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sábado, 9 de abril de 2016

Review do filme Transcendence. Uma obra que irá fazê-los refletir.


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Desde que a revolução Industrial ocorreu no século XIX, as máquinas têm sido uma preocupação que atormenta o ser humano. São visíveis os progressos obtidos pela tecnologia, assim como também são notórios os temores diante das inovações.
Isaac Asimov escreveu muito sobre o tema da tecnologia sobrepujando a humanidade. Alguns filósofos meditam acerca do domínio tecnológico, da presença massiva das revoluções industriais que ocorrem a cada novo dia, no nosso cotidiano. O filme Matrix mostrou, ainda que de forma grandiosa, os efeitos de uma sociedade cujos anseios por evolução e comodidade tecnológica podem trazer.  Em o Exterminador do Futuro, as máquinas são o vilão, responsáveis pelo quase extermínio dos humanos.
A teoria da criatura se voltando contra o criador está presente no inconsciente humano, seja por meio de histórias como Frankenstein, seja pelo notório medo do uso da tecnologia para melhorarmos. Células-tronco são uma solução para uma ainda inexplorada gama de males, mas isso não justifica – na visão de uma grande quantidade de pessoas – o uso de tal artifício.
Seja como for, olhe ao redor e confirme uma realidade: a tecnologia e as evoluções (comodidades e benefícios) não podem ser negadas. Também não poderá negar que elas quando mal usadas podem ser ruins. Guerras, desvio de dinheiro público, manipulação de opinião, formação de crenças, criação de doenças, notícias falsas... tudo isso e muito mais fazem parte de uma era digital na qual tudo é possível, inclusive a prática do mal.

Transcendence é um filme diferente, ambientado em um presente cujas novidades tecnológicas unem as pessoas, mas também afastam. A Era Digital é uma realidade onde cada vez mais as pessoas se afastam fisicamente para estar próximas digitalmente. A frigidez diante do próximo virou rotina. O descaso pela vida alheia é notório e preocupante. As pessoas estão mais isoladas, mesmo com incontáveis amigos no mundo virtual. Diante deste quadro sinistro e escondido pelo virtual, um grupo de radicais procura acabar com a possibilidade de criação de uma inteligência artificial incompreensível, capaz de tomar decisões independentes, capaz de se aproximar da consciência humana.
Tal como anunciado em obras de mestres da ficção como Asimov, Transcendence mostra um casal de cientistas que busca o melhor para o mundo através da tecnologia. Will Caster (Johnny Depp) é um pesquisador de grande influência no campo da I.A., apoiado por sua esposa Evelyn (Rebecca Hall). Eles querem usar a I.A. para promover a cura de doenças, a melhoria da qualidade de vida das pessoas. Suas intenções são as melhores, porém causam desconfiança e medo por parte de um grupo contrário à tecnologia, liderado por Bree (Kate Mara). Em meio a esse cenário, um atentado ocorre e mata um grande número de pesquisadores. Will e Evelyn sobrevivem, assim como seus amigos Joseph (Morgan Freeman) e Max (Paul Bettany). Eles são os mais hábeis em nanotecnologia e inteligência artificial. São o futuro das pesquisas nesses campos.
Entretanto um fato é descoberto. Will foi contaminado por um projétil envenenado com radiação. Sua vida acabará rapidamente, o que leva Evelyn e Max a um ato extremo para salvá-lo: converter sua essência em I.A., mesclando-a a uma poderosa rede de computadores chamada P!NN. Will morre fisicamente, mas sua essência permanece intacta na forma de algo jamais visto, uma forma virtual de inteligência que o trouxe novamente à vida. Will transcendeu a morte através das máquinas.

