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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Primeiras impressões da série Lúcifer.



Por: Franz Lima

Muitas séries foram interrompidas após a apresentação de seu episódio piloto. Honestamente, espero que Lúcifer não seja cancelada pois apresenta muito de sua fonte de inspiração - no caso as histórias em quadrinhos do selo Vertigo -, ainda que haja diferenças que agradarão ao público que não conhece a trama original e, em contrapartida, trarão uma leve desconfiança para os leitores das revistas.

Ao final do post deixei um link para que leiam todas as edições das Graphics Novels em português. Espero que curtam!

Lúcifer segue a mesma premissa das graphics novels onde o Diabo resolve abandonar o inferno para viver e conviver conosco, os humanos, na Terra, longe das obrigações impostas a ele por Deus. Uma das ironias da trama está na localização do lugar que ele escolhe para morar: Los Angeles, a cidade dos anjos. 
Vivendo como um humano "normal", Lúcifer (Tom Ellis) gerencia uma boate que tem um seleto grupo de frequentadores. Tal como nas HQ, a boate foi nomeada como Lux (luz em latim) e é o palco da primeira cena de ação que irá colocar o protagonista em rota de colisão com a detetive Chloe (Lauren German). Na Lux também ocorre a primeira aparição de Amenadiel (um enviado de Deus interpretado por D. B. Woodside). O ódio entre o anjo e o Portador da Luz é facilmente percebido pelo espectador.
O episódio piloto mostra um Lúcifer mais ameno, com sotaque britânico e sedutor, algo pouco visto nas edições que li. Em contrapartida é mantido seu poder de influência, a força e a "honra" que só o próprio dono do inferno teria. 



Pequenas nuances entre a série de TV e as graphic novels.

Mazikeen  é a guarda-costas do Diabo. Ela é retratada de forma diferente dos quadrinhos, incluindo a grafia do nome, Maze, que indica uma abreviatura ou apelido. Interpretada por Lesley-Ann Brandt, a personagem tem um comportamento menos soturno que a versão dos quadrinhos e, até o momento, não apareceu com a máscara.
Sua participação no primeiro episódio foi pequena, impossibilitando identificar maiores traços em comum com sua versão quadrinizada. 
A ambientação, como dito no início, está bem próxima da que existe nas HQ, porém ainda não foi possível ver todo o potencial sombrio da história se compararmos com a narrativa original.
Uma pequena parcela dos poderes do protagonista foi mostrada no episódio piloto, mas, se você é um leitor das graphics sabe que os "truques" do Senhor do Inferno são inúmeros.

O que esperar no futuro?

Lúcifer está na Terra após abandonar, literalmente, seu posto no Inferno. Para simbolizar sua saída, nas HQ, ele pede a Morpheus (o Sandman) que o ajude a arrancar suas asas. Mais do que um ato brutal, isso é uma afronta direta a Deus, um recado para evidenciar que o abandono de sua função não terá retorno. 
Como podem ver, se o Sandman apareceu, então a probabilidade de termos a presença dos Perpétuos é enorme, incluindo a própria Morte. 
A menos que eu esteja muito equivocado, há um grande potencial de surgir uma nova série com os próprios Perpétuos, isso no caso de ocorrer o sucesso de Lúcifer.
As histórias envolvendo as hostes celestiais e os demônios que vivem na Terra também podem render ótimos episódios, porém eu espero que o tom da série fique mais sombrio, mais próximo do que lemos nos quadrinhos.
Outro ponto positivo em Lúcifer está nos criadores deste universo: Sam Kieth, Mike Dringenberg e Neil Gaiman. A simples menção do nome de Gaiman já indica o potencial criativo das tramas. Óbvio que a censura imposta pelos produtores e o próprio tom mais ameno do episódio piloto podem ser indícios de que minhas esperanças são vãs.

Conclusão

Lúcifer é uma boa pedida para os fãs de Gaiman e das nuances de suas histórias. Caso a série siga os mesmos moldes das HQ, teremos um sucesso avassalador. Mas se os produtores não optarem pelo tom extremamente sombrio, algo que parece que não ocorrerá, ao menos será possível curtir uma trama divertida, com tons fortes de humor negro e uma ironia incrível. 
Como ainda há muito a ser mostrado, não há como julgar plenamente a série, mas é nítido que o potencial, caso sigam o mínimo dos quadrinhos, é gigantesco. Que Lúcifer, literalmente, ganhe asas!
Aproveitem e leiam as histórias publicadas no Brasil através da HQ Online. Divirtam-se e não se esqueçam de curtir a fanpage do Apogeu do Abismo.



segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Cursos internacionais gratuitos e online. Oportunidade imperdível!!!


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domingo, 17 de fevereiro de 2013

Injustice: Gods Among Us. Review da Graphic Novel.


Por Franz Lima

Para os antigos jogadores de Mortal Kombat, a simples menção do nome de Ed Boon já traz à mente as mais violentas cenas de luta que os games já puderam nos oferecer. Quem não se lembra dos cada vez mais sangrentos Fatalities? O uso interativo dos cenários? Foram muitas inovações ao longo dos anos e isso gerou uma legião de fãs. 
Em contrapartida, o já consagrado Universo DC cujos ícones mais conhecidos são tratados como a Trindade (Superman, Batman e Mulher-Maravilha) dispensam maiores apresentações. Mas e quando a história é focada em um universo alternativo? Tema manjado? Então opinem após essa resenha de 'Injustice: Gods Among Us'...

