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Mostrando postagens com o rótulo The killing joke

Batman: A Piada Mortal. Resenha do clássico sobre a origem do Coringa.

        “Eu adorei A Piada Mortal… É o meu favorito. O primeiro gibi que gostei.” ( Tim Burton) Escrevo essas humildes linhas para falar sobre uma das Graphic Novels que mais amo. Não é um lançamento ou um desses encadernados com quase 600 páginas. Em simples  48 páginas  nós somos arremessados em um universo doentio e violento, o que não implica em dizer que o amor e a esperança estão ausentes. Li há mais de 20 anos a minha primeira edição de “A Piada Mortal”. Lembro com absoluta certeza que a li por quase um dia inteiro, saboreando cada quadrinho como se fosse uma iguaria. Na verdade, a HQ é um banquete para os amantes da Nona Arte. Foi na década de 90 (ou antes) que descobri a narrativa de Alan Moore, a alta dosagem de psicologia embutida na trama que me fez filosofar por anos acerca do tema. Garanto: vocês irão pensar e, meses depois, serão flagrados divagando sobre o questionamento principal da história: será que um péssimo dia pode decret...

Alguns dos principais Coringas da história.

Por: Franz Lima . Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo . Esta é uma singela homenagem do Apogeu do Abismo ao mais alucinado dos vilões da DC, o Coringa.

Primeiro trailer da animação Batman: A Piada Mortal (The Killing Joke). Análise comparativa.

Por: Franz Lima . Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo . #apogeudoabismo Enfim as primeiras cenas da adaptação de um dos mais polêmicos trabalhos de Alan Moore saiu. Batman: a Piada Mortal é um marco na história do Homem-Morcego não só pelo desenho magnífico de Brian Bolland, mas pelo roteiro tenso que mostra a reformulação da origem do Coringa. Entre perseguições, sequestros, estupro e uma boa dose do passado do vilão, A Piada Mortal se tornou uma referência em quadrinhos e uma das passagens mais violentas na história do Batman e de pessoas por ele amadas. Apesar de não haver passagens na HQ com Barbára Gordon caracterizada como a Batgirl, as cenas estão muito próximas do que a graphic novel apresentou. A trilha sonora ajuda a ampliar as emoções durante algumas passagens. Meus temores ficam por conta da censura quanto aos vários picos de violência que a HQ tem que, caso sejam cortadas ou adaptadas, pode minimizar o impacto da obra original, desvirtuar sua essência. Hon...