Por: Franz Lima . Guerra Não estamos diante apenas de um remake ou um reboot dos antecessores desse filme. Aqui, somos forçados a ver uma parte vil de nossa história ser recontada. Guerra, segregação, morte... caminhando juntas. Ceifando juntas. A cobiça e o ódio de um homem (ou seriam seus ideais?) movendo o mundo em direção ao colapso. Sua vontade acima da de seus pares. A dese para purificar os geneticamente inferiores, onde 'purificar' é sinônimo de extermínio. Já viram isso antes? Homenagens visuais As referências a Matrix e Avatar são óbvias e respeitosas às obras. O visual inicial é magnífico e atormentador. A atuação de Russel Crowe traz à memória o marcante general Maximus, de Gladiador. Porém uma coisa fica bem ainda mais evidente: essa é uma nova versão para o colapso que condenou Krypton à destruição. A mais sombria e realista versão. Há uma alternância magnífica entre o presente e a infância de Clark. Fotografia e trilha sonora também são fantástic...
"Um pequeno passo para o homem, mas um grande salto para o Abismo."