A trama é o sonho de muitos dos fãs da DC. Um universo mais violento, heróis mais realistas e um visual muito mais sombrio. Sinal dos tempos? Pode ser.
Encontramos um Superman que realmente mantém relações com Lois Lane. Ela, inclusive, está grávida do herói e a descoberta é feita de uma forma bastante legal. Mas não pensem que a vinda de um bebê pode ser o início de uma era de paz para o Homem de Aço. Acreditem quando digo que é a partir daí que o inferno se instala em sua vida.
Clark não quer ficar com esta notícia para si e procura o Batman para dar a boa nova. Surpreendentemente, mas com coerência aos atributos do detetive, Bruce antecipa-se e revela ter acabado de descobrir qual seria a novidade. Novamente uma aura de paz parece pairar, porém é bom relembrar que aparências enganam. O trecho a seguir contém Spoilers.

O que se passa daí em diante é uma Montanha Russa de desgraças. Não há como descrever de outra forma. Jimmy Olsen é assassinado e Lois é sequestrada pelo Coringa. A pedido do próprio Superman, toda a Liga da Justiça é colocada em ação para buscar o paradeiro da repórter. Batman encontra o corpo do Espantalho, morto pelo gás do sorriso do Coringa. Superman a encontra em um cativeiro mantido pelo Coringa. Creio que muitos acreditam que este é o final da história, principalmente se levarmos em conta que o Homem que Ri não é páreo para Clark, mas um coringa é sempre uma carta perigosa quando posta em jogo.
Valendo-se do gás do medo, Arlequina e Coringa conseguem despertar o maior temor do herói: Apocalipse, o monstro irrefreável que 'matou' Superman. A ilusão provocada pela ação alucinógena, leva-o a arrastar Apocalipse para fora da atmosfera terrestre. Entretanto, o monstro é na verdade Lois Lane que, infelizmente, morre por asfixia. Para piorar tudo, um dispositivo é fixado ao coração de Lois que, ao parar, aciona uma bomba nuclear que devasta toda Metrópolis. 
Destruído pela perda, Kent parte para encontrar o já capturado assassino. Mas todos sabem que o ódio está muito forte nele e pode levá-lo a cometer um ato do qual se arrependerá. O Lanterna Verde tenta dissuadi-lo, mas não há poder capaz de conter a fúria do Superman. Frente a frente com o responsável pela morte daqueles que amava, o desfecho só poderia ser trágico: o Coringa morre nas mãos do homem que jurou não matar jamais.

Notas sobre a história:

Injustice é dividida em 5 partes e tem diversos desenhistas e coloristas como responsáveis pela obra. O roterista é o mesmo do primeiro ao quinto episódio. 
Basicamente a revista é um prequel para o game homônimo, uma justificativa para que heróis e vilões entrem em conflito.
A morte do Coringa é um estopim para que Arlequina fique ainda mais ensandecida e também é a agulhar percursora para um novo e mais violento Superman. 
O que temos é uma fusão entre A Piada Mortal (onde o Coringa quer provar que todos podem ficar loucos após um dia ruim) e Cavaleiro das Trevas (a HQ de Frank Miller na qual o Batman finalmente mata o vilão). 
Não há nada muito diferente na história e os desenhos também não são um grande destaque, mas vale pela curiosidade. É visível que alguns personagens tem seus uniformes diretamente influenciados por versões cinematográficas, principalmente o Batman que é quase uma cópia do que vimos nos dois últimos filmes  da trilogia de Christopher Nolan. 
Creio que ainda não temos a versão impressa no país. O que acessei foi uma versão em inglês e também não tive notícia de outras versões traduzidas, porém não é algo muito complicado de achar. 
Obs.: algumas das cenas que vi sobre o game não me causaram impacto, principalmente quando vejo o Asa Noturna espancando o Superman (meio sem lógica, mas jogo é jogo).
Assistam agora ao trailer legendado do game:





Ficha Técnica: 

Roteiro de Tom Taylor
Arte por Bruno Redondo, Jheremy Raapack, Axel Gimenez e Mike Miller
Cores por Alejandro Sanchez e outros.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Jogos educativos online gratuitos - Revista Nova Escola


Fonte: Revista Nova Escola

Confira nesta página os jogos online produzidos por NOVA ESCOLA para usar com a turma e para aprimorar sua formação. Boa diversão!

Uma iniciativa de alto gabarito que o site da revista Nova Escola pôs em prática e está dando certo. Através de jogos educativos online, crianças e jovens (e até adultos) aprendem e aprimoram seus conhecimentos em Língua Portugues, Matemática, Ciências e Espanhol. Os níveis dos jogos vão desde a Educação Infantil até o Ensino Médio. Interessantes e muito bons para fixar conhecimentos e aguçar o raciocínio. Cliquem no link acima e divirtam-se aprendendo.



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