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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Pôster gigante de The Hobbit: the battle of five armies.


Este é o pôster completo com algumas das principais passagens de The Hobbit: the battle of five armies. Clique na imagem para vê-lo em uma super definição. 
Fonte: Geek Tyrant

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Leilão irá disponibilizar peças originais da trilogia "O Senhor dos Anéis".




Já imaginou experimentar calçar os pés de um hobbit ou então empunhar a espada usada por Frodo Bolseiro? Os fãs da série 'O Senhor dos Anéis', que sem dúvida já sonharam com isso, terão em breve a oportunidade de guardar em casa esses e alguns outros itens do universo criado por Peter Jackson. No entanto, os fanáticos terão que investir uma bela quantia em dinheiro para arrebatar os artigos no leilão que irá acontecer no dia 5 de dezembro, em Beverly Hills, nos Estados Unidos.
Entre as peças de maior destaque, estão o par de pés originais usados pelo personagem Samwise Gamgee - estimado entre 15 mil e 30 mil dólares - e a espada usada pelo protagonista interpretado por Elijah Wood, que segundo os organizadores, deverá ser vendida por um valor em torno de US$ 100 mil e US$ 200 mil. Fora esses, os leiloeiros esperam arrecadar cerca de 50 mil dólares com o cajado usado por Gandalf, vivido por Ian McKellen.
De acordo com a casa de leilões, a expectativa é arrecadar entre 1 milhão e 1,5 milhão de dólares com a venda de 80 lotes provenientes do acervo particular de um colecionador. Essa é a segunda maior coleção de artigos de 'O Senhor dos Anéis', atrás apenas do museu do próprio Peter Jackson.

Franz says: uma ótima oportunidade para os fãs extremamente ricos da trilogia dirigida por Peter Jackson. Lamentos à parte, o que conta é a possibilidade de ter um material original de uma obra tão marcante para os fãs do cinema e da obra de Tolkien.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Primeiro pôster de "O Hobbit - A desolação de Smaug".


Com estreia prevista para 20 de dezembro de 2013, "O Hobbit - A desolação de Smaug", a aguardada continuação da trilogia baseada no livro infanto-juvenil de J.R.R. Tolkien, já tem seu primeiro poster. 



segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

O Hobbit: uma resenha inesperada.



Alguns, creio que muitos, ainda se lembram das expectativas que tinham quando um presente era prometido. No meu caso, o sono era inquieto, os dias longos e o tempo arrastado. Tudo perdia um pouco do sentido até que chegasse o momento aguardado em que o sonho viraria realidade. Lembro com especial carinho de um presente que recebi totalmente fora de época, distante do meu aniversário, dia das crianças ou Natal, mas que teve uma das mais longas esperas da minha vida... pelo menos é assim que recordo. O presente? Um batmóvel plástico feito com base no usado no seriado da década de 70 com Adam West. Apesar da simplicidade, ele foi o melhor brinquedo da minha vida, algo dado a mim por meu pai, o que ampliou sua importância.
Avanço agora para os dias atuais onde o batmóvel se chama tumbler e onde o passado ficou relegado ao esquecimento, certo? Errado.
Vivemos uma época onde o passado voltou com a carga total e um de seus expoentes é a busca pelas obras de J.R.R. Tolkien.
Já faz mais de uma década que fomos agraciados por uma versão - antes inconcebível - da trilogia que é o ponto de partida (para a maioria) da carreira de Tolkien: o Sr. dos Anéis.
Ganhamos o que gerações esperaram graças à tecnologia e a força de vontade de um homem que reuniu uma equipe disposta a tomar boa parte de seu tempo, por muitos meses, até a concretização do que hoje conhecemos como a Trilogia do Anel. 
Como disse antes, mais de uma década se passou até que fosse anunciada a retomada de filmagens envolvendo uma obra de Tolkien. Após especulações, anúncios, temores e uma demora que pareceu superior aos longos anos entre uma produção e outra, finalmente chegou a data que muitos esperavam e um número igual temia: 14 de dezembro de 2012, data da estréia do primeiro filme da também trilogia sobre o livro que antecede cronologicamente os fatos passados em “O Senhor dos Anéis”. Estou falando de “O Hobbit: uma jornada inesperada”.

