu mercado interno.
Ir para uma livraria no Canadá hoje em dia é a certeza de ver muitos livros canadenses nas prateleiras, talvez com tempo e muita dedicação eu conseguisse ingressar no mercado, mas isto não é algo que eu tenha procurado muito.
Por enquanto estou me focando mais no mercado nacional, investindo aqui e tentando me fortalecer por aqui.


Qual sua visão sobre o Steampunk no Brasil?

O Steampunk no Brasil tem crescido bastante. Nós éramos alguns grupos no eixo Rio-SP, mas nos últimos anos o movimento cresceu bastante, com grupos por vários estados e cidades.
Hoje nós também temos mais romances do gênero, além do Baronato temos o Le Chevalier de A.Z. Cordenonsi; Brasiliana Steampunk, do Enéias Tavares; Homens e monstros, de Flávio Medeiros Júnir. E, desculpe a ignorância, mas só conheço a Nikelen Witer (curiosamente, Cordenonsi, Tavares e Witer são de Santa Maria!).
No entanto, eu acredito que o Steampunk ainda pode crescer mais, tornando-se uma literatura e um movimento cultural tão poderoso quanto Harry Potter ou Senhor dos Anéis.
Com o Baronato de Shoah eu sempre tive em mente criar um universo steampunk fantástico, algo como um Star Wars Retrofuturista!

Em sua opinião, os blogs são importantes para o escritor ou podem também prejudicar?

Os blogs são extremamente importantes e foram eles que mudaram a cara da literatura nos últimos anos no Brasil. Eu acredito que sem eles e sem o incentivo dos blogs nós ainda estaríamos brigando por espaço nas livrarias.
Blogs tornaram-se formadores de opinião, isto os torna um dos focos referenciais dos adolescentes e jovens da atualidade.
Ao mesmo tempo os blogs e vlogs precisam ser mais responsáveis, aprender a receber críticas e a trabalhar junto com os escritores e as editoras.
Juntos podemos ser mais fortes!

Pretende lançar algo em parceria? Haverá livros fora da temática steampunk?

Uma vez, em uma conversa muito informal, eu e o Octavio Aragão conversamos a respeito de escrever em parceria; mas acabamos nos perdendo no meio do caminho...

Sim, eu tenho livros fora da temática Steampunk. Meu próximo projeto se chama “Hinos da Inssurreição” e fala de super heróis no Brasil durante as manifestações de 2013-2014.
Claro, além deles eu tenho mais duas ideias, que espero rascunhar em breve: A Ordem dos Dragões, que seria uma obra envolvendo magia do Caos e teorias da conspiração; e Taenarum, a minha tentativa de escrever uma “high fantasy”...

Um booktour é uma alternativa para divulgação da obra de um escritor?

Acho que hoje em dia há formas mais fáceis de fazer divulgação. A Draco, por exemplo, oferece livros gratuitos para seus parceiros através de uma ação com a Amazon.
Eu não descarto nenhuma opção, claro. Quanto mais divulgação, melhor.


Amigos, espero que essa entrevista tenha sido esclarecedora e, sobretudo, inspiradora. As obras de J.R. Vieira são de alto nível e merecem nosso prestígio. Acompanhem mais do autor nas redes sociais:
Facebook - José R. Vieira autor.
Twitter - Zero.









segunda-feira, 13 de junho de 2016

Andrea Reed usa maquiagem para transformar seus lábios em arte.


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo. #apogeudoabismo

Ela é canadense e tem os lábios mais belos do mundo, literalmente. Com belas maquiagens e muito talento, Andrea Reed tem conseguido muitos seguidores e fãs em suas redes sociais. A receita de seu sucesso é a criatividade aliada a um talento ímpar para dar beleza e vida a seus lábios.
De uma abelha pintada junto aos lábios até uma boca pixelizada, a maquiadora é sucesso com suas fotos publicadas no Instagram. 
Sua arte é muito detalhada, principalmente se levarmos em conta a pequena área usada, mas ela também se vale de artes consagradas para se inspirar, como a pintura japonesa A Onda. A artista também faz trabalhos de arte em seu próprio rosto, sempre com resultados surpreendentes.
Vejam alguns exemplos de seus trabalhos e, caso gostem, sigam suas redes sociais...
Instagram: Girlgreybeauty
Google +: +GirlGreyBeauty 
Twitter: @Girlgreybeauty
Não parece real?









Arte inspirada na obra A grande onda de Kanagawa

A grande onda de Kanagawa - original

Maquiagem inspirada em Alice no país das maravilhas





terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

A morte chegou até Wolverine e Homem-Aranha: Percepções. Uma sombria graphic novel.