O que verão a seguir é um notável debate sobre os limites do homem. A que custo os sonhos poderão ser realizados? É ético impor sua verdade sobre a de outros? É ético anular pessoas de suas vontades em prol de um futuro melhor?
Transcendence toca a todo instante nesses detalhes que podem separar um sonhador de um ditador. Will retorna e se aprimora a cada instante. Evelyn é sua parceira e ajuda-o a concretizar algo antes impensável. Mas a cada segundo vocês terão novas cartas à mesa, cada uma delas mostrando que o jogo pode ficar mais perigoso, mostrando que as apostas estão ficando altas demais.
Assim sendo, o filme parte para um conflito filosófico onde as ações de homens e máquinas irão mostrar que os maiores males partem de nossa essência humana.
A utópica vida perfeita pode ser alcançada um dia, desde que seja por vias justas, sem a imposição de ideologias... sem a submissão de pessoas às vontades de outras.
Recomendo Transcendence por mostrar um futuro possível, principalmente diante de nosso descaso e desconhecimento do que ocorre no mundo virtual. Somos alienados que se valem de programas e interfaces fáceis de usar, porém por nós desconhecidas. Transcendence relembra algo muito importante: os maiores males não foram feitos por máquinas; foram feitos por quem as criou e manipulou.
Como disse antes, mais do que um filme, Transcendence é um exercício de reflexão sobre temas controversos como religião, ditaduras, tecnologia e a facilidade com que nós, humanos, nos entregamos a soluções rápidas e fáceis. Somos manipuláveis por conta de nosso egoísmo ou apenas queremos ser felizes?

Que me perdoem os fãs de filmes cuja única finalidade é divertir, já que também gosto desse tipo de entretenimento, mas é bom ter algo na indústria do cinema que fuja da ação sem sentido ou de temas simples. Pôr a mente para refletir, meditar sobre quem somos e o que iremos nos tornar é algo que dever ser feito com mais constância. Esse longa-metragem é uma das ferramentas que pode ser usada para isso.

Dados Técnicos:


Direção: Wally Pfister
Música composta por: Mychael Danna
Roteiro: Jack Paglen

Produção executiva: Christopher Nolan, Emma Thomas, Dan Mintz
Lançado no Brasil em 1º de maio de 2014.



quinta-feira, 31 de março de 2016

Conto escrito por Inteligência Artificial é selecionado em concurso literário japonês.


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Divulgada pela Superinteressante, esta é uma notícia que surpreende e acende a polêmica sobre o uso da Inteligência Artificial. Entretanto, a verdade é que um computador, programado por humanos e com diretrizes e palavras-chave específicas para um fim único, obteve a seleção entre mais de 1400 contos em um concurso literário. Mesmo não tendo prosseguido para as fases seguintes, a notícia é espantosa, principalmente se considerarmos o processo de criação do texto: 
Os cientistas selecionaram palavras e frases que seriam usadas na narrativa, e definiram um roteiro geral da história, que serviria como guia para a inteligência artificial. A partir daí, o computador criou o texto combinando as frases e seguindo as diretrizes que os cientistas impuseram.
Ainda assim, um conto feito exclusivamente por Inteligência Artificial estar entre os primeiros trabalhos selecionados é muito animador. 
As possibilidades da IA são infinitas, mas estamos muito distantes ainda do androide David  de A.I., o homem bicentenário Andrew, os androides de Blade Runner ou os Agentes da Matrix. Seja como for, esse é um passo que pode provocar desconforto nos divulgadores das teorias de conspiração, porém é algo a ser comemorado com estardalhaço. É bom lembrar que a IA pode ser aplicada em automóveis, cirurgiões-robô, trânsito, pesquisas científicas e uma infinidade de aplicações benéficas à humanidade. 
Pena que o conto "O Dia em que um Computador Escreveu um Conto" não foi disponibilizado para leitura. 


domingo, 7 de dezembro de 2014

Conheçam 'Chappie', do mesmo diretor de Distrito 9. Watch the trailer.


Texto: Franz Lima.

Uma das mais aguardadas produções cinematográficas de 2015 não é - na minha opinião - Vingadores ou Batman v Superman. Também não é a conclusão de Jogos Vorazes ou algo similar. Na verdade, o filme que está fazendo com que o tempo pareça passar lentamente é Chappie.


Dirigido por Neill Blomkamp e estrelado pelos ótimos Dev Patel (Quem quer ser um milionário), Hugh Jackman (Wolverine) e Sharlto Copley (Elysium). Acrescente a isso a dupla de rapper do Die Antwoord. 
A produção conta a história de Chappie, um robô com inteligência artificial tão aguçada que a máquina passa a adquirir sentimentos. A narrativa conta a evolução de Chappie - seu aprendizado - até as consequências desta evolução diante de uma humanidade que não aceita o diferente. Há uma conotação com Pinocchio não só na criação do robô pelo personagem de Dev Patel, como também pelo temor diante dessa novidade.