Então, sem mais delongas, vou elucidar todas (ou quase todas) as dúvidas que os fãs, admiradores e fiéis (no sentido religioso) cultivaram sobre essa nova obra de Peter Jackson - em parceria com Andy Serkis. É válida a idéia de uma segunda trilogia?
Clique para ampliar
Alguns questionamentos que incomodam muitos: Era necessária a filmagem de 'O Hobbit'? A convocação de personagens que não estão na trama original foi uma homenagem ou golpe para atrair os fãs da primeira trilogia? As filmagens em 48 Fps valeram o esforço? A adaptação está fiel? O que aguardar do que se segue? E muitas outras questões...
Vou começar pelo primordial que é a necessidade da filmagem em si. O filme é uma adaptação do livro homônimo escrito pelo aclamado J.R.R. Tolkien, uma das mentes mais criativas que o século XX viu. Suas obras possuem uma infinidade de nuances e, por isso, muitos anos se passaram até que houvesse recursos para transpor para a tela tudo que ele imaginara. Assim, ganhamos a trilogia "O Senhor dos Anéis", um sucesso estrondoso que foi responsável por uma retomada absurda da leitura dos livros de Tolkien, alavancando as vendas e divulgando sua obra. Então, pensem comigo, o que impediria ou desabonaria a adaptação de O Hobbit? Dentro do meu entendimento, creio que nada impediria, principalmente se contarmos com três pontos fundamentais: o retorno financeiro, a tecnologia atual e o diretor Peter Jackson. Sabemos que dificilmente o filme traria prejuízos aos produtores, pois era quase certo que os fãs dos primeiros três filmes iriam querer ver essa nova aventura. Também há os recursos tecnológicos de hoje que, indiscutivelmente, tornam capaz de dar a vida a todo tipo de criatura, lugar e situação, trazendo maior credibilidade ao resultado final. Por último, mas o ponto mais importante de todos, a volta de Peter Jackson à direção de uma adaptação deste porte. Jackson dirige com amor, por gostar muito de Tolkien e por ter adquirido um vínculo com os personagens. Dar vida ao que o escritor criou é prazeroso para o diretor. Desgastante, mas prazeroso.
Passemos agora à abordagem sobre a fidelidade do filme à obra literária. Não posso responder pelos dois filmes restantes, porém sou enfático quanto a 'Uma Jornada Inesperada': todos os elementos básicos da trama estão presentes com fidelidade quase religiosa. O carinho que atores e produtores dedicaram a cada cena é inigualável. Há humor quando tem que haver e a tensão e violência estão muito mais palpáveis que no livro. Relembro que são linguagens distintas e não é possível exigir fidelidade absoluta, mesmo quando se tratar de um fã mais extremista. 
Até o ponto em que o primeiro filme encerra, pude constatar que Peter Jackson atendeu a um pedido dos fãs de seus três filmes do universo de Tolkien: um clima mais soturno. Eu já vi e li quase tudo sobre o Hobbit (menos a primeira animação de 1969) e não há como negar que, comparativamente ao SdA, o livro sobre as aventuras de Bilbo Bolseiro é infantil. Entretanto, não critíco a obra, peça fundamental de um Universo rico, mas a linguagem e o tempo no qual os problemas são solucionados estão muito próximos ao que encontramos em livros infanto-juvenis.
Jackson, na minha opinião, foi inteligente demais ao manter o conteúdo da trama (atendendo aos fãs conservadores) e também ao criar um clima mais pesado e "realista" (quando atende aos fãs da primeira trilogia).
Vamos a outro ponto que gerou polêmica: a presença de personagens intimamente ligados ao SdA. Sim, eles dão brilho e coerência à trama, principalmente por ser uma adaptação feita por Jackson. Ele teve seus motivos, encaixou-os coerentemente  na trama e, ainda por cima, prestou homenagens aos atores que são parte indissociável do sucesso dos filmes que compõem a saga SdA.
Pelo que escrevi até o momento, creio ter sido claro quanto à minha opinião no tocante à adaptação de um livro em trilogia. Todavia, vou deixar isso o mais claro possível. 
Eu gosto de "O Hobbit" em três longas parte. Esse estratagema permitirá a abordagem dos fatos que seriam ignorados em um único filme. Ainda que o livro seja pequeno, a trama é rica em detalhes e, até o momento, a maioria dos detalhes foram abordados, o que confirma o acerto do diretor em sua escolha.
 Assisti ao filme em 48 fps (frames por segundo) e, honestamente, não vi tamanha diferença, porém há um ganho de nitidez sensível. O 3D usado é alucinante e dá veracidade ao que vemos. Por mais de uma vez eu recuei diante de algo arremessado em direção à platéia ou elevei os braços buscando tocar uma ave, fagulhas ou sei lá o que mais. Vale cada segundo e cada centavos investidos para ver essa obra de beleza visual indiscutível. Garanto que muitas luas passarão e, mesmo assim, terei inúmeras passagens ainda vivas em minha mente.
Recomendo que assistam aos episódios do vídeoblog que Jackson e Serkis prepararam para os fãs. Eles dão maior credibilidade aos filmes, ao esforço da equipe e, principalmente, ao respeito pela obra literária original. Vocês irão se deparar com um espetáculo inacreditável.
Por fim, fica a incógnita: o que esperar dos próximos filmes? Essa primeira etapa já é um fantástico cartão de visitas. Fãs dos filmes e fãs do livro sabem que o máximo foi feito para perpetuar a obra de Tolkien, a pedra fundamental do mais consagrado universo criado pelo autor. Não há como esperar menos dos próximos dois episódios. A trilogia será um enorme sucesso para os que já aprenderam a amar e respeitar o esforço do diretor que tirou do papel e de nossa imaginação criações tão grandiosas e irá despertar a vontade dos que ainda não leram essa e outras obras do autor.


segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Divulgação: O Hobbit: de A a Z, por Sarah Oliver.


Fonte: Folha de SP

"O Hobbit: De A a Z", de Sarah Oliver, revela o que aconteceu por trás das câmeras durante as gravações do filme dirigido por Peter Jackson.
Entre diversas curiosidades, a autora conta como foi criado um condado da Terra-média na Nova Zelândia e como foi convencer os maori a permitirem que sua terra sagrada se transformasse na Montanha Sombria
Com ficha de cada ator, localizações e tecnologia desenvolvida para o longa, a edição narra os passos da produção que se arrastou durante anos até chegar aos cinemas.
Publicado originalmente em 1937, "O Hobbit", escrito por J. R. R. Tolkien, antecede a saga contada em "O Senhor dos Anéis". A primeira parte da trilogia "O Hobbit" chegou aos cinemas na sexta-feira (14). 

"O Hobbit: De A a Z"
Autor:
Sarah Oliver
Editora:
Universo dos Livros
Páginas:
216
Quanto:
R$ 23,90 (preço promocional*)
Ano: 2012
Idioma: Português
Especificações: Brochura | 216 páginas
ISBN: 978-85-7930-357-9

Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha

Franz says: o livro parece ser interessante e é um complemento para os fãs de Peter Jackson. Entretanto, devo frisar que para quem assistiu e acompanhou o videoblog de Jackson e Andy Serkis, tal tipo de publicação torna-se redundante.  


quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Pôsteres exclusivos de "The Hobbit" para os filmes em IMAX.


"O Hobbit, uma jornada inesperada", a primeira parte da trilogia inspirada na obra de J.R.R. Tolkien, terá nas salas de exibição do filme em IMAX uma boa surpresa para os fãs: 4 pôsteres exclusivos para os que assistirão ao filme. Nos EUA a seção da meia-noite será abrilhantada pela distribuição desses pôsteres aos fãs que prestigiarão o lançamento. O longa metragem estreia nessa sexta-feira, 14 de dezembro, em circuito nacional, porém são poucas as salas com a tecnologia IMAX no Brasil.




 

terça-feira, 20 de novembro de 2012

The Hobbit: pôsteres individuais dos personagens.


A trilogia comandada por Peter Jackson (responsável pela trilogia Lord of the Rings) que começa com O Hobbit: Uma jornada inesperada (estreia em 14/12/12), passando por O Hobbit: A desolação de Smaug (estreia em 13/12/13) e findará com O Hobbit: Lá e de volta outra vez (estreia em 18/06/14) teve seus primeiros pôsteres com imagens de cada um dos personagens isolados. Os pôsteres são referentes ao primeiro filme e dão uma clara ideia de como é a caracterização de cada um dos personagens. 

























quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Revista Empire lança edição sobre "O Hobbit" com 5 capas diferentes.