Por: Franz Lima


Ilustrada por ninguém menos que Todd McFarlane, criador do Spawn e também responsável pelo roteiro da trama, esta é indubitavelmente uma das mais sombrias histórias do Homem-Aranha. Quanto ao Wolverine, cujo passado, presente e futuro são, via de regra, sombrios e violentos, não posso dizer o mesmo. Mas até para o mutante mais idolatrado da Marvel há exceções. Percepções é uma destas tramas que trouxe à tona o melhor e o pior de Wolverine, isso sem levar em conta algumas facetas desconhecidas do Aranha.
A narrativa aborda um crime ocorrido em território canadense, mais precisamente na localidade chamada de Colúmbia Britânica. Outrora pacata e quase isenta de violência, a pequena localidade é atingida em cheio pela notícia de um garoto encontrado morto. Até aí, entretanto, nada de absurdo para uma cidade, porém o que destoou nesta história é o fato de que o corpo do garoto estava nos braços do Wendigo, uma mítica criatura que habita as florestas, que foi atropelado por uma jornalista de Nova Iorque. A combinação (acidente + jornalista + monstro + menino morto) só poderia resultar em uma coisa: caos.
Envolvidos pelos relatos da mulher e chocados por causa da morte do menino, os cidadãos resolvem iniciar uma busca pelo matador. Desta caçada, o que se vê é um massacre de animais inocentes e, para piorar, um novo corpo é encontrado. A sede de sangue do povo é aumentada conforme o tempo passa.
Todos querem justiça e, obviamente, o fim das mortes, mas o preço é alto.
Em meio a toda esta bagunça, Peter Parker (o espetacular Homem-Aranha), repórter do Clarim é enviado para cobrir a notícia. Entretanto, Peter mantem-se distante dos crimes, já que a aparição do Aranha em território canadense poderia ser associada à sua própria presença. 
Fechando o trio de super-criaturas, surge o Wolverine. Um dos mais violentos e perigosos mutantes do universo Marvel, ele não está no Canadá à toa. Sua aparição está ligada à caçada ao Wendigo e o rastro de corpos de animais resultante. Logan não aprecia um massacre estúpido. E ele também não gosta de covardia...

A caça e o caçador

Com estes três superseres reunidos em uma mesma localidade, os resultados seriam imprevisíveis. E são.
Todd criou uma trama onde as aparências enganam... e muito. É uma história de monstros, sem dúvida. Mas nossos conceitos de monstros serão revistos. Aparências serão confrontadas com atitudes. Intenções irão se digladiar com resultados. 
Certamente estamos diante de uma trama mórbida, onde algumas passagens lembram o seriado CSI, tal é o impacto visual e o conteúdo das cenas. Porém é válido dizer que nada é mostrado ou dito em vão. A narrativa serve para ilustrar o quanto somos influenciados pela mídia, o quanto nos deixamos levar pela "primeira impressão". De nossos julgamentos, vidas podem ser perdidas ou assassinos podem ser inocentados. 
A natureza animalesca de Logan e Wendigo são instintivas. A ferocidade humana é fruto, quase sempre, da maldade pura. Animais matam para sobreviver. Homens matam por prazer, ódio ou pela simples demonstração de poder. 
Em "Percepções" ficam lições importantes sobre julgamentos, preconceitos, violação à natureza, violência despropositada, mas, sobretudo, fica o alerta de que o pior de todos os monstros pode estar ao nosso lado, acobertado por uma aparência pacífica e por atos falsos.
Leiam esta imperdível aventura, pois eu tenho certeza que irão reler muitas e muitas vezes de novo. É uma trama inspiradora.

Publicada originalmente pela Editora Abril no ano de 1993 em duas edições. A Panini bem que poderia relançar em formato de luxo. Quem sabe?



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sábado, 4 de maio de 2013

Quando a natureza realmente se funde. Esculturas surrealistas e steampunk de Ellen Jewett




Ellen Jewett é canadense e uma amante da natureza. Escultora, seus trabalhos já estiveram em várias exposições, sempre com uma temática ecológica, biológica e cheia de emoções e movimento. Suas criações chocam por misturarem fauna e flora como um só elemento, o que resulta em criaturas híbradas complexas. Ela criou algumas das mais belas e estranhas esculturas nas quais seres vivos são mesclados à natureza ou a artefatos mecânicos. O visual tem momentos que remetem  ao consagrado visual steampunk e até mesmo algo próximo do que já vimos em animes japoneses. O fato é que cada escultura é uma obra de inegável valor e que também tem toques de surrealismo.
A busca pela perfeição a leva a sempre aprimorar seus conhecimentos de anatomia e outras áreas que a façam ser uma melhor artista. Além de sua absurda imaginação, lógico.


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