Tal como vimos em Distrito 9, a crítica social é forte e contundente, fato que por si só já torna o filme interessante. Mas não é apenas isso.
Chappie ganha vida e veracidade com a atuação fantástica de Sharlto Copley, o mesmo ator que interpretou um agente governamental em Distrito 9 e acabou pagando um alto preço por sua arrogância. Em Chappie, Sharlto é o próprio robô. Ele insere muito humor e drama à personagem, fato que cativará o público.
Eu aposto alto neste filme. Não só pelo elenco e direção, mas pela coragem em abordar temas tão controversos em uma produção de ficção-científica. 
O lançamento está previsto para 16 de abril de 2015. Veja o trailer abaixo e diga se concorda comigo...



quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Stephen Hawking: Inteligência artificial pode destruir a humanidade


Fonte: BBC
Correspondente de Tecnologia, BBC News
Stephen Hawking, um dos mais proeminentes cientistas do mundo, disse à BBC que os esforços para criar máquinas pensantes é uma ameaça à existência humana.
"O desenvolvimento da inteligência artificial total poderia significar o fim da raça humana", afirmou.
Hawking fez a advertência ao responder uma pergunta sobre os avanços na tecnologia que ele próprio usa para se comunicar, a qual envolve uma forma básica de inteligência artificial.
O físico britânico, que sofre de esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma doença degenerativa, está usando um novo sistema desenvolvido pela empresa Intel para se comunicar.
Especialistas da empresa britânica Swiftkey também participaram da criação do sistema. Sua tecnologia, já empregada como um aplicativo para teclados de smartphones, "aprende" a forma como Hawking pensa e sugere palavras que ele pode querer usar em seguida.
Hawking diz que as formas primitivas de inteligência artificial desenvolvidas até agora têm se mostrado muito úteis, mas ele teme eventuais consequências de se criar máquinas que sejam equivalentes ou superiores aos humanos.
"(Essas máquinas) avançariam por conta própria e se reprojetariam em ritmo sempre crescente", afirmou. "Os humanos, limitados pela evolução biológica lenta, não conseguiriam competir e seriam desbancados."

'No comando'

Nem todos os cientistas, porém, compartilham da visão negativa de Hawking sobre a inteligência artificial.
"Acredito que continuaremos no comando da tecnologia por um período razoável de tempo, e o potencial dela de resolver muitos dos problemas globais será concretizado", opinou o especialista em inteligência artificial Rollo Carpenter, criador do Cleverbot, cujo software aprende a imitar conversas humanas com crescente eficácia.
Carpenter disse que ainda estamos longe de ter o conhecimento de computação ou de algoritmos necessário para alcançar a inteligência artificial plena, mas acredita que isso acontecerá nas próximas décadas.
"Não podemos saber exatamente o que acontecerá se uma máquina superar nossa inteligência, então não sabemos se ela nos ajudará para sempre ou se nos jogará para escanteio e nos destruirá", disse Carpenter, que apesar disso vê o cenário como otimismo por acreditar que a inteligência artificial será uma força positiva.
Ao mesmo tempo, Hawking não está sozinho em seu temor.
No curto prazo, há preocupação quanto à eliminação de milhões de postos de trabalho por conta de máquinas capazes de realizar tarefas humanas; mas líderes de empresas de alta tecnologia, como Elon Musk, da fabricante de foguetes espaciais Space X, acreditam que, a longo prazo, a inteligência artificial se torne "nossa maior ameaça existencial".

Voz

Na entrevista à BBC, Hawking também alertou para os perigos da internet, citando o argumento usado por centros de inteligência britânicos de que a rede estaria se tornando "um centro de comando para terroristas".
Mas o cientista se disse entusiasta de todas as tecnologias de comunicação e espera conseguir escrever com mais rapidez usando o seu novo sistema.
Um aspecto tecnológico que não mudou no sistema é a voz robotizada que externaliza os pensamentos de Hawking. Mas o cientista diz que não faz questão de ter uma voz que soe natural.
"(A voz robótica) se tornou minha marca registrada, e não a trocaria por uma mais natural com sotaque britânico", disse. "Ouvi dizer que crianças que precisam de vozes computadorizadas querem uma igual à minha."