Numa clara alusão ao sucesso e influência que o filme "O Hobbit" já tem, a revista Empire lançou uma edição especial onde a matéria de capa destaca a nova trilogia de Peter Jackson. São 63 páginas dedicadas exclusivamente à produção baseada no livro de J.R.R. Tolkien. Escolha a sua preferida e adquira o quanto antes.  A edição é limitada...
P.S.: Será que também teremos a mesma iniciativa por aqui?

Capa - Bilbo

Capa -Gandalf

Capa - Gollum

Capa - Thorin

Capa - Galadriel


quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Pôster panorâmico com detalhes da trama de "The Hobbit". Incrível!


Essa(s) imagem(ns) vale(m) por mil palavras...

A foto panorâmica que está abaixo será vista em modo ampliado após clicarem sobre ela. As imagens (ou cenas mescladas) mostram grandes passagens da trama do filme e, para quem leu o livro, é possível ver a fidelidade com a trama. As expectativas são grandes, mas... I believe in Peter Jackson.

Clique para se emocionar
Detalhe do poster panorâmico acima


quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Fotos e o novo pôster de "The Hobbit- an unexpected journey"


O pôster a seguir foi lançado na Comic-Con e mostra Gandalf, o cinzento, caminhando calmamente pela vila dos Hobbits. Ian McEllen está novamente perfeito como o mago que acompanhará Bilbo em sua aventura.







sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

O Hobbit: o livro, a animação, a HQ e o que poderá vir com o filme.


Autor: Franz Lima

“Em uma toca no solo, vivia um hobbit.”

