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segunda-feira, 16 de maio de 2016

Chinesas prendem cabelo no teto para não dormir enquanto estudam visando vaga na universidade



Fonte: Livros e Pessoas. Comentários: Franz Lima
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A concorrência nos vestibulares e nas universidades chinesas é imensa: milhões de candidatos lutam todos os anos por vagas nas universidades do país oriental.
A única opção dos estudantes é encarar jornadas de até 16 horas de estudo por dia para conseguir aprovação nos exames. As meninas chinesas acharam um jeito inusitado de estudar por horas a fio sem adormecer.
Elas prendem o cabelo ao teto para evitar cochilar. Cada vez que elas adormecem, levam um puxão no cabelo e, assim, despertam. O método criado pelas estudantes universitárias ganhou muitas adeptas, pois milhares de outras garotas também postaram suas fotos com o macete na rede social Weibo – uma versão chinesa do Twitter, – conforme noticia o jornal O Globo.
A ideia virou mania na China depois que Chen Tang, de 21 anos, postou uma foto fazendo o uso da técnica. Chen desenvolveu a ideia com a sua companheira de quarto, Huang Lu, de 22 anos. Elas estudam numa universidade da província de Fujian, no sudeste da China. Ligar o ar-condicionado e tomar doses cavalares de café já não surtia efeito, contaram elas ao jornal inglês Daily Mail.
De acordo com as universitárias, elas estudaram métodos de antigos estudiosos chineses para manter a concentração. Um dos exemplos era prender os cabelos do dorminhoco no teto. Chen e Huan adaptaram a ideia com prendedores de roupa. Chen diz que a técnica dá resultado: “Os estudos são tão cansativos, que a prática do cabelo pendurado o torna mais interessante e eu me sinto muito mais disposta desta forma”. Curtiu a ideia?
Franz diz: eu sei que muitos dirão que é exagero ou um sacrifício grande demais. Entretanto, diante da concorrência absurda em seu país, estas garotas acabaram mostrando que o foco e a dedicação para se alcançar uma meta são válidas. Os resultados virão conforme o estudante (nesse caso) tenha força de vontade suficiente para sacrificar seu tempo ocioso e até a própria saúde para atingir sua meta. Isso não é tortura, é desejo de ser alguém, de alcançar um patamar muito difícil à custa de muito suor e horas de dedicação. Isso é foco!
Enquanto isso, no Brasil, estudantes não conseguem sequer chegar no horário certo para prestar o vestibular. Muitos não minimizam os acessos às redes sociais. Quer progredir? Então tenha em mente que o maná pode até cair do céu, mas ao preço de muito sacrifício e vontade. Essas estudantes estão em uma rotina estressante e cansativa, porém os frutos serão colhidos no futuro. Elas são um exemplo... Siga-as!


sábado, 25 de maio de 2013

Redação simulada é corrigida e aponta erros que podem ajudar na hora da avaliação real.




"Enem Nota Máxima" disponibiliza uma equipe de especialistas para a correção de redações, um dos recursos que a caixa com dez volumes apresenta. Para testar os professores da LeYa, editora responsável pela publicação, a Livraria da Folha pediu ajuda aos leitores.

P.S.O., que pretende fazer o Exame Nacional do Ensino Médio neste ano, enviou seu texto para a avaliação. A Livraria da Folha encaminhou à equipe. Abaixo, leia a redação e as correções.

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Direitos humanos para todos

É triste saber que 1 a TV, rádio, jornais e internet só se interessam por um assunto tão importante quanto os diretos humanos quando o presidente da comissão em Brasília é contra negros e homossexuais.



domingo, 5 de fevereiro de 2012

Escrever antes da prova diminui a tensão e melhora resultados


Pesquisadores da Universidade de Chicago encontraram a solução para os dias de prova na escola: escrever um texto sobre suas aflições 10 minutos antes do teste melhora seu desempenho.