Franz diz: a inteligência privilegiada de Hawking serve de alerta para quem duvidou das previsões embutidas em 'Matrix' e outros filmes de ficção. Mais uma vez a vida imita (ou imitará) a arte. 
A Inteligência Artificial pode realmente se tornar um problema, mas eu creio que o uso das leis da robótica (de Asimov) poderá evitar tais transtornos. 
O futuro é verdadeiramente incerto...
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

10 hipóteses possíveis para o fim do mundo (inclusive zumbis)


O mundo vai acabar. Não se sabe quando nem as razões, mas o nosso belo planetinha azul, um dia, será reduzido a cinzas, a desertos escaldantes ou a nada.Existem muitas especulações relacionadas a esse tão esperado evento – afinal, isso vem sendo explorado há séculos por profecias e histórias de todos os tipos. Seja pelo calendário Maias, por uma chuva de meteoros ou por uma bomba atômica secreta de governantes malucos, todas as teorias sobre o fim do mundo têm uma pontinha de verdade – e outra de criatividade. Confira como seriam os fins do mundo mais populares. 
Fonte: Tecmundo
Por: Bruna Rasmussen

O Calendário Maia

Os Maias utilizavam um calendário muito mais preciso e avançado do que o método de contagem de tempo que temos hoje. Com isso, estudiosos afirmam que foi possível prever eventos como a chegada do homem branco à civilização maia, em 1519.
Para o azar de todos, o calendário Maia prevê que em 21 de dezembro de 2012 algo de muito ruim acontecerá ao planeta. A partir disso, surgiram informações de que, nesta data, o Sol e a Terra estarão alinhados com o centro da Via Láctea e que, justamente neste, espaço há um buraco negro gigantesco.
Com isso, baseando-se na Teoria do Campo Magnético Terrestre, de Einstein, o campo magnético da Terra pode ser alterado, levando a terremotos, erupções vulcânicas, tsunamis e, claro, ao fim do mundo.

Nostradamus

O mesmo sujeito que previu o Katrina, a Revolução Francesa e até mesmo a morte da Princesa Diana afirma que o mundo não passa de 2012. Nostradamus era um apotecário francês que viveu no século dezesseis e era popular por suas previsões certeiras.
Há quem desminta o fato, dizendo que as interpretações dos manuscritos estão erradas. Outros, porém, acreditam piamente no fim – ainda mais que temos a teoria do calendário Maia colaborando com Nostradamus.

 

 

A teoria do planeta rasgado

O universo está em constante expansão. Você provavelmente já ouviu isso, mas, quem sabe, nunca parou para se perguntar qual é o limite. Até que ponto as coisas podem ser esticada antes de se romper?
Para os cientistas da Universidade de Darthmouth, nos Estados Unidos, se a aceleração do universo for infinita, ou seja, continuar a aumentar, dentro de um espaço de tempo, todas as forças que mantém nos nêutrons e prótons em seus devidos lugares serão superadas.
As estimativas, nada otimistas, dão conta de que 60 milhões de anos antes do fim, a galáxia sofrerá uma grande perturbação; três meses antes, o sistema solar será desprendido do todo; 30 minutos antes, a Terra irá explodir e 10-19 segundos antes, os átomos se dissociarão, dando fim a tudo.
A parte boa é que deve demorar cerca de 20 bilhões de anos para que isso aconteça. Mas outras teorias e possíveis catástrofes com certeza terão acabado com a Terra até lá.

Aquecimento global

Você pode não se importar quando joga um papel no chão ou anda sozinho por aí de carro, poluindo a cidade. Mas para tudo o que você faz, o planeta tem uma resposta na ponta da língua.
A teoria do aquecimento global é, de todas as apresentadas neste artigo, a que mais possui respaldo científico. Defendida por inúmeras teses e com resultados que podem ser comprovados todos os dias – basta sair para fora e sentir frio em pleno verão (ou o contrário) -, o aquecimento global é mais plausível do que a teoria maia. Mas será que podemos danificar o ambiente a ponto de acabarmos com a Terra?
De acordo com cientistas, sim. 2010 teria sido o ano mais quente do planeta e esse cenário não parece ser facilmente reversível. O aquecimento da Terra continuaria mesmo se parássemos com as emissões de gases prejudiciais e diminuíssemos a quantidade de lixo produzido.
Com o aumento da temperatura, a qualidade do ar é prejudicada, os alimentos se tornam escassos e as terras podem se tornar desertas. Sem comida, suscetível a diversas doenças, sem sombra ou água fresca: morrerá não só o ser humano, mas toda e qualquer forma de vida. E pode apostar, será uma morte lenta e dolorosa.