O hobbit é um livro fantástico, ainda que simples quando comparado à trilogia “O Senhor dos Anéis”. Ainda assim, toda a magia do universo criado por Tolkien está visível. Orcs, Wargs, Anões, Hobbits, Magos, Elfos e outras criaturas inimagináveis, fruto da criatividade e das leituras de J.R.R. Tolkien estão presentes na trama.
Li o livro, um exercício para a imaginação só superado em se tratando de Tolkien, por “O Silmarillion” e “O Senhor dos Anéis”. Contudo, sempre quis ver as criaturas mágicas passadas para a película ou uma HQ.
Não demorou, tive o acesso à animação baseada no livro. Simples, ela acabou sendo uma prévia, ou melhor, uma amostra do potencial da obra. Ainda assim, o tom infantil e a simplória tecnologia da época tornaram o desenho animado algo muito aquém daquilo que qualquer fã esperava.
Vejam: mesmo com tudo o que disse acima, a animação foi ovacionada pela iniciativa e pioneirismo. Simples ou não, boa ou ruim, foi o início de algo que culminará em nossa época.
Então, em 2003, uma ótima novidade trouxe esperança quando, em uma livraria, vi a adaptação para os quadrinhos – a única autorizada com base em um livro de Tolkien – de “O hobbit”.
Ilustrações lindas, cores fantásticas e, principalmente, uma nova visão das aventuras de Bilbo Bolseiro, Gandalf e os treze anões. A quadrinização ilustrada por David Wenzel e adaptada por Charles Dixon é de uma beleza estonteante. A caracterização das personagens mantém a força da imaginação e, certamente, foi um dos pontos de apoio para Peter Jackson em seus filmes, mas não foi seguida à risca, fato que abordarei mais à frente.
Contudo, mesmo com tanto zelo ao adaptarem um clássico da literatura, não posso deixar de citar os pontos que, a meu ver, trouxeram alguns prejuízos à HQ.
Essa edição foi lançada pela Devir e tenho comigo a 1ª reimpressão de 2003. Tecnicamente, o acabamento é impecável, o papel é de altíssima qualidade e com excelente gramatura. A leitura é fácil e agradável, muito por causa da letreirização.
Os desenhos, em sua maioria, são outro ponto forte, mas, apesar das ilustrações magníficas, há algo que muito me incomodou: a similaridade entre as personagens. Até o fim da história, apenas consegui memorizar dois anões por suas características ou indumentárias. As faces são praticamente idênticas, confundindo-se, por vezes, com o próprio Gandalf.
Quanto aos elfos, a caracterização deles também ficou estranha. Como reli a história recentemente, atribuo um pouco desse incômodo à associação com o visual deles nos filmes sobre o “Um Anel”.
Mas há outras personagens muito bem representadas pelo desenhista. Entre elas, cito Beorn, os Trolls e Gollum.
Os textos estão coerentes, bem escritos – lembrem-se que é uma adaptação – e são fundamentais para o entendimento do leitor, contrariando a tendência de muitas revistas que tem pouco texto, motivadas pela crença de que apenas o visual é suficiente.
Um ponto que incomodou foi a separação errada de palavras e alguns erros de grafia. Reforço que foram pequenos erros, incapazes de estragar a história e a produção da história em quadrinhos.
De qualquer modo, esta única adaptação oficial para os quadrinhos de um livro de Tolkien vale por si só. É uma obra de ótima qualidade visual, com textos que respeitam o conteúdo original do livro e um acabamento primoroso que não perde o brilho por causa das pequenas falhas na edição.
É uma HQ que recomendo, mas gostaria de ver uma nova edição* com as devidas correções, capa dura e alguns extras, onde pudéssemos ver os bastidores da produção, o que seria uma grande demonstração de apreço pelo público e especialmente pelos fãs da obra original.
Enfim, depois de tantas observações, resta agora uma última nota sobre o filme que logo estreará, produzido e dirigido por Peter Jackson, o mesmo diretor da trilogia do Anel.
Este filme é o mais recente empreendimento cinematográfico que usa um livro de Tolkien. Alguns ainda se mostram reticentes mesmo após o sucesso de “O Senhor dos Anéis” e a divulgação do trailer e fotos com as caracterizações dos anões.
Pois eu digo: fiquem tranqüilos. Por quê? É simples...
Primeiramente, temos filmes feitos com a mesma equipe base que conquistou 11 Oscar e, certamente, conquistou a maioria dos fãs de J.R.R. Tolkien. Lacunas e pequenos erros existiram. Licenças poéticas também. Contudo, é impossível transpor o conteúdo de três livros complexos, onde pelo menos duas línguas diferentes são usadas, ambientado em uma realidade alternativa e repleto de personagens grandiosos sem que algo fique para trás.
Gostem ou não, é inadmissível não reconhecer a competência e o esforço do diretor e do estúdio, sem falar do elenco, para trazer a nós a melhor obra já feita – e dificilmente será igualada – embasada no mais conhecido e amado livro de John Tolkien.
Em segundo lugar, após ver a animação e ler a HQ, apurei que Jackson acertou novamente na caracterização das personagens. Os treze anões devem ser visualmente diferentes, mesmo com a descrição de Tolkien no livro, pois, do contrário, a confusão existente na animação e nos quadrinhos ocorreria outra vez. Mas não ocorrerá, já que eles estão muito diferentes entre si – e haja críticas dos fãs – o que irá nos proporcionar a oportunidade de reconhecê-los e acompanhar aqueles que cada um admira mais. Outro fator importante é a valorização da personalidade de cada um deles, diferenciando-os e valorizando suas particularidades.
Anões, elfos, homens, orcs e todas as criaturas criadas pela mente do autor precisam ser reconhecidas prontamente, evitando-se atrapalhar a compreensão da trama, e Peter Jackson fez isso de forma fantástica, dando individualidade ao grupo de anões.
Por fim, esperançoso com o que virá e saudoso pelo que já foi produzido, espero que tenham gostado desses apontamentos. Cada adaptação de “O hobbit” é uma vitória para os que lutam em prol do prolongamento e da divulgação do legado do mestre da fantasia J.R.R.Tolkien. A versão animada e a quadrinização eram o melhor em suas épocas e serviram para perpetuar e incentivar a busca pela leitura dos livros de Tolkien. Com este novo filme, certamente, muitas outras pessoas que desconheciam este universo terão uma oportunidade de iniciar uma busca sem retorno, pois quem conhece esta realidade alternativa, ainda que minimamente, sempre terá uma toca quente e confortável para retornar... 

* Uma nova edição de "O hobbit" em quadrinhos foi lançada e, aparentemente, os erros de revisão foram corrigidos. 

Mais imagens da HQ ilustrada por David Wenzel :


 Muitos dos desenhos feitos por David Wenzel estão à venda em seu site. DavidWenzel.com





Informações sobre a animação:
ORIGINAL: The Hobbit (1977)
BASEADO EM UM LIVRO DE: J. R. R. Tolkien
DIRETORES: Arthur Rankin Jr., Jules Bass
ROTEIRISTA: Romeo Muller
TRILHA SONORA: Maury Laws 

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