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Mostrando postagens com o rótulo Roger Mello

Roger Mello vence Hans Christian Andersen na categoria ilustrador

Fonte: Estadão O escritor e ilustrador brasileiro Roger Mello, de 48 anos, venceu o prêmio Hans Christian Andersen – considerado o Nobel da literatura infantil – na categoria ilustrador. Mello é o primeiro latino-americano a conquistar o prêmio nesta categoria. A japonesa Nahoko Uehashi ganhou a premiação na categoria escritor. O resultado foi anunciado na Feira do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha 2014, na Itália, que começou nesta segunda-feira e segue até o dia 27. “Ele não subestima a capacidade da criança de reconhecer e decodificar os fenômenos culturais pelas imagens, guiada pela imaginação”, afirma o júri da premiação no texto em que justifica a escolha de Mello. “Por intermédio de suas histórias coloridas, o jovem leitor ganha um entendimento mais profundo da própria cultura e daquelas ao redor do mundo.” Ilustrador há mais de 25 anos, Mello coleciona uma série de premiações. Recebeu o Espace-enfants, da Suíça, em 2002, mesmo ano em q...

Dois brasileiros concorrem ao principal prêmio da literatura infantil

Fonte: Folha . Por Gabriela Romeu Ilustração de "As patas da vaca", de Bartô A literatura infantil está em clima de Copa. Nesta segunda, ocorre, na feira literária de Bolonha (Itália), a entrega do prêmio Hans Christian Andersen, espécie de Nobel dos livros para crianças. O Brasil tem dois nomes na disputa: Bartolomeu Campos de Queirós (1944-2012) e Roger Mello. Nessa premiação, feita de dois em dois anos, ganham um escritor e um ilustrador. Se um dos brasileiros vencer, o Brasil vira tricampeão das letras. A primeira a receber o Andersen foi Lygia Bojunga, em 1982, por livros como "Os Colegas" e "A Bolsa Amarela". A segunda, em 2000, foi Ana Maria Machado, autora, entre outros, de "Bisa Bia, Bisa Bel" e "Raul da Ferrugem Azul". Ziraldo, Ruth Rocha, Angela-Lago, Nelson Cruz e Marilda Castanha são outros brasileiros já indicados. Bartolomeu está na categoria de escritor e Roger, de ilustrador. Há autores de 32...

Como escrever um livro infantil.

Poesia ou raio X? Roger Mello e Bartô revelam o invisível Por Paulo Werneck. Fonte: Folha O poeta João Cabral de Melo Neto dizia que fazer poesia é "dar a ver", ou seja, nos mostrar coisas que, normalmente, não enxergamos. É o que fazem Bartolomeu Campos de Queirós e Roger Mello. Roger nos leva a espaços que não conhecemos: um mangue, uma mina de carvão, a casa de vizinhos. Em "Carvoeirinhos", ele conta a vida dos meninos que trabalham (!!!) em minas de carvão (!!!!!!!!). Colorido só com preto e cinza, o livro dá a sensação de escuridão, de que estamos no fundo da mina, com os carvoeirinhos. De repente, aparece na página um laranja fosforescente que quase dói. Esse "susto" abre os nossos olhos para a situação absurda dos meninos. Trabalho infantil é proibido por lei, mas ainda acontece no Brasil. "Meninos do Mangue" funciona do mesmo jeito: Roger leva o leitor para dentro de um mangue, cheio de lama, caranguejos, siri...