Você fica nervoso quando vai fazer uma prova? E isso atrapalha seu desempenho? Infelizmente, nas situações mais importantes, a performance das pessoas acaba sendo mais baixa do que suas capacidades; é como se elas sofressem um bloqueio. Mas um estudo da Universidade de Chicago, publicado na Science do dia 14 de janeiro de 2011, deve ajudar a diminuir o nervoso na hora da prova. Os pesquisadores Gerardo Ramirez e Sian Beilock mostraram que escrever um pouquinho sobre essa ansiedade minutos antes da prova contribui para diminuir a agonia dos alunos. Um breve texto feito 10 minutos antes do teste pode evitar bloqueios e melhorar a nota em até um ponto. 
No exercício da escrita, os alunos descarregam suas ansiedades antes de fazer a prova e, portanto, liberam recursos intelectuais necessários para completá-la com sucesso – recursos normalmente tomados por preocupações em relação à própria prova.
Em uma pesquisa anterior, Beilock demonstrou que situações de pressão podem esgotar uma parte do cérebro conhecida como memória de trabalho. Essa memória é uma espécie de bloco de rascunho mental que permite que as pessoas "organizem" informações relevantes para a tarefa. Quando as preocupações são muitas, as pessoas normalmente usam a memória de trabalho para resolver os problemas e acabam por sobrecarregá-la. Assim, perdem parte da capacidade do cérebro para completar a tarefa – nesse caso, a prova.

Experimentos 

Sian Beilock
Para provar essas idéias, Ramirez e Beilock recrutaram 20 estudantes universitários e deram a eles dois testes de matemática curtos. No primeiro, os estudantes só precisavam dar o melhor de si. Antes do segundo, os cientistas criaram uma situação de estresse: disseram que os estudantes que tivessem um bom desempenho receberiam dinheiro e que todos dependiam da melhora do desempenho do grupo – como forma de criar pressão entre os colegas. Eles também foram informados de que seu trabalho seria filmado, e que os professores de matemática assistiriam depois. Metade dos alunos receberam 10 minutos para escrever sobre seus medos e angústias sobre a prova (grupo da escrita), e a outra metade deveria permanecer sentada e quieta (grupo controle).
O grupo da escrita teve um desempenho significativamente melhor do que o grupo controle. "Os participantes que não escreveram tiveram uma queda de 12% do primeiro para o segundo teste, enquanto os alunos que expressaram seus pensamentos antes do teste de alta pressão tiveram uma melhora de 5%", escreveram os pesquisadores.
Em outro experimento, os pesquisadores mostraram que não era apenas o ato de escrever que ajudava os alunos. Na verdade, escrever sobre seus sentimentos em relação ao teste é que evitou que eles "travassem" na hora da prova.
Os pesquisadores também realizaram dois experimentos envolvendo estudantes de biologia no primeiro exame final de suas vidas no ensino médio. Pediram que eles escrevessem o texto seis semanas antes do exame final com o seguinte tema "Durante os testes, eu me pego pensando sobre as conseqüências do meu fracasso".
No outro experimento, minutos antes do exame final da biologia, alguns alunos deveriam escrever sobre seus sentimentos em relação à prova, e, outros, pensar sobre temas que não tinham a ver com ela. Quando os pesquisadores examinaram as notas dos alunos, descobriram que estudantes que não haviam escrito ficaram mais ansiosos e com nota menor, B-. Por outro lado, quem teve a oportunidade de escrever antes do exame teve uma performance tão boa quanto os colegas que normalmente não ficam ansiosos em testes – tiraram B+.
Mesmo que o professor não dê a chance aos alunos de escrever antes da prova, eles devem fazer isso de forma independente para melhorar seu desempenho. "Na verdade, achamos que esse tipo de escrita ajuda as pessoas a atingirem sua melhor performance em várias situações em que estão sob pressão: uma apresentação a um cliente, um discurso para uma platéia ou até mesmo uma entrevista de emprego", disse Beilock. "O bloqueio nos exames é um problema grave, uma vez que esse desempenho afeta futuras oportunidades acadêmicas", afirmou.
 


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