Explosão de Raio Gama

Os raios gama, a forma de luz mais intensa que conhecemos, trazem uma alta frequência eletromagnética e são produzidos durante fenômenos astrofísicos. Quando uma estrela supernova explode, ela libera essa enorme quantidade de radiação, o que pode ser devastador, se feita a uma distância mínima de 30 anos-luz da Terra.
A atmosfera terrestre seria destruída pelos raios gama, causando incêndios generalizados no planeta e acabando com qualquer tipo de vida em semanas. A boa notícia é que não existem tantas supernovas explosivas próximas da Terra e, portanto, as chances de acabarmos pegando fogo ficam um pouco mais remotas.

Pandemia

Lembra quando a H1N1 estourou e todos andavam nas ruas de máscara, luvas e olhavam com cara feia quando você tossia? Mais de 1800 pessoas morreram durante o surto de gripe em 2009 e essa foi apenas uma demonstração do que uma pandemia é capaz de fazer.
Levando em conta as facilidades de se modificar vírus e bactérias e a rapidez de transmissão de doenças - devido, principalmente aos meios de transporte e  às aglomerações urbanas - iniciar uma pandemia é moleza. E em uma brincadeira dessas, mais da metade da população pode ser atingida.
Como já afirmamos aqui no Tecmundo, é mais fácil matar toda uma nação com um vírus do que usando uma bomba atômica. Portanto, começar a lavar as mãos com frequência e não encostar no corrimão pode ser uma boa ideia.

Guerra nuclear

Basta um par de governantes estressados para que o mundo vá pelos ares. Hoje, existem cerca de 25 mil armas nucleares no mundo, sendo que boa parte delas está no Estados Unidos e na Rússia. Mas para acabar com tudo, menos de 1/10 desse arsenal seria necessário.
O inverno nuclear, causado pela explosão de diversas bombas, consistiria em uma espessa nuvem de poeira e material radioativo, o que poderia causar o bloqueio parcial da luminosidade solar, provocando um inverno rigoroso. Apesar da redução da quantidade de armas nucleares após a Guerra Fria, a possibilidade de uma guerra nuclear está menos distante do que gostaríamos.

Zumbis

Eles estão nos vídeo games, quadrinhos e filmes, mas será que poderiam existir de verdade? Os mortos-vivos são criaturas que, ao serem infectadas, perdem parte de sua consciência e perambulam por aí, atrás de cérebros.
Por ser uma condição infecciosa, a transmissão do vírus que transforma a pessoa em zumbi poderia ser muito rápida - e devastadora. A ciência tem registros de alguns parasitas capazes de tomar o controle do cérebro, transformando o sujeito e alterando seu comportamento cerebral. Com tantos vírus e bactérias que sofrem mutações ou que têm a genética alterada propositalmente, a ideia de uma transformação zumbi não parece assim tão absurda. 

Asteroide

Esta não seria a primeira vez que a Terra sucumbiria a um asteroide. Como você bem deve saber, os dinossauros foram dizimados por um desses corpos há 65 milhões de anos. De acordo com alguns cientistas, o asteroide 1997XF11 pode entrar em rota de colisão com a Terra, causando um grande estrago.
A grande maioria das formas de vida seria aniquilada e, os sobreviventes teriam de lutar pela vida em um ambiente repleto de cinzas e poeira, causado pelos incêndios provocados e pela queda do asteroide em si. Apesar de alguns acreditarem no poder malévolo do 1997FX11, a NASA garantiu que não há nenhum asteroide ameaçando a vida na Terra neste momento.

O levante dos gadgets

O celular fala com você, o computador sabe tudo da sua vida e a câmera digital é uma extensão dos seus olhos. A tecnologia está ficando cada vez melhor e, enquanto estiver em nosso controle, está tudo bem. Mas quais são as chances dos gadgets se tornarem mais inteligentes que os homens e tomarem o mundo?
A inteligência artificial tem potencial para criar células de ação independentes. É o que pensa Stephen Hawking, um dos maiores cientistas vivos. Um computador poderia pensar e agir sem que a interferência do homem fosse necessária. Pense bem da próxima vez que for dormir com o celular do lado.
.....
Não sabemos em qual desses cenários será o grand finale do mundo. Apesar de alguns deles serem mais ou menos prováveis, todos têm uma chance de acontecer.

 


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